Impeachment desencadeia fascismo tupinquim

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A reação fascista contra a bela Sabatella

 

mostra o interesse da burguesia nacional

 

vendida ao capital internacional de manter 

 

brasileiros na eterna dependência externa

 

 

Os ataques fascistas contra atriz Letícia Sabatella, em Curitiba, nesse domingo, demonstram que o impeachment de direita em marcha no Congresso, com pleno apoio do poder midiático, conservador antinacional, que jogou o espírito democrático pela janela, para tirar o PT do poder a qualquer custo,  representa, na prática, avanço das forças políticas obscuras empenhadas em acabar com a democracia no Brasil.

A intolerância evidenciou-se brutalmente.

Ela está, naturalmente, incensada pelo golpe político em marcha pela direita que tomou conta do Congresso, diante da impossibilidade de seus representantes, no Legislativo, chegarem ao poder nacional, conforme se comprovou nas quatro últimas eleições, duas que sufragaram Lula e duas que deram vitória a Dilma, ou seja, petistas e aliados na batalha política democrática brasileira.

O golpe antidemocrático em curso, fascista, que afastou Dilma Rousseff,  vai ficando cada vez mais evidente aos olhos do mundo civilizado.

A intolerância em Curitiba contra a bela Sabatella é a ponta do icerberg facistóide.

As forças direitistas obscuras que nunca exercitaram, no poder, políticas sociais se viram, com o PT e aliados, no governo, em xeque, politicamente.

O discurso direitista se revelou incapaz de vencer, pelo voto, as propostas de democratização política e econômica que PT e aliados propuseram para chegar ao poder.

E, uma vez nele instalado, praticaram políticas sociais distributivistas de renda capazes de identifica-los com a justiça social que a sociedade reclama avidamente faz séculos num Brasil dominado por oligarquia essencialmente antinacional e golpista desde sempre.

Consolidada essa identificação política, ficou tremendamente difícil para as forças conservadores ganharem, no voto, o poder.

Somente conseguiram, agora, alcança-lo por golpe rasteiro, pelo instituto do impeachment sem crime de responsabilidade concreto para caracterizá-lo e justifica-lo.

O golpe escandaliza o mundo democrático, evidenciando a forma antidemocrática de fazer política da direita brasileira, incapaz de dispor de proposta popular que faça a sociedade sancioná-la no poder.

O golpe de mão que se armou para retirar Dilma, ainda não concretizado e que, se concretizado, lança o Brasil numa aventura perigosa, politicamente, suicida, vai revelando seu motivo verdadeiro: impedir que Lula volte ao poder em 2018.

Trata-se de trama diabólica semelhante às artimanhas praticadas pela velha UDN golpista, que, pela boca de Carlos Lacerda, disse, na eleição de 1950, que Getúlio não poderia ser eleito; que se fosse eleito, não poderia governar e que, se tentasse governar, teria que ser derrubado.

É o que se verifica, novamente, quando se vê que Lula vai se aproximando de Getúlio, com discurso nacionalista, anticolonialista, para dar dimensão política global ao Brasil, para além da sua dimensão geográfica continental.

Os golpistas não querem que o Brasil seja uma potência agrícola, como já se desenha; não querem que seja uma potência industrial, pois tem amplas condições para isso, graças ao mercado interno poderoso, que mostrou sua dimensão com melhor distribuição da renda nacional, no período do PT e aliados no poder.

Não querem, enfim, que sejam industrializadas as matérias primas minerais e agrícolas, para que o Brasil seja a grande potência mundial no século 21.

Sem conseguir os votos necessários para governar o País, por meio da democracia, das urnas, porque não tem proposta para melhorar distribuição da renda nacional, democratizando a riqueza potencial que incomoda as grandes potências, a direita, eternamente, rendida ao capital internacional, partiu para o que lhe caracteriza, politicamente, desde sempre, o golpe.

Está em curso o golpe fascista fantasiado de impeachment sem crime de responsabilidade, que não engana o mundo, que já viu a farsa em marcha, com a ajuda de uma mídia golpista, antidemocrática, dependente das benesses do governo, para sobreviver, desde sempre.

As manifestações de domingo, em Curitiba, por um bando de fascistas pequeno burgueses, filhos da oligarquia rural e da burguesia urbana sulista, preconceituosas, racistas, incapazes de aceitar, representante de trabalhadores no poder, ganham força com o movimento de impeachment sem fato comprovado, requerido, constitucionalmente, tremenda farsa que escandaliza a democracia mundial.

Os ataques produzidos pela intolerância política no Paraná contra a atriz Letícia Sabatella, politicamente, engajada, são as vozes do obscurantismo que lutam encarniçadamente contra a democracia econômica e política, para que o País continue sendo pasto para alimentar a burguesia financeira e econômica internacional, da qual a burguesia tupinquim, fascista, intolerante, antinacional e burra, aceita ser sócia menor, configurando sua caracterísca antinacional, escravocrata e antidemocrática.

É o pior do Brasil em evidência no curso do golpe nazi-fascista fantasiado de impeachment embalado por uma mídia entreguista e antinacional.