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Putin, homem do ano, novo líder mundial
Putin, homem do ano, novo líder global
Posted 10 horas ago

 
A grande mídia empresa ocidental encerra 2016 murcha.
 
Como não tem suficiente independência para analisar imparcialmente os acontecimentos mundiais, visto que é, praticamente, braço propagandista do poder anglo-americano imperialista, procura esconder…

Putin, homem do ano, novo líder global
Colapso de dívidas estaduais aceleram diretas já e desagregação do poder neoliberal de Temer
Caos financeiro estadual acelera eleição direta
Posted 2 dias ago

A declaração do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho(PSB), favorável à eleição direta sinaliza o óbvio: a aguda crise financeira dos estados e municípios, incapazes de suportar a receita neoliberal que…

PSDB quebrou estados com Lei Kandir e, agora, renegociação das dívidas assombra banqueiros agiotas
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Posted 3 dias ago

 
Temer diz que vai vetar o que o Congresso aprovou; está sob pressão dos banqueiros; mas quem quebrou os estados brasileiros foi a burguesia financeira e exportadora, amplamente, apoiada pelo…

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Mercado interno forte com Lula presidente para vencer a crise e salvar capitalismo nacional em bancarrota com Temer
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Posted 4 dias ago

 
Stedile na Globo News: a política econômica neoliberal aprofunda a crise 
 

Foi, realmente, uma grata surpresa assistir a entrevista João Pedro Stédile, economista e membro da Coordenação do MST, concedida ao…

Reforma Temer produz pleno emprego, desde que trabalhador pague para trabalhar
Reforma Temer produz pleno emprego, desde que…
Posted 7 dias ago

 
Liquidação geral de preço do trabalho.
 
O fim da CLT já aconteceu há muito tempo.
Qualquer empresa hoje contrata com as regras já vigentes de temporalidade expansiva, agora, para 240 dias…

Reforma Temer produz pleno emprego, desde que…
TEMER FERRA O TRABALHADOR E AINDA GOZA CARA DELE DIZENDO QUE ESTÁ DANDO PRESIDENTE DE NATAL. CARA DE PAU
Golpe legaliza precarização geral do trabalho e aprofunda re…
Posted 1 semana ago

 

 
Temer é o anti-Vargas, a República Velha, superada pela história, proposta entreguista, antinacionalista, agradável ao mercado financeiro, a Washington e Wall Street, para destruir o Estado social, sem o qual…

Negociação para governos estaduais é excelente para governo federal
Saída para crise nacional: renegociação da dívida. Deputados…
Posted 1 semana ago

 
Se, por um lado, os estados terão que cumprir teto de gasto por dois anos, por outro, terão acesso à renegociação das dívidas, por vinte anos, com três anos de…

Política entra em choque com economia
Rebeldia contra mercado financeiro condena PEC do congelamen…
Posted 1 semana ago

Era para durar vinte anos.
Era.
Assim foi concebida a PEC 55 aprovada no Senado.
Os gastos públicos seriam congelados por duas décadas, reajustados, apenas, pela inflação passada, do ano anterior.
Nunca se viu…

Direito de consumo, saída para recessão Temer
Direito de consumo contra recessão Temer
Posted 1 semana ago

 

 

 
Garantir direito de consumo para os mais de 20 milhões de desempregados atuais, número que pode aumentar, exponencialmente, com o congelamento de gastos públicos, proposto pela criminosa PEC Temer, em…

Direito de consumo contra recessão Temer
Democracia americana pode ir para o sal. Putin, lider mundial. Dólar pode ir para o sal
Democracia de guerra americana em crise. Putin, indiscutivel…
Posted 2 semanas ago

Esses bandidos presos da OTAN em Alepo junto com os americanos que levaram, todos, uma surra de Putin e de Bashar, favorecem o argumento de Trump de descolar Estados Unidos…

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Mercado de moedas sul-americano avança para substituir supremacia do dólar no continente

