ATACAR JURO ALTO COM RESERVAS CAMBIAIS NOS BANCOS PÚBLICOS PARA GARANTIR CRESCIMENTO-CONSUMO-ARRECADAÇÃO

FRENTE NACIONALISTA PARA GARANTIR DIÁLOGO E GOVERNABILIDADE PETISTA O Direito de Consumo precisa ser conquistado amplamente pelos mais pobres no Brasil como arma para evitar o avanço da desigualdade que a política macroeconômica levyana em curso promove. Sem a garantia do Direito de Consumo, que acelera a desigualdade social, não será possível qualquer pacto social que as forças políticas dizem ser necessário para garantir a governabilidade. A burguesia nacional não quer trabalhar porque se acostumou em garantir sua renda alta na especulação financeira. Para ela, os juros altos compensam a impossibilidade de obterem lucro na produção, ou seja, na economia da oferta, porque eles asseguram a reprodução ampliada do seu capital na atividade meramente especulativa. A radicalização conservadora que se amplia no País com a oposição pregando golpe político para desestabilizar o governo petista, que ampliou mercado interno (economia da demanda), nos últimos doze anos, é expressão do medo burguês do avanço das conquistas sociais. A burguesia, ao não construir a infraestrutura nacional, para sustentar economia da oferta (mais produção), de modo a atender a economia da demanda(mais consumo), impulsionada por governos petistas, teme a volta de Lula, em 2018. Lula, de novo, no poder exigiria, necessariamente, combate mais radical à desigualdade social. Tiraria renda dos mais ricos para canalizá-la aos mais pobres como arma de combate à inflação na tarefa de diminuir a especulação. Não interessa à burguesia a supressão da desigualdade. Afinal, é por meio do aprofundamento dela, que tem sido possível o seu sustento na preguiça, no rentismo, na especulação. Os juros mais altos do mundo praticados no Brasil representa estímulo ao não trabalho, à destruição da teoria do valor trabalho, valor que se valoriza na atividade produtiva. Se o juro proporciona lucro sem necessidade de trabalho, por que priorizar produção, trabalho, renda, consumo, arrecadação e investimento, sabendo que o jurismo inviabiliza investimento, arrecadação, consumo, renda, trabalho e produção? Lula seria afirmação da melhor distribuição da renda, do combate à desigualdade social. Representaria opção pela economia da demanda que exige juro baixo, ou seja, lucro menor para a burguesia financeira especulativa. A mentira levyana é a de que esse status quo, ou seja, ajuste fiscal que não mexe no andar de cima, mas só no de baixo, proporcionaria economia da oferta. Papo neoliberal enganador. Lula, eventualmente, preso pela Operação Lavajato, significa perigo para os especuladores que querem continuar ganhando sem trabalhar. O debate político e econômico, no ambiente da crise, não comporta mais marketing, propaganda, mentira, para ganhar eleição, como ocorreu na vitória dilmista de 2014. A genialidade mentirosa de João Santana é receita para o fracasso, de agora em diante. A propaganda é sinônimo de mentira, de enganação, que desatou a crise política em curso. A vitória publicitária eleitoral virou vitória de Pirro. Agora, é o jogo da verdade, necessário e inadiável, especialmente, quando se aprofunda crise mundial, com a guerra monetária intensificada, há duas semanas, pela decisão do governo chinês de acelerar desvalorização do yuan, para desovar estoques no mercado global, elevando a concorrência. Nesse contexto, de guerra cambial, a saída é fortalecer os trabalhadores, os mais pobres, assegurando-lhes Direito de Consumo, que economia da oferta de Levy extingue, para que enfraqueça a economia da demanda. A crise mundial se aprofunda e sem a garantia do consumo para os mais pobres, para os trabalhados que perdem direitos com o Plano Levy, as tensões sociais se aprofundarão, dificultando governabilidade petista. Frente social nacionalista governista tem que ser o jogo do poder dilmista contra o vácuo de poder que a crise política está criando, preparando caldo de cultura fascista, que, surpreendemente, prepara palavra de ordem do maior líder da oposição: FHC.
GARANTIR BARRIGA CHEIA DO POVO ELEVA O PIB E AFASTA CRISE GOLPISTA. FRENTE NACIONALISTA PARA GARANTIR DIÁLOGO E GOVERNABILIDADE DILMISTA
O Direito de Consumo precisa ser conquistado amplamente pelos mais pobres no Brasil, mediante lei específica, como arma para evitar o avanço da desigualdade que a política macroeconômica levyana em curso promove; ninguém pode morrer de fome por causa do neoliberalismo econômico fascista, que toma 45% do total do orçamento para os especuladores, enquanto todos os demais setores da sociedade(saúde, educação, segurança, infraestrutura, saneamento, transporte etc) padecem de falta de dinheiro; para os especuladores, tudo, para os trabalhadores, os juros escorchantes.
