Ditadura midiática esconde rebelião estudantil e ignora ministério investigado pela Op. Lavajato

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Rebelião estudantil está

explodindo em todo o

país, mais intensamente,

no Paraná, onde mais

de 460 escolas

estão ocupadas.

 

Mas, o oligopólio midiático golpista, com a Rede Globo à frente, está calado, como se não houvesse nada.

Da mesma forma, é mantido silêncio quase total para o fato de que 15/16 ministros do governo Temer estão sob investigação do Judiciário, da Operação Lavajato.

Se fosse governo Dilma ou governo Lula, seria outra coisa, boca no trombone.

O jornalismo brasileiro está abastardado.

Muito parecido com os julgamentos e as providências do juiz Moro Savonarola.

Só se interessa por delações que envolvam Lula, petistas e que tais.

Se pinta acusação contra tucano, deixa prá lá.

A ditadura midiática está escancarada.

Tenta-se criar clima de otimismo com a economia.

Farsa.

Congelamento de gastos + redução de juros para inglês ver = nada.

 

A manipulação

é vergonhosa.

 

William Waack parece agente dos banqueiros, da CIA etc.

Coloca três pessoas para debater Previdência Social, no Globonews Painel.

Todas três com o mesmo ponto de vista, o dos bancos.

E ele força colocações dos entrevistados segundo as quais os pontos de vistas contrários são decorrentes de desonestidade intelectual.

Pasmem: isso sem ouvir a outra parte.

Não se enxerga como desonesto.

Não permite ao telespectador saber opinião que está sendo condenada sem ter direito de ser apresentada.

Fascismo!

A grande mídia está se fascistizando geral.

Não se ouve opinião alternativa na economia.

O congelamento dos gastos públicos por vinte anos, uma jabuticaba economicida neoliberal, tem a justificá-lo, apenas, a opinião oficial.

 

O fenômeno da deflação

em marcha, quanto

mais se opta pelo

congelamento, é

apresentado como

algo positivo pelos

comentaristas

econômicos vazios.

 

Não se tem a crítica da deflação, produto do estresse capitalista estrutural, decorrente, justamente, da redução dos gastos públicos.

Intensifica-se congelamento dos gastos como solução, sem explicar que opção pela deflação, como diz Keynes, é um erro eterno.

Os estudantes estão vomitando a deflação/PEC 241, mas como o poder midiático é adepto dela, simplesmente, não noticia o outro lado da notícia.

Jornalismo fascista
Jornalismo fascista

Na Era Temer, a notícia tem apenas um lado:  o lado de quem quer acabar com o capitalismo brasileiro, porque a deflação é maior inimiga do sistema capitalista.

Preocupados estão os BRICs, Rússia, China, Índia.

Sabem que a PEC 241 vai na contramão da proposição que levantaram no final de semana em Goa: aumento dos gastos públicos para combater crise capitalista global.

Se o Brasil congela os gastos públicos como solução contra inflação, a unidade das soluções, no modelo keynesiano que os BRICs abraçam, para sair da crise global, estará, então, fazendo o jogo de quem quer acabar com os BRICs, ou seja, os Estados Unidos.

O Brasil, portanto, está sendo percebido pela China, Rússia, Índia e África do Sul como aliado dos americanos, interessados no congelamento dos BRICs.

 

Temer virou

cavalo de Troia

dentro dos BRICs.

 

A cobertura jornalistica, pela grande mídia tupiniquim, foi de pobreza monumental.

Não evidenciou o óbvio: o pensamento nacionalista que embala os BRICs está sendo bombardeado pelo neoliberalismo pro-americano de Temer.

Ora, a população brasileira, somente, saberia disso, se houvesse democratização da mídia.

Como a que existe, oligopolizada, é braço de Wall Street, ligada aos especuladores do mercado financeiro, o que se tem é a ditadura midiática, que tenta manter a sociedade na mais absurda alienação.

Salva a lavoura a mídia on line, ameaçada, no entanto, pela ruína financeira, dado que, para publicidade dos seus atos, o governo reserva grana apenas para os puxa-sacos antinacionais de sempre.