Lula-Gleisi: tenacidade política feminina impõe novo cenário político-eleitoral

Política da coragem

Não tinha prova contra a senadora Gleisi, que tem sido enxovalhada pelos coxinhas, na rede social, por pura irresponsabilidade e paixão política louca determinada pela incapacidade de se observar fatos a partir da racionalidade pragmática profissionalmente isenta.
Delação premiada virou negócio, como mostrou o Estadão, identificando escritório de advocacia, voltado para esse fim. 
Motivou, consequentemente, na Câmara, pedido de CPI para investigar o escândalo.
Quem paga fica fora; quem não paga, é levado pelo Moro e seus comparsas.

Respeito e prestígio

O fato concreto é que Gleisi ganhou respeito nacional e, principalmente, dentro do seu próprio partido, obtendo status de candidata, se a ditadura da toga, impedir candidatura de Lula.
Dentro do PT, se for para o voto, com Lula, eventualmente, fora da disputa, ela ganha dos concorrentes, especialmente, porque se transformou em pessoa de confiança daquele que está, injustamente, preso por falta de prova concreta, no reinado tupiniquim da delação premiada, que tomou conta do judiciário nacional, cada vez mais questionado, interna e internacionalmente.

Chacota internacional

Viraram suas excelências, os juízes, motivo de chacota internacional por terem adotado a teoria do domínio do fato, tão cara aos nazistas, no tempo de Hitler.
Virou prática, no julgamento dos petistas, que duas ou três delações convergentes, que podem ser convergidas em razão de manipulações, transformam-se em provas levadas a sérios pelo pessoal da Lavajato, muito ligado, como se sabe, ao departamento de justiça dos Estados Unidos.
A história vai contar muita coisa obscura que se desenrola nesse triste momento nacional com democracia baleada pelo golpe político-jurídico-midiático de 2016.
Enquanto isso, os tucanos vão se livrando das acusações, graças às prescrições, regiamente, arranjadas no judiciário tupiniquim, escandalosamente, seletivo.

Novo colorido eleitoral

O quadro político sucessório, portanto, ganhou, com a decisão do STF sobre Gleisi, novo colorido.
Ela está, indiscutivelmente, no páreo sucessório, ao lado de Lula.
Se este disputar, não tem para ninguém, como apontam as pesquisas, generalizadamente.
Mas, se o ex-presidente não puder chegar lá, por força das artimanhas da seletividade jurídica em cena, sujeita às pressões internas e externas, interessadas na permanência do status quo imposto pelos golpistas, ela se transforma em candidata fortíssima, caso ele defenda candidatura dela.
Mulher de fibra.

China quer Lula livre para fortalecer BRICs contra EUA na guerra comercial global

Geopolítica na sucessão 

A decisão da China de aumentar para 38% tarifas antidump sobre importação de frango brasileiro deixou apavorado o agronegócio nacional e disseminou entre os agricultores, especialmente, do Centro-Oeste, que existem razões políticas, mais do que, meramente, econômicas, por trás da estratégia chinesa.

A bancada ruralista, no Senado, está inquieta e já faz ligação da notícia com interesse geoestratégico chinês de ter Lula na disputa eleitoral, por ser ele garantia de aliança com os chineses e russos, hoje, fortemente, aliados, na construção da geopolítica eurasiana, com fortalecimento dos BRICs, na guerra comercial com Washington.

Os agricultores e seus representantes do PMDB concluem, em meio ao desespero, como destacou Ricardo Santin, vice-presidente e diretor de Mercados da Associação Brasileira de Proteína Animal(ABPA), que a posição da China é, basicamente, política.

Isso, na avaliação dele, vai requerer duas providências imediatas: 1 – recorrer já à Organização Mundial do Comércio(OMC), para tentar evitar o pior, o que é uma incógnita, dada fragilidade desse organismo internacional, em meio a guerra comercial global, e 2 – acelerar acerto comercial bilateral com os chineses.