Sem a garantia do Direito de Consumo, que acelera a desigualdade social, não será possível qualquer pacto social que as forças políticas dizem ser necessário para garantir a governabilidade.
A burguesia nacional não quer trabalhar porque se acostumou em garantir sua renda alta na especulação financeira.
Para ela, os juros altos compensam a impossibilidade de obterem lucro na produção, ou seja, na economia da oferta, porque eles asseguram a reprodução ampliada do seu capital na atividade meramente especulativa.
A radicalização conservadora que se amplia no País com a oposição pregando golpe político para desestabilizar o governo petista, que ampliou mercado interno (economia da demanda), nos últimos doze anos, é expressão do medo burguês do avanço das conquistas sociais.
A burguesia, ao não construir a infraestrutura nacional, para sustentar economia da oferta (mais produção), de modo a atender a economia da demanda(mais consumo), impulsionada por governos petistas, teme a volta de Lula, em 2018.
Lula, de novo, no poder exigiria, necessariamente, combate mais radical à desigualdade social.
Tiraria renda dos mais ricos para canalizá-la aos mais pobres como arma de combate à inflação na tarefa de diminuir a especulação.
Não interessa à burguesia a supressão da desigualdade.
Afinal, é por meio do aprofundamento dela, que tem sido possível o seu sustento na preguiça, no rentismo, na especulação.
Os juros mais altos do mundo praticados no Brasil representam estímulo ao não trabalho, à destruição da teoria do valor trabalho, valor que se valoriza na atividade produtiva.
Se o juro proporciona lucro sem necessidade de trabalho, por que priorizar produção, trabalho, renda, consumo, arrecadação e investimento, sabendo que o jurismo inviabiliza investimento, arrecadação, consumo, renda, trabalho e produção?
Lula seria afirmação da demanda social por melhor distribuição da renda, do combate à desigualdade social.
Representaria opção pela economia da demanda que exige juro baixo, ou seja, mais trabalho, mais suor para a burguesia especulativa ver seu capital reproduzido de forma ampliada, terminando a mamata especulativa. 
A mentira levyana é a de que esse status quo, ou seja, ajuste fiscal que não mexe no andar de cima, mas só no de baixo, proporcionaria economia da oferta.
Papo neoliberal enganador.
Lula, eventualmente, preso pela Operação Lavajato, seria solução política ideal para a burguesia preguiçosa, especulativa, rentista, antinacionalista, que vê na volta do ex-presidente operário ao poder ameaça ao estilo conservador de reprodução ampliada de capital na mera especulação jurista. 
O debate político e econômico, no ambiente da crise, não comporta mais marketing, propaganda, mentira, para ganhar eleição, como ocorreu na vitória dilmista de 2014.
A genialidade mentirosa de João Santana é receita para o fracasso, de agora em diante; o novo contexto da luta de classe requer negociação em torno da melhor forma política para enfrentar a sobreacumulação de capital pela burguesia financeira, expressa na divisão injusta do orçamento financeiro da União, que reserva aos banqueiros 45,7% do seu total, estimado em R$ 2,8 trilhões em 2015.
A propaganda é sinônimo de mentira, de enganação, que desatou a crise política em curso.
A vitória publicitária eleitoral virou vitória de Pirro.
Agora, é o jogo da verdade, necessário e inadiável, especialmente, quando se aprofunda crise mundial, com a guerra monetária intensificada, há duas semanas, pela decisão do governo chinês de acelerar desvalorização do yuan, para desovar estoques no mercado global, elevando a concorrência.
Nesse contexto, de guerra cambial, acelerada pelos países ricos, mediante expansão monetária inflacionária,  a saída é fortalecer os trabalhadores, os mais pobres, assegurando-lhes Direito de Consumo, que economia da oferta de Levy extingue, para que enfraqueça a economia da demanda.
A crise mundial se aprofunda e sem a garantia do consumo para os mais pobres, para os trabalhadores que perdem direitos com o Plano Levy, as tensões sociais se agudizarão, dificultando governabilidade dilmista.
Frente social nacionalista governista tem que ser o jogo do poder dilmista contra o vácuo de poder que a crise política e econômica neoliberal está criando, preparando caldo de cultura fascista, que, surpreendemente, emerge com a nova palavra de ordem do maior líder da oposição: FHC.

