Reservas urgente contra recessão. Sem consumidor não existe desenvolvimento

RESERVAS TRANSFORMARÃO A CRISE EM MAROLINHA A INFORMAÇÃO QUE CIRCULA INTENSAMENTE NOS BASTIDORES É QUE O EX-PRESIDENTE LULA E A PRESIDENTA DILMA TRABALHAM PARA MUDAR O RUMO DA POLÍTICA ECONÔMICA.  A SAÍDA DO MINISTRO JOAQUIM LEVY SÃO FAVAS CONTADAS.  A ECONOMIA, COM ELE, PAROU, PORQUE RESOLVEU ACABAR COM O CONSUMIDOR, NA VÃ ESPERANÇA DE QUE, DESSA FORMA, FARIA POUPANÇA INTERNA, PARA ESTIMULAR O PRODUTOR.  ESQUECEU QUE PRODUÇÃO É CONSUMO E CONSUMO É PRODUÇÃO.  NÃO EXISTE UMA COISA SEM A OUTRA, INTERLIGADAS, FUNCIONANDO DIALETICAMENTE.  A CABEÇA MECANICISTA DE LEVY, AFEITA À DO GERENTE DE BANCO, DE ONDE VEIO, DO BRADESCO, NÃO ENTENDEU QUE O GOVERNO PRECISA GASTAR PARA ARRECADAR, E AO GASTAR PRODUZ CONSUMIDOR, SEM O QUAL NÃO HÁ RECEITA TRIBUTÁRIA, NEM INVESTIMENTO.  LULA VAI INFLUINDO DECISIVAMENTE NA ECONOMIA COM O MESMO RACIOCÍNIO QUE APLICOU QUANDO ESTOUROU A CRISE MUNDIAL EM 2008 E ELE CHAMOU ELA DE MAROLINA.  CONTRA ELA, LULA JOGOU MAIS CRÉDITO E MAIS PROGRAMA SOCIAL E VALORIZAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO.  CRIOU CONSUMIDORES.  AGORA, ENTRE SEUS ASSESSORES, A CONVERSA É A DE QUE É PRECISO JOGAR MAIS CRÉDITO PARA DINAMIZAR COMÉRCIO, INDÚSTRIA E AGRICULTURA.  A SAÍDA, COMO TEMOS INSISTIDO NESSE SITE, É LANÇAR MÃO DAS RESERVAS CAMBIAIS, HOJE NA CASA DOS 380 BILHÕES DE DÓLARES, R$ 1,45 TRILHÃO, AO CÂMBIO ATUAL.  ELAS FORAM ACUMULADAS, COM A POLÍTICA LULISTA DE MELHOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, PARA SALVAR O POVO NA HORA DAS DIFICULDADES. TRATA-SE DE SEGURO CONTRA CRISE.  A HORA, PORTANTO, É ESSA.  POR QUE FICAR COM DINHEIRO PARADO QUE NÃO ESTÁ RENDENDO NADA, SE APLICADO EM TIÍTULOS DA DÍVIDA NORTE-AMERICANA, ENQUANTO AS FAMÍLIAS BRASILEIRAS COMEÇAM A MORRER DE FOME COM O AVANÇO DO DESEMPREGO? RESERVAS CAMBIAIS, PARA DINAMIZAR A ECONOMIA, VAI TRANSFORMAR A CRISE EM MAROLINHA. DE NOVO.
RESERVAS TRANSFORMARÃO A CRISE EM MAROLINHA
A INFORMAÇÃO QUE CIRCULA INTENSAMENTE NOS BASTIDORES É QUE O EX-PRESIDENTE LULA E A PRESIDENTA DILMA TRABALHAM PARA MUDAR O RUMO DA POLÍTICA ECONÔMICA.
A SAÍDA DO MINISTRO JOAQUIM LEVY SÃO FAVAS CONTADAS.
A ECONOMIA, COM ELE, PAROU, PORQUE RESOLVEU ACABAR COM O CONSUMIDOR, NA VÃ ESPERANÇA DE QUE, DESSA FORMA, FARIA POUPANÇA INTERNA, PARA ESTIMULAR O PRODUTOR.
ESQUECEU QUE PRODUÇÃO É CONSUMO E CONSUMO É PRODUÇÃO.
NÃO EXISTE UMA COISA SEM A OUTRA, INTERLIGADAS, FUNCIONANDO DIALETICAMENTE.
A CABEÇA MECANICISTA DE LEVY, AFEITA À DO GERENTE DE BANCO, DE ONDE VEIO, DO BRADESCO, NÃO ENTENDEU QUE O GOVERNO PRECISA GASTAR PARA ARRECADAR, E AO GASTAR PRODUZ CONSUMIDOR, SEM O QUAL NÃO HÁ RECEITA TRIBUTÁRIA, NEM INVESTIMENTO.
LULA VAI INFLUINDO DECISIVAMENTE NA ECONOMIA COM O MESMO RACIOCÍNIO QUE APLICOU QUANDO ESTOUROU A CRISE MUNDIAL EM 2008 E ELE CHAMOU ELA DE MAROLINA.
CONTRA ELA, LULA JOGOU MAIS CRÉDITO E MAIS PROGRAMA SOCIAL E VALORIZAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO.
CRIOU CONSUMIDORES.
AGORA, ENTRE SEUS ASSESSORES, A CONVERSA É A DE QUE É PRECISO JOGAR MAIS CRÉDITO PARA DINAMIZAR COMÉRCIO, INDÚSTRIA E AGRICULTURA.
A SAÍDA, COMO TEMOS INSISTIDO NESSE SITE, É LANÇAR MÃO DAS RESERVAS CAMBIAIS, HOJE NA CASA DOS 380 BILHÕES DE DÓLARES, R$ 1,45 TRILHÃO, AO CÂMBIO ATUAL.
ELAS FORAM ACUMULADAS, COM A POLÍTICA LULISTA DE MELHOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, PARA SALVAR O POVO NA HORA DAS DIFICULDADES.
TRATA-SE DE SEGURO CONTRA CRISE.
A HORA, PORTANTO, É ESSA.
POR QUE FICAR COM DINHEIRO PARADO QUE NÃO ESTÁ RENDENDO NADA, SE APLICADO EM TIÍTULOS DA DÍVIDA NORTE-AMERICANA, ENQUANTO AS FAMÍLIAS BRASILEIRAS COMEÇAM A MORRER DE FOME COM O AVANÇO DO DESEMPREGO?
RESERVAS CAMBIAIS, PARA DINAMIZAR A ECONOMIA, VAI TRANSFORMAR A CRISE EM MAROLINHA.
DE NOVO.

