Temer vira refém dos militares. Provocadores da CIA em cena?

O chefe do gabinete militar do governo Temer, general Etchegoyen, conhecido linha dura do Exército, passou a dar as cartas no governo Temer, extremamente fraco incapaz de suportar, sozinho, chuvas e trovoadas que o ameaçam

O presidente Temer está no pau da goiaba.

A semana foi péssima para ele.

A manifestação popular enterrou-o de vez, depois que suas raízes ficaram frouxas na terra com a greve geral.

A prova é que, no Congresso, acelerou-se eleição indireta, objetivo central das elites, antes que as diretas já ganhem corpo e se tornem irresistíveis.

Temer, no Planalto, acelera as diretas.

Sair com ele o mais rápido possível favorece as indiretas.

Mas, a “bagunça”, assim interpretada pelas forças de direita, na Esplanada criou fato novo.

Verificaram-se fatores obscuros de perturbação no interior do movimento popular de contestação ao modelo neoliberal recessivo que produz desemprego em massa e inviabiliza retomada sustentável do desenvolvimento.

As investigações da própria polícia dão conta de que houve infiltrações de elementos estranhos, muito estranhos.

Testemunhas oculares relatam que os bagunceiros eram diferenciados: fortes, musculosos, violentos, a famosa gente da pesada, disposta a tudo, sem medo de prisões etc.

Para começo de conversa, tais elementos não eram manifestantes, mas agitadores.

A realidade está farta dessas provocações pelo mundo afora, no compasso da crise do capitalismo que perdeu capacidade de gerar emprego e desenvolvimento sustentável, mas, apenas, instabilidade e volatilidade financeira especulativa.

Governos legítimos se sentem ameaçados por tais volatilidades.

Imaginem, então, os ilegítimos!

Cria-se estado de agitação incontrolável para justificar ações de radicalização das forças de segurança contra o que elas consideram inimigos da democracia.

Na Venezuela, isto acontece; na Síria, também.

A chamada Primavera Árabe, que configurou rebelião contra as elites dos sheiks do petróleo, foi armada, como se sabe, hoje, pelos próprios sheiks, junto com infiltrados e espiões da CIA etc.

O governo mundial, como denuncia o ex-presidente iraniano, Ahamadinejad, cuida de articular o poder à moda dos seus interesses e objetivos.

O Brasil estaria fora dessa conjuração global?

Não estaria ocorrendo, também, essa armação no Brasil, onde governo golpista tenta se segurar, com apoio americano, que, como se sabe, espionou à larga o governo Dilma, a Petrobrás, assim como agiram tais espiões contra diversos outros governos, inclusive, o de Ângela Merkel, na Alemanha etc?

As contradições estão acirradas.

A permanência de Temer favorece as diretas já, mobilizações de ruas etc, resistência às medidas neoliberais impopulares cujos resultados beneficiam interesses que se armam em torno do governo mundial.

Certo ou errado?

Abstrato ou concreto?

Independente de tais pressuposições o fato é que as Diretas JÁ engrossando em todo o País, representam, como aconteceu em Brasília, campo farto para os agitadores, mercenários etc.

Teria havido ou não ações preconcebidas para criar o tumulto na Esplanada dos Ministérios, que levou Temer, induzido pelo chefe militar do Planalto, a convocar Forças Armadas, produzindo divisões entre essas, mesmas, sobre a conveniência ou não das tropas, na rua?

Temer no Planalto virou sinônimo de insegurança.

Mas, é justamente essa insegurança que produz reações populares que os grupos mercenários precisam para justificar sua ação suja, violenta, desagregadora, em nome dos interesses que defendem, isto é, expansão da instabilidade que ameaça democracia.

Eis, portanto, a nova conjuntura, criada pela mobilização social contra o governo neoliberal que, na prática, deixou de governar, responsável pela entrada dos militares em cena, para agir como polícia, inconstitucionalmente.

Enfim, eleições diretas ou indiretas?

