Mulheres atacam inflação para evitar juro alto

A melhor arma contra os juros altos é a reação popular. Se a população for convocada para essa luta, dará resposta, porque está em jogo o interesse da sociedade. Os banqueiros especuladores, que estão interessados nos juros altos, para ganhar com a atração de poupança externa especulativa farta para o Brasil, financiam a uma mídia obediente as suas ordens no sentido de mentir que juro alto combate a alta dos preços. As donas de casa desmentiram isso. Quem combate os preços é o consumidor que se nega a pagar preço alto, especulativo, principalmene, quando, nas prateleiras e gôndolas dos supermercados,não faltam mercadorias. O abastecimento está completo, a concorrência está funcionando, mas os preços sobem, especulativamente. O consumo caiu e os preços diminuiram, especialmente, os dos alimentos. Se os juros subirem, como querem os economistas neoliberais, funcionários dos banqueiros, em nome do combate à inflação, o que vai acontecer, certamente, poderá ser mais inflação. Os custos de produção dos empresários aumentarão e eles repassarão aos preços ao consumidor. Mas, se os consumidores se comportarem, como ocorreu no mês passado, os preços caem, sem necessidade de aumentar juro. O que os especuladores querem é parar a economia, porque a massa de dinheiro especulativo na circulação capitalista global em crise somente se reproduz na especulação, já que se todo o dinheiro fosse direcionado à produção e ao consumo o que ocorreria seria uma brutal deflação, derrubando tanto a taxa de lucro, jogando o capitalismo no abismo. Os capitalistas financeiros, que, no mundo inteiro, manipulam uma montanha de dinheiro na casa dos 600 trilhões de dólares, muitas vezes supeiror ao PIB mundial, na casa dos 80/100 trlhões de dólares, estão perdidos. Sabem que na produção e no consumo, esse montante de grana não teria retorno capaz de remunerá-lo, salvo se for na base da especulação desenfreada. Por isso, os governos dos países ricos - Estados Unidos, Europa e Japão -, superendividados, deixaram de pagar juros, dando calotes nos credores. Estes, em contrapartida, buscam paragens onde o juro é positivo. Por isso, por meio dos seus agentes, o poder midiático, anti-nacionalista, pressionam em favor de juro aina mais alto, a fim de ganharem sem trabalhar. A pressão desse pessoal é grande, principalmente, porque os governos americanos, europeus e japonês passaram a adotar políticas monetárias expansionistas, jogando mais moeda na circulação, mas sem pagar juro. Precisam, portanto, que a presidenta Dilma Rousseff aumente o custo do dinheiro no Brasil, para que epossam vir para cá, especularem, agitando a inflação dos produtos básicos, produzindo sobre eles bolhas especulativas, até que estourem geral. A arma contra essa onda inflacionária criminosa, internacional, imperialista, é o povo brasileiro, são as donas de casa, que passaram, em março, a dizer não à especulação, deixando de comprar por preços exagerados. Não é o juro alto a arma contra a alta dos preços, mas a consciência social. Por isso, é preciso democratizar a informação, no País, rompendo o oligopólio midiático a serviço dos especuladores, empenhados em empobrecer a sociedade.Não é à toa que a mídia perde clientes, leitores, ouvintes, telespectadores, porque o povo já está farto de  mentiras, de manipulação etc.