 

PROGRAMAS SOCIAIS E 

 

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA

 

MULTIPLICARÃO PRODUÇÃO,

 

EMPREGOS E DESENVOLVIMENTO

 

COM AS RESERVAS EM CIRCULAÇÃO

 

BOLSA FAMILIA

Temos que partir do óbvio ululante: sem consumidor não há desenvolvimento.

O Plano Levy acabou com o consumidor.

Por isso, a economia parou.

Que ajuste fiscal é esse que mata o consumidor, para gerar desemprego, queda de arrecadação e desespero das famílias brasileiras, enquanto o governo fica com reservas trilhonárias no caixa, sem render um tostão, pois é aplicada nos títulos do tesouro americano que deixou de pagar juro para os rentistas?

É o consumidor que gera a arrecadação para o governo, que, sem ela, fica sem dinheiro para investir.

E sem investimento do governo, que emite dinheiro, que é capital, que é poder sobre coisas e pessoas, não existe setor privado capaz de sobreviver com as máquinas paradas.

Por que o governo renuncia ao seu próprio poder de ser, em si, capital?

Inacreditável!

Quem vai investir em novas máquinas, se as já instaladas estão paradas?

O que está faltando é o consumidor para girar essas máquinas.

E o governo tem esse combustível em seu caixa.

Qual é ele?

As reservas cambiais.

São perto de 380 bilhões de dólares, R$ 1.45 trilhão, ao câmbio atual.

 

BOLSA FAMILIA

Se for utilizada parte desse dinheirão, por exemplo, 50 bilhões de dólares, R$ 190 bilhões, a crise vira marolinha, como disse o presidente Lula, quando estourou a crise de 2008.

Que fez ele naquela ocasião?

Produziu consumidor, que girou a produção, o emprego, a renda, o consumo, a arrecadação e os investimentos.

Lula lançou mão do crédito público e da valorização dos salários e dos programas sociais, como o Bolsa Família.

Mais dinheiro, mais capital, mais produção, mais consumo, mais arrecadação, mais investimento.

O próximo ministro da Fazenda, seja ele quem for – estão falando que será o Henrique Meirelles – tem uma só missão: jogar dinheiro na circulação, já.

É um raciocínio simples, como qualquer empresário sabe fazer.

Se o governo gasta R$ 1 no Programa Bolsa Família, imediatamente, ele já está arrecadando R$ 0,40 de imposto, quando Dona Maria vai ao supermercado comprar lata de óleo.

Nessa transação, sai a primeira arrecadação.

Ao pedir à indústria reposição de estoque, o comércio paga outro R$ 0,40 de imposto e, assim por diante.

Na terceira circulação, já recuperou o que lançou.

O resto é lucro.

A indústria recorre à agricultura, mais imposto.

A agricultura vai às montadoras comprar tratores, plantadeiras, colheitadeiras, parte, peças e componentes, mais imposto.

 

BOLSA FAMILIA

O transporte das mercadorias, demandando caminhões, combustíveis etc, mais imposto.

Ao longo das estradas, desenvolve-se a economia complementar a esse movimento econômico maior e em todas essas fases o governo arrecada em cima daquele R$ 1 inicialmente lançado.

Ao final das contas, tem retorno quadruplicado em arrecadação, com a qual dinamiza os investimentos etc.

O Bolsa Família ajudou mais os empresários do que, mesmo, os mais pobres, que, ao consumirem, faz a festa dos ricos.

Essa, indiscutivelmente, representa a maior obra de Lula, que, por isso, já está na história, no coração do povo, apavorando a oposição, cada vez que ele fala.

Quem é contra o Bolsa Família é contra o desenvolvimento.

O mesmo aconteceria, agora, se forem lançadas partes dessas reservas cambiais trilhonárias disponíveis no caixa do tesouro, para dinamizar as forças produtivas.

Ao jogar na circulação R$ 200 bilhões, quanto o governo arrecadará, sabendo que em cada etapa da circulação das mercadorias, ele abocanha 40% de tributo?

O efeito multiplicador do Bolsa Família e das reservas gerará o desenvolvimento que foi interrompido pela falta de lógica de acabar com o consumidor, na vã esperança de que isso favoreceria o produtor, fazendo poupança com economia de gasto público.

Na verdade, não é economia: o governo, com esse ajuste, vai é tirar da boca do pobre , para encher a barriga dos especuladores, que já levam 45% do total do Orçamento Geral da União.

Um absurdo.

 

BOLSA FAMILIA

O governo não é dona de casa que tem de fazer pé de meia para multiplicar economias da família.