A continuidade de Temer favorece, relativamente, os defensores de ambas, dependendo do ângulo que se observa.

Sem apoio popular, repudiado pelas pesquisas e, agora, sem base, no Congresso, para aprovar as medidas neoliberais defendidas pelo mercado financeiro especulativo, Temer virou fator de instabilidade nacional.

A contradição Temer, produtor de volatilidades política e econômica violentas, adentrou-se, nessa semana, aos quarteis.

Diretas Já desespera mídia golpista 

Bancarrota política de Temer acelera liquidação do Brasil na especulação

HUMMM, QUE MERDA, VAI EXPLODIR!

O Valor/Globo, linha de frente do golpe antidemocrático em queda pelas tabelas, diz que os espertos e pragmáticos estão correndo para comprar na baixa ações das empresas brasileiras. Outro dia, o Jornal Nacional, num surto de euforia vazia, disse que com a recuperação da economia, oxigenada por Meirelles e Cia Ltda, os empresários descobriram uma fonte segura de capital de giro: a bolsa. Empresas de pequeno porte, sem falar nas grandes, estavam seguindo recomendações dos trades. Tentavam lançar parte do capital na bolsa, para ampliar seu negócio. Joesley Safadão entrou em cena com sua delação e jogou tudo aos ares. Resultado: o preço das ações das empresas está ladeira abaixo. Os especuladores têm diante de si a fragilidade dos empresários mais fracos, dependentes de poupança para girar folhas de pagamentos, no final de mês etc, comprar matérias primas etc. O que faz o leopardo diante do veadinho com a perna quebrada, na savana africana? Leva para casa para tratar dos ferimentos do coitadinho? Quem falou que não existe almoço grátis? Eis em que virou o Brasil, sob efeitos do golpe político, midiático, jurídico, que tirou presidenta eleita por 54 milhões de votos para colocar no lugar um aventureiro cercado de espertos neoliberais vendilhões da pátria. Os banqueiros vão ficar com as empresas endividadas. Como o negócio deles não é produção, não é distribuição, não é circulação/troca, nem consumo, mas, sim, pura especulação, contratarão agentes em Wall Street para liquidar o estoque de empresas falidas disponíveis. Tentarão fazer dinheiro rapidamente para ir liquidar o restante possível do patrimônio nacional. O interesse dos capitalistas estrangeiros intensifica-se, principalmente, sabendo que terão pela frente leis trabalhistas que jogam o custo de produção para baixo e uma previdência social nova que vai liquidar as dívidas dos caloteiros para com ela, formalizarem novo contrato social. O contrato do leopardo com o veadinho. O problema será redução da renda disponível para consumo. Quem vai investir para produzir, distribuir e circular mercadoria, se o consumo entra em colapso? Os economistas neoliberais, puros Robison Crusoe, como diz Marx, nos Grundrisses, acreditam na autonomia do consumo, apartado do movimento real da economia. Para eles, a partir das condições de temperatura e pressão estabelecidas por eles mesmos, é possível equilibrar produção, distribuição e circulação, mantendo os consumidores no exterior da realidade concreta. Acreditam que o congelamento do consumo/gastos públicos por vinte anos permitirá a organização das outras três determinações do capital, intrinsecamente, relacionadas entre si, num todo orgânico. O resultado à vista dispensa comentários: bancarrota da economia, da renda, do emprego, do consumo, da arrecadação e dos investimentos. Frente à crise política que implodiu, o desconcerto econômico entrou em volatilidade total. Meirelles está ficando louco. Fala pelos cotovelos. Tenta passar a ideia de que é o novo presidente ao bradar que seja quem for o novo titular do Planalto – talvez ele, quem sabe? – , suas receitas neoliberais economicamente suicidas para os brasileiros, continuarão intactas, imexíveis, como se a conjuntura criada pelo golpe, que afeta a produção, fosse algo a-histórico, que rola ao largo da realidade. Os políticos da base governista, bem mais realistas que os economistas, que viajam na maionese, já anteveem derrotas eleitorais, se continuarem ao lado de Temer. O bafafá, ontem, nas comissões e nos plenários da Câmara e do Senado, mostrou o vulcão em convulsão.

