Oligopólio da carne brasileira é alvo da CIA-EUA que apoiou golpe político contra Dilma/Lula/PT

O JOGO É DESTRUIR OS OLIGOPÓLIOS NACIONAIS. O golpe político abriu espaço para o assalto dos oligopólios internacionais sobre os oligopólios nacionais. O presidente Temer reage agora porque a base política da agricultura garante votos no Congresso às reformas conservadoras e entreguistas, ao contrário das bases fracas que não conseguem se articular no Parlamento para defender outro oligopólio, o do petróleo, que está sendo destroçado pelas multinacionais do óleo, graças ao trabalho da espionagem internacional, que arregimenta os vendilhões da pátria, com ajuda da polícia federal e o judiciário, instrumentos dóceis nas mãos do capital internacional.
O JOGO É DESTRUIR OS OLIGOPÓLIOS NACIONAIS.
O golpe político abriu espaço para o assalto dos oligopólios internacionais sobre os oligopólios nacionais. O presidente Temer reage agora porque a base política da agricultura garante votos no Congresso às reformas conservadoras e entreguistas, ao contrário das bases fracas que não conseguem se articular no Parlamento para defender outro oligopólio, o do petróleo, que está sendo destroçado pelas multinacionais do óleo, graças ao trabalho da espionagem internacional, que arregimenta os vendilhões da pátria, com ajuda da polícia federal e o judiciário, instrumentos dóceis nas mãos do capital internacional. Por que Temer não reage à destruição da Petrobrás mas reage à destruição do agronegócio?

O velho Marx tem razão.

O capitalismo tem o seu ciclo que se repete ininterruptamente ao longo do processo de produção capitalista: concentração, centralização, crise, destruição, pauperização.

Os mais fortes vão, inevitavelmente, comendo os mais fracos.

Vale tudo nessa luta.

Hoje, a espionagem é a grande arma dos mais fortes para continuar sua luta para engolir os mais fracos etc.

Obama botou espionagem dentro do Planalto para destruir Dilma, Lula, PT e o nacionalismo econômico florescente que possibilizou ampliação de grandes grupos econômicos nacionais, como o oligopólio da carne, por exemplo, com a ajuda do BNDES, sem falar na Petrobrás, o alvo dos oligopólios do óleo em escala global.

Obama espionou todo mundo: Merkel e outros líderes mundiais.

Trump, que fez campanha para parar guerras, por meio das quais o império prospera, agora, confirma que a luta é sangrenta, mesmo, nesse campo, denunciando que foi alvo de grampo por parte de Obama.

Quem espiona?

A CIA, claro.

Eis a maior arma de expansão do império.

Nasceu prá isso.

Está a serviço da expansão econômica e política de Tio Sam no mundo à custa do desenvolvimento, especialmente, do Estado Industrial Militar Norte-Americano, assim denominado por Eisenhower, em 1960, com ressalva de que temia tal processo, grande ameaça à democracia etc.

INGENUIDADE DOS CRÍTICOS DA CONTABILIDADE CRIATIVA NÃO SABEM O QUE DIZ. Lula e Dilma montaram os oligopólios da carne com recursos do BNDES. Os críticos ingênuos disseram que isso foi contabilidade criativa responsável pela expansão do déficit público. Estão, inconscientemente, a serviço da CIA, que, manipulando a política e o judiciário tupiniquins, destroi as bases da economia nacional.
INGENUIDADE DOS CRÍTICOS DA CONTABILIDADE CRIATIVA QUE NÃO SABEM O QUE DIZ.
Lula e Dilma montaram os oligopólios da carne com recursos do BNDES. Os críticos ingênuos disseram que isso foi contabilidade criativa responsável pela expansão do déficit público com dinheiro público subsidiado. Estão, inconscientemente, a serviço da CIA, que, manipulando a política e o judiciário tupiniquins, destroem as bases da economia nacional.

A CIA, como se sabe, treina policiais dos países capitalistas periféricos, subordinados, econômica e politicamente, aos Estados Unidos.

Segredo de Polichinelo.

A Polícia Federal brasileira abriga departamento no qual os agentes americanos circulam livremente.

Esse processo se ampliou para o judiciário brasileiro.

As denuncias e evidências de que juízes brasileiros, como é o caso famoso de Sérgio Moro, de Curitiba, o homem da Operação Lavajato, não foram desmentidas até o momento.

Policiais e juízes se uniram sob o tacão da CIA.

Esse braço da espionagem americana na periferia do capitalismo dependente não tem nada de amizade.

Sobretudo, visa preservação de interesses dos Estados Unidos, quando se veem ameaçados em seus negócios, porque, como dizem os líderes americanos, o negócio dos Estados Unidos são os negócios.

Ponto Final.

O lance da Petrobrás é isso aí.

Estão desmontando a empresa a partir da inteligência espiã americana.

Lançaram mão dos agentes nacionais para destroçar as informações da empresa, colocando-as a serviço dos interesses das empresas de petróleo dos Estados Unidos e de suas sócias pelo mundo afora para fragilizar a grande estatal criada por Getúlio Vargas, nos anos 1950 e cujo desenvolvimento sempre representou ameaça e preocupação dos concorrentes.

