Pauta bomba é continuar dando 45% do Orçamento Geral da União a banqueiro

A trajetória da dívida pública brasileira é explosiva. Sem desarmar essa bomba, o País entra em colapso. Não há liderança política no Brasil, como acontece na Grécia, nesse momento, para colocar o endividamento público explosivo, como principal problema da economia, que está causando a crise política. Os números e o gráfico acima não mentem. Os brasileiroa se transformam, rapidamente, em escravos do sistema financeiro, que tem, para defendê-lo, sua eficiente porta voz, a grande mídia antinacional.
A RAZÃO DO PANELAÇO CONTRA A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF ESTÁ AQUI: NÃO É POSSÍVEL GOVERNAR, APENAS, PARA OS CREDORES DO GOVERNO, ENQUANTO A SOCIEDADE É CONVOCADA A SE TRANSFORMAR EM ESCRAVA DOS BANQUEIROS. A trajetória da dívida pública brasileira é explosiva. Sem desarmar essa bomba, o País entra em colapso. Não há liderança política no Brasil, como acontece na Grécia, nesse momento, para colocar o endividamento público explosivo, como principal problema da economia, que está causando a crise política. Os números e o gráfico acima não mentem. Os brasileiros se transformam, rapidamente, em escravos do sistema financeiro, que tem, para defendê-lo, sua eficiente porta voz, a grande mídia antinacional.(Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida, dados do Tesouro Nacional)

O presidente da Câmara, Deputado Eduardo Cunha, sem dúvida, é a cabeça mais brilhante do Congresso, nesse momento. No que ele está mirando: nas eleições municipais do próximo ano, é claro. Por isso, está atraindo o plenário, em peso, para aprovar medidas populares, como o reajuste do funcionalismo. E outras providências populares estão no seu foco essencial. Se não agir nesse sentido, o povo, que elege os políticos, vão votar contra o PMDB e, evidentemente, contra o PT, no ano que vem e, também, em 2018. Essas medidas sociais que favorecem os assalariados vão prejudicar o ajuste fiscal que o vice presidente Michel Temer e o m inistro da Fazenda estão defendendo, em nome da salvação nacional? Cunha não está nem aí. A pauta bomba que coloca em cena vai deixar o governo diante da necessidade de chamar os credores para renegociar a dívida, esticando prazos e diminuindo juros, pois, caso contrário, haverá implosão financeira orçamentária. O povo não suporta a crise financeira. E o que está destruindo a economia é, justamente, a questão financeira,como os números evidenciam. O premio nobel de economia, Joseph Stiglitz, alertou: o Brasil precisa de uma reforma financeira, não, fiscal, como tenta fazer crer o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, homem do Bradesco, que acaba de comprar o HSBS, graças aos extrraordinários lucros que está obtendo com a ajuda da taxa de juros mais alta do mundo. Os juros enriquecem os bancos e empobrecem o povo. O desajuste fiscal está aí. Eduardo Cunha, de olho nos votos, aprova pauta que contraria os bancos. O PT aplaudiu; o PSDB deverá aplaudir. Temer está sendo ultrapassado por Cunha. Renan, entre Cunha e Temer, adotará que posição? O Congresso foge do ajuste fiscal como o diabo da cruz. A estrategia de Levy, descobriu Cunha, ajuda eleger a oposição. Se o presidente da Cãmara, já escalado para padecer sob ataques dos procuradores, na Operação Lavajato, insistir numa pauta antipopular, estará mais perdido, ainda. Fugir do ajuste fiscal vai se tornando questão de vida ou morte para os congressistas ameaçados pela Lavajato.
O CONGRESSO, NESSA SEMANA, APROVANDO MEDIDAS QUE CONTRARIAM O AJUSTE FISCAL, INDICA QUE NÃO VAI SACRIFICAR O POVO PARA FAVORECER MEIA DÚZIA DE AGIOTAS SANGUESSUGAS DA NAÇÃO. O presidente da Câmara, Deputado Eduardo Cunha, sem dúvida, é a cabeça mais agressiva, ousada e destemida do Congresso, nesse momento. No que ele está mirando? Nas eleições municipais do próximo ano, é claro, alvo do interesse da sua base, no Parlamento, o baixo clero. Por isso, está atraindo o plenário, em peso, para aprovar medidas populares, como o reajuste do funcionalismo. E outras providências semelhantes estão no seu foco essencial. Se não agir nesse sentido, o povo, que elege os políticos, vai votar contra o PMDB e, evidentemente, contra o PT, no ano que vem e, também, em 2018. Essas medidas sociais que favorecem os assalariados vão prejudicar o ajuste fiscal que o vice presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda estão defendendo, em nome da salvação nacional? Cunha não está nem aí. A pauta bomba que coloca em cena vai deixar o governo diante da necessidade de chamar os credores para renegociar a dívida, esticando prazos e diminuindo juros, pois, caso contrário, haverá implosão financeira orçamentária. O povo não suporta a crise financeira. E o que está destruindo a economia é, justamente, a questão financeira,como os números evidenciam. O premio nobel de economia, Joseph Stiglitz, alertou: o Brasil precisa de uma reforma financeira, não, fiscal, como tenta fazer crer o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, homem do Bradesco, que acaba de comprar o HSBS, graças aos extrraordinários lucros que está obtendo com a ajuda da taxa de juros mais alta do mundo. Os juros enriquecem os bancos e empobrecem o povo. O desajuste fiscal está aí. Eduardo Cunha, de olho nos votos, aprova pauta que contraria os bancos. O PT aplaudiu; o PSDB deverá aplaudir. Temer está sendo ultrapassado por Cunha. Renan, entre Cunha e Temer, adotará que posição? O Congresso foge do ajuste fiscal como o diabo da cruz. A estrategia de Levy, descobriu Cunha, ajuda eleger a oposição. Se o presidente da Cãmara, já escalado para padecer sob ataques dos procuradores, na Operação Lavajato, insistir numa pauta antipopular, estará mais perdido, ainda. Fugir do ajuste fiscal vai se tornando questão de vida ou morte para os congressistas ameaçados pela Lavajato.

