Barack Obama dá lição a Michel Temer, estuprador da democracia brasileira

NACIONALISMO OBAMISTA CONTRASTA COM ENTREGUISMO ANTINACIONAL TEMERISTA Obama no Vietnan aposta na garantia de direitos para alcançar a estabilidade política. Temer vai na contramão: adota política econômica neoliberal que capa direitos e precariza as relações capital e trabalho, germinando campo propício à instabilidade. Quem está certo: a visão social nacionalista de Obama ou a visão antissocial neoliberal entreguista antinacionalista de Temer, que, com suas iniciativas, colocam o Brasil à venda a preço barato no mercado internacional subordinado às leis do mercado financeiro especulativo.
NACIONALISMO OBAMISTA CONTRASTA COM ENTREGUISMO ANTINACIONAL TEMERISTA
Obama no Vietnan aposta na garantia de direitos para alcançar a estabilidade política e econômica. Temer vai na contramão: adota política econômica neoliberal que capa direitos e precariza as relações capital e trabalho, germinando campo propício à instabilidade. Quem está certo: a visão social nacionalista de Obama ou a visão antissocial neoliberal entreguista antinacionalista de Temer, que, com suas iniciativas, coloca o Brasil à venda a preço barato no mercado internacional subordinado às leis do mercado financeiro especulativo, avesso, completamente, à estabilidade a partir da garantia de direitos econômicos e sociais? Diferença capital entre o capitalismo nacionalista americano e o capitalismo entreguista neoliberal tupiniquim.

 

“Garantir os direitos não é ameaça

 

para a estabilidade de um país.”

 

Essa frase do presidente Obama, no Vietnan, é um chute no saco do presidente Temer, que abraça modelo econômico neoliberal que remove direitos que inviabiliza estabilidade.

Obama quer direitos garantidos para promover estabilidade.

Temer ataca os direitos para fazer o inverso, produzir instabilidade.

Remover da Constituição as garantias orçamentárias obrigatórias para os setores essências da saúde e da educação, bem como submeter o salário mínimo à lei de mercado, como pressupostos para a retomada do crescimento, seria, na avaliação de Obama, promover a instabilidade.

Temer é o anti-Obama.

Quem está certo: Obama ou Temer em relação às garantias de direitos como fator de produção de estabilidade política.

O direito de Obama é diferente do direito de Temer.

Ambos são advogados no poder, mas a visão do país dominante em regime democrático choca-se com o conceito atrasado das periferias cujos falsos líderes democráticos se subordinam ao pensamento que elimina supremacia de direitos como fator de estabilidade, virando agentes da instabilidade. 

O programa econômico de Temer não serviria nem para a candidata do partido democrata, Hillary Clinton, nem para o candidato dos republicanos, Donalt Trump.

A primeira se revela protecionista e o segundo, nacionalista populista.

Querem os candidatos se sintonizarem com as demandas sociais em defesa de garantia dos seus direitos.

A sociedade, mostra campanha eleitoral americana, quer, cada vez mais, direitos socialmente garantidos.

Vai na contramão do governo Temer, que faz a opção preferencial pelo mercado,  agente da instabilidade ao propor supressão de direitos.

O debate político não se dá em torno de projeto de desenvolvimento, mas de adequação às exigências dos credores, do mercado financeiro.

Não se fala em projeto para o Brasil, mas se limita ao debate em torno do curtíssimo prazo: taxa de juro, de câmbio, superavit primário, lenga lenga neoliberal.

 

Acabar com Programa

 

Minha Casa Minha Vida é ou

 

não apostar na instabilidade geral?

 

 

TEMER, ESTUPRADOR DA DEMOCRACIA
TEMER, ESTUPRADOR DA DEMOCRACIA

A proposta econômica de Temer se resume numa frase:

“O Brasil está à venda.”

Virou leilão, como se viu no primeiro anuncio da desvalorização das ações do Banco do Brasil, com a destruição do fundo soberano estatal criado pelos governos petistas, para gear poupança desenvolvimentista.

Desarmou-se essa possibilidade, enquanto o dinheiro do BNDES, sai do desenvolvimento, para ser esterilizado no caixa do governo, para pagar juros e diminuir dívida.

Prioridade número um da política econômica de Temer: servir aos agiotas.

Submissão total à bancocracia.

Precarizar rapidamente as relações de capital e trabalho, destruir a legislação trabalhista e privatizar o social, especialmente, saúde e segurança, eis a palavra de ordem.

Ajuste fiscal?

Balela: superestimou-se as despesas para se gastar mais, especialmente, em ano eleitoral.

A direita não acredita no que prega para a esquerda, ou seja, austeridade em situação de recessão.

A esquerda é pura ingenuidade.

Por que Obama, em plena crise, ampliou a expansão da oferta de moeda, jogou os juros no chão e ampliou gastos, senão porque não acredita em austeridade como solução, embora dite essa receita para os outros, para os outros?

Obama sintonizou-se com o social para se equilibrar no poder.

Se fosse presidente do Brasil, teria dançado na Lei de Responsabilidade Fiscal, iniciativa americana empurrada goela abaixo do governo FHC pelo Consenso de Washington.

Enfim, o que é melhor para o Brasil, o estupro da democracia por Temer que rompe com os direitos sociais ou a pregação de Obama de que preservação de direitos não ameaça a estabilidade?

 

 

Estupro da democracia brasileira

 

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