Temer, 1 ano, inimigo do Brasil, prioriza destruição nacionalista de Getúlio-Lula

Em 1 ano de entreguismo, Temer destrói os pilares do nacionalismo brasileiro(Petrobras e BNDES) que Getúlio criou e Lula ampliou, graças ao golpe político-parlamentar-jurídico-midiático antidemocrático, responsável pela paralisia econômica e desemprego monstro.

Na semana em que Temer, o ilegítimo, completou 1 ano no poder, graças ao golpe político-parlamentar-jurídico-midiático contra Dilma Rousseff-PT-Lula, articulado pelas forças antinacionalistas-entreguistas do PMDB-PSDB-partidecos penduricalhos, dois fatos comprovam as verdadeiras razões que justificam a opção antidemocrática dos golpistas, todos, evidentemente, relacionados ao essencial, ou seja, tentativa de banir o nacionalismo brasileiro: 1 – o anuncio da venda de Pasedena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás e 2 – sucateamento do BNDES em escala acelerada, mediante registro de queda de lucros assustadora, de mais de 70%. Getúlio criou a Petrobras e por ela morreu em nome do desenvolvimento nacional; também, criou o BNDES, para tocar o capitalismo tupiniquim, carente de poupança interna, para bombear as empresa nacionais, graças à força arregimentadora de capital por parte do Estado nacional. A grande mídia, porta-voz dos interesses externos, nunca gostou nem da Petrobrás nem do BNDES, por razões óbvias; ela, hoje, vincula-se ao capitalismo financeira especulativo global, de onde sua taxa de lucro é extraída, visto que as forças produtivas estão sendo destruída pelo congelamento neoliberal de gastos públicos, previsto para durar 20 anos. Qualquer empresa, seja privada, seja estatal, tem objetivo fundamental de se fincar onde há mercado. Por isso, almejam ter um pé na economia norte-americana maior mercado consumidor do mundo.

Presidente ilegítimo comemora 1 ano de entreguismo mentindo adoidado ao povo.

Os inimigos da estatal brasileira disseram que a compra de Pasedena não valeu a pena, porque o preço foi caro, um sobrepreço etc. Qualquer capitalista sabe que tem negócios e negócios. Se fosse instalada no Paraguai, Pasedena valeria o que vale estando nos Estados Unidos? O preço que se paga por algo é relativo. O que manda é o retorno. Pagar caro para entrar num bom mercado é ou não bom negócio, tendo em vista o retorno positivo? A Petrobrás, inteligentemente, governada pelo PT, botou o pé no mercado consumidor mais poderoso do planeta. Os governos anteriores ao PT, capachos do capital internacional, não tiveram essa ousadia. O que impediu que fossem ousados? O espírito vira-lata brasileiro, evidente. Claro, teve que pagar caro para entrar lá. O retorno compensou, porque os mais recentes balanços de Pasadena, sob comando da Petrobrás, apontam lucros para os acionistas. Não é isso que, no capitalismo, interessa? Por que vender o que já está dando lucro? Alguém vai se interessar por negócio que produz só prejuízo? Os resultados de uma empresa, no tempo, medida aferível do valor de mercado, são o que importa. Capitais ingleses, franceses, alemães, americanos, holandeses etc, instalados no Brasil desde tempos coloniais, vangloriam-se de estar por aqui, como fazem o mesmo por atuarem nos Estados Unidos. A Petrobras fez igual, ampliando participação em outros mercados. E quem, em grande medida, bombeou essa expansão empresarial nacionalista, bem como outras de igual dimensão, por vários continentes? Claro, o BNDES, que, também, financiou empresas privadas, como fazem os americanos, para expandi-las nos cinco continentes etc. Obama, no auge da crise global de 2008, apavorado com a debacle do Lheman Brother, responsável por abalar os pilares do colosso econômico-financeiro de Tio Sam, lamentou não possuir banco de desenvolvimento, como o BNDES brasileiro, para poder falar o que Lula – o “cara”, segundo ele – disse, isto é, que aquela crise era uma marolinha, porque podia lançar mão dos bancos públicos, para evitar o crash. Nos Estados Unidos, banco público não tem expressão; por isso, a banca americana só não foi à garra, porque o FED, ou seja, o governo, lançou mão de expansões monetárias monstras para salvá-la da bancarrota. Lula fez o que Getúlio recomendava: expansão da força estatal, para proteger tanto o capital como o trabalho, ameaçados pela crise de 2008, repeteco da crise de 1929, com muito maior poder de destruição, dada configuração do capitalismo global em outra dimensão histórica. Getúlio construiu as bases do Estado nacional e o mercado consumidor, salário mínimo, garantias constitucionais para segurança do trabalhador consumidor, sem o qual os capitalistas vão para o buraco.

Povo quer fazer reformas mas nas urnas com ampliação do poder popular nos centros de decisão, tomados de assalto pelos golpistas

Por isso, Samuel Wainer, em “Minha razão de viver”, disse que Gegê foi não apenas o pai dos trabalhadores, mas, sobretudo, a mãe dos capitalistas. O poder oligopólico midiático não deixa a população brasileira enxergar a sua própria força expressa nas políticas nacionalistas nascidas com Getúlio, dinamizadas por JK, tocadas, também, pelos militares nacionalistas e revigoradas com Lula. FHC, no interregno entreguista tucano, 1994-1998, rendido ao Consenso de Washington, foi a vergonha nacional, para felicidade dos antinacionalistas. Lula, jogando com o pensamento varguistas, usou vara de dois bicos: jogou no social e no econômico, com as forças estatais. Política de valorização do salário mínimo, grana substancial para programas sociais etc, cujo resultado foi fortalecimento do mercado interno, para gerar demanda aos capitalistas. Agora, Temer desarma as forças do Estado para inviabilizar desenvolvimento, sob aplauso do poder midiático, que abre tudo ao capital internacional: deixa o BNDES ir para o sal, acumulando prejuízos e acelera desnacionalização da Petrobras. Usou para tanto, gestores tucanos. No BNDES, a neoliberal Maria Silva, tucana de carteirinha; na Petrobras, Pedro Pullen Parente, igualmente, um tucano empedernido. Balanço Temer de um ano de antigoverno: desastre total.