Golpe monetário do FED ameaça Dilma

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O IMPÉRIO VESTE MULHER. Janet Yellen, presidente do FED, ao manter a política monetária americana expansionista, acompanhada de juro zero ou negativo, provoca exportação de moeda podre americana para o Brasil, levando o BC de Tombini a puxar o juro para enxugar o excesso de liquidez, que gera pressão inflacionária e ameaça a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. A titular do FED vai se transformando no maior cabo eleitoral da oposição brasileira para a eleição presidencial de 2014, criando desorganização estrutural da política econômica nacional. Vai gerando motivações para o FMI e o Banco Mundial, como aconteceu essa semana, criticarem a condução da economia nacional sob Dilma, barrando o argumento nacionalista dilmista de que gastos públicos são investimentos que dão retorno, potencializando a política social distributivista, que os neoliberais estão empenhados em destruir, para favorecer o argumento dos banqueiros de que é preciso parar o consumo, bombeado pela valorização dos salários e dos programas sociais, promotores de renda, produção, consumo, arrecadação e investimentos. A lógica da exportação de dólares pelo FED, quanto mais emite moeda podre e mais segura o juro na casa dos zero ou negativo, transforma o BC dirigido por Tombini no enxugador geral da base monetária americana alagada, para favorecer a recuperação da economia de Tio Sam na cena internacional, enquanto a economia brasileira vai se afundando velozmente, embalada pela mídia a serviço dos interesses dos especuladores globais.

Yellen repete Colbert,

ministro das Finanças

de Luiz XIV, no século 17, na

França, segundo o qual a

dívida pública é o nervo vital

da guerra das potências

dominantes contras

Dilma, diante da política monetária, vai perdendo terreno, enquanto ela favorece seus concorrentes, Aécio e Santos.
Dilma, diante da política monetária imperialista conduzida por Janet Yellen, vai perdendo terreno, enquanto ela favorece seus concorrentes, Aécio e Santos.

Miami, nesses dias, está se transformando na meca do consumo mundial.

Isso sem falar nas outras grandes metrópoles americanas, com destaque para Nova York, é claro.

Tudo porque os americanos estão dando o golpe da  moeda, o golpe monetário em todos os países, especialmente, naqueles que não se mancam e aceitam passivamente essa dominação externa.

O que acontece?

O golpe monetário de Tio Sam valoriza a moeda dos outros países, levando, consequentemente, os consumidores destes para comprarem mercadorias fabricadas pelas indústrias de Tio Sam com suas moedas, artificialmente, fortes.

Enquanto isso, vão sendo detonadas as indústrias nacionais.

Alexandre Tombini, presidente do BC, caiu no golpe monetário do FED, levando a classe média brasileira emergente para comprar barato nos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, vai destruindo os empregos de qualidade na indústria brasileira, que perde competitividade interna e externa.

Esse golpe americano é genial.

as concorrentes, para

destruir o mercado dos

outros por meio da

sobrevalorização das

suas moedas, para que

possam ser utilizadas

na compra de

mercadorias

Alexandre Tombini é um inocente útil, utilizado pelo BIS, banco central dos bancos centrais, para a governança global dos banqueiros, enquanto vai tomando decisões que mantêm a inflação elevada via juros altos, repassados aos preços das mercadorias, cuja alta vai minando o prestígio de Dilma.
Alexandre Tombini é um inocente útil, utilizado pelo BIS, banco central dos bancos centrais, para a governança global dos banqueiros, enquanto vai tomando decisões que mantêm a inflação elevada via juros altos, repassados aos preços das mercadorias, cuja alta vai minando o prestígio de Dilma.

O FED inunda a praça mundial de moeda podre(QE, Quantitative Easing) e mantém o juro na casa dos zero ou negativo.

De um lado, as indústrias americanas, sem pagar juros, evitando aumento de custos, ficam mais competitivas; de outro, com esse juro no chão, os americanos vão dando o calote na dívida pública deles, na casa dos 17 trilhões, ao mesmo tempo em que vão exportando moeda para valorizar moeda dos outros.

É a forma de criar consumidor para a indústria americana fora dos Estados Unidos.

Já, as indústrias brasileiras e sul-americanas, bem como as de outros continentes, dançam.

Produzem cada vez mais caro, porque os investidores americanos e europeus, sem juros para remunerar seu capital acumulado, vem para o Brasil, para a Argentina, para Venezuela, para o México, Leste Europeu, para a África, para Bolívia, Peru etc.

Sobrevalorizando com essa massa de dinheiro as moedas locais o BC americano obriga o BC brasileiro e outros da periferia capitalista a enxugarem o excesso monetário, puxando os juros, que elevamos custos das empresas locais, tornando-as incompetitivas.

