BC joga Bolsonaro contra Congresso e vice-versa

Em cerimônia discreta, Roberto Campos toma posse como presidente do BC - 28/02/2019 - Mercado - Folha

Campos inviabiliza auxílio emergencial

Os neoliberais estão sufocados por não estarem entendendo o desafio econômico colocado pelo auxílio emergencial; não percebem que ele não é despesa, mas receita; não é poupança negativa, mas investimento que gera poupança positiva; a prática comprovou essa evidência; bastou o Congresso aprovar o orçamento de guerra para enfrentar a pandemia com auxílio emergencial de R$ 600 e o resultado apareceu imediatamente em forma de aumento do consumo interno e da arrecadação tributária, com recuperação simultânea dos empregos; revelou ser a saída contra a desemprego e interrupção da recessão neoliberal programada para sucatear o Estado nacional; na verdade, os R$ 600 representaram poupança nacional colocada em circulação pelo investimento estatal; é a poupança ou o investimento que dinamiza a economia? Ficou claro, na pandemia, que o investimento público dinamizou poupança popular que, gasta, acelera produção, consumo e arrecadação.

Equívoco neoliberal

Os neoliberais cuja verdade é a de que o Brasil padece de poupança negativa escondem que a poupança positiva foi formada pelo investimento estatal; investimento e poupança são, portanto, faces de uma mesma moeda; a crise mostra que não é a poupança que produz o investimento, mas o contrário, o investimento estatal é que produz a poupança; isso é o que descreve, em 7 pontos, Yanis Varoufakis, ex-ministro das finanças da Grécia, no artigo “Verdades submersas”, publicado no 247; a pandemia, diz ele, fortalece o Estado, que é capital, e fragiliza o capital, se este se julga independente do Estado:

1 – Estado é poder inexorável; todos, na hora do sufoco, recorrem a ele, grandes, pequenos e remediados;

2 – Governo/Estado: árvore que dá dinheiro(solvência é decisão política);

3 – Riqueza privada não significa empreendedorismo;

4 – Ciência depende de apoio estatal decisivo;

5 – Redução de oligopólios baixa preço, aumenta competição – Lei de Adam Smith;

6 – Capitalismo sem Estado está esgotado; virou tecno-feudalismo;

7 – Não aceitar as coisas como são; as coisas não permanecem como são(Brecht).

BC aprofunda crise

Nesse cenário, os neoliberais da Fazenda e do BC cuidam de orientar, erradamente, o presidente Bolsonaro, levando-o a afirmar que o auxílio emergencial representa aposentadoria precoce para os que estão desempregados pela crise pandêmica capitalista; escondem, deliberadamente, que a aposentadoria precoce estaria sendo garantida não aos trabalhadores desempregados, mas aos banqueiros, que conseguem transformar em depósitos voluntários suas sobras diárias de caixa – algo perto de R$ 1,5 trilhão – para serem remuneradas pela Selic; evita-se que elas se dirijam ao mercado, para serem submetidas à lei da oferta e da procura, cujas consequências seriam redução das taxas de juros no crediário, para alavancar a economia; gerariam poupança, emprego, consumo, produção e investimentos; o BC, ao manter política monetária restritiva, sustenta juro de 250% ao ano no cartão de crédito; eleva custo do dinheiro no país, aprofunda recessão, que, naturalmente, inviabiliza o que os congressistas e os trabalhadores, em geral, defendem, ou seja, o auxílio emergencial. Bolsonaro, analfabeto em economia, vê, como os neoliberais aliados a Guedes, ou melhor, aprende errado com eles, que é desperdício de dinheiro o auxílio emergencial e não a poupança necessária para alavancar negócios; não entende que os R$ 600 no bolso do pobre giram infinitamente na circulação capitalista e que, em cada etapa dela, produz tributos que enche as burras do tesouro.