Reviravolta

espetacular

no cenário

bombaNão há saída para a economia se não houver renegociação da dívida pública interna brasileira.

Ela está, nesse ano, consumindo quase 46% do Orçamento Geral da União(OGU).

Do total estimado do OGU, em R$ 2,8 trilhões, R$ 1,3 trilhão, aproximadamente, destina-se ao pagamento de juros e amortizações.

O restante tem que ser dividido para o resto da população.

Por isso, falta verbas para a saúde, para a educação, para os transportes, para a infraestrutura, para saneamento básico etc, etc, etc.

Essa é a pauta bomba que não deixa o País andar.

Para os banqueiros, tudo; para a população, as migalhas; o povo se transformou em escravo dos agiotas.

político:

jogando

 contra

ajuste fiscal,

bombaA crise que salta aos olhos, mas parece que não se quer enxergar, especialmente, a grande mídia, porta voz dos credores, é, puramente financeira.

O Brasil, como disse o prêmio nobel de economia, Joseph Stiglitz, dos Estados Unidos, reclama, urgentemente, reforma financeira.

Os economistas nacionais fogem do problema.

O vice-presidente da República, Michel Temer, coordenador político do governo Dilma Rousseff, jogou, ontem, a toalha: a crise é gravíssima e o ponto central é a economia, disse.

Mas, ele não toca na essência, foge do problema.

Alerta que o Congresso não deve aprovar medidas que aumentem os gastos.

Repete a Rede Globo.

Miriam Leitão, comentarista econômica da Globo, deu a dica para a fala de Temer.

Ampliar gasto público, agora, é aumentar o déficit, é jogar contra o País, diz.

Mas, que gasto, qual déficit, como qualificá-lo, sem, necessariamente, homgeneizá-lo?

deputado Eduardo

Cunha, passou

a atrair o

bombaQual a maior fonte do déficit?

Basta olhar os números do OGU.

A covardia é total: não se fala que a maior fonte do déficit é a especulação financeira com a taxa de juro.

O medo é geral de incomodar os credores.

Todo o bafafá da corrupção e seus números são fichinhas perto do que os banqueiros levam, corrompendo as finanças por meio do sistema da dívida, que investigações auditadas revelam estarem possuídas de irregularidades, ilegalidades etc e tal.

Renegociar a dívida, esticar prazos e fixar taxas de juros mais baixas: essa é a saída para enfrentar o deficit que é bombeado pela especulação.

Caso contrário, haverá explosão financeira.

Governos estaduais, prefeituras e o próprio governo federal já estão pedindo água.

Os consumidores, no cartão de crédito, idem.

próprio PT,

bem como o PMDB,

ao mesmo tempo

bombaA inadimplência se amplia incontrolavelmente.

Enquanto no mundo capitalista desenvolvido – refletindo no resto – a taxa de juro se situa na casa dos zero ou negativa, para evitar o agravamento financeiro dos governos, rendidos ao endividamento público, em decorrência da falência do modelo keynesiano, no Brasil, vigora-se a taxa mais alta do mundo.

De nada adianta apertar os salários, o consumo, destruir as rendas fixas, aumentar os preços das tarifas públicas em nome de ajuste fiscal, se tudo vai por água abaixo quando se dá uma puxada de um ponto percentual nos juros básicos, correspondente a, no mínimo, R$ 15 bilhões de gastos.

Se já foram dados sete aumentos consecutivos: mais de R$ 100 bilhões, para os credores, foram canalizados, superando, de muito, a totalidade programada do ajuste, na casa dos R$ 70 bilhões.

Conta de dona de casa.

O Congresso está sob ataque da população para que aprove medidas de cunho social, para melhorar a vida dos assalariados, como aumentos das receitas deles, erodidas pelos juros, que estão empobrecendo, em escalada, a população, destruindo seu poder de compra.

Há uma clara chantagem da grande mídia, de comentaristas neoliberais em geral, quando dizem que o perigo é os congressistas aprovarem pauta bomba, nesse segundo semestre.

em que isola

os defensores

do arrocho,

Temer e Levy.

bombaMas, que bomba?

Dar mais recursos aos aposentados, aos assalariados, canalizar mais verbas para os investimentos, tirando do orçamento, ou continuar cumprindo um roteiro suicida de pagar juros escorchantes aos agiotas que tomaram conta das finanças públicas, a partir do domínio mantido sobre os congressistas por meio de legislação eleitoral permissiva que compra os seus mandatos, condicionando-os a agirem de acordo com a banca?

Os resultados estão aí, evidenciando a destruição da economia: a indústria nacional registrou queda de quase 7% no primeiro semestre, acelerando desemprego, queda de renda, de consumo, de arrecadação, de investimento.

Enquanto a economia sofre tombos atrás de tombos, os lucros dos bancos, ao contrário, apresentam performances especutulares.

Organizados em oligopólios, que obrigam o Banco Central a praticar política monetária antidesenvolvimentista, antinacionalista, entreguista, os banqueiros sobreacumulam capital que somente pode se reproduzir, em escala ampliada, por meio da especulação e não mais por meio da produção e do consumo.

A crise política é não mais do que um mero corolário do desastre econômico.