Meirelles, em pânico, teme corrida bancária

MEIRELLES HOJE EM SÃO PAULO
– Fiquem calmos, minha gente. Senta que o leão é manso

Meirelles é o maior torcedor para que Temer caia fora logo.

A permanência do presidente passou a atrapalhar o jogo dele.

Mais algumas semanas, com Temer, no Planalto, o mercado, rebelde, especulador etc, pode provocar corrida bancária.

Os fundos de previdência estão desvalorizando-se aceleradamente com a prorrogação da decisão da reforma previdenciária.

Os bancos começam a puxar os cabelos.

Os demais fundos públicos e privados tendem a se esvaziar.

Aumenta pressão adicional para remover congelamento de gastos, que enforca fontes de recursos governamentais para os setores sociais como precondição para ajuntar dinheiro necessário ao pagamento de juros e amortizações da dívida aos bancos.

Se acaba capacidade de Temer de articular maioria congressista para tocar as contrarreformas da previdência e trabalhista, acaba, também, a utilidade do governo para o mercado financeiro.

Afinal, o mercado só pensa na privatização do SUS, que será acelerada com a aprovação da contrarreforma previdenciária.

Temer amarra pés e mãos de Henrique Meirelles e seu programa de ajuste neoliberal.

A instabilidade do mercado de câmbio e juros, produzida pela remoção da possibilidade de as contrarreformas serem aprovadas, provavelmente, esse ano, desestabiliza, completamente, as forças produtivas.

As trocas comerciais, a distribuição das mercadorias, sua produção e o consumo, entram em processo de anarquia, se o mercado seguir em estresse em face da crise política que, com Temer num beco sem saída, amplia a recessão e o desemprego.

O Meirelles, no meio dos empresários, hoje, em São Paulo, era a própria imagem da desolação.

Se nega a falar do futuro imediato da economia, porque não tem elementos para tal; não há luz no fim do túnel.

Torce, apenas, para que o presidente renuncie e seja instalada logo no Congresso eleição indireta para se tentar sair da crise controlada pelas elites contrárias ao movimento das diretas já que, se vitorioso, removem-nas do cenário político nacional.

Temer, no entanto, tenta esticar as cordas.

Evitou que amanhã o STF julgue pedido dele de suspensão do inquérito.

Se os ministros julgassem pertinente não suspender o inquérito o jogo estaria encerrado para o presidente ilegítimo.

No Planalto, o chefe está acuado.

Vê, com pânico, sua base política esvaziar-se.

Sua resistência em permanecer no cargo pode levar Meirelles a um infarto, com medo de que possa a situação atual criar clima adverso que eleve a uma corrida aos depósitos bancários, em face de incertezas incontroláveis.

 

Lula-Dilma 2018

Com o fracasso total do golpe político que se esborracha na relação Temer-Joeley Safadão, os golpistas estão desqualificados do ponto de vista popular, para enfrentar diretas ou indiretas, enquanto Lula e Dilma, contra os quais os algozes não conseguem provar as acusações que armaram, mostram-se credenciados para novas lutas políticas. Dilma emerge como injustiçada. Lula consagrado nas pesquisas. Que tal essa dupla em 2018 embalada por frente cívico-militar nacionalista contra os entreguistas?

Lula e Dilma podem ou não estar juntos em 2018?

O destino está pregando uma peça nos golpistas.

Destruíram governo democrático com golpe parlamentar jurídico midiático, mas um ano depois, Dilma está viva, pronta para disputar cargo político, ao lado de Lula, bem cotado nas pesquisas, enquanto seus algozes estão, politicamente, mortos.

Vai ficando para o povão a clareza de que a presidenta foi sacaneada pelas elites incompetentes que sob modelo econômico neoliberal afunda ainda mais a economia e mantém a crise política desestabilizando completamente o país.