Biden x Bolsonaro

O presidente brasileiro, agora, deveria largar Guedes de lado e aprender com Biden; o que faz o novo titular da Casa Branca? Põe para funcionar o Buy América; não é outra coisa senão o American First de Trump; o que no fundo quis Trump como quer, agora, Biden é vender mercadoria americana para o mundo para gerar empregos nos Estados Unidos, enfim, arrecadação para o tesouro de Tio Sam, do qual saem os investimentos que atraem aos Estados Unidos a poupança do mundo. Biden, ao contrário de Bolsonaro, não titubeia em jogar mais 900 bilhões de dólares na circulação americana ao mesmo tempo que anuncia aumento de 100% do salário mínimo; o BC americano age contrariamente ao BC tupiniquim: tem um olho na inflação, outro no emprego; o BC tupiniquim neoliberal é caolho; preocupa-se, apenas, com o rentismo, não com o desenvolvimento; por isso, reage, em defesa do rentismo e contrário ao auxílio emergencial, para minimizar desemprego, fome e instabilidade social.

 

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/01/contra-pressao-por-auxilio-time-de-guedes-quer-novo-programa-social-dentro-do-teto-de-gastos.shtml

Socialismo para enfrentar vírus; Capitalismo fracassa

Biden reconhece que crise econômica está se aprofundando nos Estados Unidos
Nova ordem mundial
Pode bater a previsão do general Pazzuelo, da Saúde: Brasil vai ser campeão da vacinação; mas, peralá, não por causa dele e do presidente Bolsonaro, mas, sobretudo, graças ao SUS, maior infraestrutura pública mundial de saúde, construída pelo pensamento socialista progressista brasileiro, não pelo negacionismo reacionário bolsonarista; se dependêssemos deste, estaríamos liquidados; talvez, quem sabe, os militares, que dão sustentação ao reacionarismo bolsonarista genocida, desperte, finalmente, para o nacionalismo; afinal, nacionalismo essencial é isso: serviçal do povo, do seu bem estar e progresso nacional soberano, não rendição ao interesse americano, trumpiano, que se estropiou; Bernie Sanders, candidato do PD americano, tinha como ponto de honra de sua campanha de esquerda construir nos EUA um SUS brasileiro; perdeu eleição, mas ganhou o poder, porque Biden se volta preferencialmente para a saúde, para o social, imperativo categórico para tirar os americanos da crise.

Armamentismo fracassa

Certamente, o novo titular da Casa Branca age a contragosto, porque é um falcão da guerra, mas, agora, a natureza da guerra é outra; trata-se da guerra contra a Covid-19, que requer não armas, poder bélico e espacial, nem instalações militares espalhadas pelos cinco continentes para expor hegemonia americana mundo afora; o fundamental é investir na saúde do povo americano, que, debaixo do capitalismo americano, tem se empobrecido em grande escalada; incrível que a maior potência econômica do mundo não tenha tido nenhuma preocupação, precaução e prevenção para com a população; 500 mil mortes à vista na pandemia na terra de Tio Sam; é o fracasso completo do capitalismo como solução para a humanidade.

Puro chavão

A pregação burguesa capitalista da Liberdade, Igualdade, Fraternidade revelou-se puro chavão, sem correspondência com a realidade; palavras bonitas que ficaram na parede para decorá-la; na verdade, a lei do capital é a da propriedade privada, anti-SUS, direito individual, egoísta, puro orgulho e amor próprio; mas, na hora do vamo vê quem resolve a parada é o Estado; assim foram as primeiras medidas de Biden, que desalojou da Casa Branca o brucutu Trump; jogar dinheiro do Estado na circulação capitalista. não para exterminar pessoas, como aconteceu em Hiroxima e Nagazaki, mas para salvar vidas, eis as novas circunstâncias que obrigam o poder americano a investir no social, os capitalistas americanos jamais fizeram e nunca farão; que a Covid-19 marque com ferro e fogo a anti-consciência capitalista com essa verdade insofismável.

