Febraban no BC aprofunda crise econômica. Temer-Meirelles joga o jogo antinacionalista

TRIO DE OURO DO ENTREGUISMO NACIONAL Michel Temer, presidente interino fantoche do capital internacional; Ilan Goldfajn, homem do Itaú-Febraban, e Henrique Meirelles, ponta de lança das multinacionais e, também, dos bancos, cuidam de deixar a especulação prosperar por conta da importação desenfreada, sem controles, de capital externo, bombeado pelo imperialismo monetário praticado pelas potencias internacionais, que fogem da crise jogando seus estoques especulativos de moeda na periferia capitalista endividada, levando-a ao caos financeiro e econômico. Como alternativa, tem que sucatear as forças produtivas e desarmar o Estado como instrumento de proteção interna, deixando a economia livre para a ação dos salteadores das riquezas nacionais.
TRIO DE OURO DO ENTREGUISMO NACIONAL
Michel Temer, presidente interino fantoche do capital internacional; Ilan Goldfajn, homem do Itaú-Febraban, e Henrique Meirelles, ponta de lança das multinacionais e, também, dos bancos, cuidam de deixar a especulação prosperar por conta da importação desenfreada, sem controles, de capital externo, bombeado pelo imperialismo monetário praticado pelas potencias internacionais, que fogem da crise jogando seus estoques especulativos de moeda na periferia capitalista endividada, levando-a ao caos financeiro e econômico, graças à sobrevalorização artificial das moedas periféricas, produtoras de desindustrialização e incompetitividade comercial. Como alternativa, tem que sucatear as forças produtivas e desarmar o Estado como instrumento de proteção interna, deixando a economia livre para a ação dos salteadores das riquezas nacionais.

 

BC compactua com o imperalismo

 

monetário global que exporta crise mundial

 

para periferia capitalista tupiniquim.

 

Quanto mais dinheiro entra mais juro sobe

 

para enxugar excesso de liquidez.

 

Paraíso de banqueiro que comanda a

 

economia nacional.

 

Cachorro amarrado com linguiça.

 

 

O amplo domínio do Banco Central pelos bancos privados, coordenados pela Federação Brasileira de Bancos(Febraban), tendo como homem forte no seu comando Ilan Goldfajn, do Itaú, vai dificultando, crescentemente, a recuperação da economia porque não se controla entrada de capital especulativo na economia.

A ordem da banca é deixar a coisa solta, o mercado de dinheiro frouxo, no momento em que os bancos centrais dos países capitalistas desenvolvidos praticam exportação, à larga, de moeda, por meio de expansões monetárias, responsáveis por garantirem, no capitalismo cêntrico, taxa de juro na casa dos zero ou negativa.

Quanto mais entra capital especulativo, mais juro alto interno, para enxugar liquidez, igualmente, especulativa.

A valorização forçada do real, que está produzindo reações iradas dos empresários, especialmente, exportadores, decorre do laxismo do BC em deixar livre a especulação internacional sobre a economia brasileira.

 

A desculpa dos banqueiros

 

é furadíssima, quer dizer,

 

interessa a eles, não à sociedade.

 

Baseia-se no argumento de que o mercado é flutuante, que sobe e desce de acordo com a oferta e demanda de moeda.

Ocorre que não existe mercado livre de dinheiro no mundo na atual crise capitalista global, especialmente, diante da prática imperialista, particularmente, nos Estados Unidos, Europa e Japão, de enfrentar a crise de excesso de oferta de moeda com mais aumento de oferta de moeda.

Homeopatia financeira imperial global: veneno de cobra contra veneno de cobra.

Dessa forma, com o juro zero ou negativo, evitam que suas dívidas se ampliem, bem como aliviam os setores produtivos internos.

As expansões monetárias no capitalismo cêntrico produzem eutanásia do rentista.

O excesso de liquidez é transplantada pela periferia, para produzir nela juro alto, como alternativa para enxugar liquidez forçada imposta de fora para dentro.

Na periferia capitalista, como rola no Brasil, nesse momento, a entrada, sem controle, de capital especulativo sobrevaloriza a moeda nacional, que importa barato, destruindo a indústria, e exporta caro, inviabilizando sua competitividade global.

Ao mesmo tempo aumenta a dívida o juro alto utilizado para enxugar liquidez.

Trata-se imperialismo econômico e financeiro, em escalada incontrolável, cujas consequências, para a economia nacional, é brutal: sobem combinadamente desemprego e dívidas.

Solução neoliberal: combater a dívida cortando não gastos financeiros, mas gastos não financeiros(saúde, educação, segurança, previdência social, empregos públicos etc).

 

Aprofunda-se,

 

deliberadamente,

 

recessão.

 

Do total dos gastos públicos no orçamento geral da União, em 2014-2015, estimados em R$ 2,8 trilhões, 45% representaram desembolsos em pagamentos de juros e amortizações de dívidas.

A dívida, no compasso da importação de moeda, sem controle, aumenta por si mesma, no compasso dos juros compostos, anatocismo, que o próprio Supremo Tribunal Federal já decidiu ser ilegal.

Com a desindustrialização, o governo perde arrecadação, pois cobra praticamente nada por produtos importados, que começam invadir fronteiras nacionais, e, com aumento da dívida, sofre pressão dos credores para reduzir gastos públicos, a fim de fazer superavit primário forçado, cujo resultado é retração interna, que diminui renda disponível para o consumo.

Cai a arrecadação e os investimentos e destrói-se forças produtivas, acelerando, consequentemente, desnacionalização econômica.

Quanto mais o laxismo monetário internacional fica livre para jorrar dinheiro na economia brasileira, graças à inexistência de controles internos para evitar enchente monetária, mais os bancos ganham, porque o BC enfrenta o problema puxando juros em nome do combate à inflação, que, a despeito dessa prática, continua subindo.

Os empresários, que, inicialmente, bateram palmas para o golpe político parlamentar midiático, vai, pela prática destrutiva dos seus negócios em marcha, compreendendo, agora, que embarcaram numa fria que prejudica eles mesmos.

Se não podem exportar, porque o câmbio vai ficando desfavorável, também, não têm condições de desovar seus estoques internamente, porque vão perdendo corrida para os produtos importados, conjuntamente, à redução da renda disponível para o consumo, no compasso da derrubada brutal dos gastos públicos.

 

Amplia-se poder dos

 

especuladores no compasso

 

da fragilização crescente

 

das forças produtivas.

 

Diante desse quadro, os empresários, para manter constante sua taxa de lucro, reduzem produção e elevam preços, como demonstra a resistência da inflação em recuar.

