Gilmar atropela esquerda e ataca militares bolsonaristas

O Exército está se associando a esse genocídio', diz Gilmar Mendes ...

Postura de estadista

Voz autorizada do poder judiciário, Gilmar atropela esquerda que está reticente em ser proativa contra os militares que se engajaram no poder nazifascita bolsonarista, que adota postura antihumanitária no combate à pandemia, condenando à morte milhares de brasileiros, por completa irresponsabilidade política.

GILMAR TOMA DISCURSO DA ESQUERDAE CONDENA FORÇAS ARMADAS POR APOIAR O FASCISMO BOLSONARISTAQuem diria: o ministro do…

Posted by Cesar Fonseca on Sunday, July 12, 2020

Talento, arte e raça feminina

Coronavírus e a nova Teoria Econômica que abala capitalismo

Coronavírus | Segunda onda pode causar grande impacto psicológico ...

Teoria das Finanças Funcionais

Quem falou que a inflação é fenômeno monetário? No Brasil, Roberto Campos(Bobbie Fields) falava nisso o tempo todo, para espantar os trabalhadores. Seguravam-se, dessa forma, os salários em nome do combate à inflação. O neto dele, Campos Netto, presidente do BC, certifica que o avô estava errado. Quem lhe convence desse erro, agora, é o novo coronavírus. O Estado, para enfrentar a pandemia, emite, para garantir empregos, salários e consumo, bilhões e bilhões de dólares e reais. Mas, na prática, a inflação, em vez de subir, cai. E os novos déficits são cobertos por novas emissões sem que pressões inflacionárias emerjam. Pelo contrário, o que se verifica é deflação, maior inimiga do capitalismo, quanto + o Estado emite para salvar o sistema de colapsos subconsumistas que a concentração de renda produzida por ele provoca, balançando a economia mundial. É nesse cenário que entra em cena a Nova Política Monetária Moderna que embala Teoria das Finanças Funcionais. Novo tempo, novas perspectivas, novas expectativas, fim das falsas verdades monotemáticas, novos horizontes a marcarem o século 21, graças à Covid-19. Ela mata milhões de pessoas, mas, igualmente, está exterminando teorias velhas que deixaram de ser úteis.

CORONAVÍRUS VIABILIZA TEORIADAS FINANÇAS FUNCIONAISNOVA TEORIA MONETÁRIA MODERNA Discussão imperdível. Fundamental….

Posted by Cesar Fonseca on Saturday, July 11, 2020

Dica de Tim Maia

 

 

Zuckerberg implode bolsonarismo

Dono do Facebook, Zuckerberg cita exclusão de post de Bolsonaro ...

