Gilmar atropela esquerda e ataca militares bolsonaristas

O Exército está se associando a esse genocídio', diz Gilmar Mendes ...

Postura de estadista

Voz autorizada do poder judiciário, Gilmar atropela esquerda que está reticente em ser proativa contra os militares que se engajaram no poder nazifascita bolsonarista, que adota postura antihumanitária no combate à pandemia, condenando à morte milhares de brasileiros, por completa irresponsabilidade política.

GILMAR TOMA DISCURSO DA ESQUERDAE CONDENA FORÇAS ARMADAS POR APOIAR O FASCISMO BOLSONARISTAQuem diria: o ministro do…

Posted by Cesar Fonseca on Sunday, July 12, 2020

Talento, arte e raça feminina

Bolsonaro copia Lula para recuperar economia

A conversa de Lula e Bolsonaro (parte 2) - Jornal da Hora ES

Nada se cria tudo se copia

Bolsonaro está repetindo a fórmula de Lula para recuperar economia. Em plena crise de 2008, o ex-presidente petista apostou no social para fortalecer o mercado interno: mais crédito à produção e ao consumo e mais programas sociais distributivos de renda, como o Bolsa Família. Agora, Bolsonaro, encalacrado no modelo ultraneoliberal de Paulo Guedes, é socorrido pelos R$ 600 aprovados pelo Congresso, para salvar desempregados e deserdados pela Covid-19. Resultado: prestígio bolsonarista pode subir por conta de grana no bolso dos trabalhadores para consumir na pandemia que desemprega em massa. Dar os pobres é salvar os nobres. O pobre, como diz Lula, não é problema, é solução.

 

BOLSONARO COPIA LULA PARA RECUPERAR ECONOMIA Conta de padaria. R$ 600 serão distribuídos para cerca 50.000.000 de…

Posted by Cesar Fonseca on Friday, July 3, 2020

 

 

 

 

Democracia ecológica ataca agronegócio

Deputados verdes da Europa ameaçam obstruir tratado - 02/07/2019 ...

Socialismo contra agronegócio

A vitória eleitoral dos socialistas e ambientalistas cria nova correlação de forças na disputa entre capitalismo x socialismo em plena pandemia do coronavírus. Os franceses, diante da nova realidade mundial, enterram as antisoluções privadas, para adotarem o Estado social, sem o qual não será possível vencer a pandemia. Bolsonaro, que adota, segundo franceses, o antiambientalismo como política oficial, entrou na mira da Europa e, também, dos Estados Unidos. Ambos não querem o Brasil bolsonarista por perto. Temem Bolsonaro, mas, sobretudo, o avanço do agronegócio brasileiro que detona economia europeia, jogando seus produtos no grande concorrente chinês. É a grande briga do século 21.

CORONAVÍRUS EMBALA DEMOCRACIA ECOLÓGICA ANTIBOLSONARISTA ECOCIDANão dá mais para Bolsonaro tocar sua política…

Posted by Cesar Fonseca on Tuesday, June 30, 2020

Brilho de JG na França

Desconhecido mundo novo

Pois é

Ficar em casa. Eis a nova economia. O agente principal dela é o Estado. Como o setor privado não é variável independente, por não emitir moeda, que gera salário, emprego, renda, consumo, arrecadação e investimento, todos os povos do mundo, à exceção do Brasil, governador por um ignorante, buscam a alternativa, para vencer o novo coronavírus. Dinheiro estatal no bolso do consumidor, para salvar o capitalismo. Se os capitalistas não entenderem a nova política monetária, vão quebrar e abrir espaço para os trabalhadores tomarem conta das suas empresas, abrindo espaço ao socialismo. Novo coronavírus vem para inaugurar novo tempo.