Manter as porteiras nacionais abertas à farra especulativa interna, impulsionada pelo laxismo monetário capitalista imperial global, praticado pelos Estados Unidos, Europa e Japão, principalmente, como forma de enfrentarem a bancarrota financeira que se iniciou no crash de 2008-2009, ainda fazendo estragos gerais, é receita que os banqueiros, no comando do BC, adotam para acelerar decadência econômica nacional sob regime neoliberal antinacional.

O ponto de vista da banca, amplamente, defendido pela grande mídia golpista, bate de frente com os interesses nacionais.

 

Impeachment desencadeia fascismo tupinquim

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A reação fascista contra a bela Sabatella

 

mostra o interesse da burguesia nacional

 

vendida ao capital internacional de manter 

 

brasileiros na eterna dependência externa

 

 

Os ataques fascistas contra atriz Letícia Sabatella, em Curitiba, nesse domingo, demonstram que o impeachment de direita em marcha no Congresso, com pleno apoio do poder midiático, conservador antinacional, que jogou o espírito democrático pela janela, para tirar o PT do poder a qualquer custo,  representa, na prática, avanço das forças políticas obscuras empenhadas em acabar com a democracia no Brasil.

A intolerância evidenciou-se brutalmente.

Ela está, naturalmente, incensada pelo golpe político em marcha pela direita que tomou conta do Congresso, diante da impossibilidade de seus representantes, no Legislativo, chegarem ao poder nacional, conforme se comprovou nas quatro últimas eleições, duas que sufragaram Lula e duas que deram vitória a Dilma, ou seja, petistas e aliados na batalha política democrática brasileira.

O golpe antidemocrático em curso, fascista, que afastou Dilma Rousseff,  vai ficando cada vez mais evidente aos olhos do mundo civilizado.

A intolerância em Curitiba contra a bela Sabatella é a ponta do icerberg facistóide.

As forças direitistas obscuras que nunca exercitaram, no poder, políticas sociais se viram, com o PT e aliados, no governo, em xeque, politicamente.

O discurso direitista se revelou incapaz de vencer, pelo voto, as propostas de democratização política e econômica que PT e aliados propuseram para chegar ao poder.

E, uma vez nele instalado, praticaram políticas sociais distributivistas de renda capazes de identifica-los com a justiça social que a sociedade reclama avidamente faz séculos num Brasil dominado por oligarquia essencialmente antinacional e golpista desde sempre.

Consolidada essa identificação política, ficou tremendamente difícil para as forças conservadores ganharem, no voto, o poder.

Somente conseguiram, agora, alcança-lo por golpe rasteiro, pelo instituto do impeachment sem crime de responsabilidade concreto para caracterizá-lo e justifica-lo.

O golpe escandaliza o mundo democrático, evidenciando a forma antidemocrática de fazer política da direita brasileira, incapaz de dispor de proposta popular que faça a sociedade sancioná-la no poder.

O golpe de mão que se armou para retirar Dilma, ainda não concretizado e que, se concretizado, lança o Brasil numa aventura perigosa, politicamente, suicida, vai revelando seu motivo verdadeiro: impedir que Lula volte ao poder em 2018.

Trata-se de trama diabólica semelhante às artimanhas praticadas pela velha UDN golpista, que, pela boca de Carlos Lacerda, disse, na eleição de 1950, que Getúlio não poderia ser eleito; que se fosse eleito, não poderia governar e que, se tentasse governar, teria que ser derrubado.

É o que se verifica, novamente, quando se vê que Lula vai se aproximando de Getúlio, com discurso nacionalista, anticolonialista, para dar dimensão política global ao Brasil, para além da sua dimensão geográfica continental.

Os golpistas não querem que o Brasil seja uma potência agrícola, como já se desenha; não querem que seja uma potência industrial, pois tem amplas condições para isso, graças ao mercado interno poderoso, que mostrou sua dimensão com melhor distribuição da renda nacional, no período do PT e aliados no poder.

Não querem, enfim, que sejam industrializadas as matérias primas minerais e agrícolas, para que o Brasil seja a grande potência mundial no século 21.

Sem conseguir os votos necessários para governar o País, por meio da democracia, das urnas, porque não tem proposta para melhorar distribuição da renda nacional, democratizando a riqueza potencial que incomoda as grandes potências, a direita, eternamente, rendida ao capital internacional, partiu para o que lhe caracteriza, politicamente, desde sempre, o golpe.

Está em curso o golpe fascista fantasiado de impeachment sem crime de responsabilidade, que não engana o mundo, que já viu a farsa em marcha, com a ajuda de uma mídia golpista, antidemocrática, dependente das benesses do governo, para sobreviver, desde sempre.

As manifestações de domingo, em Curitiba, por um bando de fascistas pequeno burgueses, filhos da oligarquia rural e da burguesia urbana sulista, preconceituosas, racistas, incapazes de aceitar, representante de trabalhadores no poder, ganham força com o movimento de impeachment sem fato comprovado, requerido, constitucionalmente, tremenda farsa que escandaliza a democracia mundial.

Os ataques produzidos pela intolerância política no Paraná contra a atriz Letícia Sabatella, politicamente, engajada, são as vozes do obscurantismo que lutam encarniçadamente contra a democracia econômica e política, para que o País continue sendo pasto para alimentar a burguesia financeira e econômica internacional, da qual a burguesia tupinquim, fascista, intolerante, antinacional e burra, aceita ser sócia menor, configurando sua caracterísca antinacional, escravocrata e antidemocrática.

É o pior do Brasil em evidência no curso do golpe nazi-fascista fantasiado de impeachment embalado por uma mídia entreguista e antinacional.