Outra leitura dos ruralistas conservadores peemedebistas, que se alinharam ao golpe geopolítico estratégico dos Estados Unidos contra o governo Dilma, é que a China, deseja recuperar terreno perdido, com queda do PT, como aliado estratégico, na armação geopolítica dos BRICs, profundamente, incômoda a Washington.

Para tanto, retaliações comerciais, contra o governo ilegítimo Temer, que se aliou a Washington, representa duro recado de Pequim a Brasília, no sentido de que o apetite chinês pelas exportações brasileiras se arrefece sob governo adversário, na guerra comercial contra China-EUA.

Aliança rompida com golpe

Lula e Dilma estavam alinhados a Pequim e Moscou, geopolítica e estrategicamente, em torno dos BRICs, articulação essa destruída por Washington, com o golpe de 2016.

Tio Sam, com seus aliados internos, no golpe parlamentar-jurídico-midiático, tirou o Brasil da área de influência de Pequim e Moscou, evitando, por exemplo, o que ocorre com a Venezuela, apoiada, politica, econômica e financeiramente, em forças chinesas e russas, no cenário sul-americano.

No Brasil, com o ilegítimo Temer no poder, ancorado nos golpistas PSDB-PMDB, agora, eleitoralmente, inviáveis, Tio Sam tenta evitar volta do PT ao poder, cujo candidato, Lula, pule de dez em qualquer pesquisa que se faça, está preso por ordem de judiciário, aliado aos interesses americanos.

Nesse sentido, concluem os peemedebistas, depois de análise de Santin, a China estaria na defesa de Lula livre para fortalecer os BRICs contra EUA, na guerra comercial, aberta por Trump.

Faca no pescoço do agronegócio: os chineses estão dispostos a continuar importando proteína animal do Brasil, mas sinalizam, com o aumento de 38% das tarifas de importação sobre produto nacional, disposição política favorável  a Lula livre, aliado da China, na disputa eleitoral.

Na prática, portanto, a geopolítica global, hoje colocando em polos opostos China-Russia, de um lado, e Estados Unidos, de outro, passou a influenciar a sucessão presidencial brasileira.

Eis a razão que eleva inquietação dos agricultores e sua bancada ruralista, no Congresso, receosos de que  percam negócios, no momento em que já acumulam grandes prejuízos, em decorrência da greve dos caminhoneiros, responsável por exterminar, de fome, milhões de frangos, com a interrupção dos transportes.

Política e negócios

Em 2017, segundo a ABPA, a China comprou 391,4 mil toneladas de carne de frango do Brasil, correspondendo a 9,2% do total das exportações e a 5% do consumo chinês dessa proteína animal.

Não, apenas, frango poderá ser retaliado, na avaliação de Santin, mas, também farelo de soja, óleos, carnes de porco, de vaca etc, impondo grandes prejuízos ao agronegócio.

O governo reagiu à decisão chinesa, por meio do Itamarati, Ministério da Agricultura e da Indústria e Comércio, mediante argumento de que não há razões econômicas e sanitárias capazes de justificar tal decisão, razão pela qual Santin concorda que fatores políticos sobrepuseram a fatores econômicos, em nome da geopolítica.

A decisão, tomada sexta feira passada, teve resultado fulminante nas ações de dois grandes grupos nacionais, exportadores de proteína animal, a BRF e a JBS, cujas ações caíram, em menos de uma semana, 8%, na bolsa, levando pânico ao mercado bursátil.

O processo para imposição de restrição ao frango brasileiro começou em agosto de 2017.

No meio do caminho, em fevereiro, a China derrubou tarifas para o frango produzido nos Estados Unidos, o que significa, na avaliação de representante do agronegócio, no Congresso, sinal de que o “pedágio” para o Brasil pode ser moeda de troca em momento em que o presidente americano, Donald Trump, endurece discurso contra país asiático.