O discurso ideológico neoliberal é o de que o juro alto combate à inflação, mas, na verdade, promove a desindustrialização, para promover a industrialização americana.

fabricadas no país rico,

enquanto vai afundando

as fabricantes dos países

concorrentes mais pobres.

É a forma de produzir

barato no centro, ao mesmo

Cristine Lagarde, diretora gerente do FMI, dominado pelos Estados Unidos, produziu relatório que joga para baixo a economia brasileira, que vai se afundando no juro alto, encarecedor dos custos empresariais, repassados aos preços, para pressionar a inflação, pelo o fim da política social, para que se possa ser produzida mais economia forçada, a fim de favorecer os banqueiros especuladores, aqueles que mais faturam na agiotagem internacional detonada pela política monetária americana, nas periferia capitalista global.
Cristine Lagarde, diretora gerente do FMI, dominado pelos Estados Unidos, produziu relatório que joga para baixo a economia brasileira, que vai se afundando no juro alto, encarecedor dos custos empresariais, repassados aos preços, para pressionar a inflação e acelerar o fim da política social. Seu negócio e gerar economia forçada para fabricar superavit primário elevado, a fim e encher os bolsos dos banqueiros e esvaziar os dos trabalhadores, massacrados pela agiotagem internacional detonada pela política monetária americana, na periferia capitalista global.

Tombini e seus colegas de BC sul-americanos, que se rendem às cartilhas neoliberais, coordenadas pelo BIS, banco central dos bancos centrais, com sede na Basileia, Suíssa, cairam no conto do golpe monetário dos bancos centrais dos Estados Unidos, do Banco Central Europeu e do Banco Central japonês.

Todos esses três estão praticando expansões monetárias para se salvarem da maior ameaça as suas sobrevivências, a deflação.

Tombini e sua turma do BC brasileiro acreditaram piamente na pregação de que estava prestes a serem tomadas decisões, pelo FED, em favor do aumento dos juros americanos.

Enganação que criou falsas expectativas gerais de que a poupança mundial se voltaria para o mercado americano.

Como, minha gente, se os americanos já são os maiores devedores do mundo?

Eles dariam tiros no próprio pé?

Essa semana, a nova presidente do BC dos Estados Unidos, Janet Yellen jogou água nessa fervura.

Reuniu sua turma e disse que tão cedo haverá aumento de juro americano.

Para que?

tempo que destrói a

periferia. O dólar

sobredesvalorizado vai

demonstrando que a

moeda é uma arma de

guerra e não um ente

neutro voltado apenas

para a facilitação das

relações de trocas, como

apregoam os neoliberais.

O ministro da Fazenda está sob ataque cerrado da banca internacional em ano eleitoral, sendo o culpado pela inflação, que tem como seu algoz aquele que está a serviço dos interesses dos banqueiros, ou seja, Tombini, do BC, que puxa os juros que formam os preços mais altos para as empresas, repassando-os aos consumidores, bombando pressões inflacionárias. Está pagando o pago pelo golpe monetário detonada pelo Banco Central dos Estados Unidos.
O ministro da Fazenda está sob ataque cerrado da banca internacional em ano eleitoral, apontado como culpado pela inflação, cuja fonte é a agiotagem especulativa internacional, impulsionada pelo FED de Yellen.

Para quebrar a economia americana?

Para derrubar a indústria dos Estados Unidos?

Para destruir o mercado consumidor americano, deixando-o ser dominado pelos concorrentes?

Ora, os americanos estão noutra.

Além de explorarem fortemente a vantagem comparativa que possuem, da variável tecnológica, que eleva a produtividade e baixa custo, eles jogaram firme na redução do custo de energia, colocando na comercialização gás de xisto, que diminuiu em cerca de 30% os custos para os consumidores e empresas.

Soma-se essa inovação tecnológica ao golpe monetário, traduzido em enchente de moeda no mercado, mantendo o juro na casa dos zero ou negativo, eis que a economia americana volta à sua força, como atestaram os relatórios do FMI, divulgados na última quarta feira.

Ora, quem está certo?

Janet Yellen, que atua nesse sentido, jogando o juro para baixo, para salvar as empresas americanas, mantendo inflação baixa, ou Tombini, que faz o contrário, puxa o juro brasileiro para enterrar a indústria nacional, enquanto inflaciona a economia?

Alexandre Tombini barbeirou feio nos juros, subiu a inflação e se transforma no maior cabo eleitoral da oposição contra a presidenta Dilma Rousseff.