Fernandez adota economista brasileira de oposição a Bolsonaro

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Homofobia explícita

Está faltando alguém com autoridade para dar um freio nas exorbitâncias fundamentalistas delirantes do presidente Bolsonaro. Pô, tentar ridicularizar, sem conhecer, economista de talento, porque prestou consultoria ao Psol,  pequeno partido de esquerda, porém, aguerrido, é desrespeitar direito da minoria. Por ser minoria, não pode pensar grande? Laura Carvalho, autora de “Valsa brasileira” vira sensação na Argentina. Por isso, Bolsonaro está engasgado com ela, que lhe desperta invejas homofóbicas. Martin Guzman, futuro economista do governo peronista de Fernandez-Cristina, leu o livro de Laura, e gostou, para ira de Bolsonaro. Passa a ser a profissional brasileira protagonista no cenário político argentino, a partir do próximo dia 10, posse do novo governo. A oposição acadêmica antibolsonarista brasileira vira governo na Argentina. O debate político Brasil-Argentina tem uma brasileira do lado argentino. Guzmam vai mexer com os nervos da burguesia financeira. Proporá ao FMI renegociação da dívida. Se Washington não topar, os argentinos fortalecerão seus laços com os chineses, que querem aumentar relações com los hermanos.  Fernandez-Kirchner vai explorar, sobretudo, a geopolítica. Não se alinhará caninamente a Washington, como fez Macri – como faz Bolsonaro. Lutará pela soberania argentina no cenário político global. Bolsonaro, rendido a Trump não pode fazer isso. A homofobia dele contra Laura, portanto, será crescente.

 

 

INVEJOSO HOMOFÓBICOPrimeiro, Bolsonaro não entende pô nenhuma de economia, para criticar autora contrária as teses…

Posted by Cesar Fonseca on Saturday, December 7, 2019