Conflito Irã-EUA fortalece Brasil e Venezuela

Novos ricos sul-americanos

A guerra não declarada ainda Irã-EUA desestabiliza o mercado de petróleo e favorece imediatamente os grandes produtores, como Brasil, Venezuela, Rússia, Irã, Iraque, Arábia Saudita; pode pintar novo cartel do petróleo, no compasso da guerra, por enquanto, verbal EUA-Irã.

Os preços, diante da instabilidade do mercado, oscilarão. Ganharão muito dinheiro quem tem o produto para especular, ou seja, os produtores. Será como uma bolha especulativa com o preço do principal produto que movimenta a máquina capitalista. Novo choque do petróleo levantará tremores e surgirão os ganhadores de dinheiro em tempo de especulação.

Brasil e Venezuela aumentarão suas receitas e disporão de dinheiro para tocar desenvolvimento nacional. Que farão Venezuela e Brasil mais ricos na cena global por conta de aumento do preço do petróleo? Continuarão os dois brigando, como, atualmente, ou atuarão, conjuntamente, no cenário sul-americano em tempo de guerra e crise de petróleo?

A dialética política mudaria diante da nova situação econômica e financeira de bonança que se abre com possível disparada do preço do petróleo no mercado mundial. Caso haja, por exemplo, dificuldades de trânsito no estreito de Ormuz, controlado pelos xiitas aiatolás do Irã, os preços do petróleo subirão devido a instabilidade de abastecimento.

A política e a economia se misturariam na formação de preços; o petróleo não é um mero ativo econômico-financeiro; é, sobretudo, ativo político; conforme as circunstâncias geopolíticas a oferta cai, a demanda cresce e o preço dispara. O poder de compra dos salários desaparece, se não acompanhar os preços sob especulação.

Nesse cenário de instabilidade, os países produtores dispõem de larga margem de especulação para aumentar preços que sobem no calor da guerra Irã-EUA; as alianças estratégicas, hoje, abraçadas por Venezuela e Brasil, seriam mantidas ou outra realpolitik se imporia diante do aumento da riqueza proporcionada pela renda petrolífera?

Estaria fora de cogitação nova geopolítica sul-americana, para fortalecer a região, ou intensificaria divisão ideológica Brasil x Venezuela? A realpolitik diz que os parceiros internacionais da Venezuela e do Brasil cresceriam e as expectativas de crescimento econômico se ampliariam aos olhos do mundo.

Guerra ideológica

Entraria em cena duas orientações econômicas opostas: 1 – a Venezuela pauta a economia pelo social para alavancar desenvolvimento sustentável, como ensina o bolivarianismo; 2 – já o Brasil, sob tacão neoliberal bolsonarista, desestabiliza o social para facilitar desestatização em favor do interesse privado.

Maduro representa o interesse social chavista, bolivariano, socialista; Bolsonaro, o interesse privado, totalmente, alinhado a Tio Sam, que quer Brasil, apenas, como fornecedor de matéria prima barata para indústria americana.

Com Maduro, o bolivarianismo ganharia força, como ganhou quando Chaves usufruiu do petróleo a mais de 120 dólares o barril; sobrou dinheiro para emprestar para Argentina de Kirchner, Cuba de Fidel e até para os aiatolás do Irã.

Com Bolsonaro, ao contrário, o filé mingnon dos negócios nacionais estão reservados para o amigão Trump; não há geopolítica estratégica brasileira, mas a obstinação destrutiva bolsonarista, que avisou, antecipadamente, que viria para destruir, não construir.

Novo cenário

A estratégia americana de aliar-se com Arábia Saudita para reduzir preço do petróleo, favorece produção de petróleo de xisto e quebrar seus adversários Rússia, Venezuela e Irã, chega ao fim com a guerra EUA-Irã.

As tensões no mercado que tende a se retrair diante dos riscos de guerra deixam os preços propensos a subir; podem alcançar alturas inusitadas, 150, 200, 250 dólares etc, depois de ter caído até 50 dólares, atualmente, em 66.