A lógica, para o governo, é inversa.

Quanto mais gasta, mais arrecada, desde que não gaste além da conta com os banqueiros, que esteriliza o dinheiro, mandando seus lucros para os paraísos fiscais, em vez de jogar na produção.

Se o governo deixa de gastar, a arrecadação cai, como está se vendo, desde que o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, um homem dos banqueiros, inventou de combater a crise eliminando consumidores.

Será que os americanos são os burros e nós os inteligentes?

O Banco Central dos Estados Unidos reduziu a zero ou negativa a taxa de juro.

Com isso, a dívida caiu, o custo de produção caiu, a inflação, também, caiu, e a exportação cresceu, porque a moeda ficou mais competitiva.

Resultado: recuperação da economia americana.

Agora, o BC dos EUA fala até em puxar um pouco os juros, sem esquecer duas prioridades, segurar a inflação e incrementar empregos, consumo.

Afinal, sem consumo, a crise é certa.

Se o juro está zero, o custo de produção baixo e a inflação baixa, é claro que o consumidor vai ao crediário girar as forças produtivas.

Tio Sam não precisa de reservas, porque emite moeda que é reserva de valor universal, mas nós que estamos com uma reserva forte, graças à opção de favorecer o consumo e o mercado interno, armas utilizadas para vencer a crise de 2008, por que vamos ficar com esse dinheirão parado, enquanto o desemprego e o desespero das famílias avançam, produzindo estado de espírito altamente negativo na sociedade?

Vamos morrer de fome com dinheiro no bolso, presidenta Dilma?

Se a senhora jogar as reservas para girar a economia, por meio de maior oferta de crédito, principalmente, nos bancos públicos, o que vai acontecer?

A taxa de juro vai cair, o custo da dívida, também, cairá, o crediário aumentará, o comércio demandará à indústria, à agricultura etc e os serviços, mais de 60% do PIB, dinamizarão, e a crise, certamente, ficará para trás.

Usar reservas para reduzir juro e dólar: por que não fazer o mesmo que EUA para aumentar PIB?

 

DILAM, EM NOVA YORK, DIZ QUE ESTÁ EXTREMAMENTE, PREOCUPADA COM A ALTA DO DÓLAR. QUE FAZER? COMO COMBATER ESSA MANOBRA ESPECULATIVA E PERMITIR QUE O BRASIL SAIA DA RECESÃO E VOTE A CRISCER COMO ESTÁ ACONTECENDO COM OS ESTADOS UNIDOS?  FAZER O MESMO QUE  OS ESTADOS UNIDOS FAZEM, É CLARO! Como evitar que o dólar suba, como está acontecendo, na base da pura especulação?  Praticar, justamente, o mesmo capitalismo financeiro que os países capitalistas ricos estão praticando, especialmente, os Estados Unidos: jogar dólar na circulação.  Como não haverá comprador, porque ninguém quer dólar, o preço da moeda americana vai ao chão, sem compradores.  Banana madura quando é demais nas prateleiras do mercado caem de preço porque ficarão podres, sem compradores. E para evitar que a moeda nacional se sobrevalorize, a alternativa deve ser a mesma que os bancos centrais dos ricos adotam, isto é, jogar juro para baixo, para que os especuladores não corram para os papéis do governo, a fim de ganharem sem fazer força, na pura ociosidade.  Os bancos teriam que partir para obter lucro na produção de bens e serviços, fomentando as forças produtivas, como está acontecendo, também, nos Estados Unidos. FAÇA ISSO, PRESIDENTA! A senhora vai ver despencar essa “crise” artificial, fomentada pelo mercado financeiro especulativo, multiplicada pela grande mídia, serviçal dos especuladores.
PRESIDENTA DILMA, EM NOVA YORK, DIZ QUE ESTÁ, EXTREMAMENTE, PREOCUPADA COM A ALTA DO DÓLAR.
QUE FAZER?
COMO COMBATER ESSA MANOBRA ESPECULATIVA E PERMITIR QUE O BRASIL SAIA DA RECESSÃO E VOLTE A CRESCER COMO ESTÁ ACONTECENDO COM OS ESTADOS UNIDOS?
FAZER O MESMO QUE OS ESTADOS UNIDOS FAZEM, É CLARO!
Como evitar que o dólar suba, como está acontecendo, na base da pura especulação?
Praticar, justamente, o mesmo capitalismo financeiro que os países capitalistas ricos estão praticando, especialmente, os Estados Unidos: jogar dólar na circulação.
Como não haverá comprador, porque ninguém quer dólar, o preço da moeda americana vai ao chão, sem compradores.
Banana madura quando é demais nas prateleiras do mercado caem de preço porque ficarão podres, sem compradores.
E para evitar que a moeda nacional se sobrevalorize, a alternativa deve ser a mesma que os bancos centrais dos ricos adotam, isto é, jogar juro para baixo, para que os especuladores não corram para os papéis do governo, a fim de ganharem sem fazer força, na pura ociosidade.
Os bancos teriam que partir para obter lucro na produção de bens e serviços, fomentando as forças produtivas, como está acontecendo, também, nos Estados Unidos.
FAÇA ISSO, PRESIDENTA!
A senhora vai ver despencar essa “crise” artificial, fomentada pelo mercado financeiro especulativo, multiplicada pela grande mídia, serviçal dos especuladores.

 

POR QUE O EDITORIAL DE

 

O GLOBO,  PORTA VOZ DOS

 

BANCOS,  NESSE SÁBADO,  

 

 

dolarO problema do dólar, na atual crise global, é que não há mais compradores para ele.