NOVA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL À VISTA

FACEBOOK DETONOU BOLSONARISMO.
FEZ O MAIOR SERVIÇO PARA A ESQUERDA.
A ULTRADIREITA ESTÁ DESTROÇADA.
COMO GANHAR ELEIÇÕES SE NÃO
PODERÁ FRAUDAR INFORMAÇÕES?
Quem imaginaria fosse tão fácil destroçar o castelo de cartas nazi-fascista de Bolsonaro com uma rasteira dessa? Zuckerberg, o homem forte do Facebook, decidiu tirar do ar o Gabinete do Ódio, instalado no Planalto. Fez isso depois que internacionalizaram as denúncias investigadas pela CPI das Fakenews. Amplificadas e comprovadas viram provas para cassar a chapa Bolsonaro-Mourão no TSE por absoluta abundância de evidências. O Gabinete do Ódio, sobretudo, usou o Facebook, para produzir suas vítimas. Mas, ao fazer isso, colocou em risco o próprio Facebook em escala global. A rede de intriga, essência do poder bolsonarista, encontrou seu grande inimigo internacional: Zuckerberg. Jogar uns contra os outros, inventar, caluniar, mentir, fraudar, destroçar reputações, ameaçar sabotar, tudo de ruim, para conseguir surfar no poder, usando a rede de Zubckerberg o comprometeria irremediavelmente no mercado mundial de comunicação digital. Pensou o pessoal do presidente, instalado no palácio, dispor do poder absoluto, por cima das leis. As manobras palacianas tinham, até agora, empurrado o assunto com a barriga, nos tribunais. Como usualmente se acostuma no Brasil, algo que vem de longe, os poderosos, quase sempre, se mostram invencíveis. Compram tudo, sentenças nos tribunais, consciências políticas no parlamento, silêncio dos conchavos, armações econômico-financeiras, artimanhas diplomáticas etc e tal. Mas, eis que de repente uma lei não escrita entra em cena e dá suas coordenadas. Ainda não se chegou ao estágio civilizatório em que a mentira se estabelece como louvor ao bem. Bolsonaro e cia ltda se sentiram absolutos para elevar à N potência a mentiralhada como pretenso valor moral, disparada dos corredores do poder, como organização administrativa governamental. A mentira parecia que representaria a essência da convivência convencional estabelecida pelos usos e costumes de uma poderosa nova classe de poder incontrastável – a do poder miliciano sem freios. O incômodo se internacionalizou. Foi colocada em xeque a honorabilidade de uma prática de convivência humana em escala global, como a que representam as relações estabelecidas pelo facebook, nas redes sociais. Perigo para sobrevivência comercial de Zuckerberg. Para não perder o seu negócio, usado para fins nazi-fascistas, capazes de detonar a democracia, ele deu um basta no festival de mentira bolsonarista a serviço do ódio político. Como ficaria o marketing político filosófico que acompanha o sentimento americano de que ao expandir-se globalmente leva consigo os valores democráticos da América? Zuckberger, ao puxar ao tapete da turma bolsonarista, especializada em inverter a realidade com fantasias mentirosas, preserva o negócio dele e joga por terra a armação do movimento fascista tupiniquim que fez do facebook sua morada. Zuckberger, simplesmente, despejou o inquilino incômodo que estava comprometendo uma revolução das comunicações moderna, o face. Foi, portanto, aviso aos navegantes. Poder privado destruindo usurpação de poder estatal praticada pela bandidagem miliciana.

Golpe da cloroquina ou da covid-19?

Chapa Bolsonaro-Mourão ainda enfrenta 6 ações no TSE; 4 são mais ...

Impeachment coronavírus

Por uns dias – ou por umas semanas e meses? – o presidente Bolsonaro estará afastado do centro do poder, das decisões dos burburinhos e dos conchavos e arrumações da política. Para o político visceral, como Bolsonaro, isso é o ar que ele respira e do qual depende para sobreviver. Mas, a cloroquina e a covid afastaram-no do palco, involuntariamente. Ou voluntariamente? O comando político Mourão entra em cena em plena pandemia do coronavírus. Teste de fogo, para tapar buracos deixados por Bolsonaro, inabilitado, temporariamente no cinema político bolsonarista. E agora, Mourão, em cartaz! Até quando?

 

 

GOLPE DA CLOROQUINA OU DA COVID?Os militares deram ou não chega prá lá em Bolsonaro, um golpe da cloroquina – ou da…

Posted by Cesar Fonseca on Wednesday, July 8, 2020

 

 

 

Mourão assume governo e enfrenta pressão internacional

Coronavírus: Mourão aproveita reabertura de shoppings em Brasília ...