A desorganização e desestabilização estrutural provocada pelo governo Temer que para se manter teve que praticar o que disse que ia combater, isto é, a corrupção, ganha dimensão de catástrofe diante do próprio mercado que o apoiou.

Sem controle da situação, o governo vê os mercados variados abandonarem-no.

No plano político, os aliados viram adversários.

Querem abandoná-lo, para não irem juntos para o buraco, no momento em que todos já estão de olho nas próximas eleições.

Temer virou a Geni.

Merda geral nele.

No plano econômico, ídem.

A permanência dele no Planalto virou fator de instabilidade.

A bolsa cai e o dólar sobe incontrolavelmente.

O Banco Central tem que ficar jogando dólar das reservas cambiais para acalmar os especuladores.

Desperdiçando dinheiro que poderia estar ativando produção, distribuição, circulação/troca e consumo, bombeando capitalismo nacional.

Enquanto isso, as ações, na bolsa, vão perdendo fôlego.

Como os empresários poderão lançar ações no mercado bursátil,  se as expectativas neoliberais não estimulam investimentos, no colapso do consumo e da distribuição da riqueza?

Os jogadores querem fazer dinheiro rápido.

As forças produtivas, empresários e trabalhadores, entram em pânico.

As taxas de juros não caem e a dívida pública sobe incontrolavelmente, desestabilizando câmbio, no ambiente da economia totalmente aberta para a especulação financeira incontrolável.

Arrocho salarial produzido pelo excesso de oferta de desempregados que baixa o preço do trabalho, afeta de morte a lógica capitalista: produção, distribuição, circulação e consumo.

Os fatores cuja eficácia é requerida pela lógica do capitalismo produtivo para o funcionamento estável e relativamente equilibrado do mesmo viram de ponta a cabeça.

Resultado: as expectativas positivas não se formam e a economia entra em estagnação, quanto mais a crise política perdura, elevando o grau de incerteza sobre fatores intrínsecos ao sistema.

Quem tem condições de acalmar o monstro em ebulição no ambiente político em que o presidente perdeu capacidade de governar porque as suas bases de apoio evaporaram-se a olhos vistos?

A direita que deu o golpe não tem credibilidade para repetir a mesma estratégia que levou Temer ao Planalto porque a disfuncionalidade institucional requer continuidade dos mesmos vícios, ou seja, tem que ter um Congresso vulnerável diante da opinião pública em termos morais e éticos para manter o jogo do golpe.

Outro golpe vai levar à saudade de Temer porque o seu substituto, pelas mesmas regras que elegeu ele, terá que continuar dando golpe.

A racionalidade desse processo golpista requer agressão aos ditames democráticos, em escala crescente.

Já, já os militares podem entrar em cena, diante da bagunça produzida pelos golpistas neoliberais.

Folha freia novo golpe da Globo

 

 

 

Lula, que venceria diretas, conforme dizem pesquisas, levaria indiretas no Congresso?

A oposição venceu, pelas indiretas, a ditadura militar, com Ulisses, Tancredo, Brizola e Lula. Poderia repetir a façanha agora unindo-se de novo para derrotar inimigo mais feroz ainda das classes trabalhadores, que é o neoliberalismo golpista fascista, que vende o país a preço de banana no mercado internacional?

O ex-presidente Lula pode ou não disputar eleição indireta, pelas vias constitucionais, conforme dizem, se as diretas já, mais uma vez, não forem aprovadas, pois, dependem de emenda parlamentar, como aconteceu, na bancarrota da ditadura militar, que deu passagem à emenda Dante Oliveira?

O movimento em torno das diretas já foi fantástico e balançou o Brasil.

Ele uniu os líderes da oposição: Ulisses, Tancredo, Brizola e Lula.

Naquele momento, o candidato pule de dez era Ulisses Guimarães, que havia percorrido o país de norte a sul, de leste a oeste.