Os Estados Unidos, que, depois da crise de 2008, encharcaram a praça mundial com sua própria moeda, querem ela de volta?

Os americanos criaram para si o mesmo impasse que ocorre com soldados que vão para a guerra.

Quando os conflitos terminam, os soldados voltam para casa.

Transformam em problemas de toda a natureza para a sociedade, como exemplos vivos das contradições que a própria guerra gera etc.

O negócio do capitalismo de guerra é isso aí:  evitar que os soldados voltem.

E qual é a moeda do capitalismo de guerra?

O dólar, desde 1944, quando foi montado o sistema monetário internacional, em Bretton Woods,  chancelando o poder americano sobre o mundo no pós guerra.

 

PEDE PARA NÃO UTILIZAR

 

RESERVAS? CLARO, PARA QUE

 

dolarPara sair da bancarrota capitalista que eles mesmos criaram, os Estados Unidos triplicaram a oferta de dólar na circulação global.

Mais moeda, mais capital = juro barato, para não pressionar a dívida interna; custo baixo para as empresas ficarem mais competitivas; e vantagem comercial para os exportadores.

Ora, se os Estados Unidos puxarem os juros para cima desarmam a estratégia de recuperação da economia americana.

Por acaso, americano é burro?

A conversa mole de que os juros nos Estados Unidos subirão vem ocorrendo há mais de dois anos e o Banco Central, na hora H, adia decisão.

Certamente, ele não tem certeza absoluta do resultado que será produzido, se aumentar o custo do dinheiro.

No capitalismo, tudo é incerteza.

Ora, o PIB americano voltou a subir, justamente, porque mantém a estratégia do juro baixo.

Por que aumentá-lo?

 

 

O DÓLAR NÃO DESPENQUE  

 

E O GOVERNO TENHA QUE  

 

 

dolarPara colher redução do PIB, aumento do desemprego, queda da renda, do consumo, da arrecadação e dos investimentos etc?

Se aos Estados Unidos subir o juro não é bom negócio, porque voltaria para lá o que ele expulsou de lá, na guerra monetária, seria plausível supor que fosse bom negócio para Japão, Europa e China comprar dólares?

Os três grandes concorrentes dos Estados Unidos iriam resolver, para os americanos, os problemas gerados pelo excesso de dólar jogado na economia dos outros, como é o caso do Brasil, que ameaça vender suas reservas para combater especulação altista com a moeda americana?

Assim, se nem os Estados Unidos querem dólar, porque adiam, seguidamente, subida da taxa de juros americana, alimentando especulações intermináveis, em torno do assunto, por que Europa, Japão e China entrariam na de atrair dólares para suas economias, se eles, nesse momento, desvalorizam suas moedas para obterem o mesmo resultado que buscam os sobrinhos de Tio Sam, isto é, recuperação das forças produtivas e aumento das exportações, para combaterem paralisias internas?

Vale dizer, se o Banco Central brasileiro jogar, para valer, o dólar de suas reservas no mercado, poderá não encontrar comprador, porque a oferta de dólar, no mundo, já está excessiva.

 

DERRUBAR JURO  PARA 

 

LEVAR ESPECULADORES  

 

 

dolarÀ China, por exemplo, com cerca de 4 trilhões de dólares de reservas, interessaria ter mais dólares?

Iria enfiá-los aonde?

Nos títulos do tesouro americano, que não rendem nada, porque a taxa de juros, nos Estados Unidos, está na casa dos zero ou negativa, descontada a inflação?

Mais dólares na economia chinesa, por conta de eventual decisão de os chineses comprarem dólares das reservas brasileiras, seria bom negócio para os Estados Unidos.

A China teria que elevar taxa de juro para enxugar enchente monetária em dólar em território chinês, para evitar pressão inflacionária.

Se a China sobe juro por conta dessa manobra, sobrevaloriza sua moeda e joga por terra possibilidade de aumentar exportações.

Se a China acumula riqueza por meio das exportações, ao longo dos últimos trinta anos, por que interromperia esse fluxo de acumulação de capital, para absorver dólares das reservas brasileira, colhendo, como resultado para si, valorização do yuan e, consequentemente, perda de competitividade no comércio internacional?

 

PARA A PRODUÇÃO EM VEZ

 

DE FICAR GANHANDO SEM 

 

FAZER FORÇA, NA ESPECULAÇÃO.

 

 

dolarA Europa e o Japão, da mesma forma, não entrariam na de comprar dólares brasileiros, jogados na circulação pelo BC.

O que ganhariam para aliviar a pressão inflacionária no Brasil e evitar sobrevalorização do real, que interromperia, como consequência, reação das exportações brasileiras, depois que o real começou a se desvalorizar?

Os europeus e japoneses, como os chineses e, também, os americanos, não querem dólares entrando em suas fronteiras, no ambiente de guerra comercial; perderiam mercados, teriam aumento de custos de suas exportações.

Seria dar tiro no pé.

Assim, resta ao governo Dilma jogar reservas na circulação para fortalecer a economia, derrubando juros e dólar.

Fortaleceria as forças produtivas internas, ao mesmo tempo em que potencializaria exportações.

A “crise” fabricada pelos especuladores seria removida e outro ambiente seria instalado no país, abrindo expectativas novas para os setores produtivos.

Afinal, o que não falta no Brasil são oportunidades para ganhar dinheiro.

Por que não fazer como os chineses: usar as reservas para desenvolver? Ou não há reservas?