Cesar Fonseca em 06/12/2014

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Os sul-americanos estão cada vez mais se transformando em tremendas dores de cabeça para Washington. Desta vez, na 8ª Cúpula de Governos da Unasul, em Quito, realizada nessa semana, a pauta dos governantes destacam duas bombas políticas incômodas a Tio Sam: 1 – acelerar operação do Banco do Sul e 2 – iniciar, por meio do Banco do Sul, relações comerciais sul-americanas por moedas locais. São 12 países que iniciam exercício nessa tarefa histórica que tende a colocar o dólar de sobreaviso como moeda equivalente universal em vigor no mundo desde Bretton Woods, em 1944. Desde lá, tem sido a moeda americana o farol do mundo, deslocando-se a libra inglesa, predominante em todo o século 19 como força imperial. A crise capitalista de 2007-2008 marca o estresse geral do dólar. Serviu ela como alerta geral aos povos para que se virem nos processos de cooperação, porque ficar na dependência da moeda americana pode ser caixão e vela preta. O império, em crise, para se salvar, dobrou apostas em guerra monetária, imprimindo moeda adoidado, encharcando a circulação capitalista mundial de moeda sem lastro real. As consequências dessa ação imperial, cuja força relativa cai dia a dia na cena internacional, levaram a China e a Rússia a apressarem trocas comerciais em rublo e em yuan. Os Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – irão nesse sentido nos próximos anos. O Banco dos Brics, cuja criação preocupa Washington, tende a ser a grande caixa de compensação financeira das moedas dos países integrantes do bloco, para dinamizar trocas comerciais ao largo do dólar. O mesmo vai acontecer com o Banco do Sul, cujo lastro, sem dúvida, são as riquezas sul-americanos, ativos poderosos: minérios, petróleo, energia, água, terras, alimentos, ouro, das quais os países ricos dependem para dinamizar suas indústrias. Quem não aceitaria um papel sul-americano, lançado pelo Banco do Sul, lastreado em petróleo, em alimentos, em minérios, em energia sul-americanos? A próxima etapa é transformar matérias primas sul-americanas em produtos acabados sob impulso dos discursos nacionalistas que vão ganhando dimensão extraordinária na esfera política continental, como arma de libertação econômica e financeira dos países ricos, cujas moedas perdem importância relativa. Tanto o dólar como o euro já não são determinantes para impor suas vontades. O Banco do Sul, junto com o Banco dos Brics, serão a nova força econômica, se o sentido de união política fincar raízes fortes na condução das estratégias desenvolvimentistas em marcha na América do Sul, como forma de vencer os desafios sul-americanos, marcados, especialmente, pela desigualdade social.

O jogo político

continental

ganha nova

dinâmica

unasul 5

Os discursos favoráveis à integração sul-americana abundam.

Não faltam propostas, mas decisão de levá-las adiante com determinação política.

A crise mundial está aí e a América do Sul está correndo perigo de se transformar em exportadora de matérias primas, vendo sua tênue indústria ir para o brejo no contexto da guerra monetária global em curso, desencadeada pelos países ricos.

Os Estados Unidos estão se recuperando por que, mesmo?

Porque, antes de mais nada, são nacionalistas.

Os americanos mantêm, na crise, a taxa de juro na casa dos zero ou negativa, exportando moeda desvalorizada para os outros.

O que fazem os outros?

Sem força, engolem essas moedas podres, sem lastro real, acumulando-as, em forma de reservas cambiais, sem nenhum lucro, porque não rendem nada, apenas, problemas potenciais.

com os

governantes

sul-americanos

predispostos 

unasul 5

A indústria americana deu uma boa respirada, o desemprego diminuiu e Washington segue tocando o Estado Industrial Militar Norte-Americano.

É a sua estratégia para tentar continuar dando as cartas, embora o dólar esteja abalado pelo excesso de oferta de moeda jogada na praça global pelo Banco Central, nos últimos três anos.

Qual a saída fora disso aí?

A Europa, mergulhada na paralisia, vai no mesmo caminho.

Joga, agora, muita moeda na circulação, com expectativa de estouros aqui e ali, porque, ao contrário dos Estados Unidos, ela não é um Estado federalizado, mas um monte de federalizações.

O BC europeu tem que coordenar muitos interesses nacionais sob a capa do euro.

É cabeça batendo cabeça.

Não está dando certo.

A Alemanha, mais forte, quer fugir do euro e restabelecer o marco alemão.

Os alemães, ricos e tecnologicamente preparados, não querem continuar bancando déficits de aliados que a Alemanha empobreceu, no processo de afirmação do euro.

a avançarem

na integração

econômica

por meio

unasul 5

A jogada alemã é ter moeda forte para importar matérias primas e exportar manufaturados.

Por isso, Ângela Merkel quer que os aliados possam desvalorizar suas moedas, serem competitivos e exportarem para a Alemanha suas mercadorias, para comprar dos alemães os manufaturados de tecnologia sofisticada, com os quais possa acumular superavit comercial.

Tanto Europa como Estados Unidos seguem a receita japonesa de mais de 20 anos: desvalorização monetária intensa e juro negativo, descontada a inflação, para tentar vencer a deflação, maior inimiga do capitalismo.

Estados Unidos, Europa e Japão, outrora as locomotivas capitalistas, porém, jogam no mesmo campo.

Os três desejam exportar, exportar, exportar, porque seus mercados internos estão relativamente reduzidos depois da crise global de 2007-2008.

