Lula Livre entra na campanha eleitoral americana

Oposição vai aos EUA

Oposição discute comissão de parlamentares para ir aos Estados Unidos se reunirem com os parlamentares democratas americanos para debater Operação Lavajato.

Os democratas, já em campanha eleitoral contra Trump, acusa Ministério da Justiça dos Estados Unidos de ter linha direta com o Ministério da Justiça brasileiro no comando da Operação Lavajato que mantém Lula preso, impedindo sua ação política, como aconteceu na eleição de 2018.

A luta política Lula Livre se internacionalizou, depois de 500 dias de cárcere em Curitiba, com seus algozes desmoralizados pela Vazajato.

Os deputados democratas americanos entraram na briga por Lula Livre.

As denúncias de Intercept Brasil bateram fundo na mídia internacional, especialmente a americana,  que denuncia pressão do judiciário e da procuradoria geral da república para prender Lula e anulá-lo, politicamente.

A luta política Lula Livre fortalece, portanto, os democratas, que querem voto dos latinos contra Trump.

Lula é a força latino-americana na eleição presidencial dos Estados Unidos.

Por isso Bernie Sanders, do partido democrata, candidato às prévias, comandou abaixo assinado de parlamentares americanos em favor de Lula Livre.

A oposição brasileira ganha, portanto, palco internacional para lutar contra Bolsonaro.

Internamente, ela está sem chances no Congresso.

O placar 376 x 154 – votação da Previdência – mostra supremacia bolsonarista de vento em popa, ancorada em partido de massa, o PSL, expressão de 30% do eleitorad.

Ela internacionaliza Lula Livre para virar o jogo interno, que está perdendo, e pautar o debate nacional, com motivação global.

Adeus, reservas

Bolsonaro está em baixa, nesse momento.

Não tem bala na agulha, para mostrar como triunfo diante da crise econômica que aprofunda desemprego e insatisfação social.

Por isso, começa a torrar reservas cambiais, acumuladas por Lula e Dilma, para evitar aqui o desastre argentino.

Repete, com Paulo Guedes a tiracolo,  o general Dutra, que gastou reservas deixadas por Getúlio Vargas, enchendo a praça de bugingangas importadas.

Desindustrializou e jogou o país na instabilidade cambial, doença argentina.

Por  enquanto, na fase de desmonte neoliberal, tem o apoio do mercado e da mídia, alienando o povo da crise do desemprego, da desnacionalização e destruição de direitos sociais.

Nesse contexto, a oposição está perdendo todas as paradas, sobra-lhe, apenas, internacionalizar a luta política para ganhar espaço interno.

Que fazer?

Os oposicionistas estão diante dessa clássica indagação de Lenin, diante do Imperador da Rússia, aliado aos capitalistas internacionais.

Globalizar Lula Livre, a partir dos Estados Unidos, aliando-se aos democratas, ou continuar perdendo todas as paradas no Congresso, vergada pelo peso da caneta bolsonariana?

A internacionalização da luta política nacional, portanto, polariza Lula e os democratas americanos, de um lado, e Bolsonaro e republicanos de Trump de outro.

Mas, os republicanos carregariam até o fim da campanha americana o desgaste político bolsonariano em crash?

A oposição, portanto, sem espaço interno, está diante do desafio de avançar na globalização política por Lula Livre.

Pela cena internacional, pode abrir espaço na cena nacional, onde está sufocada pela ditadura midiática neoliberal.

