Deus está na consciência ou na igreja?

Gilmar mantém proibição de Doria e abre "pé de guerra" com Kassio Nunes (veja o vídeo)

Deus, Coronavírus e STF

Fechar igreja, agora, é restringir direitos ou garantir vidas? Nesse instante mundial extraordinário, que é mais importante: garantir vidas, restringindo aglomerações, ou assegurar direitos, ameaçando vidas? Se Deus – como diz o Espírito da Verdade em resposta a Kardec, no Livro dos Espíritos, questão 621 – está na consciência e não na igreja, seja ela de que culto religioso for, cultivá-lo em casa, no auge da pandemia, é ou não ato de preservação da vida e refúgio contra morte? A restrição não é, portanto, de culto, mas de aglomeração; o direito de exercitar a crença religiosa não estaria em questão, mas, tão somente, a recomendação científica, sabendo dos conhecimentos científicos quanto à natureza do novo coronavírus, cuja disseminação decorre da sua circulação facilitada pela aglomeração; no silêncio do quarto de cada um, com sua consciência, onde abriga Deus, está ou não o templo comum de todos, em tempos de necessidade de precaução? Onde, “em meu nome”, disse Jesus nas escrituras, se reúne, para orar a Deus, “nosso pai”, seja em casa, seja na igreja, seja na rua, está ou não o templo divino? Se, presentemente, o perigo da vida está não em casa, no recolhimento/isolamento espiritual, mas no templo ou na rua, onde se se aglomera, para garantir circulação ao vírus assassino, é ou não burrice adorar a Deus fora do lar, se ele está na consciência de cada um? Por que buscá-lo fora de si, se ele está em si, mesmo?

Culto à vida ou à morte?

Morrer indo à igreja, na busca da adoração a Deus, não é uma violência contra a vida, se você, em casa, pode preservá-la, garantindo sua crença, sabendo que esta é sua própria consciência, onde Deus habita? Estaria ou não pensando nesse sentido o papa Francisco na sexta feira da Paixão quando rezava na   praça vazia de São Pedro para os fieis em seus lares em todo o mundo, de modo a se resguardaram do perigo de morte? Por outro lado, o negacionismo bolsonarista à ciência, para afirmação de crendices fundamentalistas, mediante presença em cultos religiosos, ou seja, face às aglomerações, onde se encontra terreno propício ao vírus, não representaria negação à vida e culto à morte? O embate judicial, nessa quarta feira, entre os ministros do STF, Kássio Nunes Marques, favorável à abertura das igrejas, e Gilmar Mendes, ao fechamento delas, no auge do perigo de circulação do vírus, será, portanto, pedagógico; estará frente a frente a ciência e o obscurantismo, a civilização e a barbárie, no país onde a mutação agressiva do novo coronavírus recomenda fuga do perigo que representa, quando já matou mais de 330 mil pessoas. O problema, naturalmente, apaixonante, põe em cena a ação política e administrativa do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, cuja racionalidade, colocada a serviço da preservação da vida, passa a ser julgada tanto pela justiça como pela população, ambas sujeitas à razão e à paixão, dado seu grau de civilização.

Narrativa terrorista midiática da Folha contra Lula

Esquerda sem narrativa

O problema da esquerda brasileira, segundo o jurista marxista Alysson Mascaro, é que ela não construiu ao longo da Nova República, pós ditadura militar, o instrumental necessário para conduzir sua narrativa política engajada com os interesses populares; depende, sempre, da narrativa alheia, invariavelmente, inimiga dela; veja essa vagabunda pesquisa armada pelo DataFolha, hoje, em que inicia a narrativa nova da direita contra a esquerda com claro objetivo de inviabilizar candidatura Lula; o que faria a responsabilidade honesta de veículo de comunicação que se diz independente como a Folha de São Paulo? Trabalharia em cima da realidade, ou seja, a tendência das pesquisas, como a Fórum, de grande credibilidade, cujos dados colocam Lula na frente de Bolsonaro numa disputa de segundo turno em 2022; essa tendência ficou clara com entrevista do ex-presidente depois da decisão jurídica do ministro Fachin, do STF, que liberou ele para disputar eleição; com base nos dados da Operação Vazajato, que deixou clara manipulação realizada pelo ex-ministro e ex-juiz, Sérgio Moro, com os procuradores, para forçar condenação de Lula e sua consequente inviabilidade eleitoral, apoiada na Lei da Ficha Limpa, Fachin decidiu favoravelmente ao ex-presidente; imediatamente, criou-se novo clima político no país; a farsa da Operação Lavajato caiu por terra e ficou evidente a necessidade de o STF declarar Moro suspeito pelo que fez; essa é uma evidência/exigênica clara reclamada, tanto no Brasil como em todo o mundo; as chances eleitorais de Lula explodiram e colocaram a direita e, principalmente, Bolsonaro em sinuca de bico; o que faz a Folha, dez dias depois da decisão de Fachin? Busca, com seu instrumental golpista, a Pesquisa Data Folha, distorcer os fatos e criar nova narrativa; 51% dos pesquisas acham Lula culpado; induz o leitor a concluir que Moro estava certo e que Fachin errou em liberar Lula; fica clara a torcida da Folha em provocar uma inversão falsa dos fatos.