Impeachment desnacionaliza economia com governo cheio de reservas em caixa paradas

OPORTUNIDADE PERDIDA QUE ALIMENTA GOLPE POLÍTICO Quando o dólar chegou a R$ 4 e a ação da Petrobras a R$ 5, caindo do patamar de R$ 40,  se o governo tivesse usado reservas cambiais para comprar as ações em queda da petroleira estatal teria feito negócio fantástico. Eliminaria todos os prejuízos, capitalizaria a estatal do petróleo - todas as estatais, inclusive -, aumentaria os investimentos, garantindo demanda às indústrias, no cumprimento nacionalista de contratação de encomendas com conteúdo nacional, sustentaria e ampliaria oferta de empregos de qualidade, que aumentam a produtividade, e, certamente, poderia agora estar vendendo gasolina bem barata para a população, aproveitando a queda de preço do produto no mercado internacional. A inflação estaria sofrendo impacto baixista e os custos de produção das empresas igualmente registrariam quedas, relativamente, à taxa de lucro. O ambiente econômico, com utilização inteligente das reservas, para ganhar na oscilação do dólar, favoreceria os investimentos constante do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC), incrementando a infraestrutura nacional. O Banco Central não teria justificativa para sustentar taxa de juro elevada, maior fator de pressão sobre endividamento público, instabilidade financeira, inflação, concentração de renda, arrocho salarial, redução do consumo, da arrecadação e dos investimentos. Juros mais baixos, proporcionando taxa de lucros maiores, desvalorizaria o câmbio e empurraria positivamente para frente as exportações. Agora, o dólar caminha para R$ 3, podendo recuar, ainda, mais, no ambiente de crise internacional deflacionária, e as ações, antes, excessivamente, baratas, subiram de preços, tornando mais complicada possibilidade de serem adquiridas pelas reservas valorizadas. Foi perdida, portanto, grande oportunidade de usar as reservas para incrementar a economia, multiplicar as próprias reservas e afastar fantasma da crise política, que alimenta a crise econômica.
OPORTUNIDADE PERDIDA QUE ALIMENTA GOLPE POLÍTICO
Quando o dólar chegou a R$ 4 e a ação da Petrobras a R$ 5, caindo do patamar de R$ 40, se o governo tivesse usado reservas cambiais(375 bilhões de dólares) para comprar as ações em queda da petroleira estatal teria feito negócio fantástico.
Eliminaria todos os prejuízos, capitalizaria a estatal do petróleo – todas as estatais, inclusive -, aumentaria os investimentos, garantindo demanda às indústrias, no cumprimento nacionalista de contratação de encomendas com conteúdo nacional, sustentaria e ampliaria oferta de empregos de qualidade, que aumentam a produtividade, e, certamente, poderia agora estar vendendo gasolina bem barata para a população, aproveitando a queda de preço do produto no mercado internacional.
A inflação estaria sofrendo impacto baixista e os custos de produção das empresas igualmente registrariam quedas, relativamente, à taxa de lucro.
O ambiente econômico, com utilização inteligente das reservas, para ganhar na oscilação do dólar, favoreceria os investimentos constante do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC), incrementando a infraestrutura nacional.
O Banco Central não teria justificativa para sustentar taxa de juro elevada, maior fator de pressão sobre endividamento público, instabilidade financeira, inflação, concentração de renda, arrocho salarial, redução do consumo, da arrecadação e dos investimentos.
Juros mais baixos, proporcionando taxa de lucros maiores, desvalorizaria o câmbio e empurraria positivamente para frente as exportações.
Agora, o dólar caminha para R$ 3, podendo recuar, ainda, mais, no ambiente de crise internacional deflacionária, e as ações, antes, excessivamente, baratas, subiram de preços, tornando mais complicada possibilidade de serem adquiridas pelas reservas desvalorizadas.
Foi perdida, portanto, grande oportunidade de usar as reservas para incrementar a economia, multiplicar as próprias reservas e afastar fantasma da crise política, bombeada pelos golpistas do impeachment sem crime de responsabilidade capaz de caracteriza-lo, conforme determina Constituição, tudo somando para aprofundar crise econômica.

 

Banqueiros combatem reservas

 

para o desenvolvimento porque

 

perderiam lucros com queda

 

dos juros para tocar produção,

 

consumo, renda, empregos, 

 

arrecadação e investimento

 

reservas em dolarEvidentemente, utilização das reservas para fortalecer as empresas estatais produziria condições para continuidade da acumulação das próprias reservas.

Sobretudo, eliminaria incertezas e especulações sobre a Petrobras e demais estatais, que puxam a demanda efetiva, na economia nacional, afastaria qualquer expectativa negativa, já que incrementaria produção e consumo.

Do mesmo modo, sustentaria programas sociais distributivos de renda, fortalecedores do mercado interno, eliminando incertezas capazes de motivas investidores, internos e externos.

A formação das reservas decorreu do desenvolvimento registrado nos últimos 13 anos de opção pelo fortalecimento do mercado interno com melhor distribuição de renda, de modo que continuidade nesse sentido favoreceria maior acumulação das mesmas, transformando-as em poupança efetiva.

Não são com as reservas acumuladas(algo em torno de 4 trilhões de dólares) que a China avança sobre ativos financeiros e econômicos pelo mundo afora, ganhando musculatura para enfrentar os concorrentes nos cinco continentes?

Sua utilização na produção, por fim, afastaria risco de fuga de capitais, que tem seus motivos, justamente, na instabilidade econômica e financeira.

reservas em dolarMas, o governo, sempre sob pressão do mercado financeiro especulativo, rendeu-se aos argumentos dos economistas neoliberais equilibristas de que reservas cambiais servem, tão somente, para utilização em momentos emergenciais, para evitar pânicos.

Ora, são esses momentos os mais adequados explorados pelos especuladores para fazerem lucros crescentes com altas do dólar e queda das ações ou quedas das ações e altas do dólar, como ocorre nesse momento no vai e vem do processo de impeachment, cujas consequências são desnacionalização econômica brasileira.

A crise política, nesse contexto, faz um ano e quatro meses, tem sido o palco preferencial dos especuladores, para transformar as empresas estatais e nacionais privadas em instrumentos de especulação, para comprar suas ações cada vez mais baratas, no compasso da desaceleração econômica, desindustrialização, desemprego e depressão produtiva.

Caso, agora, fossem utilizadas as reservas como aval seguro para formar fundo garantidor de investimento capaz de levantar recursos externos a juros baixos, vigente nas economias capitalistas desenvolvidas, com objetivo de tocar a infraestrutura nacional, as vantagens comparativas seriam outras, em que o mercado financeiro altamente especulativo passou a comandar ações das empresas em geral e as estatais, como a Petrobras, em particular.

reservas em dolarNo ambiente de  manipulação da bolsa,  nacional e internacional, no contexto da crise política, que afeta, negativamente, a economia, a vantagem comparativa para utilização das reservas não seria mais aquela predominante em 2014 até início de 2015, quando o governo se mostrara relativamente estável em relação ao mercado especulativo, graças às reservas cambiais disponíveis.

O ambiente de crise política violenta, aprofundando crise econômica, mudou o contexto.