Mudança de rumo

A luta política, essencialmente luta ideológica, como diz Glauber Rocha; o capitalismo mata na pandemia porque o lucro é a prioridade, não a vida;  portanto, no século 21, pós-pandemia, o Estado deixa de ser comitê executivo da burguesia, como Marx dizia ser ele, para se transformar em sustentáculo do interesse público; Biden joga com as circunstâncias contraditórias impostas pelo capital derrotado na pandemia; a nova realidade exige a visão social, para garantir retomada da economia, paralisada pelo neoliberalismo, somado à avalanche do vírus; nova ordem em cena na pátria do capital e da guerra; a maior potência militarista do mundo se vê incapaz de resolver, com as armas,  a parada imposta pelo inimigo: o novo coronavírus; inverte-se a equação: capitalismo no chão; socialismo, a salvação.
Biden reconhece que crise econômica está se aprofundando nos Estados Unidos
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Biden reconhece que crise econômica está se aprofundando nos Estados Unidos

Holocausto bolsonarista institucional programado

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Genocídio de caso pensado

Causa escândalo mundial estudo da USP, divulgado pelo El País, relacionando todas as medidas decretadas pelo governo Bolsonaro, objetivando não acelerar combate mas atrasar providências de combate à Covid-19; foi de caso pensado tais ações para acelerar disseminação do vírus, no entendimento de que assim procedendo ocorreria contagio de rebanho, positivo para a economia; a prioridade máxima foi dada não a salvação de vidas, mas a aceleração de mortes em nome da preservação das atividades econômicas; o confronto do presidente com governadores, autorizados pelo STF, a exercerem soberania federativa, no enfrentamento, da pandemia, seguindo métodos científicos e sanitários, foram, fanaticamente, combatidos pelo presidente, dominado pelo espírito fundamentalista, negacionista diante da expansão virótica.
O governo atuou criminosamente mediante “estratégia institucional de propagação do vírus”, segundo boletim “Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil”, preparado pelo Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (CEPEDISA) da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e a Conectas Direitos Humanos, uma das mais respeitadas organizações de justiça da América Latina, dedicada a coletar e esmiuçar as normas federais e estaduais relativas ao novo coronavírus.
Bolsonaro, segundo estudo, induziu a sociedade aos procedimentos inadequados diante da pandemia, o que acelerou contágios e transmissão da doença; desse modo, ampliou número de mortes que poderiam ter sido evitadas, se fossem seguidas as recomendações científicas e sanitárias; do estudo, amplamente, documentado, denota-se, claramente intensão governamental de acelerar contágio e disseminação da pandemia, enquanto os recursos que teriam de ser destinados ao combate ao vírus ficaram retidos na burocracia estatal.

Crime contra humanidade

Paralelamente, ocorreram barbaridades gritantes, como a não tomada de decisão para salvar vidas, com compras de vacinas e equipamentos, como agulhas, seringas e, principalmente, vacinas; tanto a Sinovac, laboratório chinês, que trabalhou em parceira com o Instituto Butantã, para produzir, no Brasil, a Coronavac, como a Oxford-AstraZeneca-Fiocruz-Serum, consórcio, igualmente, destinado à produção de imunizantes, tiveram rejeitadas ofertas de vendas de vacinas ao Brasil; Bolsonaro recusou todas, argumentando serem desnecessárias tais providências, confiante de que a pandemia ia passar com o correr dos dias e das semanas.
O resultado, como se sabe, foi escalada de mortes; mais de 212 mil óbitos, cerca de mil covas abertas diariamente, ao lado da insuficiência de atendimento nos hospitais, devido à falta de equipamentos, remédios, vacinas e pessoal qualificado para trabalhar; em nenhum momento, o governo recorreu a uma ajuda humanitária; precisou ser feitas ofertas, como a do governo venezuelano, que enviou oxigênio a Manaus, bem como, também, o governo chinês, que se dispôs a ajudar no que for preciso; sequer agradeceu ao presidente Maduro, bem como não deu resposta ao chineses; ao contrário, menosprezou vacina chinesa e apostou na oferta errada.
No momento do sufoco teve que voltar atrás e rever posições, cujas consequências redundam em prejuízos e mortes de brasileiros e brasileiras; Bolsonaro, totalmente, imprevidente, creditou as mortes ao acaso e culpou os mortos por não ter feito prevenção precoce por meio do remédio que recomendou, como a cloroquina, desconsiderada pela ciência e institutos nacionais e internacionais, especialmente, pela OMS; enfim, do relatório da USP, divulgado pelo EL PAÍS, da Espanha, evidencia denúncia gravíssima, que dá respaldo às acusações de que Bolsonaro atuou, praticamente, como criminoso de guerra; atuou, de caso pensado, estrategicamente, para disseminar a covid-19, graças à insensatez completa no exercício do cargo de presidente da República; em de ser o bombeiro, atuou como incendiário; produziu holocausto programado; um crime contra a humanidade.