Manipulação explícita

Por que isso tem, historicamente, ocorrido, no Brasil, especialmente, na Era Petista, que se iniciou em 2003 e terminou com o golpe neoliberal de 2016, dado pelas forças externas, aliadas à elite interna? Poderiam ser citados vários fatores como essa união do capitalismo internacional com as forças internas reacionárias golpistas, impermeáveis às mudanças estruturais no país onde se registra maior desigualdade social no planeta terra; o subconsumismo capitalista tupiniquim, devido à ultraconcentração da renda nacional, transformou-se em maior fator de fuga de capital/inflação/recessão, depois que o PT, Lula e Dilma, foi derrubado pelo golpe neoliberal; mas quem debate o problema? Só a mídia golpista, porque a esquerda não tem mídia; a população mais pobre que se beneficiou da distribuição da renda nacional durante PT no poder não leu nada disso numa mídia de esquerda; Lula e Dilma não operaram politicamente as mídias comunitárias; pelo contrário, puxaram tapete dela, fazendo o contrário do que fizeram Evo Morales, na Bolívia, e Hugo Chaves e Maduro, na Venezuela; também, na Argentina, Cristina Kirchner rompeu com o oligopólio midiátio argentino, comandado pelo Grupo Clarin, teleguiado de Washington, como são as mídias conservadoras brasileiras, com destaque para a TV Globo etc; resultado:, PT não cacarejou com mídia de esquerda a sua façanha política histórica; por isso, como diz o repórter da Telesur e da TV Comunitária, Beto Almeida, ninguém ficou sabendo das obras petistas progressistas, populares, educativas, revolucionárias; o PT virou partido globodependente;  consequentemente, não houve reação popular ao golpe de 2016, para desalojar as forças populares do poder; está, portanto, certo Alysson Mascaro ao dizer que a esquerda não tem o instrumental para o discurso socialista; fica dependendo da narrativa capitalista; quando sai para o debate, já sai derrotada.

Centrão afunda Bolsonaro e bombeia Lula c/ apoio de Delfim

Delfim Netto, o garoto de recados de Lula | VEJA
Bolsonaro, Pacheco e Lira anunciam capitalização da Eletrobras | Poder360

Incompetência aliada

A PEC Emergencial é escorregada política incompetente do Centrão; por ela, os governadores, base essencial dele , vão ter que entrar num arrocho fiscal sem paralelo na histórica econômica nacional, para que sobre dinheiro para servir à banca no pagamento de juros que alcançará esse ano mais de R$ 1 trilhão; a renda disponível para consumo cairá, acentuadamente, como teto de gastos; o subconsumismo produzirá queda adicional de arrecadação; afinal, sem esta os Estados e Municípios serão forçados a atrasar salários dos servidores, porque suas despesas ficarão acima de 95% das suas receitas, sendo obrigados a aprofundar cortes de gastos sociais, especialmente, saúde e educação em plena pandemia, conforme determina filosofia da PEC Emergencial; ou seja, Centrão dispara gatilho contra governadores e prefeitos, base que deveria proteger para ganhar eleição em 2022; o presidente da Câmara e do Congresso, deputado Arthur Lira(PP-AL) e senador Rodrigo Pacheco(DEM-MG) caíram como marinheiros de primeira viagem na armadilha dos banqueiros, que condicionaram o auxílio emergencial e esse arrocho fiscal desproporcional.

Gatilho contra Bolsonaro

O presidente, que, na pandemia, onde se posiciona como negacionista,  já está no pelourinho para ser surrado pela opinião pública, será o mais prejudicado, politicamente, pelos R$ 150 de Auxílio Emergencial, aprovado pelo Centrão, de modo a manter privilégios da banca; a contrapartida desse valor irrisório, será a perda de votos dos servidores e toda a cadeia social dependente deles; como Lula prega R$ 600, o presidente da República ficará tentado a pular fora do arrocho dos seus aliados, no Congresso; não foi o que aconteceu da última vez? Paulo Guedes propôs R$ 200, a esquerda contrapôs 1 salário mínimo, mas o Centrão aprovou R$ 500, com acordo da oposição; Bolsonaro, para diferenciar, optou por R$ 600; sua popularidade subiu feito foguete; se, agora, com a PEC Emergencial, o Centrão aprova R$ 150, que fará Bolsonaro diante de Lula que quer 3 x mais que isso, arregimentando a massa de socialmente excluídos, na miséria e na fome? Assistirá sua popularidade despencar, ao contrário do que ocorreu, no ano passado, para favorecer seu maior adversário? Até parece que o Centrão levantou a bola para Lula chutar na marca do penalty sem goleiro!