Possível alavancada de preços, diante do aprofundamento do conflito Irã-EUA, traria de volta o bolivarianismo por intermédio de Maduro.

E o bolsonarismo?

Bolsonaro promete privatização total da produção, industrialização e circulação.

Choque ideológico

Viés econômico neoliberal bolsonarista contrastará, na América do Sul, com o viés bolivarianista; seria essa a nova fronteira de luta devido ao aprofundamento da guerra Irã-EUA?

Maduro, nacionalista bolivarianista determinado, já coloca em prática nova moeda, o Petro, para distanciar-se do dólar; as bases de segurança da moeda venezuelana são as riquezas naturais; se houver valorização do petróleo, o Petro ganha corpo e tira o país da crise, pela saída nacional socialista bolivariana.

Bolsonaro, ao contrário de Maduro, está sem geopolítica, porque dispensa o ativo mais poderoso do país, o petróleo e a Petrobras, no momento de crise petrolífera.

Os diretores da petroleira brasileira tentam apressar ao máximo as privatizações, para não ter que se envolver em novas discussões anti-privatistas, que surgirão como consequência do novo conflito mundial?

Onde ficam os militares?

Os militares venezuelanos estão ao lado de Maduro nessa estratégia de valorização do petróleo e colocação das riquezas ao lado do desenvolvimento social.

Estariam os militares brasileiros alinhados ao bolsonarismo, que entrega as riquezas nacionais a preço de ocasião, dando tudo de mão beijada, como faz Paulo Guedes, que não quer nada para o social?

As dissidências pintariam ou não?

Já tem o general insatisfeito com Bolsonaro; Santos Cruz, de viés nacionalista, é um deles; disse que a corrupção continua no governo; nada mais propenso à corrupção do que as privatizações neoliberais selvagens em curso; qual o preço dos privatistas radicais que estão doando os ativos da empresa?

Estaria descartado movimento dissidente dentro das forças armadas como o que surgiu durante governo Castelo quando a política neoliberal de Roberto Campos paralisou a economia, em nome de ajuste fiscal que destrói salários?Carlos Lacerda, diante do ajuste ultraneoliberal de Campos, denominado “sangria depuradora”, sentenciou: “Castelo, com sua política econômica, está matando pobre de fome e rico de rir.”(“Os militares no poder”, Folha de São Paulo).

Em ano eleitoral a frase de Lacerda, adequada à política de Paulo Guedes, detona o bolsonarismo.

Nova geopolítica global

Novo cenário latino-americano, portanto, surge na prancheta dos estrategistas diante da guerra Irã-EUA, que se estenderá pelos próximos meses, riscando nova geopolítica global.

A guerra Irã-EUA, que balança o mercado de petróleo, oxigênio do capitalismo contemporâneo, soma-se à já instável guerra comercial China-EUA; em ambas está em jogo a supremacia econômica dos Estados Unidos no mundo, abalada com a volta do petróleo caro.

Em contrapartida,fortalecem-se adversários de Tio Sam: Rússia-China(unidos), Venezuela e Irã. Interessa a eles o preço anterior, mais altos, aos atuais para fortalecer caixa dos governos russo, venezuelano, brasileiro, mexicano, iraniano, saudita etc.

Ademais e, principalmente, o produto não obedece lei de mercado, pois é ativo geopolítico; ganha força, então, os grandes produtores, que poderão ser beneficiados pela guerra Aiatolás x Tio Sam, entre eles, Brasil e Venezuela.

Falcões da guerra derrotam Trump

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Pacifismo dança 

Até final do ano passado, Trump vinha contrariando os falcões da guerra, insistindo numa linha pacifista.

Os generais do Pentágono, aliados mais firmes dos democratas, dos Clinton, não toleraram decisão trumpiana de desarmar as tropas na Síria, no Afeganistão e de manter relações com Putin, acusado de espionar eleição americana, para beneficiar Trump etc.

O presidente americano saiu por cima, com o argumento de que o governo americano estava tirando pão da boca do povo para sustentar guerras impossíveis de serem vencidas, como as do Oriente Médio.