 

 

 

Bozo mentiroso desvia da Noruega para acertar Dória e Huck

Resultado de imagem para BOLSONARO, LULA, HUCK E DORIADesgaste da mentira

Para desviar a atenção do desgaste da mentira sobre matança de baleias na Noruega, Bolsonaro intensificou campanha eleitoral 2022, para espantar adversários interessados em faturar com seu desgaste.
Lula, seu maior adversário, subiu o tom do discurso na entrevista a Bob Fernandes, da TV.
Detonou Bozo e os generais.
Atacou a política econômica e denunciou traição à soberania pelo entreguismo do governo militarizado.
Mas, por enquanto, preso, a polaridade Lula está imobilizada, por golpes jurídicos e midiáticos.
O que mais preocupa Bolsonaro, nesse momento, são os que, à direita, no seu campo de dominação, querem tomar o seu lugar, como Huck e Dória.
Para eles, Bolsonaro tem como arma o presidente do BNDES, que vai soltando os podres dos dois para ele saborear com suas frases corrosivas.
Huck, alertou, o bicho vai te pegar.
Cuidado com os jatinhos!
Como se sabe, Huck tomou emprestado no BNDES para comprar um supersônico espetacular.
Também, Dória entrou nessa.
Os ricos não abrem mão do jatinho com dinheiro do FAT, do trabalhador, repassado ao BNDES.
 

Adeus, candidaturas

 
Flechados por Bolsonaro, Dória e Huck dão adeus as suas candidaturas à presidência em 2022.
Os dois, incentivados pela Rede Globo, que pintou cara para a guerra contra Bolzo, via JN, mostraram-se, excessivamente, excitados.
Pura ejaculação precoce.
Num discurso, no Espírito Santo, Huck arregaçou as manguinhas, dizendo que Bolsonaro não jogaria no seu time, sendo, portanto, descartada parceria etc.
Dória, estimulado pelo desgaste governamental com a Lavajato produzido pela Vazajato do Intercept achou que tinha horizonte largo pela frente.
Igualmente, desejam Bolzo à distância, para não serem contaminados pelo identitarismo fascista.
Jogaram seu jogo de pôquer.
Sifu.
Bolsonaro abateu-os no ar.
Portanto, podem estar, prematuramente, mortas as candidaturas presidenciais do governador de SP e do apresentador da Globo.
 

Balão furado

O presidente destemperado, para minimizar desgaste da mentira fake news que soltou contra a Noruega, furou o balão de ensaio do centro-direita.
Dória e Hulck tentaram esvaziar direita bolsonariana, com desgaste de Bolsonaro.
Os bolsonaristas direitistas radicais se tornaram alvo preferencial do centro-direita, a fim de aproveitar patente divisão entre eles.
Comprova-o o racha que expediu do PSL o deputado Frota.
PMDB, DEM e PSDB tentaram agir no vácuo, para tomar conta bolsonarismo neoliberal sem Bolsonaro, como quer o mercado financeiro.
Esperto, Bolsonaro reagiu antes.
Atuou como chefe de torcida dos 30% da parcela do eleitorado brasileiro, de linha fundamentalista, religiosa, fascista, que domina.
Radicalizou contra adversários prévios dentro do campo da direita, para continuar, sozinho, polarizando contra Lula, o adversário que lhe mete medo.
 
 
 
 
 
 

Cocô de Bolzo pode cair na cabeça de Guedes

– Guedes, tô achando que vou ter que te jogar no mar, meu camarada!

Olha a bosta, Guedes!

Alô, alô, Paulo Guedes, seu colega argentino, Nicolas Dujovnes, que segue sua mesma política, aliás, seguia, no governo Macri, na Argentina, dançou.
Disse que cumpriu seu dever direitinho, cortou gastos e segurou déficit mediante austeridade fiscal, receitada pelo FMI.
O essencial não deu certo: criar o ambiente econômico capaz de ganhar eleição. 
Receituário neoliberal não suporta teste das urnas.
Também, pudera, a essência das medidas neoliberais é derrubar empregos e espalhar fome e desigualdade social em nome do livre mercado.
Macri, nesse sábado, chamou, às pressas, Hernan Lacuna, comandante da economia de Buenos Aires.
Não fez nada de grandioso, senão obedecer, também, ao FMI.
Mas, a vantagem é que está menos desgastado do que Dujones, sacrificado, para tentar salvar Macri, na hora da morte.
Por aqui, em terra brazlies, Paulo Guedes, que segue o mesmo receituário do FMI, sem estar, ainda, no FMI, como está a Argentina, bota prá quebrar.
Sua política economicida só produz barbaridades: 13 milhões de desempregados, 30 milhões de desalentados/desocupados e 63 milhões de inadimplentes, dependurados no SPC.
As filas de trabalhadores se esticam pelas cidades do país afora.
Mais de 100 milhões de consumidores marginalizados pela terapia ultraneoliberal pauloguedeseana.
Nada mais anticapilitalista.
O ministro de Bolsonaro, homem do mercado financeiro, que acelera entrega das estatais ao capital estrangeiro na bacia das almas e promove deformas de interesse do mercado financeiro especulativo no Congresso, não está, como seu colega argentino, dando conta do recado: colocar a economia para funcionar.
Sua hora, também, está chegando.
Afinal, virou sinônimo de instabilidade geral.
Está na corda bamba.