A Europa se danou porque estocou muito derivativo em dólar, caindo na vala da especulação financeira como forma de gerar renda disponível para o consumo de bens e serviços.

de arma financeira

(Banco do Sul)

e econômica expressa

Uma beleza a nova sede da Unasul em Quito inaugurada essa semana levando o nome de Nestor Kirchner, ex-presidente argentino, um dos grandes incentivadores da união continental para a integração econômica total sul-americana.

Uma beleza a nova sede da Unasul em Quito inaugurada essa semana levando o nome de Nestor Kirchner, ex-presidente argentino, um dos grandes incentivadores da união continental para a integração econômica total sul-americana.

Quando a bolha estourou, os consumidores, endividados, tiveram que optar por mais poupança do que gastança, para ir liquidando seus passivos.

O mercado consumidor estreitou-se.

 Os preços, nesse contexto, desabam e a deflação se aproxima.

Para vencê-la, a ortodoxia monetarista recomendada pelo Fundo Monetário Internacional não é remédio, é veneno.

O capitalismo, comandado pelos países ricos, está desarticulado pelas suas próprias contradições, e os seus mercados estão sendo invadidos pela China, que, com a Rússia, acelera, no âmbito dos Brics, a derrocada relativa do dólar.

Adotam os russos e os chineses o comércio amparado em suas próprias moedas, criando modelo que vai minando as relações de trocas globais, pautadas, apenas, pela moeda americana, bichada pelo excesso de dívidas dos Estados Unidos etc.

em moedas

e bancos locais

unasul 5

Washington virou tigre de papel.

Diz que vai enxugar o excesso de moeda.

Quem pode fazer não avisa, faz.

Se faz muito barulho é porque não pode fazer, ou seja, puxar a taxa de juro, para enxugar a enxurrada de moeda que jogou no mercado, fragilizando o dólar.

Se Tio Sam puxar o juro, quem dançará é ele, que deve muito.

Teria que lançar uma espécie de real brasileiro, um dólar II, como forma de impedir avanço de inflação exponencial, que jogaria o império no chão, como aconteceu com a Alemanha nos anos 1920-1930.

Os ricos empobrecidos querem mercado, mercado, mercado, cada vez mais escasso, dada a maior oferta do que a demanda globais, impulsionadas pela tecnologia colocada a serviço da produção e da produtividade sobre um planeta geograficamente estressado pelo excesso de poluição ambiental, comprometedora da sua saúde integral etc.

Sobram para grandes explorações do capital financeiramente acumulado as oportunidades de construção de amplas infraestruturas nos continentes sul-americano, africano e asiático.

capazes

de

dinamizar

a

unasul 5

A Ásia os asiáticos cuidam dela.

Para tanto, apostaram,  competentemente, na educação, na ciência e na tecnologia, para manufaturar todas as matérias primas que produzem e que adquirem dos outros.

A China fez isso mais brilhantemente importando empresas americanas com compromisso de transferir internamente tecnologia e elevar exportações.

Tomou mercado tanto na Europa como nos Estados Unidos e avança na América do Sul e África.

Porém, como as exportações caem em face do estresse capitalista global, os chineses se voltam para dentro, fazendo a política de Lula e Dilma: apostar nos salários, nos programas sociais, para aumentar a demanda interna etc.

Ou seja, todos se voltam para dentro, na crise.

Ou como disse Marx, as contradições do capitalismo em sua fase financeira aguda se dará no estresse do comércio internacional.

A Europa atua para dentro, com a Alemanha lutando para preservar o mercado europeu para ela, com a sua força, cuja preservação ela pensa que pode ser alcançada com a supressão, JÁ, do euro.

Os Estados Unidos cuidam de si, com sua política monetária e fiscal nacionalista, enquanto vai tentando desestabilizar os concorrentes, fazendo guerra, como a da Ucrânia, em que apoia fascistas no poder contra Putin.

Dilma que se cuide, porque ao aliar-se aos Brisc e dar preferência aos suecos na compra dos caças para a Aeronáutica, como represália a Washington pelo episódio da espionagem, virou alvo preferencial de ataques e escaramuças gerais de Tio

infraestrutura

sul-americana.

unasul 5

E a América do Sul?

Vai ficar como criança amedrontada, boca aberta, cheia de dentes, esperando a morte chegar, como disse Raul Seixas, diante dos que querem abocanhar suas riquezas ou vai partir para valorizar seus ativos por meio do Banco do Sul, transformando-o em caixa de compensação das suas reservas cambiais e moedas locais, a fim de tocar a infraestrutura sul-americana?

Os Estados Unidos certamente temem que os sul-americanos joguem no Banco do Sul suas reservas em dólares, para reciclá-las em moedas locais, a fim de gastá-las na infraestrutura sul-americana.

Seria como se livrassem de um ativo candidato a virar boró.

Ou não?

?

 

 

 

 

 

 

Categoria: (Cultura, Economia, Política)

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