O que se verifica é o governo desmontado diante dos especuladores: uma semana, a ação da Petrobras sobe e o dólar desce, se o termômetro do impeachment registra temperatura mais alta favorável à saída da presidenta Dilma; na outra, se o termômetro registra queda, desce o preço da ação, sobe o do dólar.

reservas em dolarE os lucros dos especuladores, nessa gangorra, ampliam-se, semanalmente.

Na baixa, as ações são compradas pelo dólar alto; na alta, elas compram o dólar cadente.

Fragilizado, nas cordas, o governo mantêm-se com pés e mãos amarrados com dinheiro no caixa, sob pressão dos especuladores, contrários à utilização delas para promover o desenvolvimento, sob argumento furado de que não representam poupança da nação, mas dívida dos consumidores, de modo que, se forem utilizadas, aumentarão as instabilidades gerais.

Enquanto isso, os especuladores ganham rios de dinheiro que o sobe e desde das ações e do dólar registram no ambiente do impeachment golpista impulsionador do empobrecimento nacional favorável apenas aos interesses antinacionais.

 

Roteiro didático do golpe

 

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Queda da Bastilha! Impeachment do sistema político! Assembleia Nacional Constituinte!!!

COLAPSO DO SISTEMA POLÍTICO NEOLIBERAL DA NOVA REPÚBLICA Não foi nem A nem B.  Não foi esse, PT, ou aqueles, PSDB, PMDB, DEM, PPS, PDT etc, etc.  Foi o sistema político que caiu de podre.  Todos foram condenados: o governo atual e os anteriores, porque erguidos sobre uma mesma base, que apodreceu.  Apoiado em legislação permissiva, dominada pelo poder do dinheiro, da corrupção e da degradação total dos partidos políticos, o sistema eleitoral desmoronou-se de cima abaixo.  Os políticos foram condenados. Somente existe para eles uma saída: reformar o sistema de alto abaixo.  E essa alternativa é a convocação, já, de Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva.  Pode ser articulada pela ampla discussão entre os atores congressistas, amplamente condenados pelas massas, no domingo histórico, 13.  Quem quis se aproveitar para faturar, achando que sairia impune, dançou feio, como foram os casos dos tucanos senador Aécio Neves e o governador de SP, Geraldo Alckmin. Entraram na passeada e foram expulsos.  O que se viu ontem foi o desabafo geral contra uma estrutura política que perdeu utilidade.  A ideologia utilitarista, suprassumo máximo do capitalismo liberal e neoliberal, perdeu utilidade sob o modelo político corrompido pelo governo de coalisão, em que a inescrupulosidade virou moeda de troca.  A estrutura política apodrecida reclama novas bases, novas argamassas.  Tirar Dilma, prender Lula, para deixarem soltos os que foram, também, apupados, por tentarem aproveitar desgraça dos outros, não representará solução, mas agravamento do problema.  Os poderes Executivo e Legislativo estão abalados.  Salva-se, por enquanto, o poder Judiciário, mas se sabe que ele, também, está com as raízes fracas, incapazes de, por si mesmo, puxar a seiva da terra para se auto-sobreviver, enquanto são condenados seus integrantes sócios no regime republicano.  Soou o dobrado do sino para a Nova República.  A Operação Lavajato ganha nova conotação capaz de continuar vendendo renovação dos costumes, se produzir remoção das raízes da podridão, em vez de apontar para esse ou aquele culpado, como vem fazendo, produzindo espetaculosidades, para impressionar.  Todos os atores políticos, que estão em cena, equilibram-se, mal e porcamente, sobre uma tênue corda que se esfiapa, comprometedoramente, sem salvação para quem acha que apenas um remendo resolverá a questão.  Nesse sentido, o fôlego da Nova República, que se envelheceu e pode morrer, está na convocação de Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva.  As eleições municipais desse ano podem servir, também, para desempenhar essa missão.  Elegeria, exclusivamente, representantes para reformar o sistema político, que morreu de inanição.  Essa é a missão-saída que a presidenta Dilma Rousseff, no comando governamental, ainda, tem pela frente.  Na realidade, ela fez essa proposta, no seu primeiro mandato.  Ninguém a apoiou, nem o PT engajou para valer.  Dominado pelo PMDB, no comando do Congresso, os representantes do povo fizeram corpo mole.  O senador Renan Calheiros(PMDB-AL) e o deputado Eduardo Cunha(PMDB-RJ), envolvidos na Lavajato, bem como o vice presidente Michel Temer(PMDB-SP), engavetaram-na.  Cuidaram de levar adiante interesses menores, no ambiente do governo de coalisão, totalmente, incapaz de sintonizar-se com os interesses da sociedade. A bastilha brasileira, assim como a francesa de 1789, caiu ontem.  Se os congressistas não entenderem que todos estão no mesmo barco, se tentarem se salvar, na base da esperteza, como tentaram ser espertos e se lascaram, tanto Alckmin como Aécio, cometerão o grande engano de suas vidas.  Não estará resolvida a situação, apenas, removido o PT, removida Dilma, preso Lula, como querem os conservadores, olhando rabo dos outros, sem prestar atenção no seu, que, também, está queimando.  O troco do governo Dilma, portanto, na próxima mobilização popular, convocada pelo PT, próximo dia 18,  tem que ter como premissa a palavra de ordem ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE EXCLUSIVA JÁ. Ela representa novo paradigma, proposta sincera de mudança.  O impeachment não é, na verdade, exclusivamente, contra Dilma, mas, sim, contra o sistema político que virou cadáver insepulto.  As forças políticas atuais somente começaram a resgatar sua credibilidade se juntas decidirem enterrá-lo com grandeza.  Caso contrário, a crise pode virar guerra civil.
COLAPSO DO SISTEMA POLÍTICO NEOLIBERAL DA NOVA REPÚBLICA
Não foi nem A nem B.
Não foi esse, PT, ou aqueles, PSDB, PMDB, DEM, PPS, PDT etc, etc.
Foi o sistema político que caiu de podre.
Todos foram condenados: o governo atual e os anteriores, porque erguidos sobre uma mesma base, que apodreceu.
Apoiado em legislação permissiva, dominada pelo poder do dinheiro, da corrupção e da degradação total dos partidos políticos, o sistema eleitoral desmoronou-se de cima abaixo.
Os políticos foram condenados.
Somente existe para eles uma saída: reformar o sistema de alto abaixo.
E essa alternativa é a convocação, já, de Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva.
Pode ser articulada pela ampla discussão entre os atores congressistas, amplamente condenados pelas massas, no domingo histórico, 13.
Quem quis se aproveitar para faturar, achando que sairia impune, dançou feio, como foram os casos dos tucanos senador Aécio Neves e o governador de SP, Geraldo Alckmin.
Entraram na passeada e foram expulsos.
O que se viu ontem foi o desabafo geral contra uma estrutura política que perdeu utilidade.
A ideologia utilitarista, suprassumo máximo do capitalismo liberal e neoliberal, perdeu utilidade sob o modelo político corrompido pelo governo de coalisão, em que a inescrupulosidade virou moeda de troca.
A estrutura política apodrecida reclama novas bases, novas argamassas.
Tirar Dilma, prender Lula, para deixarem soltos os que foram, também, apupados, por tentarem aproveitar desgraça dos outros, não representará solução, mas agravamento do problema.
Os poderes Executivo e Legislativo estão abalados.
Salva-se, por enquanto, o poder Judiciário, mas se sabe que ele, também, está com as raízes fracas, incapazes de, por si mesmo, puxar a seiva da terra para se auto-sobreviver, enquanto são condenados seus integrantes sócios no regime republicano.
Soou o dobrado do sino para a Nova República.
A Operação Lavajato ganha nova conotação capaz de continuar vendendo renovação dos costumes, se produzir remoção das raízes da podridão, em vez de apontar para esse ou aquele culpado, como vem fazendo, produzindo espetaculosidades, para impressionar.
Todos os atores políticos, que estão em cena, equilibram-se, mal e porcamente, sobre uma tênue corda que se esfiapa, comprometedoramente, sem salvação para quem acha que apenas um remendo resolverá a questão.
Nesse sentido, o fôlego da Nova República, que se envelheceu e pode morrer, está na convocação de Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva.
As eleições municipais desse ano podem servir, também, para desempenhar essa missão.
Elegeria, exclusivamente, representantes para reformar o sistema político, que morreu de inanição.
Essa é a missão-saída que a presidenta Dilma Rousseff, no comando governamental, ainda, tem pela frente.
Na realidade, ela fez essa proposta, no seu primeiro mandato.
Ninguém a apoiou, nem o PT engajou para valer.
Dominado pelo PMDB, no comando do Congresso, os representantes do povo fizeram corpo mole.
O senador Renan Calheiros(PMDB-AL) e o deputado Eduardo Cunha(PMDB-RJ), envolvidos na Lavajato, bem como o vice presidente Michel Temer(PMDB-SP), engavetaram-na.
Cuidaram de levar adiante interesses menores, no ambiente do governo de coalisão, totalmente, incapaz de sintonizar-se com os interesses da sociedade.
A bastilha brasileira, assim como a francesa de 1789, caiu ontem.
Se os congressistas não entenderem que todos estão no mesmo barco, se tentarem se salvar, na base da esperteza, como tentaram ser espertos e se lascaram, tanto Alckmin como Aécio, cometerão o grande engano de suas vidas.
Não estará resolvida a situação, apenas, removido o PT, removida Dilma, preso Lula, como querem os conservadores, olhando rabo dos outros, sem prestar atenção no seu, que, também, está queimando.
O troco do governo Dilma, portanto, na próxima mobilização popular, convocada pelo PT, próximo dia 18, tem que ter como premissa a palavra de ordem ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE EXCLUSIVA JÁ.
Ela representa novo paradigma, proposta sincera de mudança.
O impeachment não é, na verdade, exclusivamente, contra Dilma, mas, sim, contra o sistema político que virou cadáver insepulto.
As forças políticas atuais somente começaram a resgatar sua credibilidade se juntas decidirem enterrá-lo com grandeza.
Caso contrário, a crise pode virar guerra civil.