Biden inicia nova guerra fria contra Putin

Silêncio de Putin sobre vitória de Biden prenuncia anos tensos à frente - Jornal O Globo

Terrorista Hillary em cena

A primeira jogada política internacional do novo presidente Biden é a estocada dele em Putin; quem anunciou a nova agressividade política do império americano é nada mais nada menos que Hillary Clinton, terrorista internacional, que mandou executar Kadafhi e se deliciou com o martírio dele em praça pública; que disse Hilary, na véspera da posse? Soltou o mais novo fake norte-americano; Putin estaria por trás da invasão do Capitólio, associado a Trump; nova guerra fria de Biden contra Putin; essa tensão se esticará nos próximos meses, na geopolítica internacional; a Casa Branca, como denota Hillary, de dentro do poder Biden, dada sua influência no Partido Democrata, inaugura novo estilo; considera decididamente Putin como espião dentro do império americano; deixa no ar que a resposta é ampliar guerra entre as duas partes; entra em cena em plena pandemia nova guerra fria; o calor da discussão faria esfriar a fogueira maior, mais ardente, da guerra contra o vírus, que mobiliza população mundial? A propensão à guerra é pura pulsão de morte que Tio Sam trás em si, intrinsecamente; depois de falar o blá, blá, blá da panaceia americana da democracia, que saiu dos trilhos durante a eleição americana que rachou o país, Biden encerra seu discurso pedindo a Deus que proteja as tropas americanas espalhadas pelo mundo em mais de 180 bases militares; a essência de Tio Sam continua sendo a guerra. Tudo o mais expresso no cenário suntuoso da posse sem presença do povo é marginal.

Maia põe Xi Jiping na sucessão da Câmara

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Maia joga no vácuo

Rápido no gatilho, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, jogou o chefe do governo chinês, Xi Jiping, no quente debate sobre sucessão na Câmara; na verdade, ele aproveitou o vácuo político deixado por Bolsonaro, que, há tempo, tem inviabilizado relações saudáveis entre Brasil e China, dadas suas preferências ideológicas por Donald Trump, que já está fora do páreo no poder mundial; tudo, no momento, gira em torno da vacina chinesa, coronavac, aplicada nos brasileiros e brasileiras em todo o país; nesse tempo todo que antecedeu a chegada da coronavac, Bolsonaro cuida de desacreditar o produto chinês; previu que nascerá jacaré por todos os lados, se as pessoas usarem a vacina de Xi Jiping; apesar dessa brincadeira de mal gosto e profundamente anti-diplomática, o governador de São Paulo, João Dória, faturou a brincadeira; contratou com antecedência a vacina que os chineses desenvolveram com o Butantã; saboreia, nesse instante, vitória política sobre presidente capitão, que imaginou não precisar de Xi Jiping, depois que a vacina chegasse e fosse consumida; pelo contrário, o instituto Butantã, parceiro da China, na produção da coronavac, continuará, pelos próximos meses, quiçá, anos, dependente dos insumos chineses para fabricação do produto.