 

O NOVO NORMALComo diria Regina Guerreiro, melhor texto de moda do mundo, é de deixar os olhos cheios de mel e a boca…

Posted by Cesar Fonseca on Wednesday, June 10, 2020

 

 

 

Vômito de dólar no Império à vista

US - tax - saveenergysystems | Inloso

Colapso imperial

Sei não.

Os juros altos, na periferia capitalista, têm sido utilizados, pelos governos periféricos, financeiramente, colonizados, para, como dizem os neoliberais, combater inflação, decorrente de excesso de demanda, como se no Brasil a desigualdade social fosse ficção.

Há, há, há.

Os especuladores vêm de lá, do capitalismo cêntrico, compram os títulos daqui, valorizam o câmbio, que permite o populismo cambial, importar barato, para ganhar eleição, como fizeram os tucanos, para criar o real.

Jogam os preços para baixo, já que as indústrias, por aqui, transformaram-se em meras maquiladoras, especialmente, as automobilísticas, agora, paradas, com a emergência deflacionária potencializada pelo novo coronavírus.

Assim, fabricam – fabricavam – carros, que podem ser exportados, competitivamente.

A contrapartida é o aumento da dívida interna, desindustrialização das indústrias intermediárias, com destruição de cadeias produtivas, desemprego, especulação cambial, deterioração dos balanços de pagamento, até que venha fuga de capital, colapso cambial, o escambau.

Virada de mesa

Se o juro, por aqui, na América Latina em geral, vai a zero ou negativo, ocorre o contrário.

Aumenta a competitividade interna da indústria, a inflação cai por conta da queda dos custos, estimula-se industrialização, exportações.

Mas, sobretudo, para os países ricos, o juro zero ou negativo, por aqui, é caixão e vela preta.

Eles deixam de exportar suas inflações monetárias para a periferia.

Onde os Estados Unidos vão colocar os trilhões de dólares, jogados pelo expansive eise, depois do crash de 2008?

Com os juros, na periferia, vinham para cá, faturar numa boa, sem trabalhar, na especulação.

Fazer o que aqui, agora, com juro negativo?

Vai pintar, claro, hiperinflação monetária especulativa na terra de Tio Sam e na Europa, se não puderem exportá-la para os bobos do capitalismo periférico, cuja lideranças alimentam o falso discurso de que precisam de dólares porque são carentes de poupança interna.

Acabou mamata

Esse é o medo de Paul Krugman, prêmio nobel de economia.

Por isso, está demandando juro positivo por cá para salvar o dólar de lá.

Nos Estados Unidos, o cara joga 100 na bolsa, em janeiro, e recolhe, 70 ou 80, em dezembro, e olhe lá, no juro negativo americano e, também, europeu, japonês etc.

Pode não dar mais nem crescimento vegetativo da dívida para remunerar o jogador.

Por isso, corriam todos para América do Sul, paraíso fiscal, onde os BCs sustentavam juros extorsivos, para salvar o capitalismo cêntrico dos perigos recorrentes de bancarrota.

O expansive eise no pós-colapso de 2008 acumula dívida pública nos países ricos que agora cresce ainda mais diante da necessidade de gastos públicos impostos pela combinação mortífera de deflação + novo coronavírus.

Explosão do desemprego

Estima-se taxa de desemprego na casa dos 30% na terra de Tio Sam.

Por isso, Trump está em queda de 8% nas pesquisas diante do concorrente Biden, Democrata, favorecido pelo descrédito trumpiano de querer forçar fim do isolamento fiscal(Bolsonaro que segue mesma trilha que se cuide).

O medo do coronavírus aumenta ainda mais o receio popular de voltar a trabalhar e morrer no trabalho.

Mais dívida pública no capitalismo cêntrico combinado com juro zero ou negativo na periferia vai fazer Tio Sam vomitar dólar não mais na Avenida Paulista, mas em Wall Street.

Enxurrada de vômito de dólar no Império à vista.

https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/05/13/para-krugman-problema-de-juro-perto-de-zero-ameaca-al.ghtml