Práticas da CIA no Jornal da Globo

 

Prática do jornalismo desonesto e manipulador coloca William Waack como praticante das ações da CIA, na tarefa de apresentar notícias falsas sobre o desempenho da maior empresa nacional e da América do Sul, que garante o avanço da industrialização brasileira e contribui, decisivamente, com a integração econômica latino-americana. Isso é tudo que Washington não deseja que aconteça, razão pela qual
Exercício do jornalismo desonesto e manipulador coloca William Waack como praticante das ações da CIA, na tarefa de apresentar notícias falsas sobre o desempenho da maior empresa nacional e da América do Sul, que garante o avanço da industrialização brasileira e contribui, decisivamente, com a integração econômica latino-americana. Isso é tudo que os adversários do nacionalismo não desejam. Está claro demais de que lado Waack está com o jornalismo falso que anda praticando.

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O economista José Carlos de Assis considera William Waack e Carlos Alberto Sardenberg tremendos charlatães, empenhados em manipular informações, praticando jornalismo desonesto, dessintonizado da realidade, ao realizar economia de botequim ao comparar dívida da Petrobras com seu valor de mercado, para concluírem que a estatal do petróleo brasileira está falida.

Ignorância ou má fé?

Os jornalistas(?) William Wacck e Carlos Sardenberg adotaram práticas de desvirtuamento dos fatos, para vender noticiário tendencioso, algo nazi-fascista, bem na linha da CIA, pródiga em criar situações para confundir as pessoas no sentido de atraí-las, com falsos argumentos, de modo a obter delas consentimento para suas teses.

O que fizeram William Waack e Sardenberg?

Algo, essencialmente, desonesto: disseram que a Petrobras está falida porque as dívidas dela estão maiores do que o valor de mercado da empresa.

O economista José Carlos de Assis desmoralizou-os.

Destacou Assis em artigo no site Carta Maior:

“Valor de mercado não mede valor de empresa; é simplesmente um indicador de solvência de ações num dia no ambiente ultra-especulativo de bolsas de valores.”

“O que mede o valor real de uma empresa é seu patrimônio comparado com seu endividamento.”

“As dívidas que a Petrobras contraiu para suas atividades produtivas, notadamente do pré-sal, são muitíssimo inferiores a seu patrimônio, no qual se incluem bilhões de barris medidos de óleo do pré-sal. “

Assis considera que, no ambiente da Globo, empenhada em atuar tendenciosamente com seu noticiário, William e Sardenberg, “no afã denegrir o Governo, o que está perfeitamente dentro de suas prerrogativas de imprensa livre,  passaram a atacar o Estado brasileiro, o que sugere crime de lesa-pátria”.

O Jornal da Globo, nesse sentido ultrapassou, na terça feira, “todos os limites da manipulação no sentido de execrar com a Petrobras através de uma análise distorcida de fatos e estatística”.

“Praticaram ambos puro charlatanismo, destacou, produzindo economia de botequim, violação das mais elementares regras de jornalismo sério.

Não é a CIA que se notabiliza em agir manipulando fatos e construindo versões capazes de fazer valer seus argumentos, que escondem interesses inconfessáveis, relacionados à disposição golpista, de desestabilização de regimes políticos, especialmente, se suas ações contrariam interesses americanos?

William Waack vai confirmando desconfianças generalizadas que abundam a consciência social no sentido de que a Rede Globo deixou há muito tempo de fazer jornalismo, para apenas criar clima de desestabilização de governos cujas diretrizes contrariam os interesses aos quais ela está vinculada, especialmente, os interesses americanos e do grande capital financeiro especulativo internacional.

A cruzada contra a Petrobras se evidencia, claramente, com os argumentos levantados por Assis de denúncia de jornalismo desonesto praticado pela emissora, representada por profissionais inescrupulosos como Waack e Sardenberg.

Sardenberg, por exemplo, parece não apenas empenhado em construir falsos argumentos para tentar fazer crer que a Petrobras se encontra falida, mas que também deverá ser conduzida por outro presidente, cujo nome chutou, especulativamente.

Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, no Governo Lula, pessoa da estrita confiança da banca internacional, seria, especulou Sardenberg, o próximo presidente da Petrobras.

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Garoto propaganda dos especuladores que jogam para destruir a Petrobras com argumentos falaciosos na tentativa de comparar banana com laranja relativamente ao valor da empresa estatal. Está, entre um comentário e outro, defendendo Henrique Meirelles, para substituir Graça Foster na Petrobras. Tremendo cavalo de Troia, para levar à mudança da política do regime de partilha para o de concessão, pregado pelos investidores internacionais. Joga o comentarista(?) em favor dos detentores de moedas especulativas, decorrentes das expansões monetárias praticadas pelos Estados Unidos e Europa, para valorizar moedas dos outros, a fim de tomarem seus mercados. É o velho jogo da dominação colonial por meio do artificialismo cambial. Vendilhão da pátria.

Meirelles faria a faxina geral na empresa, a fim de prepará-la para cumprir a defesa do interesse do capital internacional, vocalizada por Waack e Sardenberg: decretar o fim do regime de partilha de óleo descoberto no país que concede à Petrobras direito de participar da exploração de 100% do que descobre e de 30% de descobertas feitas por terceiros.

Esse nacionalismo petroleiro mobiliza os concorrentes internacionais que têm, nas vozes de William e Sardenberg, seus cavalos de Troia.

Ao mesmo tempo os anti-nacionalistas, os que levaram Getúlio Vargas ao suicídio, animam os garotos da Globo a agiram contra os nacionalistas dispostos a manter políticas expressas em exigência de conteúdo nacional para dinamizar a industrialização brasileira por meio das aquisições de partes, peças, insumos e componentes contratados pela Petrobras.

Manipular o noticiário, como fizeram Waack e Sardenberg, denunciados por Assis, para vender a fragilidade suposta da Petrobras, embora informações dão conta do contrário, de que a empresa, econômica e financeiramente, encontra-se hígida, capaz de tocar os investimentos programados, atende os interesses dos vendilhões da pátria, dos que se alinham aos propósitos inconfessáveis dos golpistas, alinhados às práticas da CIA.

O jornalismo da Globo, com Waack e Sardenberg, como se vê, vai se especializando nas práticas da CIA, quanto mais a emissora se expressa como absoluto oligopólio midiático a serviço do adversários do  nacionalismo e da tentativa nacionalista de promover o desenvolvimento nacional voltado à  integração econômica sul-americana.

Até quando o governo Dilma vai continuar financiando, com polpudas verbas orçamentárias, o poder midiático oligopolizado global cuja missão é construir argumentos falsos para analisar a performance da maior empresa estatal brasileira e sul-americana?