Blairo Magi, ministro da Agricultura, golpista da primeira hora, para derrubar Dilma, não entendeu que o oligopólio da carne brasileira que domina a cena mundial foi construído por governo nacionalista que lançou mão do BNDES, criado por Getúlio, para potencializar o agronegócio nacional. Embarcou na canoa erra, como os críticos da contabilidade criativa.
Blairo Magi, ministro da Agricultura, golpista da primeira hora, para derrubar Dilma, não entendeu que o oligopólio da carne brasileira, que domina a cena mundial, foi construído por governo nacionalista que lançou mão do BNDES, criado por Getúlio, para potencializar o agronegócio nacional. Embarcou na canoa errada, como os críticos da contabilidade criativa.

Fatiar a estatal nacional é o jogo do golpe político que derrubou a presidenta Dilma.

O presidente da Petrobrás, tucano de carteirinha, comprometido com os interesses alienígenas, está vendendo a preço de ocasião, a 5% do seu valor real, o patrimônio da estatal.

As licitações para exploração estão alijando-se interesses nacionais.

As compras de equipamentos da estatal no mercado interno, que se constitui em estratégia para fortalecer a cadeia produtiva nacional do petróleo, estão proibidas.

O grosso é feito no mercado externo, depois que privatizaram o pré sal.

Os sócios menores do capital externo, no país, como é o caso da grande mídia, são os grandes propagandistas dessa privatização.

Depois de destroçar a Petrobrás, outros alvos, facilitados pelo golpe político, estão na mira, também.

É o caso da carne brasileira.

Os grandes frigoríficos cresceram, graças ao apoio do governo Lula, por exemplo, por meio do BNDES.

O que a CIA faz?

Influi-se para destruir o BNDES, com argumento de que emprestou dinheiro subsidiado ao capital nacional, razão pela qual a economia foi para o buraco.

A contabilidade criativa que produz livros de jornalistas alienados, dizem, produziu o déficit, ao emprestar barato para as empresas crescerem.

Se não fosse isso não existiria o oligopólio da carne que atrai a ira dos concorrentes internacionais.

O jogo agora é destruir capital nacional alocado nos grandes frigoríficos, que viraram oligopólio global.

Quando o capitalismo tupiniquim amplia o seu leque para entrar e dominar a cena global, eis que entram os críticos da contabilidade criativa para dizer que os empréstimos do BNDES à produção nacional, justamente, visando a expansão econômica brasileira, são a raiz do déficit público, da desorganização econômica, da inflação etc.

Os concorrentes aplaudem esse raciocínio.

São 15 bilhões de dólares de exportações faturados anualmente por esse oligopólio, que, conforme descreve anuncio publicado, nos jornais de hoje, pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes(ABIEC) e Associação Brasileira de Proteína Animal(ABPA), está presente em 150 países na Europa, nos Estados Unidos, no Japão, na China etc.

Os importadores já estão suspendendo pedidos ao mercado brasileiro de carne; vão comprar dos americanos.

O Brasil é líder global em produção de frango, suíno e bovino.

Até 2020, a produção nacional de carne bovina deve suprir 44,5% da demanda mundial, enquanto a carne de frango terá 48,1%, e a suína, 14,2%.

O golpe político veio para facilitar tentativa de destroçar a construção desse gigante das exportações de proteínas favorecida e estimulada pelo governo do PT por meio do BNDES que os golpistas querem, agora, destruir.

carne fracaCom o mesmo propósito, propósito nacionalista, o BNDES botou grana para fabricar o grande Porto de Mariel em Cuba a partir do qual as exportações sul-americanas e de outros países, como a China, chegariam aos Estados Unidos, fortalecendo os exportadores nacionais, principalmente.

Obama acelerou o fim do bloqueio a Cuba a partir da inauguração do Porto de Mariel, alavancado por capital do BNDES lulista/getulista, que, agora, o entreguista Temer tenta anular.

Lula e Dilma ampliaram a participação das empreiteiras e indústrias nacionais no mercado internacional por meio do BNDES, tornando o país grande exportador de commodities, manufaturados e serviços.

Os serviços de espionagem estão em ação há tempos para criar ambiente capaz de parar o Brasil que tem de tudo: água, terra, sol abundante, biodiversidade infinita, produção agrícola capaz de alimentar o mundo, energia, petróleo, minerais estratégicos e industriais diligentes capazes, com apoio de governo nacionalista, como foi o de Lula/Dilma, para ganhar a concorrência internacional.

Destruir o oligopólio da carne, agora, é mais um passo do que já vem sendo dado graças ao golpe político.

O problema é que a agricultura é dominada por uma base política conservadora no Congresso que ajudou a dar o golpe e dificulta reforma política renovadora.

As contradições econômicas e políticas explodem porque, na prática, tal base é insuficiente para barrar as pretensões dos grandes concorrentes internacionais, no sentido de destruí-la, salvo se ela ancorar-se no espírito nacionalista, que, por sua vez, não combina com os propósitos entreguistas do governo golpista.

Está em curso uma arremetida extraordinária dos interesses externos para destruir a força da economia brasileira que estava, com Lula/Dilma, ganhando espaço global, jogando para escanteio os concorrentes que não dispõem das vantagens comparativas disponíveis da economia brasileira, no plano da produção e do consumo.

A tentativa de parar o Brasil, especialmente, por meio de ajuste fiscal que paralisa investimentos públicos por vinte anos, é a meta essencial dos concorrentes para fragilizar internamente o gigante, de modo a destruí-lo.

O agronegócio, que apoiou o golpe, sente, agora, a faca entrar em suas costas.