O clima, no agronegócio nacional, portanto, fechado e as avaliações políticas ligadas à sucessão e à prisão de Lula ganham relevância como fatores capazes de explicar razões que levaram os chineses a retaliarem o governo Temer, aliado de Trump.

FHC deixa de confiar na própria cabeça

FHC, discípulo de Tio Sam, confessou ao papa Moro, a propósito de testemunhar-se sobre Lula, que nada tem a reformar, salvo sua própria cabeça.

O que ele quis dizer com isso?

Pode haver várias interpretações.

Seria confissão de que não usou bem a cabeça, politicamente, nos últimos tempos, por exemplo?

Apoiou, ao lado do PMDB, o golpe de 2016 e agora seu partido está, eleitoralmente, inviável, para viabilizar a Ponte para o Futuro que virou fiasco do passado.

FHC mudaria a cabeça se pudesse voltar atrás?

Claro, principalmente, se tal mudança viabilizasse, politicamente, candidatos do seu partido golpista, a serviço do Consenso de Washington, que levou o país á recessão e ao desemprego, com congelamento econômico neoliberal, eleitoralmente, desastroso.

É o que mostra o andar da carruagem política para os lados do tucanato.

O ex-presidente se desencantou com o tucano Alckmim, que, ao aproximar-se demais de Temer, se inviabilizou.

Também, ficar perto de quem tem, apenas, 3% de apoio popular, queria o que?

FHC, agora, sai doido atrás de Marina, tentando enche-la de ar, para viabilizá-la.

Antes, tentou encher a bola de Huck.

Achou que o melhor para o país seria um astro do show business.

Não deu certo.

A eleição está chegando e o tucanato não tem nenhum candidato viável para levar adiante.

Deu com os burros nágua a estratégia que abraçou, cujo resultado, prático, foi a greve dos caminhoneiros, que jogou o governo no chão, tocando política econômica tucana, orientada para o mercado, não para a população.

O PSDB é a voz de Washington, no Brasil, e FHC se revelou um títere de Tio Sam, durante seus dois mandatos, cujas consequências foram inviabilidade eleitoral pelos anos seguintes.

Os tucanos dançaram em quatro eleições.

Na quarta, deu o golpe contra Dilma.

Na quinta, contra Lula, luta para mantê-lo preso, fazendo de tudo, nos bastidores de golpe jurídico, para inviabilizar candidatura dele.

Talvez, no seu depoimento a Moro, tenha decidido misturar sinceridade com gozação.

Disse que ele como presidente tem obrigação de conversar com todo mundo, inclusive, com malandros.

Pensou em Sérgio Malandro ao falar com Sérgio Moro?

Ou se postou diante do papa, como se Moro fosse chefe do Vaticano, ao qual confessaria o que acabou confessando, que não tem que reformar nada, salvo sua própria cabeça?

Decididamente, FHC mostrou não estar de cabeça feita.

Talvez tenha puxado uma palhoça, ao falar com papa de Curitiba.

 

 

Roleta Dólar-Temer desestabiliza economia

Temer torra quase 40 bilhões de dólares para satisfazer os especuladores do mercado financeiro. Nesse ritmo, já, já País pede água e vai se socorrer ao FMI.

Swaps destroi reservas

As reservas cambiais de 380 bilhões de dólares, acumuladas pelos governos Lula e Dilma, são as avalistas do governo ilegítimo Temer, para lançar swaps cambiais, a fim de evitar que a moeda americana rompa a casa dos R$ 4, chegando aos R$ 5, até final do ano, implodindo a economia.

O governo desesperado com a descrença do mercado na economia, paralisada pelo congelamento neoliberal de gastos públicos, previsto para durar 20 anos, está trocando dólar por real adoidado, a fim de acalmar especuladores.

Evita-se, com os swaps,  fuga de dólar, mas aumenta a dívida pública interna, que, na prática, representa dívida externa internalizada.

Quem garante essa operação, aos olhos dos agiotas especuladores, que não querem ficar com reais, no bolso, com medo de sua desvalorização, diante da promessa do governo americano de puxar juros nos Estados Unidos, para enxugar liquidez em dólar, na praça global?