Prontidão de Jiping

Para piorar, as negociações de Bolsonaro com a Oxford, para desenvolver a vacina no Brasil, por meio do Instituto Fiocruz, não estão dando certo; afinal, a Índia, onde a vacina Oxford-Estrazeneca, é fabricada, dá preferência não para o Brasil, mas, primeiro, para a população indiana; segundo, para os parceiros da Índia, países limítrofes; para o Brasil, o produto vai chegar mais tarde, se chegar; assim, Rodrigo Maia, vendo que Bolsonaro entrou pelo cano e está no mato sem cachorro, depois de levar sova política do governador paulista, acelerou contato com os chineses, em Brasília; mandou, ontem, pela embaixada chinesa , na capital, carta para Xi Jiping, solicitando ajuda; o chefe político chinês se prontificou na hora; coloca à disposição do Brasil, primeiramente, para atender a Amazônia/Manaus, tanto os insumos que forem necessários, como, também, créditos, que, certamente, virão do banco de desenvolvimento dos BRICs, com o qual Bolsonaro se indispôs, para ficar bem na fita com Trump; agora, recebe chumbo nas asas; precisa de intermediação política para tratar com Xi Jiping; caso contrário, não terá em território nacional os insumos chineses; o presidente ficou, dessa forma, nas mãos dos seus dois principais adversários: Dória e Maia; ambos cultivam excelentes relações com embaixada chinesa; acertaram o com o embaixador da China todas as providências necessárias para atender o Brasil à revelia do presidente brasileiro.

Troco diplomático

O embaixador, nessa hora, dá o troco, tanto em Bolsonaro, como nos seus filhos, que, nos últimos meses, tem fuzilado a China, para atender o presidente Trump, sem exigir nenhuma reciprocidade; puro puxa-saquismo; as iniciativas, tanto de Dória, que se revelaram sucesso, como a de Maia, igualmente, produtivas, nessa hora crítica, fortalecem as articulações políticas do presidente da Câmara, na disputa pela presidência da Casa contra candidato de Bolsonaro; para piorar a situação do presidente capitão, o vice dele, o general Mourão já deita falação contrária à gestão do governo, no enfrentamento à pandemia, sob comando do ministro da Saúde, general Pazzuelo, mentiroso e trapalhão total; no momento em que cresce movimento social popular pelo impeachment do presidente, acusado de genocídio, por não ter tomado providências a tempo e a hora, para conter o número de mortos, que já ultrapassam 210 mil pessoas, fica suja a imagem de Bolsonaro; verifica-se completa dependência dele do chefe de Estado chinês; ao mesmo tempo, cresce o tititi nos bastidores da burguesia nacional que é altamente inconveniente para os interesses do Brasil o comportamento do chefe do governo brasileiro diante do maior cliente do país em relação as exportações.

Agronegócio apavorado

O agronegócio, que representa maior parcela do PIB, atualmente, poderia sair muito prejudicado, se se atrasa chegada dos insumos para fabricar vacina; haveria reflexo direto nas expectativas econômicas, para os próximos meses; a bancada chinesa, no Congresso, ou melhor a bancada do agronegócio, que se identifica com a China, vira anti-bolsonarista, nesse momento; afinal, vê seus interesses escorregar pelo ralo, caso não haja retratação do presidente em sua agressividade diplomática; Nesse contexto, indubitavelmente, sai fortalecida a ação política de Rodrigo Maia na disputa pela presidência da Câmara com seu candidato o deputado mineiro do MDB, Baleia Rossi; Maia, homem confiável da burguesia nacional para minimizar os estragos provocados por Bolsonaro na relação com o parceiro comercial mais importante do país, esfrega, contente, as mãos por uma vitória de sua sagacidade política; também, pudera, assessorado pelo terraplanista Ernesto Araújo, chanceler trapalhão, sem noção, o presidente capitão só poderia estar onde está: atolado no brejo.