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Desmonte do sistema de Defesa Nacional
Desmonte do sistema de Defesa Nacional
Posted 1 dia ago

 

Nesta altura dos acontecimentos até as pedras sabem que o interesse imperialista nas matérias primas do Brasil (petróleo, minerais, água, biodiversidade da Amazônia) foi um dos carros-chefe do golpe. No…

Previsão 2017
Previsão 2017: Nova Síria
Posted 3 dias ago

 

 
Putin-Trump
 

A grande parceria vai começar
 
Primeira providência: recuperar Aleppo.
 
Plano imobiliário.
 
Trump, incorporador, lança no mundo a nova planta urbana de uma moderna metrópole do Oriente Médio.
 
Putin, estrategista, pega a planta para vender as…

Previsão 2017: Nova Síria
Putin, homem do ano, novo líder mundial
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Posted 4 dias ago

 
A grande mídia empresa ocidental encerra 2016 murcha.
 
Como não tem suficiente independência para analisar imparcialmente os acontecimentos mundiais, visto que é, praticamente, braço propagandista do poder anglo-americano imperialista, procura esconder…

Putin, homem do ano, novo líder global
Colapso de dívidas estaduais aceleram diretas já e desagregação do poder neoliberal de Temer
Caos financeiro estadual acelera eleição direta
Posted 5 dias ago

A declaração do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho(PSB), favorável à eleição direta sinaliza o óbvio: a aguda crise financeira dos estados e municípios, incapazes de suportar a receita neoliberal que…

PSDB quebrou estados com Lei Kandir e, agora, renegociação das dívidas assombra banqueiros agiotas
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Posted 6 dias ago

 
Temer diz que vai vetar o que o Congresso aprovou; está sob pressão dos banqueiros; mas quem quebrou os estados brasileiros foi a burguesia financeira e exportadora, amplamente, apoiada pelo…

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Mercado interno forte com Lula presidente para vencer a crise e salvar capitalismo nacional em bancarrota com Temer
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Posted 1 semana ago

 
Stedile na Globo News: a política econômica neoliberal aprofunda a crise 
 

Foi, realmente, uma grata surpresa assistir a entrevista João Pedro Stédile, economista e membro da Coordenação do MST, concedida ao…

Reforma Temer produz pleno emprego, desde que trabalhador pague para trabalhar
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Posted 1 semana ago

 
Liquidação geral de preço do trabalho.
 
O fim da CLT já aconteceu há muito tempo.
Qualquer empresa hoje contrata com as regras já vigentes de temporalidade expansiva, agora, para 240 dias…

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TEMER FERRA O TRABALHADOR E AINDA GOZA CARA DELE DIZENDO QUE ESTÁ DANDO PRESIDENTE DE NATAL. CARA DE PAU
Golpe legaliza precarização geral do trabalho e aprofunda re…
Posted 2 semanas ago

 

 
Temer é o anti-Vargas, a República Velha, superada pela história, proposta entreguista, antinacionalista, agradável ao mercado financeiro, a Washington e Wall Street, para destruir o Estado social, sem o qual…

Negociação para governos estaduais é excelente para governo federal
Saída para crise nacional: renegociação da dívida. Deputados…
Posted 2 semanas ago

 
Se, por um lado, os estados terão que cumprir teto de gasto por dois anos, por outro, terão acesso à renegociação das dívidas, por vinte anos, com três anos de…

Política entra em choque com economia
Rebeldia contra mercado financeiro condena PEC do congelamen…
Posted 2 semanas ago

Era para durar vinte anos.
Era.
Assim foi concebida a PEC 55 aprovada no Senado.
Os gastos públicos seriam congelados por duas décadas, reajustados, apenas, pela inflação passada, do ano anterior.
Nunca se viu…

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Cruzada internacional contra empresas brasileiras bloqueia integração sul-americana

