Diplomacia louca de Boso com Fernandez favorece China contra EUA na geopolítica sul-americana

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Diplomacia com fígado podre

Coisa de maluco. Trump deve estar soltando os cachorros. Se Bolsonaro briga com Fernandez, que acaba de ter vitória espetacular contra o neoliberalismo, contraria, diretamente, a diplomacia americana, para favorecer chineses. O presidente brasileiro age como imperador sul-americano sem ter cabedal para tal. Tenta dar xeque-mate no novo presidente argentino, como se tivesse cacife, quando, na verdade, está blefando. Suas cartas não valem nada. Os empresários brasileiros dependem de exportações para a Argentina. Se não puderem exportar carros para lá, colapso na cadeia produtiva de automóveis no Brasil emergirá, imediatamente. Não terá União Europeia para salvá-los. Milhões de empregos diretos e indiretos vão para o espaço. Nada mais tenebroso, para a população brasileira, diante da recessão que joga 13 milhões de desempregados na rua da amargura, ao lado de 30 milhões de desalentados e 60 milhões de inadimplentes, atingindo, aí, 100 milhões de não consumidores. Horror econômico neoliberal. Os argentinos, diante da diplomacia enlouquecida do Itamarati, comandado por religiosos fundamentalistas, optarão pelos chineses, cujos carros são muito mais baratos. Além disso, a China tem cacife para importar toda produção do agronegócio argentino, garantindo-lhe reservas cambiais. Afinal, Pequim tem 4 trilhões de dólares em reservas em caixa, para enfrentar guerra comercial com americanos. Assim, argentinos, socorrendo-se com Jiping, que briga com Trump, fugiriam do sufoco em que estão metidos com os 57 bilhões emprestados pelo FMI para Macri, sob condições de seguir política ultraneoliberal, que o derrotou nas urnas. Bolsonaro está tentando achar chifre na cabeça de cavalo.

 

ATAQUE DE BOZO A FERNANDEZ FAVORECE CHINA NA GUERRA COMERCIAL COM TRUMPÉ a geopolítica, estúpido!21% do que Brasil…

Posted by Cesar Fonseca on Monday, October 28, 2019

É a cabeça, irmão!

Chile faz Mourão alertar Guedes para explosão social

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E agora, Guedes?

Olhaí o receio dos militares sobre o que está acontecendo na América Latina nessas últimas semanas, explosões sociais no Equador, no Chile, Argentina prestes a virar outra página da sua história, Bolívia reafirmando Evo, emergindo contrariedades para Tio Sam e sua Doutrina Monroe, da América para os americanos.
E agora?
O vice-presidente Mourão, no exercício do cargo, enquanto Bolsonaro dá um giro na Ásia e no Oriente Médio, alertou os formuladores da política ultraneoliberal do governo de que o Brasil não está imune.
Os militares brasileiros iriam às ruas descer o cacete no lombo do povo, para garantir o neoliberalismo fracassado e contestado nas ruas?
O general defendeu meio termo: nem tanto ao mar, privatismo exacerbado, como quer o ultraneoliberal Paulo Guedes, nem tanto à terra, estatismo, igualmente, acerbo, como pregam nacionalistas radicais.
Depois da explosão no Equador, chegou a vez do Chile.
Os equatorianos foram às ruas contra o aumento brutal dos preços da gasolina e do diesel, diante da pressão do FMI, favorável à austeridade fiscal radical.
O governo equatoriano de Lenin Moreno não aguentou o rojão popular e teve que recuar.
No Chile, idem.
A população, diante do aumento de passagens, mesmo, irrisório do metrô, foi à luta.
Colocou prá fora a essência do problema, o avanço da desigualdade social, bombeada pelo modelo ultraneoliberal.
Depois de mais de duas dezenas de mortos, milhões nas ruas, Pinera pede água, muda ministério e diz que entendeu o recado das ruas.
Mas, vai atender o que a população já grita a pleno pulmões: nova constituinte, como rola na Venezuela, nesse momento?
Os chilenos nas ruas é contestação à Constituição de Pinochet que vigora até hoje, arrebentando com conquistas e garantias sociais.
As massas, revoltadas, tentam invadir, até, o Congresso.
Ou seja, não acredita nas instituições burguesas, que votam leis que massacram interesses populares.
Não seria exemplo para o Brasil, cujo Congresso aprova reformas que contrariam interesses populares?
Pinera perdeu condições de governar com a Constituição pinocheteana, enquanto, aqui, no Brasil, Bolsonaro tenta pinochetear a Constituição cidadã de 1988.
Pinta, nas ruas, pregação por antecipação de eleições, como acontece no Equador, levando Pinera a voltar atrás, correndo, para não perder governabilidade.
O titular do La Moneda dá sinais de que já está nas cordas.
O pedido de perdão dele foi respondido com mobilização gigante, fato político latino-americano mais importante dos últimos tempos, capaz de impulsionar a esquerda no poder, lá, no Chile, e, também, na Argentina e no Uruguai.
A população está embalada em levar adiante suas reivindicações por melhor qualidade de vida e justiça social.
Se o titular do poder reconhece que ele e seus antecessores erraram é porque está passando da hora de mudar o status quo antipopular.
 

