BC economicida ameaça Dilma e o povo

Explodiu o

confronto

kkkkkkkkkkkkkkkkk
Arno Augustin: “Não aguento mais jogar uma conta de um lugar para outro para ajeitar o orçamento, porque, com esse juro tombiniano, não há equilíbrio fiscal que aguente”.

O editorial do Estado de São Paulo de ontem diz que a economia dos Estados Unidos deslancha e a do Brasil derrapa.

Mas, o jornal não explica por que a economia americana reage e a brasileira empaca.

Porém, lendo o editorial, a resposta vem quase automaticamente, para o leitor atento.

O que, minha gente, mais influi no dia a dia da economia, para apreciar ou depreciar seu funcionamento?

Claro, o indicador da política monetária mais evidente, a taxa de juro.

A produção e o consumo estão aumentando na maior economia do mundo, porque os juros básicos, que influenciam no resto, estão na casa dos zerou a 0,25%.

Descontando a inflação, que oscila perto de 1,5%, com as autoridades forçando para que ela chegue aos 2%, tem-se que a taxa real de juro se encontra abaixo de zero.

entre o Banco

Central e

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
“Minha missão é acabar com o crédito do povo para que ele não possa jamais comprar a prazo, a fim de que acabemos com essa maldita inflação”.

As forças produtivas estão sendo fortalecidas, enquanto a dívida pública americana, na casa dos 17 trilhões de dólares, vai sendo, paulatinamente, desbastada, na medida em que o governo, praticamente, deixou de pagar rendimento pelos papéis que lança no mercado.

Vai dando, assim, um calote legal.

A soma de juro baixo e aumento da oferta monetária pela compra de títulos do governo na casa dos 75 bilhões de dólares, mensalmente(era 85 bilhões, até final do ano passado) representam esse impulso fundamental que o império americano promove, para tentar vencer as dificuldades que ele mesmo criou, levando o mercado financeiro à bancarrota na crise de 2007-2008.

Quer dizer, o esforço que o governo Obama está fazendo para conter os gastos públicos se dá, essencialmente, por meio da política monetária, diante das dificuldades políticas que enfrenta, para fazer esse serviço por meio da política fiscal, motivo de rachas profundos no Congresso entre os dois principais partidos, o Republicano e o Democrata.

Está ou não explicado o por que de a economia americana estar se recuperando?

Se não se paga juro aos credores e, ainda por cima, emite-se dinheiro-papel, para manter a circulação alagada, pressionando o custo do dinheiro para baixo, enquanto forá a inflação para cima, fica mais fácil para os agentes econômicos trabalharem, dinamizando tanto o mercado interno como as exportações, visto que o dólar está sendo desvalorizado para facilitar a vida dos exportadores.

Já, no Brasil, ocorre o contrário.

Fazenda em

torno do

kkkkkkkkkkkkkkk
Janet Yellen, tomando posse no BC americano: “Eu juro, Tim Sam, que jamais cometerei a insanidade do Tombini de puxar juro para combater a inflação, colocando a Dilma à beira do abismo, enquanto ameaça a poupança popular. Amém”

O juro está sob pressão dos banqueiros para que nessa quarta feira o BC puxe mais uma vez para cima a taxa, chegando ela na casa dos 10,5%.

Já pensaram, minha gente, se a taxa de juro por aqui estivesse, também, na casa dos zero ou 0,25%?

Onde estaria a inflação senão, também, bem abaixo da meta dos 4,5%?

Dirão os militantes do mercado financeiro que isso não pode ser feito porque a política fiscal, pressionada pela elevada dívida pública, não deixa.

Mas, e a grande dívida pública americana de 17 trilhões de dólares(a do Brasil está aí na casa dos R$ 2 bilhões), por que ela não está, como ocorre por aqui, pressionando os juros por lá, se, para baixá-la, o FED a eleva sempre mais e mais, mediante expansão monetária intermitente?

jogo jurista dos

economicidas

kkkkkkkkkkkkkkkkk
Dragui, segundo informações de bastidores, declarou recentemente numa reunião fechada do Banco Central Europeu que Dilma Rousseff faria melhor colocando Felipão no Banco Central, porque Tombini enlouqueceu.

A nova presidente do Banco Central americano, Janet Yellen, avisou que vai manter o juro no mesmo patamar atual e conduzirá a oferta monetária de modo a ir fazendo o efeito que busca, ou seja, a recuperação econômica, visando, sobretudo, o aumento da oferta de emprego.

As incertezas que tomam conta das autoridades monetárias americanas decorrem justamente da impossibilidade de a economia não poder andar mais rápido mediante aumento dos gastos do governo, porque a dívida americana está elevada demais.

Jogam, contra isso, os juros bem para baixo.

Não são loucos de fazerem o que se faz no Brasil, puxar os juros, sempre mais para cima, cujas consequência, obviamente, se expressam em aumento da dívida, aumento do risco Brasil, perante o mercado financeiro internacional, aumento dos juros e, claro, aumento da inflação.

Pratica-se, portanto, em terra brazilis, o economicídio explícito, se forem observadas as decisões que os bancos centrais, nas economias ricas, dos Estados Unidos, da Europa e do Japão, estão adotando, na linha oposta à perseguida pelo Banco Central de Tombini e cia, com aplauso da grande mídia, engajada na defesa dos interesses do mercado financeiro.