Claro, as reservas cambiais brasileiras.

Elas foram acumuladas nos governos Lula e Dilma, que optaram pelo desenvolvimentismo econômico e não pela especulação desenfreada pela qual optou o governo Temer e sua política neoliberal ditada pelos credores, por Wall Street, Washington etc.

Por isso, na era petista não houve crise cambial, porque Lula e Dilma fortaleceram o mercado interno consumidor, dando seguranças aos agentes econômicos em geral.

No fundo, portanto, a garantia dos swaps, que o BC emite, agora, aceleradamente, são as reservas em dólares, expressão do sucesso econômico, verificado na era petista, que os neoliberais propalam ter sido um fracasso, para se defenderem do seu próprio fracasso visível.

Volta ao FMI

Não fossem as reservas cambiais disponíveis, nesse momento, o governo Temer teria que fazer o que acaba de fazer o falido governo Macri, na Argentina, pedir socorro ao FMI.

As reservas cambiais herdadas de Lula e Dilma são, portanto, as avalistas contra possibilidade de, no curto prazo, Temer ter que socorrer-se ao FMI do desastre neoliberal, expresso no congelamento dos gastos públicos sociais.

Gasto público social é renda disponível para o consumo, sem o qual ocorre o que se verifica, no momento, paralisia econômica, PIB, inflação e juros cadentes, por falta de atividade econômica, sinalizando deflação.

Sem consumo, não há renda, sem renda não há produção, emprego, distribuição, circulação, arrecadação e investimento, o silogismo clássico capitalista.

O congelamento dos gastos sociais, de um lado, e o descongelamento de gastos financeiros, de outro, descapitalizou o estado, como agente econômico.

Criou-se, dessa forma, a racionalidade econômica neoliberal segundo a qual sem poder capitalizar suas empresas, seus programas sociais, a previdência social e, igualmente, os servidores públicos, com seus rendimentos, o governo tem que desfazer de ativos, para pagar despesas.

Ergueu-se falso conceito de que gastos sociais são despesas, déficit público, quando na verdade, são investimentos, isto é, a única variável econômica verdadeiramente independente no capitalismo, em forma de aumento da quantidade da oferta de moeda na circulação, pelo estado emissor, para puxar preços, diminuir salários, reduzir juros e perdoar dívida contraída a prazo, dos governos, das empresas e dos consumidores, de modo a ativar as forças produtivas.

A economia de mercado é uma miragem que os neoliberais tentam manter de pé, vivendo, espiritualmente, no século 19, fora, portanto, da realidade.

É esse movimento dinâmico que, segundo Keynes, produz o que chamou de eficiência marginal do capital(lucro), capaz, na avaliação dele, de despertar o espírito animal investidor nos empresários, sem o qual a economia entra em colapso.

O jogo econômico neoliberal que Washington vendeu em forma de “Ponte para o Futuro”, o programa do PMDB/PSDB, que o próprio Temer diz que não deu certo, cuida, agora, quando está em colapso, de dilapidar reservas internacionais brasileiras, em forma de emissão de swaps cambiais.

O dólar cai, mas a bolsa não sobe, como sinal positivo de recuperação que tal providência permitiria; vive-se reinado de incerteza total. 

A prova concreta é a pesquisa da FSP, de hoje, que mostra que 7 em cada 10 pessoas não acreditam na economia comandada por Temer e os banqueiros dominando o BC para os agiotas deitarem e rolarem.

 

 

Reservas cambiais de Lula e Dilma: jogá-las produção e consumo ou na especulação?

Covardia intelectual

Que falta de coragem – tremenda covardia intelectual – do editorial do Globo, nesse domingo, intitulado “O dólar de hoje não é o mesmo de 2002”,  em esconder que o que está salvando do caos agora a economia brasileira são justamente as reservas cambiais acumuladas pelos governos Lula e Dilma entre 2003-2014.