Colapso neoliberal

 
O social, no neoliberalismo, é acessório.
Os neoliberais priorizam, apenas, o econômico e financeiro, cuja sustentação requer ampla especulação.
Não se realiza mais a reprodução do capital, apenas, na produção, em meio ao arrocho geral do poder de compra da população.
Os capitalistas descolam-se da produção para a bolsa, a fim de complementar sua taxa de lucro, que desaba no contexto do subconsumismo capitalista.
As reformas neoliberais são isso aí: destruição geral das garantias e direitos sociais e, especialmente, arrocho salarial, porque o entendimento neoliberal é o de que salário é custo e não renda, que se multiplica na circulação capitalista.
Como o diagnóstico dos neoliberais é o de que a inflação decorre do excesso de consumo, que eleva os preços, cortar salários, então, é reduzir custos, para estabilizar processo inflacionário.
Aí, sim, os preços caem, mas, com eles, como dizem os hermanos argentinos, “todo lo más”.
Vão para o sal emprego, renda, saúde, educação, enquanto avança a fome e a violência, emergindo o contrário da inflação: a deflação, pior inimigo do capitalismo.
Os neoliberais estão provando que o seu receituário produz o pleno emprego.
Realmente, o emprego está sobrando, desde que o trabalhador aceite ganhar o que o capitalismo oferece: salário zero ou negativo, com a reforma trabalhista que aprova no parlamento à custa de corrupção eleitoral.
A tendência é, portanto, o assalariado ou pagar para trabalhar ou se revoltar..
 

Mourão mira Lula

 
Mourão, ao dizer que o social está esquecido, certamente, está lembrando de Lula, que, atrás das grades, grita contra o programa neoliberal de Guedes que está matando o povo de fome e entregando as riquezas nacionais a preço de banana.
Mourão, por linhas tortas, está dizendo, claramente, que o ultraneoliberalismo não dá certo.
O vice está assinando embaixo o modelo lulista, de garantir 3 pratos de comida/dia para os pobres, assegurar salários dignos e programas sociais distributivos de renda etc.
É, com essa estratégia, que o Estado dispõe de arrecadação para tocar programas como Minha Casa Minha Vida, Farmácia Popular, Luz para Todos, investimentos em infraestrutura, sem os quais inexiste desenvolvimento sustentável.
Com o neoliberalismo o investimento público está em ridículos R$ 19 bilhões, previsto no orçamento/2020, para um PIB que se aproxima de R$ 5 trilhões.
Vira alto risco social a austeridade a qualquer custo que propõe cortar R$ 170 bilhões de gastos não financeiros(saúde, educação, segurança, infraestrutura), para garantir pagamento dos gastos financeiros(juros e amortizações da dívida pública a juros compostos, juros sobre juros especulativos etc).
Os especuladores da dívida engolem 40% do Orçamento Geral da União de R$ 2,7 trilhões, realizado, no ano passado.
Tombam, mortalmente, pelo caminho da recessão 13 milhões de trabalhadores desempregados, 30 milhões de desocupados e desalentados e 60 milhões de inadimplentes no SPC.
100 milhões de não consumidores no reinado do subconsumismo neoliberal!
Contrariamente a Bolsonaro, Mourão está entendendo que quem é terrorista não é quem está indo às ruas protestar, mas a política econômica que leva às massas ao protesto, como última alternativa de sobrevivência.