Bola nas costas

Bolsonaro levará essa nas costas, aprofundando impopularidade, agora, mais intensa, por conta da pandemia contra a qual perde de goleada, ou vai deixar de lado proposta de ultraneoliberal de Paulo Guedes e abraçar a de Lula favorável a uma emissão monetária de R$ 500 bilhões para bancar o auxílio, em vez de arrancar R$ 44 bilhões das costas dos trabalhadores, sem ter contrapartida de aquecimento econômico e geração de empregos? Vai dar de bandeja o jogo para o inimigo ou fugirá da ortodoxia monetária do BC que o condena à derrota por estar produzindo, artificialmente, inflação, secando a liquidez na praça para a taxa de juros ao crediário ficar nos 300% ao ano? A política de Guedes é, de um lado, garrote sufocante em Bolsonaro e, de outro, impulso à ascensão de Lula; Centrão entrou de gaiato na armadilha da banca e se lasca com a população; Bolsonaro vai acompanhar esses aliados politicamente suicidas ou seguirá lição de Lula, elogiada pelo ex-czar da economia na ditadura militar, Delfim Netto, pregador de voto no potencial candidato do PT?

Fome, o novo vírus acelera impeachment de Bolsonaro

ContextoExato - Quando a fome bate à porta: O drama da insegurança alimentar no Norte e no Nordeste

Presidente no sufoco!

“Lamento, taokey? Tá bom prá você.”

Essa frase do presidente Bolsonaro em resposta à indagação sobre se ele vai ou não defender o auxílio emergencial, que o Congresso inteiro pede, coloca-o em sinuca de bico; não adianta negar, como fez até agora com o vírus e a vacina, como se a fome não estivesse alastrandom como o novo coronavírus, nas ruas das cidades em todo o país; o fim do auxílio emergencial joga na sarjeta mais de 60 milhões de pessoas, que estavam recebendo o auxílio de R$ 600; desmoronou-se, da noite para o dia, o castelo de carta; despenca-se, portanto, velozmente a popularidade do presidente; mais alguns dia sem auxílio algum, começará a ser vaiado; não poderá sair do palácio.

O novo vírus da fome apertada pelo desemprego e aumento da desigualdade social, tende a estrangular politicamente Bolsonaro; os políticos estão aparovados, com o cenho cerrado; a base eleitoral deles enche a porta de suas casas; com a pandemia, eles estão mais nos seus estados do que em Brasília; sentem a pressão social como algo irresistível, nesse momento; Guedes ao reagir à pressão com promessa de tirar recursos do orçamento da Educação e da Segurança, para bancar o auxílio emergencial causou rebelião geral; cresceram ataques ao ministro.

No Congresso o entendimento é outro em relação ao auxílio; ele é o remédio contra crise emergencial impulsionada pelo ronco da fome; o auxílio emergencial evita que o país caia no abismo; trata-se de intervenção do Estado para garantir o consumo interno, como, comumente o Estado intervém para garantir os lucros dos capitalistas industriais e financeiros, mediante concessão de subsídios fiscais, tributários e creditícios; com a pandemia, a força do Estado se impõe como imperativo para resolver o impasse do auxílio emergencial em nome da estabilidade social e política.

A base bolsonarista, de ultra direita; a direita neoliberal e o centro-esquerda são um só discurso, nesse momento: auxílio emergencial já, tal como o outro, também, unânime: vacina já!; diante dessa pressão violenta que cresce a cada hora, não dá para Bolsonaro fazer gracinha, como fez com a China e acabou sendo desmoralizado; a fome emergente não aceita gracejos; a barriga roncando impõe nova realidade; cresce cobrança de tirar dos mais ricos para dar aos mais pobres; pode ou não crescer movimento para moratória da dívida interna por, pelo menos, um ano?; o setor financeiro, também, entraria, no ajuste fiscal; por que só os habitantes dos orçamentos sociais, permanentemente sucateados, como educação, segurança, saúde etc?

Acirra a luta de classes

A pandemia requer maior intervenção estatal, como se verifica em todo o mundo; Bolsonaro vai na contramão, para proteger a banca, que leva a parte do leão(39%) do orçamento geral da União, de R$ 3,5 trilhões, realizado em 2020, segundo Auditoria Cidadã da Dívida; é a banca que acumula mais gordura para gastar; os outros setores estão só pele e osso; sem auxílio emergencial é a morte como resultado da fome; mas, ninguém morre sem reagir; agitações se formam, sem o auxílio emergencial.