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Os chineses estão chegando aí, com a burra cheia, depois de acumular trilhões de dólares, com a sua estratégia macroeconômica construída com decisão de abrir o mercado chinês, sob coordenação do Estado. Deram força para os empreendedores de todas as partes do mundo, para investirem na China, especialmente, as multinacionais americanas. Fizeram isso sob regime comunista interrvencionista. Direcionaram a economia para a produção, mediante juro e imposto baixos. Investiram forte em educaçãoa, tecnologia, empreendedorismo etc, etc. Hoje, vão às compras, aos investimentos em todas as partes do mundo. Na América do Sul, avançam na Argentina, no Brasil, na Venezuela, na América Central, fazendo outro canal do Panamá. Alavacam a ferrovia transoceânica. Promoverão a integração econômica continental. Entraram no discurso da Unasil. Deram passo adiante ao individualismo americano. Washington, por meio da OEA, não uniu, dividiu. Chegam, também, os chineses, em massa, na África, reserva de terras e minérios, para abastecimento presente e futuro. Estão  embalando o Banco dos BRICs, do qual o Brasil é sócio, junto com Rússia, Índia e África do Sul. Novo sistema monetário internaiconal está nascendo no rastro da decadência do dólar, que perde espaço, porque está afogado no excesso de liquidez especulativa com os derivativos etc. O que se espera para o dólar, agora, são novas bolhas, que podem implodir, como se anuncia em grande alarde nos mercados financeiros internacionais etc. O Brasil, como os chineses, está cheio de dólar em caixa, mais de 350 bilhões, ou seja, mais de R$ 1 trilhão. Dinheiro parado aplicado em títulos do tesouro americano que não rende nada, porque Tio Sam deixou de pagar juros aos rentistas sobre os papéis do tesouro dos Estados Unidos. Enquanto isso, as forças produtivas estão abrindo o bico por falta de irrigação financeira. Por que não jogar esse dinheiro na circulação, em doses homeopáticas, para não dar pressão inflacionária, a fim de tirar a produção do buraco? Quem vai ganhar com isso, senão o próprio governo, arrecadando mais e investindo mais? O que que tá pegando? Parece que o Brasil está prisioneiro num círculo de giz!(CF)

Carta aberta à

Presidenta

Dilma Rousseff

 

Sebastião: jogar as reservas na economia é como jogar milho no solo. Cada grão de milho dá seis espigas! Por que ficar com 350 bilhões de dólares parado, enferrujando no cofre, sem render nada, enquanto toda a economia está parando?
Sebastião: jogar as reservas na economia é como jogar milho no solo. Cada grão de milho dá seis espigas! Por que ficar com 350 bilhões de dólares parados, enferrujando no cofre, sem render nada, enquanto toda a economia está abrindo o bico por falta de investimento?

Senhora Presidenta,

Na altura dos meus 86 anos, trabalhando até hoje, desde os 8 anos, fico intrigado com uma coisa: nós temos guardados 350 bilhões de dólares de reservas e não estamos utilizando esse dinheiro para desenvolver nosso País.

É uma proteção extraordinária disponível para enfrentar os tempos de crise, fuga de capitais etc.

Agora, nesse momento, não estamos em crise?

Por que não pegar aí, uns 50 bilhões de dólares, ou seja, R$ 150 bilhões e jogar no mercado, para empurrar para frente a agricultura, o comércio, a indústria os serviços?

A gente acabaria com essa crise na hora.

Vou repetir o que o Lula disse: com essas reservas no cofre, se forem jogadas no mercado, essa crise é marolinha, mesmo.

Por que aplicar esse dinheiro nos títulos do tesouro americano, que não estão rendendo nada, e deixar, aqui, no nosso País, as forças da economia entrarem nessa dificuldade tremenda?

O Sarney governou com reservas de 4 bilhões de dólares!

 Meu raciocínio é simples, presidenta: o que é melhor para o nosso País?

Ficar com esse dinheiro parado sem render nada, porque os americanos estão praticando juro zero ou, mesmo, negativo, descontada a inflação de lá, que já é baixa, ou, ao contrário, pegar uma parte dele e aplicar aqui dentro na produção?

De cara, quem vai ganhar mais é o próprio governo.

Se ele empresta R$ 1, arrecada R$ 0,40 de imposto, na hora!

É diferente do empresário.

Se o dono da empresa dá R$ 1 , precisa ter no seu caixa, no mínimo, R$ 2, pois tem impostos, taxas, contribuições etc, a pagar.

Mas, o governo não.

Quando ele dá Bolsa Família, arrecada, porque gira o comércio, que paga imposto; gira a agricultura, que paga imposto, gira a indústria, que paga imposto; gira as mercadorias, que gastam combustiveis, sobre os quais se cobra imposto etc.

Já no primeiro negócio, cara presidenta, o governo arrecada 40%.

Se temos, no mínimo, cinco etapas na circulação do capital, girando, são cinco arrecadações!

Assim, cada R$ 1 gasto rende R$ 2, na ponta final do consumo, girando 4 x R$ 0,40.

Melhor negócio do mundo!

E o que rende a reserva guardada?

Nada!

Entendo que o governo, no comando do capital, ao emitir moeda, é capitalista.

Estado emissor é capital.

E capital, presidenta, no meu modesto entendimento, se não girar é como ferro exposto ao vento, enferruja.

Argumentam os economistas sabichões que se jogar as reservas no mercado pode dar inflação.

Muita banana na feira, pode apodrecer, se tiver mais oferta que consumidor.

Concordo, em parte, porque quem está fazendo inflação é juro do BC; tira o juro, acaba inflação.

Mas, para que o ser humano foi dotado de prudência pela providência divina?

Para  ser prudente.