Desigualdade social impõe caro estado policial

Desigualdade social, marca registradas dos governos neoliberais de Bolsonaro e Pinera, eleva custo de sustentação do Estado repressor e exige maiores garantias para forças de segurança e repressão atuarem diante de resistências populares, como ocorreram no Equador e ocorrem no Chile, podendo espalhar no Brasil.

Neoliberalismo x Segurança

No capitalismo, tudo é questão de preço, porque tudo é mercantilizado.
E quem, ao final das contas, paga o pato é a população.
Vale para a questão da segurança pública, no contexto neoliberal, de opção pelo mercado, no qual os oligopólios dão as cartas a seu favor para seus lucros serem sempre crescentes.
No caso latino-americano, no momento, em que a casa está caindo para os neoliberais e seus programas de austeridade fiscal, o custo de manutenção deles no poder fica cada vez mais alto.
São obrigados a sustentar cara e poderosa estrutura de segurança pública – polícia militar, polícia civil, exército, marinha, aeronauticas, agentes secretos, serviços de espionagem etc -, com viés repressor, como máquina de guerra.
Os agentes da segurança e repressão, sempre muito bem organizados, exigem preço alto, em nome do risco capaz de garantir eficácia ao neoliberalismo, socialmente, excludente, altamente, concentrador de renda.
Salários das áreas de segurança precisam ser equivalentes ou superiores às mais importantes carreiras de Estado, no ambiente dos podres poderes republicanos, bichados pela corrupção.
Demonstram força, organização e disciplina para aprovar, no Congresso, suas duas maiores reivindicações: reestruturação de suas carreiras e aposentadorias integrais.
O braço armado do Estado nacional ganhou grande proeminência em relação ao poder civil, público e privado, que vê sucumbir direitos e garantias constitucionais, em nome da austeridade neoliberal, imposta pelos credores da dívida pública, maior fonte do déficit fiscal.
Tudo tem que ser sacrificado, menos gastos financeiros com endividamento estatal.
A instabilidade que essa estratégia econômica impõe exige aparato de segurança, capaz de reprimir rebeldias sociais.
Se não for pago aos seus integrantes o preço que reivindicam, para garantir os privilégios de uma minoria, que impõe desigualdade social à maioria, corre-se risco de rebeldias corporativas.
Essa é a exigência das forças de segurança para garantir as medidas neoliberais, impopulares, antinacionais:
1 – reforma trabalhista, que acaba com política de salário mínimo, jogando seu reajuste para o livre mercado, em ritmo de recessão, levando-o a zero ou negativo, na sua expressão máxima do termo;
2 – reforma da Previdência, que abala sistema de seguridade social e fixa novas regras que inviabilizam aposentadoria integral dos mais pobres;
3 – desvinculação de direitos sociais e trabalhistas da Constituição, enquadrando-os nas exigências draconianas da austeridade fiscal, para combater inflação e arrochar salários;
4 – congelamento de gastos públicos por vinte anos, para seguir orientação do FMI/credores, a fim de equilibrar dívida/PIB, à custa de superavit primário, cujas consequências são recessão e desemprego;
5 – aprofundamento de cortes de gastos, detonando estabilidade funcional dos servidores, para possibilitar demissões em massa;
6 – aceleração de abertura econômica, com redução de tarifas, que aumentará importações, dívida, incerteza cambial, desindustrialização, desemprego e instabilidade social etc.
Em tal contexto, cujo resultado é mais desigualdade social e propensão à violência, a nova força política são os líderes das forças de segurança, eleita prioridade número um pelo governo Bolsonaro, no qual 2.500 militares ocupam cargos relevantes no poder executivo, com perfil de estado policial.