Adriano Benayon em 30/11/2014

Corrupção Petrobrás: cruzada internacional contra empresas brasileiras bloqueia integração sul-americana O objetivo maior é evidenciar a corrupção ou promover a destruição?  As empresas brasileiras, especialmente, as grandes empreiteiras, viraram grandes concorrentes na cena internacional.  Isso não é bem visto pelo poder imperial promotor das multinacionais.  No momento em que a grande oportunidade de investimentos no mundo capitalista em crise está na construção da infraestrutura sul-americana, o avanço das grandes empresas do continente incomoda.  Especialmente, ficam visadas aquelas que, ao longo dos últimos anos, têm trabalhado em parceria com a Petrobras, a maior empresa de petróleo da América do Sul e uma das maiores do mundo.  As encomendas da estatal petrolífera nacional dinamizam a indústria brasileira, para fabricação de insumos, partes, peças e componentes.  Trata-se de mercado poderoso.  E uma das condições que se destaca na relação empresarial é a de explorar o componente nacional.  A Petrobras compra de fabricante local, preferencialmente.  Eis a política colocada em prática, nos últimos 12 anos, pelos governos nacionalistas petistas. Trata-se da razão principal do desenvolvimento da indústria brasileira, no campo do desenvolvimento tecnológico e na criação de empregos de qualidade. Nos próximos anos, até 2020, os investimentos previstos para a estatal do petróleo alcançam perto de R$ 300 bilhões.  Se forem dadas preferências aos fabricantes nacionais, já viu, o grande impulso industrial deslocará concorrentes internacionais.  A cruzada contra empreiteiras brasileiras de projeção global não é fortuita.  Tem muito interesse por trás dela.  Acusá-las de promover corrupção para obter parceria com a Petrobras, mobilizando todo o tipo de jogadas, é a estratégia maior dos concorrentes internacionais, com a ajuda dos seus sócios internos, especialmente, a grande mídia, serviçal desses interesses multinacionais.  Claro, a corrupção existe, sempre existiu e existirá sempre.  Mas, denunciá-la, promover a grande cruzada contra as poderosas empreiteiras brasileiras busca objetivo não aparente, meramente, moralista, udenista.  O buraco é mais embaixo, como se pode perceber no artigo abaixo do arguto professor, ex-embaixador e ex-consultor legislativo do Senado, Adriano Benayon, autor do livro “Mulltinacionais e o domínio internacional”.  Leitura indispensável, o livro e este artigo.  Bom apetite.

CORRUPÇÃO NA PETROBRAS
O objetivo maior é evidenciar a corrupção ou promover a destruição?
As empresas brasileiras, especialmente, as grandes empreiteiras, viraram grandes concorrentes na cena internacional.
Isso não é bem visto pelo poder imperial promotor das multinacionais.
No momento em que a grande oportunidade de investimentos no mundo capitalista em crise está na construção da infraestrutura sul-americana, o avanço das grandes empresas do continente incomoda.
Especialmente, ficam visadas aquelas que, ao longo dos últimos anos, têm trabalhado em parceria com a Petrobras, a maior empresa de petróleo da América do Sul e uma das maiores do mundo.
As encomendas da estatal petrolífera nacional dinamizam a indústria brasileira, para fabricação de insumos, partes, peças e componentes.
Trata-se de mercado poderoso.
E uma das condições que se destaca na relação empresarial é a de explorar o componente nacional.
A Petrobras compra de fabricante local, preferencialmente.
Eis a política colocada em prática, nos últimos 12 anos, pelos governos nacionalistas petistas.
Trata-se da razão principal do desenvolvimento da indústria brasileira, no campo do desenvolvimento tecnológico e na criação de empregos de qualidade.
Nos próximos anos, até 2020, os investimentos previstos para a estatal do petróleo alcançam perto de R$ 300 bilhões.
Se forem dadas preferências aos fabricantes nacionais, já viu, o grande impulso industrial deslocará concorrentes internacionais.
A cruzada contra empreiteiras brasileiras de projeção global não é fortuita.
Tem muito interesse por trás dela.
Acusá-las de promover corrupção para obter parceria com a Petrobras, mobilizando todo o tipo de jogadas, é a estratégia maior dos concorrentes internacionais, com a ajuda dos seus sócios internos, especialmente, a grande mídia, serviçal desses interesses multinacionais.
Claro, a corrupção existe, sempre existiu e existirá sempre.
Mas, denunciá-la, promover a grande cruzada contra as poderosas empreiteiras brasileiras busca objetivo não aparente, meramente, moralista, udenista.
O buraco é mais embaixo, como se pode perceber no artigo abaixo do arguto professor, ex-embaixador e ex-consultor legislativo do Senado, Adriano Benayon, autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”.
Leitura indispensável, o livro e este artigo.
Bom apetite.(CF)

A expansão das

empresas nacionais

na América Latina, 

brasil empresa 5O Brasil vive momento grave, com a grande mídia, pedindo golpe de Estado para derrubar a presidenta recém-reeleita.

2. Os golpes em nosso País são recorrentes, e já houve muitos além dos  mais conhecidos, que são os  de caráter predominantemente militar: 1937, 1945, 1954, 1961 e 1964.

3. O jornalista Luiz Adolfo Pinheiro intitulou seu bom livro, “A República dos Golpes”, publicado em 1993, que abrange somente os anos de Jânio Quadros a Sarney.

4. Não só no Brasil historicamente, mas cada vez mais no mundo atual, os instrumentos principais dos golpes inspirados pelas potências imperiais têm sido instituições civis, como o legislativo e o judiciário.