 

 

Operação Lavajato apressou

 

queda da Bastilha, mas poderá

 

se desmoralizar se continuar

 

como está, sendo seletiva, pegando

 

uns e livrando outros, com

 

nítido caráter parcial e dogmático

 

REFORMA OU REVOLUÇÃO A corrupção, como se sabe, foi criada pelo sistema político eleitoral vigente ancorado em financiamento privado de campanha para escolha dos representantes do povo(deputados) e dos estados(senadores) para formar governo presidencialista de coalisão sob constituição de perfil parlamentarista. Saco de gatos. Democracia do dinheiro muito pouco democrática. O sistema de representação, desse modo, não reflete, inteiramente, a maioria, mas, sim, a minoria do dinheiro. Ficam mais bem representados os ricos, para poderem dominar o essencial: os recursos do Orçamento Geral da União(OGU). Do total do OGU de 2015, R$ 2,8 trilhões, 45,05%, R$ 1,35 trilhão, foram destinados aos banqueiros para pagar juros e amortizações da dívida. Há uma divisão de classe dentro do próprio OGU. De um lado, tem-se o chamado Orçamento Não Financeiro; de outro, o Orçamento Financeiro. O primeiro compreende os recursos destinados à sociedade, ao desenvolvimento, aos programas sociais, indispensáveis à construção do progresso, a partir das forças sociais, da produção, do consumo, da arrecadação e dos investimentos. O segundo, porém, atende, fundamentalmente, os credores do Estado, a jogatina financeira, comandada por sistema bancário oligopolizado, em que meia dúzia de famílias mandam na metade dos recursos orçamentários. E pior. Para garantir essa parcela privilegiada, os credores, nacionais e internacionais, conseguiram, na Constituição de 1988, passar, por contrabando, o artigo 166, § 3º, II, b, que proíbe sejam contingenciados os recursos do orçamento financeiro, dos credores, para pagamento dos serviços da dívida pública. Eles não pagam dívidas, não podem fazer nenhum sacrifício nesse sentido. Já, os recursos do orçamento não financeiro, que dizem respeito aos interesses de toda a população em matéria de saúde, educação, segurança, infraestrutura, saneamento básico etc são sistematicamente contingenciados para tal fim, ou seja, para garantir o privilégio dos banqueiros, dos agiotas, que, de acordo com a política macroeconômica em vigor, é ditada pelos próprios credores. O povo, na prática, não está, devidamente, representado, em termos econômicos e financeiros, conforme a Constituição, em seus aspectos essenciais para a vida dele. Uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva, conforme propôs, em 2013, a presidenta Dilma Rousseff, escolheria representantes do povo e dos estados para redirecionar as prioridades essenciais do orçamento. Democratização do poder econômico-financeiro. Da mesma forma, ANC democratizaria o poder político, acabando com a pouca vergonha expressa no modelo eleitoral que assegura representatividade, tão somente, aos que possuem dinheiro. Trata-se de democracia meramente representativa que não assegura o que existe de garantia social para os trabalhadores no texto constitucional, especialmente, quando se agrava a crise. Em vez de mexer no art. 166, os credores, agora, querem, comprando representação parlamentar a peso de ouro, eliminar histórica legislação trabalhista que Getúlio Vargas legou aos trabalhadores. Pregam o combinado no lugar do legislado. Ora, como na democracia representativa quem manda é o dinheiro, é o capital, poder sobre coisas e pessoas, evidentemente, o combinado, imposto pela força do capital, predominará, sempre, sobre o legislado, alterado, igualmente, pela força da grana. Tenta-se sucatear a Previdência Social. A reforma da Previdência visa abrir o sistema previdenciário brasileiro ao capital privado. O objetivo é eliminar a Contribuição Financeira para a Seguridade(Cofins), base de sustentação do Sistema Único de Saúde, de características socialistas, essencialmente, público, exemplo internacional de programa de desenvolvimento social. A palavra de ordem conservadora, dos credores, é abrir espaço para os bancos venderem, a prestação, a juro alto, é claro, planos de saúde privados, sem garantia efetiva de prestação de serviços. Tal prática já foi tentada em diversos países e não deu certo. No momento histórico atual, por exemplo, quem prega o SUS brasileiro para os Estados Unidos é o candidato socialista Bernie Sanders, consciente de que a força privada não se transformará, no plano da saúde, em força social, mas, apenas, acumulação, sem limites, de capital. Quem tem dinheiro, sobrevive; quem não tem, morre. A eliminação dos direitos e garantias dos trabalhadores é a proposta neoliberal que está por trás da força econômica e política que resiste à Assembleia Nacional Constituinte, para que permaneça vigorando o sistema político que ontem a população deu um basta, por ver nele, apenas, corrupção, corrupção, corrupção. Não foi uma derrota do PT, da presidenta Dilma, que ousou colocar o Brasil no BRICs, na força não alinhada os interesses dos impérios capitalistas ocidentais que insistem em recolonizar as periferias capitalistas dependentes deles. Quando o PSDB, com FHC, esteve no poder, o Brasil foi, praticamente, vendido na bacia das almas, enquanto o sistema político foi abastardado, com a força do dinheiro, abrindo espaço para a reeleição, em 1998, quando o governo enfrentava desgaste do Plano Real e poderia perder eleição para o PT. Alcançou-se, naquele momento, nas palavras dos integrantes do próprio Governo FHC, o limite da irresponsabilidade, manipulação do BNDES para financiar capitalistas estrangeiros, para se apropriarem de patrimônio público, favorecido por modelo político antinacional. O grande erro do PT foi não fazer a reforma política quando possuía toda a força e credibilidade popular. Preferiu conviver com a lama e acabou se sujando. Mas, não está sozinho. A corrupção, que as massas nas ruas, desejam destruir, foi e continua sendo praticada por todos. A Operação Lavajato somente cumprirá seu papel se não agir seletivamente como vem agindo, dando pau em uns e livrando outros, porque, assim, desmoraliza-se. Os personagens estão todos aí, entreguistas neoliberais, de um lado, e nacionalistas, de outro. Ambos os lados se beneficiaram do sistema político que agora cai com a queda da Bastilha. Não erguer novo sistema sobre novas bases, tentar botar pano novo em cima de pano velho vai ser fracasso total.