Parecia irresistível.

Mas, no plenário, a Arena, partido dos militares, resistiu, e o MDB não teve os votos suficientes para consagrar a emenda Dante.

De qualquer maneira, a ditadura caiu com as indiretas, via Tancredo, que morreu, dando passagem para Sarney, que virara dissidente do partido governista, quando viu que o barco estava afundando e a candidatura Paulo Maluf, do sistema, não tinha fôlego, embora as forças governistas fossem maioria.

Poderia repetir algo assim, agora?

Lula percorreria, como fez Ulisses, o país pregando diretas já e negociação de reformas políticas e econômicas com participação popular, não como Temer e cia ltda estão fazendo, empurrando o assunto goela abaixo da população.

Se for levada em conta realidade das pesquisas, o movimento de diretas já com Lula, para levantar as massas, como estratégia para faturar indireta, no plenário, teria ou não chances concretas de ganhar?

O povo nas ruas pelas diretas já determinarão o candidato viável das indiretas no plenário por composição de forças ainda por ser formada no jogo da pressão democrática.

O universo político partidário entraria em ebulição, como entrou no final da ditadura militar.

As rachaduras produzidas pela propensão à dissidência permitiram costuras políticas fantásticas empreendidas por Tancredo Neves.

Naquela ocasião Tancredo e ACM se transformaram em aliados!

Os dissidentes, que, agora, ensaiam deixar Temer na chuva, produziriam ou não rachas nas elites, como aconteceu no passado, para eleger Tancredo?

O político mineiro nacionalista getulista sabia perfeitamente bem que as rachaduras nas elites propiciam passagens às negociações.

Nas indiretas, ganha o conchavo.

Tancredo negociou com Deus e todo mundo, e faturou.

Lula saberia ou não fazer essa mesma lição de casa, caso seja candidato à eleição indireta?

Nada o impede de ser lançado por essa conjugação de forças que existe no abstrato, mas que na hora H, como a história do Brasil tem demonstrado, entra em metamorfose, para virar algo concreto, de modo a ajustar circunstâncias adequadas às miríades de interesses que emergem nas lutas de classes enquadradas dentro do parlamento burguês.

As elites industriais e comerciais, o chamado capitalismo produtivo, apoiaria ou não Lula, se ele conchavar legal como Tancredo conchavou?

As chances, nesse sentido, existem, porque essas elites da produção, que embarcaram no golpe, estão no mato sem cachorro, diante do congelamento neoliberal dos gastos públicos.

Jogaram, com o golpe neoliberal que as destroçam, o país na incerteza total.

Elas estão fadadas a se lascarem, porque, com o congelamento, ganham somente os banqueiros, a burguesia financeira, meramente, especulativa.

Toda a sociedade tem que sacrificar-se, para sobrar grana capaz de pagar juros e amortizações da dívida.

A bancocracia no poder dá nisso, empobrecimento geral, que afeta as forças produtivas, com a destruição da lógica intrínseca do capitalismo produtivo, dependente, para funcionar, do encadeamento lógico orgânico de produção, distribuição, circulação e consumo.

O congelamento de gastos inviabiliza renda disponível para o consumo e a produção se encrenca nos mecanismos da distribuição e da circulação, gerando contradições e impasses que inviabilizam expectativas capazes de sustentar investimentos.

A vaca está no brejo com o congelamento, que, quanto mais perdura, mais bombeia a candidatura Lula, seja pela via direta, seja indireta.

A era econômica glacial é politicamente explosiva.

Ela foi concebida para garantir a boa vida, apenas, dos banqueiros.

Toda a sociedade tem que sofrer para a bancocracia prosperar sem limites no compasso do crescimento explosivo da dívida pública ao ritmo do anatocismo criminoso, isto é, juros sobre juros, corrupção financeira sobre corrupção financeira, já condenada pelo Supremo Tribunal Federal, de acordo com a Súmula 121.

Guerra da direita na Venezuela