Coalizão cívico-militar eleitoral bolsonarista 2020

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Militares dão as cartas

A batalha eleitoral municipal já está em cena. Oposição busca união para enfrentar política econômica ultraneoliberal, deixando seu flanco impopular exposto em forma de desemprego elevado e oferta de emprego precarizado, que não sustenta a força do consumo, para puxar as forças produtivas, em meio a um mundo cheio de incertezas, espalhadas pela guerra comercial China-EUA e, agora, pelo coronavírus. O governo, por sua vez, acossado por Congresso que quer crescimento econômico e melhor circulação de dinheiro na economia, estará sob pressão, para romper a principal medida econômica governamental, o teto de gastos, que congela, por vinte anos, gastos sociais, sem os quais as atividades produtivas permanecem em banho-maria, espalhando insatisfações generalizadas, incapazes de contribuir para formação de expectativas positivas para os investimentos. Para enfrentar tais barreiras, o governo Bolsonaro ensaia abertura aos aliados para formação de governo de coalizão. É a velha forma para ganhar eleição municipal, com aliados fortes, como PMDB, DEM e PSDB. Abrir o governo a eles é fundamental. Mas, Bolsonaro se precavem com a mão militar na coordenação civil, com o general Luiz Eduardo Ramos. A armação cívico-militar neoliberal vai dar certo em ano eleitoral ou exigirá ajustes em que os estragos sociais produzidos pelo neoliberalismo de Paulo Guedes precisarão ser contidos em nome de necessária vitória eleitoral? Se o Bolsonarismo se der mal na eleição municipal, entrará ferido na batalha decisiva da eleição de 2022.

 

CASA CIVIL MILITARIZADA EM NEOGOVERNO DE COALIZÃOMDB, DEM e PSDB mexem suas pedrinhas para participar do governo…

Posted by Cesar Fonseca on Saturday, February 1, 2020

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