REFORMA OU REVOLUÇÃO
A corrupção,´na Nova República, herdeira da ditadura militar, foi,  como se sabe, criada pelo sistema político eleitoral vigente ancorado em financiamento privado de campanha para escolha dos representantes do povo(deputados) e dos estados(senadores) para formar governo presidencialista de coalisão sob constituição de perfil parlamentarista.
Saco de gatos.
Democracia do dinheiro muito pouco democrática.
O sistema de representação, desse modo, não reflete, inteiramente, a maioria, mas, sim, a minoria do dinheiro.
Ficam mais bem representados os ricos, para poderem dominar o essencial: os recursos do Orçamento Geral da União(OGU).
Do total do OGU de 2015, R$ 2,8 trilhões, 45,05%, R$ 1,35 trilhão, foram destinados aos banqueiros para pagar juros e amortizações da dívida.
Há uma divisão de classe dentro do próprio OGU.
De um lado, tem-se o chamado Orçamento Não Financeiro; de outro, o Orçamento Financeiro.
O primeiro compreende os recursos destinados à sociedade, ao desenvolvimento, aos programas sociais, indispensáveis à construção do progresso, a partir das forças sociais, da produção, do consumo, da arrecadação e dos investimentos.
O segundo, porém, atende, fundamentalmente, os credores do Estado, a jogatina financeira, comandada por sistema bancário oligopolizado, em que meia dúzia de famílias mandam na metade dos recursos orçamentários.
E pior.
Para garantir essa parcela privilegiada, os credores, nacionais e internacionais, conseguiram, na Constituição de 1988, passar, por contrabando, o artigo 166, § 3º, II, b, que proíbe sejam contingenciados os recursos do orçamento financeiro, dos credores, para pagamento dos serviços da dívida pública.
Eles não pagam dívidas, não podem fazer nenhum sacrifício nesse sentido.
Já, os recursos do orçamento não financeiro, que dizem respeito aos interesses de toda a população em matéria de saúde, educação, segurança, infraestrutura, saneamento básico etc são sistematicamente contingenciados para tal fim, ou seja, para garantir o privilégio dos banqueiros, dos agiotas, que, de acordo com a política macroeconômica em vigor, é ditada pelos próprios credores.
O povo, na prática, não está, devidamente, representado, em termos econômicos e financeiros, conforme a Constituição, em seus aspectos essenciais para a vida dele.
Uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva, conforme propôs, em 2013, a presidenta Dilma Rousseff, escolheria representantes do povo e dos estados para redirecionar as prioridades essenciais do orçamento.
Democratização do poder econômico-financeiro.
Da mesma forma, ANC democratizaria o poder político, acabando com a pouca vergonha expressa no modelo eleitoral que assegura representatividade, tão somente, aos que possuem dinheiro.
Trata-se de democracia meramente representativa que não assegura o que existe de garantia social para os trabalhadores no texto constitucional, especialmente, quando se agrava a crise.
Em vez de mexer no art. 166, os credores, agora, querem, comprando representação parlamentar a peso de ouro, eliminar histórica legislação trabalhista que Getúlio Vargas legou aos trabalhadores.
Pregam o combinado no lugar do legislado.
Ora, como na democracia representativa quem manda é o dinheiro, é o capital, poder sobre coisas e pessoas, evidentemente, o combinado, imposto pela força do capital, predominará, sempre, sobre o legislado, alterado, igualmente, pela força da grana.
Tenta-se sucatear a Previdência Social.
A reforma da Previdência visa abrir o sistema previdenciário brasileiro ao capital privado.
O objetivo é eliminar a Contribuição Financeira para a Seguridade(Cofins), base de sustentação do Sistema Único de Saúde, de características socialistas, essencialmente, público, exemplo internacional de programa de desenvolvimento social.
A palavra de ordem conservadora, dos credores, é abrir espaço para os bancos venderem, a prestação, a juro alto, é claro, planos de saúde privados, sem garantia efetiva de prestação de serviços.
Tal prática já foi tentada em diversos países e não deu certo.
No momento histórico atual, por exemplo, quem prega o SUS brasileiro para os Estados Unidos é o candidato socialista Bernie Sanders, consciente de que a força privada não se transformará, no plano da saúde, em força social, mas, apenas, acumulação, sem limites, de capital.
Quem tem dinheiro, sobrevive; quem não tem, morre.
A eliminação dos direitos e garantias dos trabalhadores é a proposta neoliberal que está por trás da força econômica e política que resiste à Assembleia Nacional Constituinte, para que permaneça vigorando o sistema político que ontem a população deu um basta, por ver nele, apenas, corrupção, corrupção, corrupção.
Não foi uma derrota do PT, da presidenta Dilma, que ousou colocar o Brasil no BRICs, na força não alinhada os interesses dos impérios capitalistas ocidentais que insistem em recolonizar as periferias capitalistas dependentes deles.
Quando o PSDB, com FHC, esteve no poder, o Brasil foi, praticamente, vendido na bacia das almas, enquanto o sistema político foi abastardado, com a força do dinheiro, abrindo espaço para a reeleição, em 1998, quando o governo enfrentava desgaste do Plano Real e poderia perder eleição para o PT.
Alcançou-se, naquele momento, nas palavras dos integrantes do próprio Governo FHC, o limite da irresponsabilidade, manipulação do BNDES para financiar capitalistas estrangeiros, para se apropriarem de patrimônio público, favorecido por modelo político antinacional.
O grande erro do PT foi não fazer a reforma política quando possuía toda a força e credibilidade popular.
Preferiu conviver com a lama e acabou se sujando.
Mas, não está sozinho.
A corrupção, que as massas nas ruas, desejam destruir, foi e continua sendo praticada por todos.
A Operação Lavajato somente cumprirá seu papel se não agir seletivamente como vem agindo, dando pau em uns e livrando outros, porque, assim, desmoraliza-se.
Os personagens estão todos aí, entreguistas neoliberais, de um lado, e nacionalistas, de outro.
Ambos os lados se beneficiaram do sistema político que agora cai com a queda da Bastilha.
Não erguer novo sistema sobre novas bases, tentar botar pano novo em cima de pano velho vai ser fracasso total.