Não precisa jogar todo o dinheiro das reservas de uma vez; vai aos poucos, irrigando o solo. 

Quando a gente joga um caroço de milho na terra, colhe seus espigas.

Olhaí a multiplicação maravilhosa!

O governo tem que ir dosando e, principalmente, fiscalizando, porque não se brinca, mesmo, com dinheiro.

Dinheiro não admite desaforo.

Olha a Petrobras!

O que os chineses estão fazendo com as reservas deles acumuladas?

Investindo na Europa, na América do Sul, na África, na América Central etc.

Até nos Estados Unidos eles estão dando as cartas.

Há trinta anos, os americanos mandaram suas multinacionais para a China.

De lá, do território chinês, as multis, atraídas pelos incentivos dados pelo governo chinês, produziram para exportação para todo o mundo.

O comunismo estatal chinês foi mais produtivo que o comunismo estatal russo.

Os comunistas chineses abriram a China para as multis; os russos fecharam-se para elas; deixaram de arrecadar, fazer reservas; burrice! 

Agora, com as burras cheias, os chineses estão propondo financiar, por exemplo, a ferrovia transoceânica, que liga o Estado do Rio de Janeiro ao Peru, o Atlântico ao Pacífico.

Vão ou não vão multiplicar o seu capital de reservas, jogando na infraestrutura sul-americana?

Os americanos, que nunca tiveram por objetivo integrar a economia latino-americana, estão vendo a mancada que deram.

Quando os gregos quebraram, advoguei que a China devia comprar a dívida da Grécia.

Em seguida, devida renegociá-lo por um prazo de 30 anos, que é o que deve ser feito com todas as dívidas, para tirar o mundo do sufoco, a juro baixo.

Os chineses ficariam com aquela ilha, porta de entrada para o mercado europeu, posição estratégica fenomenal.

Agora, os BRICs, com a Rússia de Putin à frente, propõem salvar a Grécia. 

Vamos usar nossas reservas, presidenta, parcimoniosamente, nos setores produtivos.

Precisamos fazer uma grande aliança nacionalista – os poderes republicanos, o capital e o trabalho – para impulsionar nossa economia com as reservas bilionárias disponíveis, que estão perdendo valor, porque o tempo de vida do dólar está vencendo.

Lula foi sábio ao valorizar nosso mercado, distribuir renda e valorizar o salário mínimo em plena crise global.

Despertou a confiança do povo em si mesmo.

Imagine se usarmos nossas reservas, agora, para dar a volta por cima!

Por que ficar com esse dinheiro parado?

A senhora, que está na posição de uma mãe da pátria, a mãe de todos os brasileiros, não pode deixar os filhos ficarem desempregados, passando fome, com o cofre cheio de moeda.

Tem, na bíblia, aquela parábola maravilhosa dos três vinténs.

Vamos praticar o ensinamento bíblico de não deixar o dinheiro parado, sem rendimento, como estão nossas reservas, que não rendem nada aplicadas nos papéis de Tio Sam.

Ou será que essas reservas não existem, sendo, apenas, para fazer propaganda?

Obrigado pela atenção, presidenta,

Sebastião Gomes,

Presidente da Fertivita 

Adubos Orgânico e

Organomineral

 

Agronegócio em polvorosa. Fracassa Agrobrasília. Plano Levy pára Brasil

kkkkkkkkkkkkkkk
Incrível! Numa das mais tradicionais feiras de agronegrócio do Centro-Oeste, em Brasília, capital do País, produtores de todas as regiões assistiram a um vexame: faltou dinheiro nos bancos para financiar compras de máquinas. Nada, nadinha. O agronegócio vive a angústia da falta de recursos orçamentários e o conflito se explica pelo ajuste fiscal do ministro Levy, tesouradas para todos os lados. Novos investimentos, esse ano, dificilmente, se realizarão, de acordo com depoimentos generalizados dos expositores das grandes indústrias de máquinas, plantadeiras, colheitadeiras, tratores etc. O pessimismo é o que mais se vê nas conversas nos stands. Os preços das commodities, também, na avaliação dos comerciantes sofrerão baques. Mas, os preços das terras tendem a aumentar porque os investidores internacionais estão líquidos, chegando ao Brasil favorecidos pelos juros zero ou negativos aos quais têm acesso no mercado externo, por conta das expansões monetárias aplicadas pelos bancos centrais nos Estados Unidos, Europa, Japão e China. O Brasil está no foco de todos os especuladores internacionais. Os ativos nacionais atrativos aos investidores são garantia de desmobilização dos produtores internos que, embora, ricos, têm que ir aos bancos brasileiros tomarem recursos caros. Sem capital de giro e com dívidas ascendentes em meio aos preços cadentes, em face da restrição do mercado mundial, virarão comida de onça para os investidores externos. Desnacionalização em massa no campo é o que pode estar se ampliando, pelo que se pode ver na Agrobrasília desse ano. Enquanto isso, o País acumula reservas internacionais que não rendem nada. Por que não lançar mão delas para não deixar o País parar?

Por que nesse momento

de penúria financeira o

governo Dilma não

lança mão das reservas

cambiais(R$360 bilhões)

para evitar bancarrota

kkkkkkkkkkkkkkk
A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estão em rota de colisão. A falta de dinheiro nos bancos para bancar o custeio e a possibilidade concreta de aumento substancial nas taxas de juros, a partir do próximo mês, somadas à menor oferta de crédito, para financiar apenas parte da produção, não superior a 70%, como se cogita, são os fatores que levam a bancada ruralista, no Congresso, a pressionar a ministra a ser mais dura com o ministro, na hora crucial para a vida do agronegócio nacional. Sendo o agronegócio a alternativa capaz de salvar o PIB de uma derrocada maior, se não forem bem conduzidas as negociações e faltar dinheiro, o confronto será inevitável e a posição de Levy pode balançar.