Socialistas e ecologistas no ataque

Com presidente Bolsonaro dizendo que está com covid-19, deixando indagação no ar, porque sua palavra perdeu credibilidade, em escala global, o vice Mourão está, na prática, assumindo o comando político, e, nessa condição já enfrenta pressão internacional. Esta se avoluma a partir do novo cenário em que se registra avanço dos socialistas e ecologistas em todo o mundo, no rastro da crise capitalista, acelerada pelo novo coronavírus. Sobressai, forte, nesse novo cenário os partidos ecologistas e socialistas, que deram demonstração de força nas eleições municipais francesas. Esse é o norte político pós-coronavirus, que assusta os investidores internacionais, predispostos a carregar pressões em cima do governo Bolsonaro, considerado antiambientalista radical, portanto, alvo preferencial de combate no Brasil e nos fóruns internacionais. Mourão, no comando político, realiza, nessa quinta-feira, mega-reunião com 14 ministros para preparar ação governamental diante dessa pressão global. Os governos capitalistas, em crise, avalizados pelos grandes financistas e grupos industriais e comerciais, temerosos quanto aceleração da esquerda socialista ecológica no ambiente de bancarrota global, sinalizada por relatórios do Fundo Monetário Internacional, adiantam-se para pressionar Bolsonaro. Querem, imediatamente, a cabeça do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, com sua estratégia de deixar a boiada passar, enquanto a humanidade está preocupada com a Covid-19.

Dando as cartas

Mourão, portanto dá as cartas, nesse instante de instabilidade e confusão, diante da impotência do presidente Bolsonaro em coordenar governabilidade, dada sua fragilidade institucional, somada a sua suposta nova condição de infectado pelo novo coronavirus, que o isola, aparentemente e legalmente. A vulnerabilidade política bolsonarista aumenta, ainda mais, diante da justiça que cai matando em cima dos seus filhos enrolados nas relações criminosas com as milícias e pela CPI das fakenews, que alimenta ações políticas que ameaçam seu mandato, no Congresso e no Judiciário. Antecipando providências, Mourão já anuncia, hoje, que decretará moratória de 120 dias para o desmatamento na Amazônia, alvo de pressão total dos socialistas e ecologistas globais. Entram em bancarrota, nesse cenário, os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e o das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Ambos da turma terraplanista, subordinam-se, organicamente, a Trump, também, antiambientalista, alvo de ataques dos socialistas e ecologistas globais, que o veem como agente de Tio Sam. Mourão, portanto, está envolvido em amplas contradições, no plano nacional e global, na sua tarefa de tocar o governo Bolsonaro, que perdeu o rumo. Não têm políticas para duas áreas fundamentais do seu governo, Saúde e Educação, enquanto a economia é monitorada de Wall Street.

Chumbo grosso

Na ONU, o antiambientalismo bolsonarista leva chumbo grosso. Cresce, portanto, onda anti-Brasil, cujas consequências, se não forem obedecidas determinações dos grupos financistas, afetarão a economia brasileira, paralisada pelo coronavírus. Dependente crônico de poupança externa, para fechar déficit em contas correntes do balanço de pagamento e sob pressão internacional para acelerar privatizações, o governo tem que acelerar o entreguismo do seu patrimônio. Não é à toa que nos últimos dias aumentaram pressões dos credores – e do embaixador dos Estados Unidos, Todd – sobre Paulo Guedes para apressar venda da Eletrobrás e da Petrobrás. A estatal do Petróleo discute estratégia sinistra de privatização com criação de empresa que seria denominada de PetroRioSP, como denuncia o consultor legislativo aposentado da Câmara, engenheiro Paulo César Ribeiro Lima, da Advocacia Garcez.

Adeus Petrobrás-Eletrobrás

O objetivo central da nova empresa, coordenada pelo presidente da Petrobrás, Castello Branco, e ministro Guedes, é agregar a ela o filé mingnon da oferta de petróleo do pré-sal, deixando a matriz estatal, completamente, esvaziada,. É o que está no documento “A destruição da Petrobrás e a consolidação da PetroRioSP”. Tudo, portanto, vai ganhando velocidade, no processo entreguista do governo Bolsonaro, coordenado pelos financistas internacionais, que lideram pressão contra política antiambientalista bolsonarista. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, apressa-se em destacar que o agronegócio não precisa de novas áreas desmatadas para ampliar o plantio de soja, cujo destino são Europa e China. Os produtores agropecuários, no entanto, sentem que a onda ambientalista global coloca em xeque o antiambientalismo bolsonarista de forma irremediável, frente ao avanço socialista e ecologista internacional.