 

O JOGO

GOLPISTA

DE FHC

 

 

Tremendo cara de pau
Tremendo cara de pau

O poder midiático capitalista global está de boca aberta com a caradura de FHC que partiu para o fascismo político, a fim de derrubar a presidenta Dilma Rousseff.

Ou renúncia ou desculpa!

Logo quem, minha gente!

O cara que comprou voto para obter a reeleição!

Não se apequene, Fernando, pediu a ele, no leito de morte, o ministro Serjão, em face dos escândalos da privataria tucana.

Serjão queria que Fernando se desculpasse.

Agora, ele dá uma de Serjão pedindo Dilma o que Serjão pediu a ele e ele não obedeceu.

Seja grande, Fernando!

Aquele que praticou o jogo da irresponsabilidade sem limites, no poder, atuando no limite da irresponsabilidade, como admitiram seus vendedores de estatais na bacia das almas(seus ministros), no jogo da pirataria, das privatizações, da tentativa de entregar a Petrobrax para os gringos, a maior empresa nacional, perdeu o senso de responsabilidade.

Cria o ex-presidente, toda vez que abre a boca, sabendo que, tranquilidamente, será manchete no poder midiático tupiniquim, condições para fortalecer os golpistas.

Entrou em choque, porém, com o capitalismo financeiro internacional.

O Financial Times e o New York Times, porta voz dos banqueiros, deram basta nesse filhote tupiniquim deles.

Consideraram exagero a palavra de ordem fernadista favorável ao impeachment.

Ele forçou a barra.

Os capitalistas internacionais temem a jogada fernandina.

Eles teriam muito a perder, pois não sabem o que resultaria da pregação irresponsável de FHC.

Ela simplesmente poderia criar o caos.

A oposição subiria ao poder com quem?

Com alguém do PSDB, que, como o PT, se sujou na permissividade antiética da lei eleitoral?

Não há nenhuma diferença entre os financiamentos de campanha, feitos pelas empresas brasileiras, envolvidas na Operação Lavajato, direcionados aos candidatos governistas e petistas.

Todos se fartaram na mesma fonte das empreiteiras, que guardam, na sua relação com os governos, a verdadeira face do poder corrupto brasileiro, desde JK, como se pode verificar no livro autobiográfico de Samuel Wainer, “Minha Razão de Viver”.

Ligado a Getúlio, a JK e Jango, ele conta tudo.

Na ditadura militar, como se pode verificar, em “A história secreta da REDE GLOBO”, de Daniel Herz, as relações espúrias do dono da Globo com os militares eram tão imundas como as mantidas por FHC e Lula e Dilma com os empreiteiros na democracia.

Uma linha une a democracia e a ditadura no Brasil por meio dos empreiteiros de obras públicas, sempre fazendo caixa para campanhas eleitorais.

São obrigados a pagar as comissões que os corruptos no governo exigem para aprovarem as obras.

A moral, a ética aí passaram longe.

As pedaladas foram praticadas por Dilma e Lula como também por FHC, como destacou Mendonça de Barros, no Globo News Painel, no último domingo.

Quando era presidente do BNDES, emprestou para as multis, a fim de barato as empresas estatais etc.

FHC somente teria moral para exigir de Dilma desculpa se ele tivesse a coragem e a honradez de fazer o mesmo.

Com uma diferença a favor de Dilma: ele entregou o patrimônio nacional; Dilma, não.