5. Foi no âmbito da polícia civil que se articulou a conspiração concluída na área militar, que depôs o presidente Vargas em 1954.

6.  A famigerada, desde o Estado Novo, Delegacia de Ordem Política e Social – DOPS, chefiada pelo simpatizante nazista, Cecil Borer, foi que armou o atentado da rua Tonelero, envolvendo a guarda pessoal do presidente e a ela atribuindo o crime.

como apoio

do BNDES,

incomoda as

multinacionais

brasil empresa 67.  O alvo era o próprio major Vaz, para acender a revolta Aeronáutica e na opinião pública, e não, Carlos Lacerda, o encarniçado adversário de Vargas, com o simulado e inexistente tiro em seu pé.

8. Por que a DOPS? No auge da Guerra Fria, os nazistas e simpatizantes foram recrutados em massa pelos serviços secretos das potências angloamericanas, para reprimir os “comunistas”, rótulo ao qual buscavam associar todos os que, como os nacionalistas, desagradassem àquelas potências.

9. Voltemos a 2014: no período eleitoral, delegados da polícia federal, a que se atribui serem simpáticos ao PSDB,  vazaram informações do inquérito (operação Lavajato), em que investigam irregularidades em contratos entre a Petrobrás e  grandes empreiteiras de obras de infra-estrutura.

10. Há poucos dias, acabam de prender executivos dessas empreiteiras, as quais, além de atingidas pelo escândalo, com repercussões sobre futuras contratações, serão provavelmente condenadas ao pagamento de pesadas multas.

11. Desavisados moralistas exultam com essa suposta demonstração  de que as instituições do País estejam  combatendo eficientemente a corrupção. O PT louva a presidenta por ter sancionado nova lei, que permite agir também contra os corruptores.

que perdem

mercado no

continente. As

cinco maiores

brasil empresa 112. O povo ilude-se e acredita que seja isso mesmo que está em causa. Desconhece a natureza do jogo  prevalecente nas altas esferas do poder, notadamente as do poder mundial. Para isso concorre o tsunami de ignorância gerado pelos investimentos que nela faz a oligarquia concentradora transnacional, há um século.

13.  A mega-corrupção exercida por essa oligarquia coopta colaboradores em todas as estruturas econômicas e institucionais e,     ironicamente, usa, a seu serviço, a corrupção derivada, a de menor porte, aumentada inclusive em decorrência do investimento na anticultura e na destruição dos valores éticos.

14. É essa, a derivada a que aparece,  quando sua exposição serve aos objetivos da estratégia imperial, produzindo grande comoção em amplos segmentos da população e desviando o foco dos reais problemas e de suas fontes geradoras.

15. Sem acesso às informações sobre como a oligarquia financeira  envolve os poderes constituídos do Estado, infiltrados por seus interesses,  o povo concentra seu ódio sobre os corruptos expostos pela corruptíssima grande mídia. Deveria desconfiar de que, se são expostos, é porque são os que estão causando menor dano ao País.

empreiteiras

brasileiras –

Odebrecht,

Andrade

brasil empresa 216. Por que as grandes empreiteiras estão sob o fogo da repressão? Elas constituem o principal núcleo de poder econômico no País que ainda não foi controlado pelo capital estrangeiro. São exportadoras de serviços, ocupam pessoal qualificado e se tornaram conglomerados, que investem até mesmo em tecnologia de uso militar.(http://geocompany.com.br/ftp/materiacapa.pdf)

17. Ademais, o escândalo que domina as atenções envolve também a principal estatal do País, ou seja, uma das poucas empresas gigantes sob controle nacional, apesar de infiltrada por quadros ligados às transnacionais do setor e a bancos da oligarquia financeira angloamericana.

17. Para fechar, convém ter presente a penetração de ideias e a cooptação por parte de entidades estrangeiras na Polícia Federal, notória desde que a Delegacia Antitóxicos recebe ajuda de sua congênere norte-americana.

18.  Não se deveria tampouco ignorar a política das numerosas agências de inteligência dos EUA de atrair as simpatias de quadros das instituições-chave do País, como a Polícia Federal.

Gutierrez,

Queiroz Galvão,

OAS e Camargo

Corrêa –

brasil empresa 319. O foco na corrupção, ignorando a fonte da mega-corrupção, é  instrumento do poder oligárquico mundial.  Em geral, estão alinhados com este, os que mais gritam contra a corrupção.

20. Um dos fatos fundamentais obliterados é que, no âmbito dos carteis financeiros e econômicos, a ética pode ser tema de discurso, mas não faz parte do objetivo central, o poder, nem do objetivo imediato, o lucro, independentemente de como seja obtido.