Já, já Bozo joga cocô nele.

Coisa horrorosa

 

Bolsonaro mata Getúlio e ressuscita Dutra

Resultado de imagem para BOLSONARO
Resultado de imagem para GETULIO, BOLSONARO E DUTRA
 

Economicídio neoliberal

Getúlio criou o estado nacional para os capitalistas e trabalhadores brasileiros.
Em “Minha razão de viver”, Samuel Wainer destaca que, se, de um lado, ele foi o pai dos pobres, com criação da legislação trabalhista, seguridade social, salário mínimo, sustentáculo para o consumo interno, sem o qual não se realiza industrialização, de outro, foi a mãe dos ricos, criando para eles o consumidor, sem o qual não há capitalismo, além de políticas macroeconômicas nacionalistas, de valorização do capital nacional.
A taxa de juros, com Getúlio, entre 1937-45, era, em média, 7% ao ano, depois que, com a revolução tenentista, mandou fazer auditoria da dívida.
Revelou-se, nesse trabalho patriótico, o quanto a banca estava roubando do povo, como acontece, hoje.
Colocado tudo em pratos limpos, depois da devassa, os custos operacionais do estado – o chamado custo Brasil, livre do sobrepeso do endividamento especulativo – desabaram.
Foi possível, então, com redução das despesas financeiras, cobrar juro barato para a produção e o consumo.
Quem ganhou?
Os capitalistas e os trabalhadores.

Torrando as reservas

Os banqueiros jamais perdoaram Gegê, embora não perdessem nada, apenas, deixaram de ganhar demais.
Rui Castro, em “A noite do meu bem”(Cia das Letras, 473 pgs), relata o chororô dos empresários, nas boates cariocas, em Copacabana, nos anos 1950, saudosos de Getúlio, depois que Dutra ganhou, com apoio de Vargas, a eleição.
Ao som do samba-canção do piano de Ribamar, no “Vogue”, acompanhando Dolores Duran, Doris Monteiro, Sylvinha Telles, Marisa, Maysa, Alayde Costa, entre outras maravilhosas cantoras; seguindo João Gilberto, no “Arpège”; Tom Jobim, no “Show Confidencial”; Dorival Caymim, em “Casablanca”; Johnny Alf Trio, no “Plaza Bar”; Bola Sete, no “Baccara” etc, os capitalistas lamentavam terem embarcados na canoa furada do desastre ultraneoliberal do general Dutra.
Burro de dar dó, Dutra jogou o jogo errado dos banqueiros, sobrevalorizando a moeda, para torrar as reservas acumuladas, importando bugigangas.
Os capitalistas perderam mercado para importações baratas, como aconteceu no tempo do real fernandino, com o populismo cambial eleitoral.
Quando as reservas acabaram, emergiram falências.
Que saudade do ditador nacionalista!
E tomem uísque falsificado, para abafar mágoas e tristezas!
Era o papo geral, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Blá, blá, blá