Trump incomodou, também, ao dar xeque-mate na OTAN, dizendo que Tio Sam não ia mais financiá-la.

Defendeu imposto sobre a OTAN, para tirar mais recursos dos europeus, a fim de sustentar despesas de guerra.

A Europa não gostou e se aproximou, estrategicamente, de Putin e Jiping.

Trump, com seu discurso pacifista, puxado pela defesa da América em primeiro lugar, ganhou popularidade para tentar faturar segundo mandato em 2020.

Guerra comercial

A guerra comercial com China, por sua vez, encaixou-se no American First e bombeou o nome do presidente no eleitorado americano, cuja preocupação principal é com o emprego nos Estados Unidos.

A imposição de tarifas sobre produtos industrializados chineses aumentou o orgulho americano, embora as retaliações chinesas impusessem a força da China na disputa comercial, dobrando, principalmente, os agricultores americanos.

As vendas de soja e milho dos Estados Unidos para a China sofreram quedas, fazendo Trump flexibilizar nas tarifas e acomodar o ritmo da luta entre as duas potências, que continuam brigando feito cachorro e gato.

Ademais, a confiança em Trump cresceu ao segurar juros para aliviar finanças do governo, das famílias e dos empresários.

A taxa de juro zero ou negativa manteve o mercado otimista e as expectativas de crescimento interno se solidificaram ao longo de 2019.

O FMI sinaliza crescimento do PIB americano na casa dos 3,5%.

Nesse novo contexto, Trump, sem deixar de votar orçamentos gordos para o Pentágono – destinou 600 bilhões de dólares à economia bélica e espacial em 2019 – descolou o foco da política dos Estados Unidos da guerra bélica e espacial para a guerra comercial.

Os falcões da guerra sentiram cheiro de paz e amor no ar global, contrário às pretensões permanentes da economia de guerra americana que defendem.

Trump sinalizaria novo tempo, mudando o status psicológico americano de guerra para a paz, ao abandonar o espírito militar guerreiro do Pentágono, a reclamar, sempre, prioridade, custe o que custar.

Arma do impeachment

O contra-ataque ao chefe da Casa Branca, por sua posição pacifista, contra posição de guerra dos falcões, veio por meio do impeachment.

Sujou a imagem do presidente, fragilizou-o, psicologicamente, e ganhou força  resistência contra ele entre os generais.

Eles passaram a exigir de Trump atitudes machas, duras, contra os principais adversários Rússia, China e Irã, resistentes ao poder de Tio Sam.

Os falcões insistiram em boicotes comerciais à Rússia, como resposta aos fakenews de Steve Banon de que Putin interferira no processo eleitoral americano.

Vendiam narrativa de discurso de interferência russa no processo eleitoral de Tio Sam.

Intrigas e mais intrigas contra Putin se multiplicaram.

Trump, pressionado pelos falcões, abriu confronto com Irã.

Retirou-se do acordo de armas nucleares, para pressionar os aiatolás a abandonarem política atômica; sofreram e ainda sofrem dificuldades, mas não entraram em bancarrota.

Fortaleceram suas relações com China e Rússia, para suportar as pressões comerciais americanas, e se deram, relativamente, bem.

Os aiatolás mostraram capacidade de resistência econômica, social, militar e política, ao mesmo tempo em que se aliaram aos chineses e russos, costas quentes para se protegerem de Washington.

As manobras militares realizadas por Moscou, Teerã e Pequim, no golfo pérsico, no final de 2019, soaram perigo fatal para os militares americanos.

A supremacia bélica e espacial russa sobre os americanos, depois de Putin, no final do ano, anunciar o hipersonic, vanguarda da vanguarda tecnológica de mísseis atômicos, deixou os generais americanos em polvorosa.

Ao lado desse aliado poderoso, Teerã elevou sua confiança em apoiar milícias para continuar combatendo resquícios de estado islâmico, atuante no Iraque.

O general iraniano Soleimani, cérebro por trás das manobras, junto com estrategistas iraquianos e hezbollah, humilhavam os falcões do Pentágono, sem credibilidade para atuar no Iraque, onde perderam a confiança da população, desde a guerra de invasão de W. Bush.