Só se ouvia uma choradeira contínua: falta dinheiro, não há negócios.

Imagine, as agências do Banco do Brasil e do BRB, na Agrobrasília, realizada ao longo dessa semana, estavam de caixa baixo.

O BB nada tinha para oferecer.

Já o BRB disponibilizou, tão somente, R$ 2 milhões.

Dois milhões, meus caros!

O que é isso?

Nada!

Apenas uma plantadeira gigante, com 39 distribuidoras de sementes, custa, hoje, R$ 400 milhões.

Se o produtor tiver de comprar o trator para puxá-la, precisa desembolsar entre R$ 1,3 milhão ou R$ 1,6 milhão. 

Irrisórios R$ 2 milhões colocados à disposição dos participantes de uma das feiras mais tradicionais do agronegócio, na Capital da República, não dão sequer para atender um cliente.

Gente de todo o canto do Brasil, representantes poderosos, fabricantes tradicionais, tomados de pessimismo.

da economia? Falta

dinheiro para o

agronegócio, para a

infraestrutura, o comércio

agrobrasíliaImportante: os próprios donos das empresas estavam presentes, dispensando apresentadores para os seus produtos, tudo, claro, para economizar despesas com stands caros.

Em outras ocasiões, com demanda firme, esse desembolso, como se diz, sai no mijo.

Mas, em tempos de vacas magras, é o próprio dono da vaca que tem de vigiar a sua engorda, até na feira.

A massa dos expositores e uma miríade espetacular de tecnologias sofisticadas demonstram a tremenda pujança da agricultura brasileira, na atualidade, responsável por 34% do PIB.

Conversa com um, conversa com outro, troca idéia com um terceiro ou quarto expositores e o papo é o mesmo: se não rolar dinheiro até início de junho, o caldo entorna.

O Plano Safra era para sair agora em maio.

Os organizadores e os participantes vieram a Brasília ansiosos para ouvir da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, a boa nova.

Nadinha.

Ficou adiado o anúncio para a primeira semana de junho.

Ainda assim nada está garantido.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a tesoura afiada do ajuste fiscal, ameaça cortar o orçamento financeira que Kátia prometeu à sua poderosa base, no Congresso.

está parado, a

arrecadação em queda,

em meio ao desemprego,

e os investimentos,

sem dinheiro no caixa do

tesouro, não se realizam.

agrobrasilia 1Pode pintar o pior: em vez de financiamento de 100% da safra, apenas, 70%.

Se chegar aos 80%, milagre.

E o mais problemático: a taxa de juros.

Kátia quer juro para o custeio – porque para o pré custeio, algo importantíssimo, não saiu nada – de 7%, 7,5%.

Bate o pé nisso aí.

Porém, Levy mandou recado amargo: não poderá liberar dinheiro por menos de 8,5%.

A informação que circulava, na sexta, na Feira, era a de que a nova meta jurista levyana será a de 9,5%.

Os cabelos do pessoal até arrepiam.

Negócios?

Nenhum, durante a semana.

No pátio, as máquinas, tomando sol, mesmo atrativas, dadas as novas tecnologias que encantam os produtores, imploravam, por intermédio dos vendedores, novos consumidores.

Consumidor, consumidor, consumidor, cadê você? 

Se Levy quer juro a 9%, 9,5%, argumentavam os expositores, é porque a inflação, nesse ano, pode superar a casa dos 10%.

A preocupação dos empresários do campo amplia-se no espaço e no tempo.

Já se foi o tempo dos depósitos à vista nos bancos recolhidos compulsoriamente para serem alocados ao agronegócio a juro zero ou negativo(descontada a inflação).

Quem tem capital, planta; quem não tem, que venda sua terra para quem tem.

Ou seja, o capitalista internacional, que pega juro barato lá fora, vai nadar de braçada em meio aos produtores nacionais dependurados no juro de agiota do Levy.

Presidenta, vai deixar o

povo morrer na

penúria com

dinheiro guardado?

agrobrasilia 22015 já é dado como perdido para os investimentos.

Em 2016 haverá recursos para pagar dívidas de 2015.

Só em 2017 alguma esperança de recuperação dos prejuízos decorrentes do ajuste fiscal de Levy.

“Nem penso em investir. Se pensar, dá coceira, se coçar abre-se a ferida e não há remédio para combater essa doença, que é gastar para ampliar produção”, me disse um fabricante de peso na cena do agronegócio nacional.

E eu pergunto: o que a presidenta Dilma está fazendo com os R$ 350 bilhões  em caixa, deixando a economia entrar em catástrofe.

Onde já se viu mãe com dinheiro guardado deixando filhos morrerem de fome?

Ou essas reservas são uma mera abstração?

Enquanto isso, os chineses estão chegando aí com as reservas trilhonárias deles para levar tudo de roldão na bacia das almas.

Eterna!

