Neo Hitler judeu dança em Gaza

A diplomacia brasileira destruiu moralmente o Hitler judeu, Bibi Netanyahu, introduzindo na linguagewm diplomática o risco moral implícito da ação desproporcional da força bruta praticada pelo exército israelense. Este entrou na Faixa de Gaza mas não rendeu os palestinos. Passaram a correr o risco de sofrerem ataques guerrilheiros, a exemplo do que aconteceu com os Estados Unidos, no Vietnan. Para fugir do perigo de serem desmoralizados em território inimigo, mesmo estando armados até os dentes, os soldados de Israel receberam a ordem de recuar. O recurso não expressou vitório de Israel sobre a Palestina, mas a confissão de que não representa simplesmente uma vitória militar a permanência das tropas de Bibi dentro da Faixa de Gaza. O moral dos palestinos cresceu, em vez de diminuir, e a força do Hamas, representante democrático legítimo dos palestinos, se mantém de pé. Israel atentou terroristamente contra a democracia vigente na faixa de Gaza e, sob pressão moral da humanidade, não teve força para se manter ali, salvo de tivesse disposta essa desproporcionalidade guerreira brutal de dizimar todo um povo. Chegar a esse ponto ainda seria uma prova não de coragem mas de covardia total. Covardemente, Israel recuou para fora de Gaza. Vitória do Hamas.
A diplomacia brasileira destruiu moralmente o Hitler judeu, Bibi Netanyahu, introduzindo na linguagem diplomática o risco moral implícito na ação desproporcional da força bruta praticada pelo exército israelense. Este entrou na Faixa de Gaza mas não rendeu os palestinos. Passaram a correr o risco de sofrerem ataques guerrilheiros, a exemplo do que aconteceu com os Estados Unidos, no Vietnan. Para fugirem do perigo de serem desmoralizados em território inimigo, mesmo estando armados até os dentes, os soldados de Israel receberam a ordem de recuar. O recurso não expressou vitória de Israel sobre a Palestina, mas a confissão de que não representa simplesmente uma vitória militar a permanência das tropas de Bibi dentro da Faixa de Gaza. O moral dos palestinos cresceu, em vez de diminuir, e a força do Hamas, representante democrático legítimo dos palestinos, se mantém de pé. Israel atentou terroristamente contra a democracia vigente na faixa de Gaza e, sob pressão moral da humanidade, não teve força para se continuar ali, salvo se tivesse disposto a sustentar ad aeternum  essa desproporcionalidade guerreira brutal, voltada à dizimação de todo um povo. Chegar a esse ponto ainda seria uma prova não de coragem mas de covardia total. Covardemente, Israel recuou para fora de Gaza. Vitória do Hamas.

Diplomacia brasileira,

ao utilizar o termo

correto e arrasador da

gaza 2 A retirada das tropas dos sionistas radicais de direita de Israel, armados pelos Estados Unidos, de dentro da Palestina, representa uma tremenda derrota política.

O repúdio moral da humanidade representou força superior às das armas, dada a violenta covardia dos judeus, adeptos dos exemplos de Hitler, predispostos a isolar os palestinos em seu próprio território.

Falta jogar o gás para matar a população.

Bibi Netanyahu terá coragem para fazer isso?

A grande mídia internacional cuida de dizer repetitivamente, à moda nazista, que Israel luta contra o Hamas.

Mas, quem é o Hamas?

São os representantes políticos, democraticamente eleitos pelos palestinos.

desproporcionalidade

relativamente à agressão

de Israel sobre os

gaza 3Logo, o massacre não é  direcionado ao Hamas, mas aos que escolheram o Hamas como seu escudo político democrático.

Destruir o Hamas é destruir a democracia.

A democracia palestina está sendo dizimada por Israel.

A grande mídia esconde esse detalhe.

Destaca que Israel vive a democracia quase perfeita, mas e os palestinos, que, também, em meio aos escombros da agressividade judia nazista,igualmente, preserva a democracia, como opção política de vida?

A democracia está valendo, para a grande mídia, apenas, quando foca Israel, não quando cobre as ações dos palestinos.

 palestinos , produziu,

para os israelenses,

a consciência culpada de um 

gaza 4William Bonner, no jornal Nacional, e William Waack, no jornal da Globo, ressaltam, sempre, que a guerra é entre Israel e o Hamas, mas o Hamas não é expressão política dos palestinos, portanto, a guerra não é contra estes, que elegeram o Hamas como seu representante legítimo?

O Hamas é terrorista, logo anti-democrático.

Mas, e o terrorismo israelense, promovido pela democracia de Israel, não seria, igualmente, um contrasenso, ou seja, as ações de uma democracia terrorista?

Não adianta tentar enganar.

A democracia existe tanto dentro da Palestina, que elege o Hamas, como dentro de Israel, que elegeu Netanyahu.

Os avanços do exército israelense sobre o espaço territorial da Palestina e as agressividades impostas aos palestinos na faixa de Gaza vêm de longe.

Os palestinos, não sendo gado, puramente, estão reagindo há muito tempo, e essa reação cria caldo de cultura revolucionária, de forma dialética, porque ninguém morre por querer morrer, sem que se esboce qualquer reação.

de um povo que

não pode levar ao

  termo final o objetivo 

gaza 5A força bruta de Israel, armado de bombas atômicas e equipamentos bélicos e espaciais, fornecidos pela indústria de guerra americana, é um dado da realidade que se estabelece como produto da necessidade tanto de agredir como de reagir à agressão.

Porém, como muito bem destacou a diplomacia do Governo Dilma Rousseff, evidenciou-se desproporcionalidade brutal.

O princípio da desproporcionalidade tornou-se um ponto de vista (i)moral, fator político, altamente, negativo para o jogo tático e estratégico israelense.

O exército judeu entra e sai na faixa de Gaza a hora que quer.

Entra e sai fazendo estrago, mas não foi, ainda, capaz de render o povo palestino, que atua como guerrilheiros.

Os guerrilheiros do Vietnan não destruíram o poderoso exército americano nos anos 60, levando-o a sair correndo do país, totalmente, desmoralizado?

A saída de Israel, para que não ocorra o que aconteceu com os Estados Unidos, no tempo da guerra fria, seria matar todos os palestinos e aí proclamar a vitória sobre terra arrasada.

nazista de exterminar

os palestinos sob pena

de condenação por

toda a humanidade.

gaza 6Mas, o risco moral entrou em campo, repita-se, pela arte diplomática brasileira, e começou a derrotar o poderoso exército israelense.

Dentro de Gaza, se ele não dizimar, totalmente, a população palestina, resta-lhe fazer o que senão sair fora para evitar escaramuças, cada vez mais intensas?

O fato nu e cru é que Israel entrou dentro da Palestina, ocupou o espaço, mas não destruiu o Hamas.

Teria que destruir os palestinos, que colocaram no poder o Hamas como sua expressão de poder.

Enfim, teriam que destruir os palestinos.

Israel entrou numa sinuca de bico, mesmo armado até os dentes, vencido por violar o princípio da desproporcionalidade.

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