AUMENTA A PRESSÃO DA BANCOCRACIA PARA AUMENTAR O JURO EM NOME DO COMBATE À INFLAÇÃO, MAS AS DONAS DE CASA DEMONSTRARAM QUE PODEM FAZER ESSE SERVIÇO AFASTANDO O PERIGO QUE O JURO ALTO TRAZ EM FORMA DE AUMENTO DA DÍVIDA E DE SUCATEAMENTO INDUSTRIAL QUE PRODUZIRÃO  DESEMPREGO. A melhor arma contra os juros altos é a reação popular. Se a população for convocada para essa luta, dará resposta, porque está em jogo o interesse da sociedade. Os banqueiros especuladores, que estão interessados nos juros altos, para ganharem com a atração de poupança externa especulativa farta para o Brasil, financiam uma mídia obediente as suas ordens no sentido de mentir que juro alto combate a alta dos preços. Em março, as donas de casa desmentiram isso. Quem combate os preços é o consumidor que se nega a pagar preço alto, especulativo, principalmene, quando, nas prateleiras e gôndolas dos supermercados, não faltam mercadorias. O abastecimento está satisfatório, a concorrência está funcionando, mas os preços sobem, especulativamente. A controversia está no ar. O preço do trabalho no setor de serviços está alto, mas o do na indústria, que sofre concorrencia internacional, está equilibrado. O pleno emprego é o fato novo. O consumo caiu e os preços diminuiram, especialmente, os dos alimentos. Se os juros subirem, como querem os economistas neoliberais, em nome do combate à inflação, o que vai acontecer, certamente, poderá ser mais inflação. Os custos de produção dos empresários aumentarão e eles os repassarão aos preços ao consumidor. Mas, se os consumidores se comportarem, como ocorreu no mês passado, os preços caem, sem necessidade de aumentar juro. O que os especuladores querem é desacelerar a economia, porque a massa de dinheiro especulativo na circulação capitalista global em crise somente se reproduz na especulação, já que se todo o dinheiro fosse direcionado à produção e ao consumo o que ocorreria seria uma brutal deflação, derrubando a taxa de lucro e jogando o capitalismo no abismo. Os capitalistas financeiros, que, no mundo inteiro, manipulam uma montanha de dinheiro na casa dos 600 trilhões de dólares, muitas vezes superior ao PIB mundial, na casa dos 80 trlhões de dólares, estão perdidos. Sabem que na produção e no consumo, esse montante de grana não teria retorno capaz de remunerá-lo, salvo se for na base da jogatina desenfreada. Por isso, os governos dos países ricos – Estados Unidos, Europa e Japão -, superendividados, deixaram de pagar juros, dando calotes nos credores. Estes, em contrapartida, buscam paragens onde o juro é positivo. Por isso, pressionam em favor de juro ainda mais alto. A pressão desse pessoal é grande, principalmente, porque os governos americanos, europeus e japonês passaram a adotar políticas monetárias expansionistas, jogando mais moeda na circulação, mas sem pagar juro, para enxugá-la, evitando elevar suas dívidas a patamares insuportáveis, sinalizadores de hiperinflações. Precisam, portanto, que a presidenta Dilma Rousseff aumente o juro no Brasil. Virão para cá especularem, agitando a inflação, gerando bolhas especulativas. A arma contra essa onda inflacionária criminosa, internacional, imperialista, é o povo brasileiro, são as donas de casa, que passaram, em março, a dizer NÃO à especulação, deixando de comprar por preços exagerados. Não é o juro alto a arma contra a alta dos preços, mas a consciência social. Nesse sentido, é fundamental democratizar a informação, no País, rompendo o oligopólio midiático a serviço dos especuladores. Não é à toa que a mídia perde credibilidade. Leitores, ouvintes, telespectadores estão fartos de mentiras, de manipulação etc.