Mutatis mutantis, o que faz Bolsonaro, agora?
Repete Dutra, o ultraneoliberal, antecedente de FHC, cão de guarda de Washington.
Destrói as bases construídas por Getúlio, por meio do ultraneoliberalismo de Paulo Guedes.
Os empresários choram pelos cantos com a falta de consumidores.
Sem a valorização do salário mínimo, que atuava, com Lula e Dilma, a exemplo de Getúlio, em linha de transmissão bombeando consumo, o capitalismo tupiniquim está no chão.
Recessão técnica, admite o BC.
Bolzo embarca na de Guedes que se vender as empresas estatais quita dívidas e retoma o crescimento.
Blá, blá, blá neoliberal.
Age como aquele cara que sustenta a família com a renda do taxi e resolve vender o carro para liquidar os papagaios.
Fica sem o instrumento gerador de sua renda.
Acaba pedindo esmola.
É claro que a saída está na renegociação da dívida para se chegar aos juros baixos, como fez Gegê.
Primeiro, levantou as dívidas, checando o que era roubo e o que era verdade.
A Constituição brasileira jamais foi obedecida nesse particular, de discutir a cada cinco anos as bases do endividamento nacional, como destaca Maria Lúcia Fattorelli, coordenadora da Auditoria Cidadã da dívida.

Nova revolução de 30

No capitalismo financeiro, em que a produção deixa de remunerar o capital na escala necessária à sua reprodução ampliada, a especulação com o endividamento do governo se transforma em autosustentação dos especuladores.
Ninguém trabalha, só especula, como se vê, agora, com a economia morrendo, mas o capital se reproduzindo, numa boa, obrigado.
A auditória, porém, requer revolução capitalista, como aconteceu com os tenentes, em 1930, comandados por Vargas.
Bolsonaro, versão Dutra, que está entregando, de graça, a máquina de fazer rapadura, deixa a família Brasil morrer de fome, ao cair no papo furado ultraneoliberal.
Segue a trilha do desastre que acaba de destruir Macri, na Argentina.
E pior, com ajuda dos militares, que desistiram do nacionalismo para se entregar de vez a Tio Sam.
O mais incrível em tudo isso é que os capitalistas brasileiros da produção batem palmas para quem está levando-os à falência.
Não é à toa que Getúlio Vargas, como diz Samuel Wainer, taxou-os de burros.
“Eles não entendem que estou ajudando-os”.
A burrice se repetiu na eleição de 2018: os empresários optaram pela própria morte, que está se acelerando na crise capitalista global, no embalo da guerra comercial China-EUA.

No tempo do samba-canção

Crash neoliberal argentino abala Bolsonaro e rifa Guedes

Resultado de imagem para FERNANDEZ VENCE MACRI NAS PRIMÁRIAS ARGENTINASResultado de imagem para BOLSONARO E MACRI

Apoio de Bolsonaro a Macri: fiasco total

A goleada peronista de Alberto Fernandez(Frente de Todos) contra Maurício Macri(Juntos por Mudança), na Argentina, de 49,19% x 33,12%, diferença significativa de 16,07%, nas primárias eleitorais obrigatórias e simultâneas, botou o neoliberalismo macrista para correr.  Argentinos abominaram o apoio de Bolsonaro ao presidente deles, tentando fortalecer frente neoliberal sul-americana. O peronismo deverá voltar ao poder na eleição presidencial de outubro, salvo se houver tremenda fraude, algo não descartável, no mundo do fake news e da espionagem atual, orientada por Washington.
O desemprego e a instabilidade econômica portenha, com inflação incontrolável, jogando poder de compra da população no chão, são a mesma coisa que está acontecendo no Brasil de Bolsonaro e Guedes.
O congelamento neoliberal de gastos públicos, por 20 anos, imposto pelo golpe de 2016, com o programa “Ponte para o Futuro”, de Temer, e que segue firme no governo do capitão, põe a economia em paralisia há 25 semanas consecutivas.
Recessão em marcha, informa pesquisa Focus, levantada junto a 100 instituições financeiras, nessa semana, sinalizando PIB zero, deixa o guru ultraneoliberal Paulo Guedes dependurado na brocha.
Bolsonaro, indagado, semana passada, sobre as incertezas na economia, não deixou a bola cair: “Isso não é comigo, é com Guedes”.
O Posto Ipiranga está ficando sem combustível, incapaz de colocar o carro da economia para se movimentar.
As atividades produtivas não reagem e as expectativas murcham, mesmo com previsão de redução mais acelerada das taxas de juros.
Afinal, não sendo variável econômica independente, o juro, por si só, não dá conta do recado.
Quem vai tomar dinheiro mais barato na praça, se não há consumidores, massacrados pelo arrocho salarial, decorrente da reforma trabalhista, que acabou com política de valorização do salário mínimo, para sustentar melhor distribuição de renda?
Só para ter dinheiro no bolso?
Enquanto a praça estiver seca de dinheiro, em nome da austeridade fiscal a qualquer custo, o governo, submetido à terapia fiscal e de emagrecimento, via privatização selvagem das principais estatais em andamento – Petrobrás e Eletrobrás – não consegue ter receita tributária satisfatória.
Não se realizam, por isso, os investimentos, hoje, na casa de 15,5% do PIB, no primeiro semestre de 2019, percentual mais baixo nos últimos 50 anos, incapaz de garantir desenvolvimento sustentável.

