Cachorro amarrado com linguiça

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Cabeças cortadas

O presidente Bolsonaro mostrou a Paulo Guedes, seu ministro da Fazenda, que ele não é mais o posto Ipiranga, referência para todas as coisas no governo comandado por militares, que, também, são passíveis de serem despachados a qualquer momento. Somente, na semana passada, 3 tiveram suas cabeças cortadas. O foco de Bolsonaro, sempre, é detonar o PT. A obsessão dele, no BNDES, dirigido por Joaquim Levy, foi remover qualquer resquício de petismo. Ele identifica malefícios petistas em qualquer ação do banco de desenvolvimento para expandir negócios do capitalismo brasileiro tanto nas fronteiras nacionais como internacionais, enquanto o PT governou o país. Embora diga que seu modelo de país seja os Estados Unidos, ele age contrariamente à estratégia dos presidentes americanos que fazem de tudo para promover as empresas de Tio Sam mundo à fora, valendo, para tanto, tudo, inclusive, operações como a Lavajato, objetivando deslocar concorrentes nacionais, para dar lugar aos brothers. Até agora não se comprovou nada de prejuízo do BNDES em sua ação internacional. Ao contrário, mobilizou capital nacional para expandir seus lucros em diversos continentes e países, entre eles, nos Estados Unidos. O Mercosul ganhou impulso por meio dos empresários brasileiros graças ao banco de desenvolvimento criado por Vargas. Em diversos outros países latino-americanos, ocorreu o mesmo, Bolívia, Venezuela, Chile, Equador, Peru, Cuba etc. Também, na África esticaram-se os braços do BNDES na promoção dos negócios brasileiros, que se saiba, sempre, gerando lucros e retornos ao caixa do tesouro nacional. O BNDES levou o nome do Brasil para todo o canto. Agiu como a Igreja Católica no tempo as Cruzadas. Do mesmo modo fizeram os ingleses, no século 19, com seus bancos, como Casa Baring, que financiou, na América do Sul, instalação das ferrovias, ampliando poder inglês de forma extensiva. Isso é o capitalismo. Agora, mesmo, com beneplácito de Tio Sam, Obama, ex-presidente, faz lobby de empresas americanas, no Brasil, especialmente, de educação etc. O negócio dos americanos são os negócios. Diplomacia comercial é a especialidade deles, herdada dos ingleses, que copiaram os holandeses, que copiaram os italianos etc, na construção do capitalismo, na sua tarefa de globalizar o capital comercial, industrial e financeiro. Nessa tarefa, são envolvidos negócios e negociatas ad infinitum. Antes de Lula, o BNDES era, apenas, um banco nacional, doméstico. Com o PT e Lula, ganhou o mundo. Bolsonaro não se conforma. O que vem do PT não presta, até a aprovação, no Congresso, da gratuidade do transporte de bagagens aéreas. Prejudica-se o consumidor, se o favorecimento a ele decorre de uma ação político parlamentar petista. A missão, portanto, do BNDES, de agora em diante, com o banqueiro privado Gustavo Montezano, é a mesma que está sendo imprimida à economia como um todo: voltar à fase colonial, desfazendo tudo que se conquistou por meio de orientação nacionalista comandada por banco nacional desenvolvimentista. Sucateia-se banco público, para abrir alas aos bancos privados, que não agem em nome do interesse público, mas, meramente, privado, é lógico. Portanto, em ação o ultraneoliberalismo bolsonariano em ritmo acelerado, em busca de caixas pretas petistas.

 

OLHA A FACA! BANQUEIRO PRIVADO NO BNDES!CACHORRO AMARRADO COM LINGUIÇA!É isso aí, minha gente, a raposa para tomar…

Posted by Cesar Fonseca on Monday, June 17, 2019

O trem atrasou, patrão