EUA, neo-Suiça, viram lavanderia universal para não pagar juro e salvar dólar de colapso global

Os banqueiros americanos que mandam no FED e comandam o mundo a partir de Wall Street estão armando estratégia para transformar os Estados Unidos num grande paraíso fiscal, de modo a absorver todo dinheiro podre e sonegado do mundo, a fim de evitar que essa montanha monetária tenha que ser enxugada via juro positivo, o que levaria ao colapso dívidas públicas, produzindo crash total no capitalismo global.  Se pintasse novo crash, já antevisto por analistas de peso, naturalmente, o governo teria que nacionalizar os bancos, abrindo-se nova etapa da história do capitalismo, aliás, prevista por Marx, ao destacar, em 1867, que o endividamento de consumidores e governos, na base do crédito bancário caro e especulativo, levaria a uma bancarrota cujas consequências seriam quebradeira financeira e, na sequência, nacionalização bancária.  Transformados em paraíso fiscal, os Estados Unidos virariam protetor dos detentores dos créditos podres, dos sonegadores, dos ladrões do povo espalhados pelo globo, que se dirigem à Suiça, aos paraísos fiscais em geral, para não pagarem imposto de renda.  Pelo trabalho de proteger essa montanha de dinheiro que foi jogado na circulação pela própria especulação monetária produzida pelos governos dos países ricos(expansive eise), como forma de enfrentar o crasch capitalista, os Estados Unidos evitariam pagar juro que afetaria finanças públicas americanas.  Haveria esterilização monetária universal a custo zero, o que evitaria, com enxugamento via juro positivo pelo banco central americano do que ele jogou na circulação, perigo de hiperinflação, estouro de bolhas especulativas, corridas bancárias, pânicos etc. E aí, seria ou não plausível supor que nasceria dessa montanha de dinheiro que se dirigiria ao novo paraíso fiscal do mundo, os Estados Unidos, a base monetária capaz de erguer uma governança global, como já se prevê como solução para evitar a anarquia financeira produzida pelo excesso de liquidez mundial decorrente da própria crise americana? Governo global nasceria ou não montado em podridão monetária geral, dinheiro lavado para ser novamente emprestado de modo a iniciar novo ciclo capitalista?
Os banqueiros americanos que mandam no FED e comandam o mundo a partir de Wall Street estão armando estratégia para transformar os Estados Unidos num grande paraíso fiscal, de modo a absorver todo dinheiro podre e sonegado do mundo, a fim de evitar que essa montanha monetária tenha que ser enxugada via juro positivo, o que levaria ao colapso dívidas públicas, produzindo crash total no capitalismo global.
Se pintasse novo crash, já antevisto por analistas de peso, naturalmente, o governo teria que nacionalizar os bancos, abrindo-se nova etapa da história do capitalismo, aliás, prevista por Marx, ao destacar, em 1867, que o endividamento de consumidores e governos, na base do crédito bancário caro e especulativo, levaria a uma bancarrota cujas consequências seriam quebradeira financeira e, na sequência, nacionalização bancária.
Transformados em paraíso fiscal, os Estados Unidos virariam protetor dos detentores dos créditos podres, dos sonegadores, dos ladrões do povo espalhados pelo globo, que se dirigem à Suiça, aos paraísos fiscais em geral, para não pagarem imposto de renda.
Pelo trabalho de proteger essa montanha de dinheiro que foi jogado na circulação pela própria especulação monetária produzida pelos governos dos países ricos(expansive eise), como forma de enfrentar o crasch capitalista, os Estados Unidos evitariam pagar juro que afetaria finanças públicas americanas.
Haveria esterilização monetária universal a custo zero, o que evitaria, com enxugamento via juro positivo pelo banco central americano do que ele jogou na circulação, perigo de hiperinflação, estouro de bolhas especulativas, corridas bancárias, pânicos etc.
E aí, seria ou não plausível supor que nasceria dessa montanha de dinheiro que se dirigiria ao novo paraíso fiscal do mundo, os Estados Unidos, a base monetária capaz de erguer uma governança global, como já se prevê como solução para evitar a anarquia financeira produzida pelo excesso de liquidez mundial decorrente da própria crise americana?
Governo global nasceria ou não montado em podridão monetária geral, dinheiro lavado para ser novamente emprestado de modo a iniciar novo ciclo capitalista?