Juro zero implode teto de gasto

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O ex-presidente do BC, Ilan Goldfan, no Valor, hoje, diz que o juro baixo, caminhando para zero, no mundo inteiro, veio para ficar, impondo realidade de fora para dentro, demonstrando que o capitalismo nacional não caminha com as próprias pernas.
A grande contradição capitalista brasileira do momento é que os empresários estão com medo de continuar jogando suas economias na especulação sobre a dívida pública, desviando-as da produção, devido ao subconsumismo decorrente da desigualdade social em marcha.
A lição presente do capitalismo mundial é a de que os governos, superendividados, decidiram se salvar de previsíveis incêndios hiperinflacionários, jogando o juro para zero ou negativo, depois do crash de 2008.
Os endividamentos governamentais não suportam mais juros positivos.
Os bancos centrais americano, europeu, japonês, chinês, russo, indiano, coreano etc atuam no mesmo sentido: congelam o custo da dívida, para continuarem se endividando, mas não mais pagando juro para girá-la.
A norma, agora, é o aplicador jogar 100 reais no dia primeiro de janeiro nos bancos e recolher 70 reais em 31 de dezembro.
A desvalorização imposta pelo juro zero ou negativo preserva a dívida, instrumento essencial do capitalismo, para puxar a demanda global, mas congela-a, por tempo indeterminado, para evitar implosão hiperinflacionária do sistema.
Preserva-se a galinha dos ovos de ouro, em vez de matá-la com juros positivos.
Até agora, diante do juro negativo europeu, americano, japonês, chinês etc, os aplicadores internacionais corriam ao Brasil, paraíso fiscal, para continuarem se reproduzindo na especulação financeira tupiniquim.
Mas, como estão vendo que, nos seus próprios países, essa alternativa bichou, por que insistirem nela em terra brazilis, se suas poupanças passam a correr perigo de evaporarem?
Ganharam muito até agora, mas a mamata, de usufruírem juros fixados acima do crescimento do PIB, como ocorre desde o Plano Real, acabou.
Virou risco total continuar a jogatina, potencializando agiotagem que o Estado nacional não consegue mais bancar, enquanto desindustrializa-se o país, via sobrevalorização cambial.
Assim, os empresários brasileiros, que, até agora, faziam esse jogo, colocando suas reservas na especulação, para garantir taxa de lucro elevada, impossível de ser realizada na produção e no consumo, afetados pela austeridade fiscal neoliberal, põem, também, suas barbas de molho.
Entram em pânico, diante do perigo de implosão da dívida pública brasileira, que já se aproxima dos 100% do PIB, girando no curtíssimo prazo, a juros capitalizados, juros sobre juros, anatocismo, condenado, como crime, pelo STF, conforme Súmula 121.
Xeque-mate financeiro!
Nesse cenário, que, se continuar, vai levar para o fogo da especulação, a poupança deles, ganha sem precisar trabalhar, os empresários passam a enxergar o óbvio: somente, sobreviverão, se o governo gastar para puxar demanda global, já que o setor privado, sozinho, não consegue se salvar do afogamento, puxando os próprios cabelos.
A partir dessa lógica, o jogo vira.
O negócio passa a ser romper o teto de gasto, imposto para vigorar por 20 anos, pelos golpistas neoliberais de 2016, pois, se mantido, ao lado de juro positivo, coloca em risco o que os empresários tupiniquins colocaram para render, especulativamente, na dívida pública.
Vai ficando claro que o juro positivo sobre a dívida vira empecilho ao crescimento, por ser causa central do déficit público e da inflação.
Juro zero ou negativo joga o custo da dívida para baixo, ou seja, combate-se, eficazmente, o déficit, enquanto a saída passa ser aumento dos gastos não financeiros, como alternativa para garantir remuneração dos capitalistas, que deixa de se realizar diante de juro zero ou negativo.
Romper o congelamento neoliberal, para que o governo possa aumentar seus gastos, torna-se imperativo categórico kantiano.
Afinal, a única variável econômica, realmente, independente sob capitalismo, é a quantidade de oferta monetária que o governo joga na circulação, como diz Keynes.
Quando ele faz isso, 1 – aumenta preços, 2 – reduz salários, 3 – diminui juros e 4 – perdoa dívida contraída à prazo, pelo governo, famílias e empresas.
Assim, diz o autor de “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda”, aumenta a Eficiência Marginal do Capital(lucro), e desperta-se o espírito animal dos empresários.
Só juro baixo não dá.
O capitalismo, depois do crash 1929, ainda não descobriu outra saída sustentável que não a keynesiana.
 