 

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Bancos Públicos para salvar Petrobras

Atacada pelos abutres nacionais e internacionais, que desejam sua desnacionalização, a Petrobras, a maior empresa brasileira e sul-americana, responsável por assegurar a sobrevivência da indústria nacional e contribuir, de forma decisiva, para a integração econômica latino-americana, deve mobilizar, nesse momento, o espírito nacionalista, com o qual foi criada por Getúlio Vargas nos anos 1950. Sua sobrevivência depende da mobilização dos trabalhadores e dos empresários brasileiros, dos profissionais liberais e estudantes e das donas de casa para que possa cumprir o papel de proporcionar a sustentabilidade econômica e social com o propósito maior da verdadeira integração nacional. Contra os abutres que se voltam para a sua destruição, as armas da sociedade são os bancos públicos para resgatar a independência da joia da coroa nacional.
Atacada pelos abutres nacionais e internacionais, que desejam sua desnacionalização, a Petrobras, a maior empresa brasileira e sul-americana, responsável por assegurar a sobrevivência da indústria nacional e contribuir, de forma decisiva, para a integração econômica latino-americana, deve mobilizar, nesse momento, o espírito nacionalista, com o qual foi criada por Getúlio Vargas nos anos 1950.
Sua sobrevivência depende da mobilização dos trabalhadores e dos empresários brasileiros, dos profissionais liberais e estudantes e das donas de casa para que possa cumprir o papel de proporcionar a sustentabilidade econômica e social com o propósito maior da verdadeira integração nacional.
Contra os abutres que se voltam para a sua destruição, as armas da sociedade são os bancos públicos para resgatar a independência da joia da coroa nacional.

Exa. Sra. Presidenta Dilma Rousseff,

 

A Petrobras, a mais importante empresa do Brasil, está na UTI. Precisamos salvá-la. Por isso, dirijo-me respeitosamente a V. Exa., na condição de empresário de espírito nacionalista, 86 anos de vida, para sugerir a compra das ações preferenciais da Petrobras pelos bancos oficiais federais, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES

Como essas ações estão, artificialmente, desvalorizadas, mediante violenta especulação, estou certo de que os preços seriam recuperados rapidamente. Com a valorização assegurada, as ações seriam imediatamente vendidas. O lucro apurado engordaria os caixas desses bancos e capitalizariam o Tesouro Nacional, sem, praticamente, gastar dinheiro.

Acredito que faturariam tanto que poderiam até ajudar o Governo a pagar parte da dívida, para aliviar passivos urgentes, da mesma forma que faria qualquer empresário em situação de sufoco financeiro.

Sinceramente, não entendo porque essa iniciativa ainda não foi adotada, visto que assistimos, entristecidos, a via crucis da nossa maior empresa, uma das maiores do mundo, repleta de histórias vitoriosas.

Está mais do que evidente que a grande petrolífera brasileira está sob ataque violento de especuladores, nacionais e internacionais.

Querem destruir a legislação que garante o regime de partilha e impedir a tarefa da empresa de ser o carro-chefe da industrialização brasileira, por meio das suas compras, mediante exigência de conteúdo nacional.

O mundo do petróleo, como mostra a história, é objeto de golpes, artimanhas, assaltos, cobiças, guerras e destruições.

A economia atual é dominada por agiotas especuladores que manipulam tudo e todos, e agora, mais do que nunca, por meio de agências classificadoras de riscos, cujos critérios são abstratos, subordinados a guerras financeiras e manobras monetárias cada vez mais intensas.

O Brasil dispõe de grande reserva de petróleo na camada de pré-sal, na qual os concorrentes estão de olho. Com capacidades técnica e tecnológica internacionalmente reconhecidas, principalmente na exploração de águas profundas, certamente a Petrobras nos levará à auto-suficiência na produção e no refino, de modo a desenvolvermos toda a nossa cadeia produtiva. Que orgulho isso nós dá!

Vamos permitir aos cobiçosos impedirem nosso avanço? Por isso, nossos bancos públicos que, com a determinação governamental, enfrentaram a grande crise global, garantindo o funcionamento das forças produtivas, não podem deixar passar essa oportunidade de ouro, elevando sua lucratividade em pouquíssimo tempo, obtendo retornos extraordinários.

Recentemente vimos uma onda especulativa internacional destruir o império empresarial de Eike Batista.  

Empreendedor de grande valor, ele deveria ter sido socorrido pelos bancos públicos, especialmente, o BNDES, pois, sua carteira de negócios tinha, praticamente, todos os projetos relacionados ao Programa de Aceleração do Crescimento – PAC –, indispensável à construção da infraestrutura brasileira.

A onda especulativa derrubou as ações de suas empresas, e os abutres compareceram para comprá-las.

Se o BNDES tivesse nacionalizado  essas empresas, garantindo a valorização de suas ações, em seguida, poderia vendê-las com um bom lucro. Evidenciou-se o óbvio: os abutres correram para comprar barato, na bacia das almas e, hoje, com o sucateamento do império de Eike Batista, estão com ativos bilionários em mãos.

Os projetos, que antes estavam sendo tocados por um empresário brasileiro, orgulho nacional, será tocado por grupos internacionais, que correram para comprar o valioso patrimônio, a custo muito baixo.

Até parece que temos satisfação de destruir nossos empresários, os mais ousados, a principal matéria prima do desenvolvimento de uma  nação.

Um homem vale uma empresa, uma empresa não vale um homem!

Não tenho dúvida, Sra. Presidenta, a Petrobras está sendo vítima de ataques especulativos.

O momento exige coragem e patriotismo, e  uma forma de exercer a função patriótica seria a de nossos bancos públicos comprarem as ações especulativamente desvalorizadas por esses  abutres, para evitar prejuízos ao contribuinte brasileiro, que é, de fato, seu legítimo proprietário.

Não podemos permitir a consecução desse crime de lesa-pátria.

Exma. Sra. Presidenta, a compra das ações preferenciais da  Petrobras pelos bancos públicos brasileiros evitaria que nossa maior empresa caia nas mãos de especuladores estrangeiros.

Respeitosamente,

Sebastião Gomes

(61)9981.8699