Fracasso das reformas

As reformas ultraneoliberais, trabalhista e da Previdência, como a realidade vai demonstrando, não têm o condão de insuflar energia e entusiasmo ao setor produtivo, como foi vendido, inicialmente, pela pregação pauloguedeseana, amplamente, apoiada pela grande mídia.
Os resultados, dizem os ultraneoliberais, já tirando o corpo fora, só virão no longo prazo, quando, como diria, ironicamente, Keynes, todos estaremos mortos.
Na prática, as contrarreformas, que estão sendo aprovadas, no Congresso, com maioria ultraneoliberal, destroem poder de compra dos salários e rendimentos dos trabalhadores, sinalizando continuidade de quedas do consumo.
Pioram, consequentemente, as expectativas, como a Focus está, sobejamente, demonstrando.
As pesquisas de popularidade já demonstram estar em queda o prestígio do presidente, limitando sua influência numa faixa de 25% a 30% do eleitorado, o que mostra necessidade de mudar de rumo, se quiser sonhar com segundo mandato.
No Nordeste, a derrota é certa: mais de 50% consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo.
Assim, não é de se admirar, como já se murmura nos corredores do poder, que Paulo Guedes está com data vencida, vai apenas concluir a reforma da Previdência e dar no pé.
Cumprirá o que prometeu à banca, da qual faz parte, ou seja, destruir o maior programa de distribuição de renda do Brasil, o sistema de seguridade social, abrindo espaço para a previdência privada e vendas em massa, já, de planos de saúde e previdência privados.
O Globo informa que o mercado cogita de vender 4 milhões de novos planos de aposentadoria, em três, quatro anos.

Terceirização do INSS

Ao mesmo tempo, especula-se, também, que o INSS será terceirizado.
As empresas poderão depositar em fundos de investimentos seguradores a aposentadoria dos trabalhadores em geral, em vez de recolher ao tesouro nacional, via bancos oficiais.
Portanto, em matéria de aposentadoria, os trabalhadores estarão completamente desamparados, por parte do Estado.
Seu dinheiro vai para fundo privado com o qual se especula no mercado financeiro em meia a uma economia recessiva, fragilizada pela insuficiência crônica de consumo, gerada no capitalismo financeiro especulativo.
O fato é que 36 milhões de aposentados pelo INSS, cujos rendimentos oscilam entre 1 e 2 salários mínimos, como informa a CUT, passam a viver na corda banda, enquanto 4 milhões migrariam para aposentadoria capitalizada, também, submetida às aplicações especulativas, sem garantia de sustentabilidade em meios aos riscos crescentes.
Nesse ambiente, no qual as incertezas são a regra, crescem as cobranças sobre o presidente Bolsonaro, que joga a culpa em Paulo Guedes.
O ultraneoliberalismo de Guedes vai, portanto, deixando de ser segurança para a governabilidade.
Ao contrário, sinaliza instabilidade e derrota eleitoral, como acaba de ocorrer na Argentina.