Plano Levy implode no Paraná tucano

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O fato político no Paraná ontem foi impressionante. A grande mídia desconheceu-o totalmente. Os sites do Globo, do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo etc se lixaram. No Jornal Nacional da Rede Globo foi uma vergonha completa. Wilham Bonner apresentou apenas as manifestações dentro da Assembleia sem descrever o que estava acontecendo. Tudo muito rápido. Nem repórter apresentou a informação.  Misturou as imagens de Curitiba com as manifestações em Caracas. Não qualificou nada. Hoje, nas primeiras páginas dos jornais desse pessoal não se encontra nada. E o que aconteceu foi gravíssimo, como se pode perceber pelas fotos. As massas se rebelaram contra o pacote fiscal tucano do governador Roberto Richa, que apertava o pescoço dos servidores, tomando-lhes renda disponível para o consumo em nome de austeridade econômica. Embrulhou tudo num pacotão e determinou que a Assembléia examinasse de uma pancada só, sem discussão por meio de comissões. Um escândalo anti-democrático. A maioria dos parlamentares governisas, em número de 34, tentou obedecer ao governador, que ficou de prontidão no Palácio do Iguaçu, na expectativa sobre o que iria acontecer. Pensava que iria dar certo, que conseguiria aprovação do arrocho, tal qual o arrocho que Joaquim Levy tenta impor ao povo brasileiro, encaminhando medidas ao Congresso, sem maiores debates com a sociedade, sequer dentro do governo, reunindo os 39 ministros etc. Deu xabu. Para começar, os 34 parlamentares governistas tiveram que chegar à Assembleia de camburão da polícia militar!!! Vexame. Foi um dia histórico de lutas. A reação popular deixou claro: o povo brasileiro dificilmente engolirá arrocho fiscal para salvar as finanças públicas, dominadas pelos interesses dos credores, expressas em divisões injustas no contexto orçamentário, sem amplas discussões no parlamento, para ver quem vai pagar a conta, se o assalariado, se o capital especulativo, agiota, que está concentrando absurdamente a renda no Brasil etc. O que se viu em Curitiba ontem foi um ensaio geral do que poderia acontecer se Aécio Neves tivesse ganhado a eleição e tentado empurrar goela abaixo do povo um pacotaço fiscal como o tucano Richa, aliado de Aécio, buscou fazer. Foi uma estrondosa derrota imposta pela mobilização popular. Talvez não se tenha visto tamanha reação no Brasil durante a Nova República, nessas três décadas de democracia. Uma vergonha total para o anti-jornalismo praticado pela grande mídia tupiniquim, demonstrando, realmente, a necessidade de democratização dos meios de comunicação no País, por meio de uma nova legislação a ser aprovada no Congresso. Os congressistas, em Brasília, que coloquem as barbas de molho. O que aconteceu no Paraná pode se repetir no Brasil inteiro, se os governos mandarem para as Assembleias medidas semelhantes às que Richa tentou empurrar sobre a população paranaense. O Paraná decretou o fim do Plano Levy. E o ministro chicago boy que se cuide, se falar as bobagens que falou essa semana, de que não negociará no Congresso as medidas que propóe e que elas serão aplicadas queiram ou não os congressistas. Isso já seria suficiente para a presidenta Dilma mandá-lo passear. Depois do que aconteceu em Curitiba, que a mídia tupiniquim oligopolizada escondeu, para tentar evitar o colapso mais acelerado do Plano Levy, adequado aos interesses dos rentistas, dos especuladores, dos lavadores de dinheiro, dos agiotas, sem entrar em discussão, sem apresentar os fatos, sem fazer reportagem decente e honesta, o governo Dilma Rousseff que se cuide. Curitiba ontem parecia Atenas sob comando do radical Siriza, encabeçado por Tsipras. Aparvorados, os deputados paranaenses mandaram de volta o projeto para Richa e a maioria governista dissolveu-se como fumaça no ar.

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