Os ataques, com drones, dos aliados houtis do Irã contra petroleiras sauditas, ações com curdos e invasões milicianas iraquianas, apoiadas por Teerã, contra embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, levaram Washington a construir narrativas explosivas para mudar, à força, opinião pacifista de Trump, tornando-o favorável à guerra contra os aiatolás.

O atentado terrorista trumpiano que matou o general Soleimani, no aeroporto de Bagdá, é desfecho dessa batalha, que abre novo capítulo de guerra.

Novo choque do petróleo

Acendeu-se, em todo o Oriente Médio, sentimento antiamericano, cujas consequências podem ser novo choque mundial do petróleo, com possível fechamento do estreito de Ormuz, controlado pelos iranianos, apoiados pela Rússia.

O barril de petróleo voltaria aos picos de 150 a 200 dólares, depois de baixarem para 50 desde 2014/15?

Como se sabe a aliança EUA-Arábia Saudita, para achatar preço do petróleo, visou dois alvos: 1 – desestabilizar países produtores como Rússia, Venezuela, Irã, Brasil, México, e 2 – viabilizar exploração do petróleo de xisto nos Estados Unidos, a preço barato.

Paralelamente, Trump intensificou boicote comercial sobre Rússia, Venezuela e Irã, denominado eixo do mal pela direita ideológica americana.

A queda no preço do petróleo favoreceu Estados Unidos e aliados, mas não conseguiu derrubar, totalmente, os adversários, que resistiram.

China e Rússia se transformaram em fortes aliados, rachando os europeus e criando nova geopolítica do Oriente Médio, ao aproximar Irã, Iraque, Síria, Turquia, antes facilmente manipuláveis por Washington, enquanto tinha fôlego para sustentar economia de guerra.

Tio Sam em fôlego

Essa fase ficou para trás, porque Tio Sam não tem mais gás para bancar guerra ampliando, sem limites, a dívida pública, sob pena de provocar instabilidade monetária global.

O mercado financeiro internacional evidenciou ainda estar contaminado pelo crash de 2008, como mostra o insuficiente crescimento do capitalismo ocidental, desde então.

Relatório do FMI – setembro/2019 – prevê crescimento de 3% dos Estados Unidos; 1,5%, Europa; 1%, América Latina; já a Asia, embalada: China, 6,1%; Índia, 6%; sudeste asiático, 6%; a Rússia, penalizada pela queda dos preços do petróleo, 1,5%.

O ocidente capitalista perde de lavada para oriente puxado pelo partido comunista chinês, no comando do capitalismo na China, rumo à construção da Eurásia.

Tio Sam está, conforme o FMI, baleado por dívida pública interna, que não suporta mais juros positivos.

Se o juro positivo se tornou inviável para sustentar guerra, por outro lado, garantiu, com juro zero ou negativo, PIB puxado pelas atividades produtivas, submetidas ao protecionismo nacionalistas trumpiano.

Por que então Trump se rendeu, agora, aos generais, sabendo que o fôlego financeiro de Tio Sam para bancar guerras se esgotou?

A psicologia americana favorável às guerras, sempre ativadas em ano eleitoral, permaneceria a mesma depois da estratégia pacifista vitoriosa de Trump contra os falcões do Pentágono?

Ao cair na rede dos generais, rendendo-se à guerra e abandonando o discurso pacifista, Trump mudou sua política.

Vai agradar seus eleitores?

As manifestações contra a guerra já se fazem sentir e lançam dúvidas, dando conta de que Trump pode ter dado tiro no pé.

Por que se rendeu à guerra, contra a qual iniciou cruzada e ganhou popularidade, ao adquirir perfil pacifista, nacionalista protecionista, com seu slogan American Firsh?

Estaria ou não diante do perigo de repetir John Kennedy, se continuasse contrariando os senhores da guerra?

A volta da economia keynesiana de guerra é derrota de Trump e vitória do Pentágono.

