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Nesta altura dos acontecimentos até as pedras sabem que o interesse imperialista nas matérias primas do Brasil (petróleo, minerais, água, biodiversidade da Amazônia) foi um dos carros-chefe do golpe. No…

Previsão 2017
Previsão 2017: Nova Síria
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Putin-Trump
 

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Primeira providência: recuperar Aleppo.
 
Plano imobiliário.
 
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Putin, homem do ano, novo líder mundial
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A grande mídia empresa ocidental encerra 2016 murcha.
 
Como não tem suficiente independência para analisar imparcialmente os acontecimentos mundiais, visto que é, praticamente, braço propagandista do poder anglo-americano imperialista, procura esconder…

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Mercado interno forte com Lula presidente para vencer a crise e salvar capitalismo nacional em bancarrota com Temer
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Stedile na Globo News: a política econômica neoliberal aprofunda a crise 
 

Foi, realmente, uma grata surpresa assistir a entrevista João Pedro Stédile, economista e membro da Coordenação do MST, concedida ao…

Reforma Temer produz pleno emprego, desde que trabalhador pague para trabalhar
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Liquidação geral de preço do trabalho.
 
O fim da CLT já aconteceu há muito tempo.
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Temer é o anti-Vargas, a República Velha, superada pela história, proposta entreguista, antinacionalista, agradável ao mercado financeiro, a Washington e Wall Street, para destruir o Estado social, sem o qual…

Negociação para governos estaduais é excelente para governo federal
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Política entra em choque com economia
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Era para durar vinte anos.
Era.
Assim foi concebida a PEC 55 aprovada no Senado.
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Nunca se viu…

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Parlamento Digital: Plebiscito Revolucionário

Aylê Salassié em 29/06/2013

      

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Depois de mais de vinte anos debatendo inutilmente sobre como fazer a reforma política por meio da democracia representativa, essencialmente, manipulada contra os interesses populares, os políticos brasileiros demonstraram, na prática, indispostos a essa tarefa. Por que? Simples. Se forem fundo no assunto, derrotam-se a si mesmo, porque a sua representatividade não tem correspondência com a vontade da maioria da população. Esta, de saco cheio, resolveu ir às ruas reivindicar seus legítimos direitos, usurpados. A proposta do plebiscito, feita pela presidenta Dilma Rousseff, levanta falsas questionamentos por parte dos adversários da ideia. São eles favoráveis, apenas, a que, eles mesmos, continuem, agora, sob pressão das ruas, dando as cartas, para, posteriormente, o povo dizer sim ou não ao que decidirem, via referendo. Parece piada, quando a humanidade já vive plenamente na era digital, pronta para participar de parlamentos digitais, revolucionando completamente a democracia por meio da participação direta nos assuntos nacionais e globais, em velocidade nunca vista. Levantam os oposicionistas e, mesmo, os situacionistas, incomodados com a revolução comunicatativa, à vista, que são complicadas as maneiras de organizar o plebiscito sobre a reforma política, porque se trata de muitas questões etc e tal. Ora, não seria facílimo elaborar essas questões conforme são realizados concursos públicos, enumerando-as, didaticamente, colocar no ar, via internet, e solicitar à população que meditem sobre elas, num prazo de 15 dias, mais ou menos, ao final dos quais estariam prontas as respostas, plenamente, meditadas, no ambiente familiar, no trabalho, nas organizações de classe, nos clubes, nas ruas e esquinas, nos bares, nos estádios de futebol, nas praias  etc? Haveria intensa troca de informações, ideias, opiniões, para, ao final, o eleitor/eleitora, plenamente, identificado/a, digitalmente, conforme a lei determina, desse sua opinião. Qual a dificuldade, se, até, crianças, a partir de dois, três anos, já manipulam computadores de todas as variedades, aprendendo coisas até mais difíceis, como jogos de diversas formulações, tonalidade e complexidades, para adultos etc? As dificuldades que os políticos brasileiros altamente conservadores estão colocando, relativamente, às impossibilidades(falsas) que se apresentam para a realização do plebiscito, têm outra natureza, muito específica: querem preservar o poder em suas mãos, dando as cartas, na democracia representativa, viciada por modelo político eleitoral corrupto, regado a dinheiro pelos grandes empresários e banqueiros, que manipulam as finanças estatais em beneficio próprio, prejudicando a população. Teme esse pessoal ser varrido pela democracia direta, participativa, expressão de revolução pacífica da cidadania. O parlamento digital, global, instantâneo, é uma revolução midiática extraordinária que atende, perfeitamente, as demandas das massas que estão nas ruas, ávidas por participarem das decisões, tirando essa prerrogativa das mãos e mentes dos que perderam, no Congresso, credibilidade e utilidade para execução dessa tarefa cidadã.