Não seria melhor negócio

a presidenta Dilma Rousseff

Certamente, os consumidores, nos supermercados, em sua maioria, mulheres, donas de casa, responsáveis pela condução do orçamento familiar, já perceberam que está em curso onda especulativa tremenda com os preços dos alimentos, os grandes vilões da inflação.

Não porque faltem produtos nas gôndolas e prateleiras dos supermercados.

Se o abastecimento está normal, se sobram mercadorias, por que os preços sobem?

Só pode ser especulação sazonal, como, por exemplo, as chuvas, nesses dias, que prejudicam plantios de alguns produtos etc.

Mas, vem aí safra recorde, para jogar os preços para baixo.

Como as donas de casa não são nada trouxas, sentindo no bolso que o orçamento familiar poderá estourar, se elas não enfrentarem os especuladores, deram seu aviso, suspendendo compras, adiando consumo etc e tal.

 Sabedoria é isso aí.

 Quem é besta de continuar pagando por um quilo de tomate R$ 10, para saciar a fome e a sede do dragão inflacionário?.

 Se, não apenas, as donas de casa, mas, também, os e as donas de restaurantes cobram em torno de R$ 18/20 o quilo de comida no mercado popular dos self services e não poderão aumentar mais porque a concorrência está braba, o jeito, como demonstraram os números do comércio de varejo em fevereiro, é dar um recuo tático em compras de alguns produtos, diminuindo o cardápio, sem prejudicar a qualidade.  

mulher 1

ir à televisão cumprimentar

as mulheres brasileiras, que

A estratégica parece que deu certo.

Os especuladores estavam prevendo, em março, inflação de 5% a 5,5%.

Caiu para 0,47%.

Projetaram crescimento de 1,5% nas vendas do comércio em fevereiro em relação a janeiro.

O crescimento foi de, apenas, 0,4%.

Alimentos e bebidas, cujos preços, em janeiro, alcançaram 1,99%, e, em fevereiro, 1,45%, recuaram, em março, para 1,14%.

Os bens duráveis sofreram tombos: 0,86%, em janeiro; 0,37%, em fevereiro, e, em março, 0,26%.

Outros vilões da inflação, o setor de serviços, igualmente, tiveram quedas fortes: 0,91%(janeiro); subida de 1,30%(fevereiro) e recuada braba em março(0,26%).

Se acontecesse no Brasil, o que acontece nos Estados Unidos, em relação ao cálculo da inflação, do qual são expurgados os preços sob ataques especulativos, como os de energia e de alimentos, a inflação de março, em vez de 0,47%, teria ficado em 0,25%.

 Se os consumidores se comportarem, em abril, como se comportaram em março, forçando os preços para baixo, deixando de consumir produtos que estão sob pressão especulativa, a inflação continuará caindo.

mulher 3

estão combatendo, efetivamente,

a inflação, ao recusarem

 Por que continuaria subindo, se o consumo estiver diminuindo?

Quem vai querer ver acumuladas em estoques suas mercadorias, especialmente, as que têm prazo de validade, observado, com atenção, pelas e pelos consumidores?

O poder do consumidor é muito grande.

Se a presidenta Dilma Rousseff, que está com seu prestígio em alta, conforme atestaram as últimas pesquisas do Ibope, for à televisão para cumprimentar as mulheres brasileiras pelo comportamento vigilante contra a especulação dos preços dos alimentos, terá ou não resposta correspondente por parte da consciência cidadã feminina, maioria do eleitorado nacional?

 A queda da inflação, em março, coloca em evidência que quem combate a alta dos preços não são os juros altos, mas os consumidores conscientes de sua cidadania.

A grande mídia brasileira, que atua em forma de oligopólio, a serviço dos banqueiros, tem martelado, insistentemente, que, para combater a alta dos preços, a única saída é aumentar o custo do dinheiro.

 Puxando o juro, o consumo cairia.

Em vez de gastar, o consumidor iria poupar.

Com o aumento da poupança privada, os investimentos aumentariam.

Será, minha gente?

mulheres 2comprar mercadorias cujos

preços estão sob ataques

Quem vai investir, se o juro subir, já que com juro mais alto haveria maior valorização da moeda nacional, atraindo especuladores que estão fugindo do juro zero ou negativo vigente nos países ricos, como armas dos governos para não engordarem suas dívidas, ao mesmo tempo em que atraem investidores, para produzirem barato, a fim de exportarem mediante  moeda sobredesvalorizada?

O que vai acontecer, se o juro subir, é muito claro: as empresas vão diminuir investimento diante da demanda cadente.