O resultado imediato desse novo cenário, certamente, será novo choque do petróleo e novo status quo bélico e espacial, adequado aos interesses do estado industrial militar norte-americano, cuja continuidade é incógnita total.

Olavo Savonarola decreta caça às bruxas

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Retorno à idade média

Olavo Carvalho se transforma no neo Savonarola da Idade Média com o propósito de queimar bruxas que desacreditam das regras fatalistas fundamentalistas do deus mercado; com as armas da crença cega no destino manifesto medieval dá relevo ao fantástico para tentar tirar a população do real e fazê-la acreditar no irreal, imaginário; para tanto, o essencial é espalhar o medo e culpar a oposição, invertendo a realidade; o governo é a vitima da oposição e não culpado pelas suas ações, que produzem o lumpemproletariado; a narrativa construída pelo imaginário surreal do terrraplanista Olavo precisa parecer verdade de modo a encobrir o que não pode ficar exposto: o desastre econômico e social ultraneoliberal pauloguedeseano bolsonarista.

 

FARSANTE FALANTE QUER QUEIMAR BRUXASO lupenproletariado está se espalhando nas ruas, praças e avenidas das grandes…

Posted by Cesar Fonseca on Monday, December 30, 2019

 

Escravidão neoliberal: ano velho tá chegando

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Paralisia como virtude

Como é possível crescer, se mais da metade do seu orçamento é destinado a pagar dívida, juros sobre juros, tudo na base da especulação? Não sobra nada, ou muito pouco para educação, saúde, segurança, infraestrutura; os investimentos são uma merreca; sobra, sim, muito dinheiro, tirado das áreas sociais para os credores; estes estão, há anos, nadando de braçada, construindo uma narrativa, que a mídia amiga deles engole; o povo tem que economizar para fazer o tal superavit primário – receita menos despesas, exclusive pagamento de juro – de modo a equilibrar dívida-PIB; aí, tudo se ajeitaria, por força do mercado; sim, as coisas, do ponto de vista dos neoliberais, estão se ajustando; os juros caem, os salários, também, enquanto o desemprego permanece alto, assustador; nesse contexto ideal neoliberal é só esperar que o crescimento retoma, dizem, a taxas sustentáveis; verdade? Não é o que parece; não se cumpriram as metas de início de ano, o mercado não entregou o que prometeu, mas levou o que pediu: a falência do SUS, para privatizar a previdência social; e o sustentáculo do consumo, o salário, está arrochado; o mínimo continuará em processo de regressão, de acordo com a nova regra, que deixa de corrigir em termos reais o poder de compra dos trabalhadores; o contraditório é que os salários caem, mas a inflação começa a subir, de novo; o dólar está sem controle, pela insustentabilidade econômica, que pressiona os preços, sangrando a população; os banqueiros, preocupados, pedem outro Proer; estão morrendo de medo de aumento de inadimplência + desemprego = calotes. Estão pessimistas com o novo ano que chega já com cara de velho.

 

BRAZIL ESCRAVIZADO PELA DÍVIDA 2020 tá chegando com números sombrios do orcamento da União. Do total de R$ 3, 8…

Posted by Cesar Fonseca on Friday, December 27, 2019

Batuca coração!

 

Militarização universitária em marcha?

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Direita, volver!

Ordem unida nos campus vem aí, com decisão do presidente de mudar regras de escolhas de dirigentes das universidades? Autonomia e democracia universitária, conquistadas no período neorepublicano, de 1985 até agora, depois de 20 anos de ditadura militar(1964-1984), vai para o saco? A palavra final será do presidente da República para indicar os escolhidos pelos campus, destacando prerrogativa dele de desconhecer o processo democrático universitário e indicar quem ele achar que deve. Quem não gostar, que reclame ao bispo. Certamente, tensões políticas emergirão ao longo de 2020, com as novas regras bolsonaristas para as universidades e institutos federais. Sai de baixo!

 

MILITARIZAÇAO UNIVERSITÁRIA À VISTA?Essa aí do presidente de alterar regras(MP 914/19) de escolha de reitores das…

Posted by Cesar Fonseca on Thursday, December 26, 2019

Tempo fechando