“Para que os maus triunfem, basta que os bons não façam nada”(E.Burke). Se cada     

      cidadão repassar esta  mensagem para vinte pessoas, em três dias a maioria dos

      brasileiros tomará conhecimento do seu conteúdo.

         

democracia digitalForças armadas digitais, governos digitais, eleições digitais,   livros digitais, ciências digitais, comércio digital, igreja digital,  jornais e tvs digitais.

Ora, por que não Parlamento Digital ?

A expressão pretende caracterizar uma  sociedade viral com força política reprimida,  suficiente,entretanto,  para alterar o  status institucional de uma comunidade ou de um País,    atuando autônoma e independentemente da sociedade política.

Infere-se a existência de uma comunidade, representada por milhões de pessoas conectadas por  dezenas de redes digitais – Twitter, Facebook,  Linkden, App.net, Identi.ca etc. –  cujo poder potencial tem revelado  disposição bastante para cobrar a solução de problemas que afligem a sociedade: o fechamento da Wall Street; a Primavera Árabe a discussão da Constituição na Islândia, os serviços públicos no Brasil. 

          Ao abrigo das redes socias,  uma opinião solitária, inibida no contexto político, pode   inspirar mobilizações de grandes conseqüências.

São dois bilhões de pessoas conectadas no mundo.

democracia digital 2No Brasil,  as redes reúnem  67 milhões de  internautas, mais de 1/3 da população,  perto de 70% dos eleitores,  conforme a Hello Research, (FSP,14.12.2012).

Cerca de 47% dos internautas são pessoas politizadas.  

            As redes estão incrustradas em empresas, em governos, partidos, grupos sociais, tribos, clubes e até no Colégio dos Cardeais do Vaticano.

Os políticos tentam  se aproximar dessa comunidade,  com intuito maior de usá-la a seu serviço. Mantem-se ligados a ela por meio de sites próprios, emails  e assessorias que circulam incógnitas pelas redes monitorando preocupações correntes , para tentar  antecipar iniciativas e  imobilizar ações emergentes por meio da cooptação dos internautas   para o processo formal.

Acreditam ser isso um Parlamento Digital.  Qualquer sugestão legislativa da sociedade civil para ser encaminhada no Congresso precisa de 1,3 milhão de assinaturas, e só tramitam   via parlamentares.

O projeto Ficha Limpa foi contornado,   esvaziado e praticamente ignorado na sociedade política.      

democracia digital 3 Assim, em torno de reivindicações e frustrações comunitárias  , os cidadãos  estão se juntando informalmente para exigir mudanças.

As tecnologias ampliam seu poder, permitindo gerar   na sociedade civil correntes intermináveis de apoio. As pessoas estão procurando no mundo digital a recuperação do Poder que a natureza lhes outorgou,  e os políticos usurparam. 

Laços  eletrônicos  interativos vão se estabelecendo.

Com ações mobilizadoras,  em tempo real e no espaço virtual, abre-se a possibilidade de se   provocar enorme   rupturas   nos modelos institucionais, sem a interferência de ideologias ou partidos.

Age-se anônima, espontânea e independente .

         Nicholas Kulish (NYT,out 2011), observou que o cansaço, a desilusão e mesmo o desprezo pelo processo político democrático tradicional está levando cada vez mais cidadãos a  rejeitar as estruturas  petrificadas.

democracia digital 1São  queixas contra a corrupção, os corporativismos, a falta de moradia, do desemprego, os cortes em gastos sociais,a má distribuição de renda, problemas  que os governos não conseguem resolver.

Aparentemente, há uma grande desilusão com a política e os políticos.

Os cidadãos despertam-se da  letargia do seu silêncio, para decidir , em espiral, por conta própria, situações que afetam o seu cotidiano.

Como instrumentos de  mobilização e aglutinação de pessoas em torno de aparentes micro causas, as redes sociais demonstram enorme eficiência.

Para os políticos tradicionais, parece aterrorizante esse mundo da Midiosfera (Morin, 2005),  que desvenda e emula corações e mentes.

          O nome Parlamento Digital (Quintão,2005)nada tem a ver com o convencional, começa por sugerir distâncias cada vez maiores entre a sociedade civil e a sociedade política.

locus da ruptura efetiva desloca-se dos espaços analógicos e institucionais para os imaginários e digitais em rede, descolando da prática política tradicional.

São milhões de anônimos transitando inconformados pelas redes.

Os atuais políticos não tem resposta para as demandas dessa sociedade civil.

*Jornalista

(Professor de Jornalismo Político e Econômico, Doutor em História).

 

Categoria: (Cultura, Política)

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