Aumentará, em consequência da sobrevalorização monetária, decorrente da puxada do juro, o sucateamento industrial, o desemprego, diminuindo, por sua vez, a arrecadação e o investimento público.

Os neoliberais, pregadores do juro alto, com apoio do poder midiático, anti-nacionalista, querem implementar, agora, o thatcherismo, que acabou, na Inglaterra, com o estado do bem estar social, resultando na desaceleração geral do emprego, do consumo, da arrecadação e dos investimentos, tornando ingovernável a economia inglesa, de resto, semelhante ao que acontece em toda a Europa, depois do estouro do neoliberalismo em 2007-2008, jogando o capitalismo na paralisia anárquica.

Não é à toa que volta à cena o keynesianismo, agora, na versão público-privada.

Keynes dizia que poupança é investimento e investimento é poupança, assim como Marx disse que produção é consumo e consumo é produção.

Jogo dialético de opostos, em que uma parte não sobrevive sem a outra, por serem, ambas, interativamente, cara e coroa, partes de uma mesma moeda.

Por isso, o genial economista inglês destacou que o espírito animal dos empresários somente é despertado pelo acionamento da única variável econômica verdadeiramente independente sob o capitalismo, que é o aumento da quantidade da oferta de moeda na circulação capitalista.

Quando o governo joga, com a mão direita, papel-moeda na circulação, para puxar a demanda global, e papel-dívida(títulos públicos), com a esquerda, para enxugar parte da oferta monetária, a fim de evitar enchente inflacionária, aciona quatro movimentos simultâneos: 1 – eleva os preços; 2 – diminui os salários; 3 – reduz os juros e 4 – perdoa a dívida contraída a prazo, tanto dos empresários como do governo.

Com isso, cria, milagrosamente, o que denominou de eficiência marginal do capital, ou seja, o lucro.

mulher 4especulativos, do que partir

para a elevação dos juros

que desorganizaria a economia?

A receita keynesiana esgotou, porque as dívidas dos governos, que atuavam, dialeticamente, como instrumento de combate à inflação, estouraram.

O mercado financeiro, desconfiado, resiste a financiá-las com moeda emitida pelos próprios governos, cujo contrapolo são os títulos públicos, cuja tendência, na crise da economia monetária, da moeda fictícia, é sofrer desvalorizações sistemáticas.

Na pratica, os governos emissores de moeda com livre curso no mercado internacional – como são o dólar, o euro e o yen – teriam que queimar dinheiro, renegociando suas dívidas.

Não fazem isso, porque dariam o exemplo a ser seguido por todo o mundo.

Preferem se endividar mais ainda, sustentando, em contrapartida, juro zero ou negativo, dando calotes.

Mas, juro baixo, por si só, não puxa a demanda global.

Precisa que haja expansão dos gastos do governo, a única variável econômica independente.

Do contrário, não se cria a eficiência marginal do capital keynesiana, e a economia fica paralisada.

No Brasil, a presidenta Dilma Rousseff partiu para a redução dos juros, mas como a divida do governo já está excessivamente elevada, não desperta suficiente confiança.

Se aumentar, ainda mais, os juros, como pregam os neoliberais, para combater a inflação, a vaca poderá ir para o brejo.

A dívida aumentaria, exigindo poupança externa para financiá-la, engordando tensões, cujas consequências, como a história já demonstrou, são fugas de capital, inflação etc, etc.

Desse perigo, os governos dos países ricos fogem, eliminando o juro sobre o endividamento governamental.

Por que, no Brasil, teria que ocorrer o contrário?

Acreditar no receituário neoliberal, thatcheriano, falido, elevando os juros, para combater a inflação, seria acreditar em papai noel.

Não seria melhor acreditar nas mulhures, nas donas de casa, que estão dando o exemplo real de como combater a alta dos preços, cortando consumo, temporariamente, como lição eficaz contra os especuladores, em vez de cair no conto da bancocracia, que usa a mídia neoliberal oligopolizada, para enganar a população, pedindo aumento de juro?