21. Expor as reais razões do escândalo  das relações entre grandes empreiteiras e a Petrobrás não é dizer que nelas houve corrupção. Isso, porém, está sendo usado para favorecer grupos transnacionais, tradicionais comitentes de n tipos de corrupção.

22. Entre eles, os permitidos pelas leis e políticas impostas aos países, tais como tolerar as práticas monopolistas e demais formas de abuso do poder econômico.

aumentaram

em 560% seus

investimentos

na América do

brasil empresa 423. Não menos danoso para o Brasil é ferir de morte as empresas privadas e públicas em que se mantém os últimos bastiões de autonomia tecnológica no País, alvo que é do “apartheid tecnológico”, decorrente de  os carteis transnacionais dominarem o mercado, reforçado por acordos internacionais, como o TRIPS  no âmbito da OMC.

24. Os promotores da desestabilização da presidenta da República e do golpe em curso são de dois tipos:

a)  os colaboradores do sistema imperial, que nos impõe, desde 1954, o modelo de dependência financeira e tecnológica, e utilizam hipocritamente o pretexto da moralidade para desnacionalizar e desindustrializar ainda mais a economia;

b) os enganados pelo alienado discurso moralista e são arregimentados para solidarizar-se com a repressão destinada a eliminar as empreiteiras e acabar de desnacionalizar a Petrobrás.

25. Isso não significa que não se deva expurgar a estatal de seus quadros corruptos. Se isso for feito, como se deve, vai-se notar que a maior parte deles é ligada a grupos e a interesses das transnacionais estrangeiras, lá colocados.

Sul, passando

de US$ 194,5

milhões para

US$ 1,3 bilhão.

brasil empresa 726. Isso ocorreu principalmente no governo antipátria de FHC, e a maior parte dos corruptos permaneceu na Petrobrás e na ANP, nos governos petistas, conciliadores em relação àqueles grupos. Esse é o caso, inclusive, do pivô do escândalo, o delator premiado.

27. Enquanto a operação Lavajato ocupa o centro das atenções, e avança em direção favorável ao objetivo de enfraquecer o já fragilizado poder econômico nacional, são esquecidas as causas fundamentais dessa fraqueza.

28. Estas se situam no binômio modelo pró-imperial-envidamento público. A propósito, o Brasil está com déficit recorde no balanço de transações correntes com o exterior: US$ 85 bilhões por ano. 

29. Essa sempre foi a causa do crescimento da dívida externa, desde que JK (1956-1960) aplicou a política entreguista do golpe udenista-militar de 1954, que cumulou de favores os carteis transnacionais para monopolizarem os mercados industriais do País.

30.  A dívida externa ascendeu a U$ 541,42 bilhões, em agosto último (R$ 1,4 trilhão, ao câmbio atual). A dívida pública interna, a R$ 3,067 trilhão.

31. O serviço da dívida (juros e amortizações) consome 42% das despesas da União, e realimenta-se  com as taxas de juros absurdamente altas e que, por isso, não podem ser pagas só com recursos dos tributos.

32. A parte do serviço da dívida que o Tesouro paga com as receitas corresponde ao “superávit primário”.  Elaborei uma tabela, no programa Excel, lançando  o montante da dívida pública interna em 1994,  e  taxa de juros de 3% aa.

Entre janeiro

e julho deste ano,

os desembolsos

foram de

US$ 776 milhões.

brasil empresa 933. Por que 3% aa.? Essa taxa supera a de  muitos países, e não há base para a ideia, sempre impingida ao público, de que se têm de combater a inflação com juros elevados. 

34. No Brasil, os preços são altíssimos, porque os carteis impõem os que desejam, mais ainda que em outros países. Fosse outra a política, a inflação seria moderada, e não ficaria ao sabor de farsas, como a do Plano Real.

35. Além dos juros 3% aa., inseri na tabela os montantes do superávit primário, para resgatar dívida,  implicando que não haveria novas emissões de títulos para isso.

36. Resultado: mesmo sem  superávit primário de 1995 a 1997, pois ele só ocorreu em 1994 e de 1998 a 2001,  a União já teria eliminado a dívida interna, e sobrariam R$ 22 bilhões, em 2001.

37. Ora, com as absurdas taxas de juros comandadas pelo cartel dos bancos e cumpridas pelo BACEN, e, apesar de superávits primários totalizando, de 2002 a 2013, em valores correntes, R$ 1,082 trilhão, a dívida interna cresceu para quase R$ 3 trilhões.

Raio X de

uma economia

financeiramente

dependente, de

1955 até hoje

 

 

 

 * – Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

Categoria: (Cultura, Economia, Política)

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