https://valor.globo.com/financas/noticia/2019/10/21/juro-mais-baixo-veio-para-ficar-afirma-ilan.ghtml

Apertou gatilho do impeachment de Bolsonaro

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Zorra política bolsonarista

República bolsonariana está de cabeça pra baixo.
Puro saco de gato.
O presidente Bolsonaro quer levar o partido dele na mão grande, se for verdade denuncia bombástica do dep. Delegado Valdir, líder do PSL, na Câmara.
Sinceramente, corajoso, ao dizer que o presidente comprou votos para tomar conta da legenda
Soltou o verbo, para não morrer com a boca cheia de formiga.
Se o que disse não for corrupção a justificar abertura de impeachment contra presidente, não sei mais o que se pode classificar de crime de responsabilidade.
Pô, e o general Ramos, secretario coordenador, heim?
Ligando para deputados, pedindo para mudarem lado!
Minha Nossa Senhora do Céu!
Favorecer o presidente, custe o que custar!
Quequieisso, general, inacreditável, militar da ativa, entrar nessa, assim, de cabeça!
Ousado o comandante!
Que volúpia!
Caramba, o sr. aí, em tão pouco tempo na coordenacão política e já um craque no oficio do toma lá dá cá.
Aprendeu no quartel?
É de dar inveja ao Renan Calheiros e ao fabuloso Jucá!
Pelé no jogo de bastidor!
Isso é que é coordenação política verde oliva!
Qual a moeda utilizada, excelência?
Conversa, pedido ou intimação?

Waintraub entrou na dança

E o que dizer do preclaro economista ministro da Educação, Waintraub, também, dependurado no telefone, no honroso trabalho de servir ao excelentíssimo Sr. Presidente!
Empenhadíssimo em detonar o dep. delegado, aliado do chefe do PSL, para substitui-lo pelo filhinho Eduardo!
Quer dizer, então, que Waintraub saiu do MEC só para ajudar o patrão a dar golpe de mão palaciano em Bivar e no Valdir?
Em vez de estar cuidando de sua obrigação funcional em meio ao caos da Educação…
Shakespeare estaria eufórico com o enredo bolsonarista de golpear aliados incômodos no Congresso.
E aquele deputado tipo gigante de luta livre, empenhado em gravar conversas alheias em reunião partidária?
Que profissional da mais alta estirpe parlamentar!
Os próximos capítulos, semana que vem, serão emocionantes.
Os personagens da republiqueta miliciana bolsonarista se mostram exímios em deixar a plateia em suspense!
Os fugitivos e os que estão por fugir dessa fantástica orgia parlamentar vão, certamente, alimentar os bastidores, incrementando o baile orgiástico.
Tudo, claro, no embalo da confusão evangélica falso moralista, na qual os fiéis se predisporão ao descabelamento geral em transe.
Estará, no palco, regendo o coro, o honorável Maia com pose de novo presidente, dessa nova zorra politica tupiniquim.
Cruz credo!