O erro estratégico dos neoliberais é tratar o auxílio como custo e não renda; quanto mais o governo libera de auxílio mais a economia gira e mais o governo arrecada; se se mantém os juros altos sustentados pelo BC para favorecer os banqueiros, mais distante fica possibilidade de garantir o auxílio; o auxílio emergencial é a vacina contra a fome; se Bolsonaro não comprar essa vacina, que remove o neoliberalismo e instaurar o desenvolvimentismo, vai ficar sufocado como ficou deixando faltar a vacina contra o novo coronavírus. Quando Bolsonaro despertará contra o vírus da fome, que já tá ai batendo na porta? O vírus da fome como, também, o da covid-19, não deixará a economia andar.

 

 

Holocausto bolsonarista institucional programado

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Genocídio de caso pensado

Causa escândalo mundial estudo da USP, divulgado pelo El País, relacionando todas as medidas decretadas pelo governo Bolsonaro, objetivando não acelerar combate mas atrasar providências de combate à Covid-19; foi de caso pensado tais ações para acelerar disseminação do vírus, no entendimento de que assim procedendo ocorreria contagio de rebanho, positivo para a economia; a prioridade máxima foi dada não a salvação de vidas, mas a aceleração de mortes em nome da preservação das atividades econômicas; o confronto do presidente com governadores, autorizados pelo STF, a exercerem soberania federativa, no enfrentamento, da pandemia, seguindo métodos científicos e sanitários, foram, fanaticamente, combatidos pelo presidente, dominado pelo espírito fundamentalista, negacionista diante da expansão virótica.
O governo atuou criminosamente mediante “estratégia institucional de propagação do vírus”, segundo boletim “Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil”, preparado pelo Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (CEPEDISA) da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e a Conectas Direitos Humanos, uma das mais respeitadas organizações de justiça da América Latina, dedicada a coletar e esmiuçar as normas federais e estaduais relativas ao novo coronavírus.
Bolsonaro, segundo estudo, induziu a sociedade aos procedimentos inadequados diante da pandemia, o que acelerou contágios e transmissão da doença; desse modo, ampliou número de mortes que poderiam ter sido evitadas, se fossem seguidas as recomendações científicas e sanitárias; do estudo, amplamente, documentado, denota-se, claramente intensão governamental de acelerar contágio e disseminação da pandemia, enquanto os recursos que teriam de ser destinados ao combate ao vírus ficaram retidos na burocracia estatal.

Crime contra humanidade

Paralelamente, ocorreram barbaridades gritantes, como a não tomada de decisão para salvar vidas, com compras de vacinas e equipamentos, como agulhas, seringas e, principalmente, vacinas; tanto a Sinovac, laboratório chinês, que trabalhou em parceira com o Instituto Butantã, para produzir, no Brasil, a Coronavac, como a Oxford-AstraZeneca-Fiocruz-Serum, consórcio, igualmente, destinado à produção de imunizantes, tiveram rejeitadas ofertas de vendas de vacinas ao Brasil; Bolsonaro recusou todas, argumentando serem desnecessárias tais providências, confiante de que a pandemia ia passar com o correr dos dias e das semanas.
O resultado, como se sabe, foi escalada de mortes; mais de 212 mil óbitos, cerca de mil covas abertas diariamente, ao lado da insuficiência de atendimento nos hospitais, devido à falta de equipamentos, remédios, vacinas e pessoal qualificado para trabalhar; em nenhum momento, o governo recorreu a uma ajuda humanitária; precisou ser feitas ofertas, como a do governo venezuelano, que enviou oxigênio a Manaus, bem como, também, o governo chinês, que se dispôs a ajudar no que for preciso; sequer agradeceu ao presidente Maduro, bem como não deu resposta ao chineses; ao contrário, menosprezou vacina chinesa e apostou na oferta errada.
No momento do sufoco teve que voltar atrás e rever posições, cujas consequências redundam em prejuízos e mortes de brasileiros e brasileiras; Bolsonaro, totalmente, imprevidente, creditou as mortes ao acaso e culpou os mortos por não ter feito prevenção precoce por meio do remédio que recomendou, como a cloroquina, desconsiderada pela ciência e institutos nacionais e internacionais, especialmente, pela OMS; enfim, do relatório da USP, divulgado pelo EL PAÍS, da Espanha, evidencia denúncia gravíssima, que dá respaldo às acusações de que Bolsonaro atuou, praticamente, como criminoso de guerra; atuou, de caso pensado, estrategicamente, para disseminar a covid-19, graças à insensatez completa no exercício do cargo de presidente da República; em de ser o bombeiro, atuou como incendiário; produziu holocausto programado; um crime contra a humanidade.