Obama abala Febraban. Agiotas em transe.

BARACK OBAMA DEIXOU BANQUEIROS COM PULGA ATRÁS DA ORELHA. TODOS COM BARBA DE MOLHO. WALL STREET MANDOU ELE PARA CRITICAR O XENOFOBISMO DA OLIGARQUIA FINANCEIRA BRASILEIRA QUE É PURO OLIGOPÓLIO QUE MASSACRA O POVO E CONDENA A ECONOMIA À PARALISIA NEOLIBERAL GLACIAL.

TETA MARAVILHOSA

Obama deu duro recado para oligarquias financeiras no Brasil que vivem de mamar na teta do governo financiando seus títulos a juros extorsivos e impondo sacrifício eterno ao povo.

Fonte de lucro inesgotável.

Alvos preferenciais dos investidores financeiros internacionais.

Muita gente quer mamar.

O ex-presidente americano falou em xenofobia e populismo.

Visou a esquerda ou a direita?

Os dois.

A xenofobia da oligarquia financeira especulativa direitista que deu o golpe na democracia está montada em forma de oligopólio.

Wall Street, com Obama de ventríloco, fala que é preciso mais concorrência no mercado de dinheiro, no Brasil, para reduzir juro.

Os banqueiros internacionais querem privatização não apenas das empresas estatais, mas dos bancos, porque todos estão, praticamente, estatizados pela dívida pública.

Sem ela, girando a juro alto e, consequentemente, enterrando a economia, morreriam de inanição.

GATOS PINGADOS BILIONÁRIOS

Somente seis gatos pingados megabilionários mandam nesse mercado, comandam o BC e impõem a política econômica do congelamento fiscal por vinte anos debaixo de rígido teto.

É o receituário neoliberal mais apropriado para os banqueiros garantirem pagamento de juros e amortizações.

Congelamento dos gastos não financeiros(sociais e econõmicos) e descongelamento dos gastos financeiros(pagamento de juros e amortizações da dívida).

A prioridade é pagar juro, povo fica para depois: 50% do orçamento geral da União vão para bancos.

O juro básico é mantido alto porque o risco do congelamento, também, é alto: ele garante o pagamento dos juros – não se sabe até quando – mas, derruba arrecadação e investimentos.

Sinaliza rota descendente de crescimento econômico sustentável.

Tudo fica, com o congelamento, insustentável.

LULA, FOGUETE ELEITORAL

O choque é inevitável.

Já tem gente dentro do governo marcando prazo para mudança na estratégia macroeconômica paralisante, senão Lula alcança 100% nas pesquisas.

Se o juro continuar alto no cenário de queda relativa e intensa da arrecadação, os banqueiros terão hora marcada para morrer, também.

Paralisia econômica, calote inevitável, como já teme Delfim.

Os banqueiros, gananciosos demais, na fase da acumulação jurista, exageraram.

Fragilizaram, com o juro alto, o sistema econômico, que só se mantém de pé, com injeção de Refis, porque a carga tributária injusta superconcentra renda nacional.

Banqueiro sangra governo no juro que sangra, por sua vez, contribuinte, com imposto regressivo.

Não sobra consumidor para a produção.

MISSÃO OBAMISTA

O que tem a ver Obama nesse contexto?

É o porta voz de Wall Street, aliada do partido democrata, desalojado do poder pelo nacionalismo norte-americano, expresso em Trump.

O nacionalismo trumpiano força juro, ainda mais, para baixo, para abater dívidas e aumentar consumo.

O mundo capitalista vive a onda mundial do juro baixo produzido pelo excesso de liquidez que o capitalismo obamista gerou.

Nesse sentido, ele salvou Trump e sua classe empresarial, tirando-os da crise: ampliou oferta de dinheiro e congelou juros.

O capitalismo sobreviveu nos últimos 9 anos graças aos juros baixos decretados pelo FED: aliviou dívida interna, dívida das famílias, das empresas.

Resultado: PIB americano cresce 3% em 2017.

Sobra, porém, muito dinheiro no caixa dos bancos americanos.

Que fazer com tanto dinheiro que se desvaloriza pela lei da oferta e da procura?

Estimativas da ONU são de que a dívida global hoje está em cerca de 800 bilhões de dólares, mas a oferta de moeda americana no mercado supera R$ 4 trilhões.

Não pode deixar esse dinheirão voltar para os Estados Unidos; trata-se de dinheiro quente, problemático, moeda podre; tem que direcioná-lo para a periferia, para o Brasil etc.

Essa reserva sem lastro, fictícia, força a porta dos tomadores; ou seja, as crises são produzidas por eles, causas que agem de fora para dentro, e não de dentro para fora, por conta de excesso do tamanho do estado, de burocracia, do tamanho da carga tributária, que recomendam privatizações etc, como destacam neoliberais de Temer.

Obama é um dos soldados do exército dos banqueiros a forçar as porteiras do estado nacional com discurso de Wall Street: aumentar competição no mercado de dinheiro, especulativo etc.

OLIGARQUIA EM ALERTA

A Federação Brasileira de Bancos – Febraban – se ouriçou.

Tem força para manter mercado só prá ela?

Obama abre guerra de oligopólios com seu discurso anti-xenofoia.

Oligarquia financeira especulativa tupiniquim é forçada a entrar na ciranda financeira global.

Está no cardápio dívida pública superior a R$ 3,5 trilhões e carquerada.

Convite tentador, irrecusável, apetitosíssimo.

O Itaú vai comprar o Citibank ou tornar sócio menor dele?

O sistema bancário nacional está assediado pelos grandes bancos internacionais; eles querem participar da farra neoliberal Temer-Meirelles.

Obama voltou para casa com gorda gorjeta da Rede Globo, serviçal de Wall Street, 400 mil dólares, por duas horas, com sorriso nos lábios e uma convicção na mente:

“Essa burguesia brasileira é burra. Eles me pagam para defender meus interesses contra os deles. Getúlio tinha razão: burrice tupiniquim subserviente. Aliás, estou lendo Vargas. Ele influenciou Roosevelt, na crise de 29, queimando café para fazer dinheiro.”

 

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