 

Reproduzimos materia sensacional de Jesse

 

Drucker, do Bloomberg, em 28.01, no Valor

 

Econômico, intitulada “EUA resistem a adotar

 

normas bancárias que impõem a outros países”,

 

que evidencia a tendência de os Estados Unidos se

 

transformarem na grande lavanderia universal,

 

sinalizando nova etapa do capitalsimo americano.

 

 

Jesse Drucker, excelente matéria, que desvenda os caminhos que começam a seguir o capitalismo americano, para transformar os Estados Unidos na base da lavagem do dinheiro sujo do mundo, configurando-se na grande lavanderia universal
Jesse Drucker, excelente matéria, que desvenda os caminhos que começam a seguir o capitalismo americano, para transformar os Estados Unidos na base da lavagem do dinheiro sujo do mundo, configurando-se na grande lavanderia universal

“Em setembro passado, num escritório de advocacia com vista para a baia de São Francisco, Andrew Penney, diretor-gerente da Rothschild, deu uma palestra sobre como a elite mundial pode evitar o pagamento de impostos.

Sua mensagem foi clara: “Você pode ajudar seus clientes a mover suas fortunas para os EUA sem pagar impostos e sem que seus governos fiquem sabendo.”

Alguns estão chamando os Estados Unidos de a nova Suíça.

Após anos criticando outros países por ajudar americanos ricos a esconder seu dinheiro em outras jurisdições, os EUA estão emergindo como principal refúgio fiscal sigiloso para estrangeiros ricos. Ao resistir à adoção de novas normas internacionais de transparência, o país está criando um novo mercado aquecido, tornando-se o lugar predileto para esconder riqueza estrangeira. Todo mundo – de advogados londrinos a trustes suíços – , está entrando nessa dança, ajudando gente rica a transferir contas de lugares como as Bahamas e as Ilhas Virgens Britânicas para Nevada, Wyoming e Dakota do Sul.

Rothschild, a centenária instituição financeira europeia, abriu uma empresa de truste em Reno, Nevada, perto dos cassinos Harrah e Eldorado[Rothschild não seria cassino?]. A firma está agora transferindo as fortunas de ricos clientes estrangeiros de refúgios fiscais, como as Bermudas, sujeitos às novas exigências de transparência internacional, para fundos gerenciados pela Rothschild em Nevada, que são isentos de impostos.

Outras também estão entrando nesse mercado: a Cisa Trust, com sede em Genebra, que assessora latino-americanos ricos, está solicitando autorização para operar em Pierre, South Dakota, para “atender as necessidades de nossos clientes estrangeiros”.

A Trident Trust, uma das maiores provedoras do mundo de trustes offshore, transferiu dezens de contas da Suíça, de Grand Cayman e de outros locais para Siow Falls, em Dakota do Sul.

Não há nada ilegal no fato de os bancos estarem atraindo estrangeiros a colocar dinheiro nos EUA com promessas de confidencialidade, desde que não estejam intencionalmente ajudando a sonegar impostos no exterior. Ainda assim, os EUA são um dos poucos lugares que estão provendo ativamente contas que permanecerão em segredo, escapando das vistas de autoridades estrangeiras.

Durante décadas a Suíça foi a capital mundial das contas bancárias secretas. Isso pode estar mudando. Em 2007, Bradley Birkenfeld, funcionário do banco UBS, denunciou que seu empregador estava ajudando seus clientes americanos a sonegar impostos usando contas não declaradas em refúgios fiscais. Os bancos suíços acabaram pagando um preço por isso. Mais de 80 bancos suiços, entre eles o UBS e o Credit Suisse, aceitaram pagar cerca de 5 bilhões de dólares aos EUA em penalidades e multas.

Entre essas empresas está tatmbém o Rothschild Bank, que em junho firmou um acordo para não ser processado pelo Departamento de Justiça dos EUA. O banco admitiu ter ajudado clientes americanos a esconder da Receita Federal americana(IRS, em inglês) em jurisdições privilegiadas. Concordou em pagar uma multa de 11,5 milhões de dólares e encerrou quase 300 contas pertencentes a contribuintes americanos, num montante de 794 milhões de dólares em ativos.

Os EUA estavam determinados a por fim a tais práticas. Isso resultou em 2010 na Lei de Conformidade Tributária para Contas de Estrangeiros(Tatca, em inglês), que exige que as empresas financeiras divulguem contas estrangeiras de cidadãos americanos e as reportem ao IRS ou sofram sanções severas.

Inspirada na Fatca, a OCDE(Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) elaborou normas ainda mais rigorosas para ajudar outros países a identificar sonegadores. Desde 2014, 97 jurisdições concordaram em impor novas exigências de divulgação e transparência de contas bancárias, fundos fiduciários e alguns outros investimentos de clientes internacionais. Dos países da OCDE convidados a adedir, apenas, um punhado recusou-se: Bahrein, Nauru, Vanuatu – e os EUA.

O Departamento do Tesouro não apresentou nenhuma desculpa por não aceitar as normas da OCDE. “Os EUA lideraram o combate à evasão fiscal internacional que usa contas financeiras em jurisdições privilegiadas”, disse Ryan Daniels, porta voz do Tesouro. Ele disse que a iniciativa da OCDE “baseia-se diretamente” na lei Fatca.

O Tesouro americano propõe normas semelhantes às da OCDE para contas de estrangeiros nos EUA, mas propostas similares, no passado, não avançaram, diante da oposição do Congresso controlado pelos republicanos e pelo setor bancário.

O que está em questão não são só os cidadãos americanos que driblam impostos dos seus países de origem. O Tesouro também está preocupado com que o enorme afluxo de capital em contas secretas possa tornar-se um novo canal para lavagem de dinheiro. Ao menos 1,6 trilhão de dólares em fundos ilícitos são lavados anualmente por meio do sistema financeiro mundial, diz estimativas da ONU.”