Isso aconteceu graças à decisão deles, principalmente, depois do crash de 2008, de fortalecerem mercado interno com valorização dos salários, promoção dos programas sociais distributivos de renda, como Minha Casa Minha Vida, Fies, Farmácia Populares, Luz para Todos etc, todos, agora, sendo desativados pela terapia do congelamento neoliberal.

Certamente, se favoreceram, também, do ciclo favorável de exportações, diante das decisões da China de enfrentar aquele crash , de forma heterodoxa, elevando gastos públicos, para estocar riquezas, no cenário de devastação mundial.

Fortaleceu o mercado interno consumidor, que estabilizou relações monetárias, evitando, consequentemente, especulações cambiais.

Foi o desenvolvimentismo nacionalista petista, que o Globo sempre chama de “populismo, patrimonialismo e personalismo”, na verdade as armas do nacionalismo, que salvou o país da crise mundial, e salva, agora, também, fornecendo parte das reservas cambiais de 380 bilhões de dólares(R$ 1,4 trilhão ao câmbio de R$ 3,70), para estabilizar moeda nacional, que saiu dos trilhos, justamente, porque os golpistas de 2016 resolveram destruir a economia, pauperizando a sociedade.

Nesse contexto de empobrecimento geral da população, a moeda fragilizou-se e os especuladores se aproveitam, especialmente, no ambiente eleitoral, em que a especulação se alimenta da falta de programa dos candidatos, todos, salvo Lula, com modelos econômicos, tipo Temer-Washington, altamente, vulneráveis.

O que fica provado, com isso, é que moeda forte é dada por mercado interno forte.

A força do país, de sua economia, capaz de garantir soberania, combate à violência social etc, está na capacidade de consumo da população, é claro.

Lula e Dilma fortaleceram mercado interno e, por isso, não enfrentaram essa balburdia cambial, que Temer, o fraquíssimo, não consegue segurar, ao obedecer as terapias neoliberais que Washington mandou ele praticar.

O Globo deveria, no mínimo, reconhecer esse mérito do governo popular, que ajudou a derrubar, com o golpe parlamentar e jurídico, cujas consequências são destruição do patrimônio nacional em escala inimaginável.

Não faz isso, porque fortaleceria candidatura Lula, que já está fortíssima, como demonstra pesquisa eleitoral, desse domingo, no Datafolha, em que ele fatura no primeiro turno com 30% dos votos.

O editorial dos Marinhos é pura manipulação e mau caratismo fugir da verdade dos fatos e encarar, corretamente, a história.

Tenta vender mentira como verdade, como sempre.

BC mau caráter

É muito fácil, agora, para o Banco Central, dominando pelos homens da banca privada – Ilan Goldfanj, é do Itaú – dar uma de macho em cima do dinheiro das reservas acumuladas na era petista, excomungada pelos neoliberais de patrimonialista, personalista, populista etc.

Covardes, caras de pau.

Não podem aumentar mais os juros, porque enfraqueceram demais a economia, já, excessivamente, endividada, e tem pela frente,agora, Trump, disposto a enxugar dólar pelo mundo, puxando as taxas lá nos isteites.

Não dá para competir, né?

Se tentarem fazer o mesmo por aqui, acabam de matar a economia.

Mas, o fato mais importante é o seguinte: essas reservas não devem ser dilapidadas para salvar especuladores, mas para desenvolver o País que os neoliberais estão destruindo.

Se em vez de jogar 20 bilhões de dólares delas para enxugar gele, tivessem lançado elas para incrementar crédito à produção e o consumo, as expectativas da economia seria outras.

Se jogarem metade dos 380 bilhões de dólares na produção e não no bolso dos especuladores, como começaram a fazer, o Brasil sai dessa crise fabricada pelos neoliberais rapidinho.

Essa é a questão central.

As reservas são do povo, não dos banqueiros, dos agiotas sanguessugas da nação.