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Dilma espanca, não as leis, mas o jeitinho brasileiro
Dilma espanca jeitinho brasileiro de governar
Posted 12 horas ago

O nacionalismo econômico e
político dilmista-lulista-petista

Os críticos da presidenta Dilma Rousseff de que ela não é lá essa gestora competentíssima que falam por ai, mas, sim, uma gerentona autoritária, que…

Dilma espanca jeitinho brasileiro de governar
Reserva cambial para produção derruba inflação
Reserva cambial para produção derruba inflaçã…
Posted 2 dias ago

A inflação brasileira atual
é produto do nacionalismo

Utilizar uma parte boa das reservas cambiais de 400 bilhões de dólares, aproximadamente, para fazer o desenvolvimento andar mais depressa.
Temos batido, insistentemente, nessa…

Reserva cambial para produção derruba inflaçã…
Mesquitas cairam no conto do vigário de Lacerda
Mesquita caiu no conto do vigário de Lacerda
Posted 3 dias ago

 

Mesquita caiu no conto do vigário de Lacerda
Clarin: show de jornalismo sul-americano
Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Posted 4 dias ago

O verdadeiro espírito
jornalístico não
A esquerda e a direita, certamente, se incomodaram.
A primeira, porque não imaginava que o jornal de direita, como classifica o Clarin, fosse fazer um trabalho de…

Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Lula, vira chanceler mascate de Dilma
Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Posted 5 dias ago

O programa brasileiro Bolsa
Família é, sem dúvida, a 
O chanceler Antônio Patriota, certamente, é um diplomata competente.
Se não fosse não teria chegado aonde chegou.
Mas ele é meio blasé.
Não tem aquele…

Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Brasil leiloado
Dilma leiloa Brasil à moda tucana
Posted 6 dias ago

PMDB muda correlação de forças no governo
PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
Posted 8 dias ago

Os banqueiros foram os
grandes perdedores com 
Governar é correlacionar as forças políticas no ambiente da coalizão governamental no jogo democrático.
O que ocorreu essa semana no Congresso foi uma alteração substancial…

PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
MP não sustenta mais governo de coalização
Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Posted 12 dias ago

Ao proibir o jovem
de 14 aos 18 anos de

Enche o saco ler, praticamente, a cada dia comentários repetitivos de especialistas, de editorialistas, de palpiteiros de toda a natureza, com…

Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Acabou a era das MP com morte em plenário
Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Posted 16 dias ago

Jamais se viu, tão
nitidamente, no

Os impérios não caem pelas forças que atuam de fora para dentro, destruindo-os.
Quase nunca têm forças para tanto.
Ao contrário, são as forças internas, em choque…

Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Moeda internacional para novo comércio global
Moeda global para novo comércio internacional
Posted 17 dias ago

Espírito de solidariedade
sul-americano para enterrar
o unilateralismo imperialista e
fortalecer o multilateralismo

Moeda global para novo comércio internacional
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Mensalão leva STF à critica do Judiciário

Conselho Editorial Sul-Americano em 03/08/2012

GRANDE JULGAMENTO POLÍTICO NO SUPREMO COM A SEGUNDA DERROTA DE THOMAS BASTOS. SERÁ QUE ELE NÃO SE EMENDA? DEPOIS DE FRACASSAR NA DEFESA DE BICHEIRO, FRACASSOU, NA PRIMEIRA TENTATIVA, DE SALVAR O BANQUEIRO, JOGANDO COM AS MANOBRAS PROCRASTINATÓRIAS EM BUSCA DE PRESCRIÇÃO, CUJO RESULTADO TEM SIDO DESMORALIZAÇÃO DO PRÓPRIO JUIDICÁRIO. O ADVOGADO DAS CAUSAS MILIONÁRIAS ESTÁ SE DESMORALIZANDO. SERÁ QUE ELE PRECISA TANTO, ASSIM, DE DINHEIRO? O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, relator do mensalão, foi o grande vencedor do primeiro round do julgamento do processo, ao obter ampla maioria dos seus pares à defesa de que haja julgamento dos 38 acusados de corrupção num mesmo bloco, colocando-se contrário ao desmembramento dos julgados, em suas condições específicas de possuirem ou não forum privilegiado. Evitou a desmoralização da mais alta corte de justiça e, também, do Judiciário como um todo, pois é isso que aconteceria , se a tese defendida pelo seu colega, ministro Lewandowski, de separação, fosse vitoriosa, para atender questão de ordem levantada pelo advogado Thomaz Bastos, cujo cliente é o poderoso banqueiro mensaleiro Roberto Salgado. Aparentemente, a decisão dos juízes foi técnica, mas, essencialmente, revelou-se política, porque, sobretudo, sintonizou a posição do Tribunal com a da opinião pública, descrente do comportamento do judicário nacional, cuja história recente tem sido a de se submeter aos interesses dos poderosos, que compram a peso de ouro, nas instâncias intermediárias da justiça, as consciências de juízes corruptos, para alcançarem a liberdade. Não foi à toa que ganhou força a atuação do Conselho Nacional de Justiça, no Brasil, dada a fadiga de material do Judiciário, subornado pelo poder do dinheiro, graças ao tipo de manobra que tentou viabilizar Thomaz Bastos. A corrupção na justiça brasileira tem se expressado, fundamentalmente, na demora do julgamento dos processos, submetidos às procrastinações intermináveis, cujos resultados práticos são as prescrições que abrem aos corruptos as portas da liberdade pela justiça dos homens, frágeis diante do poder do dinheiro. A decisão do STF, na primeira questão de ordem levantada no julgamento do mensalão, representou, na prática, um voto de desconfiança no rito da justiça brasileira, totalmente, desmoralizada, na tentativa evidente de corrigi-la. Temerosos de serem julgados pela opinião pública, os juízes do Supremo, ao rechassarem o desmembramento do processo, deram o grande recado ao Judiciário nacional: "Olhaí, gente, vamos parar por aqui, porque senão iremos todos para o buraco, desmoralizados"

A decisão dos juizes

do STF representou

9 x 2 contra o desmembramento do processo do mensalão.

Sábia decisão do STF.

Já pensaram, caras e caros leitores, se tudo voltasse a estaca zero na justiça comum, sabendo que essa justiça brasileira está mais desacreditada do que pregador de cheque sem fundo na praça?

A história do mensalinho do PSDB comprovou o erro: desmembraram e deu no que deu, os poderosos não foram punidos.

As provas dessa desmoralização representaram, por isso, mesmo, a criação do Conselho Nacional de Justiça(CNJ), para julgar o próprio judiciário desmoralizado.

Não se tem aí, aos olhos de todos, a grande controvérsia levantada pela juíza Eliana Calmom, ao acusar, corajosamente, os próprios pares, ressaltando estar o judiciário bichado pela corrupção, embora não se possa geraneralizar que todos são corruptos, naturalmente?

voto de desconfiança no

próprio Judiciário, porque

A sociedade brasileira tem, ao longo dos últimos anos, assistido a multiplicação de casos de maracutaia vergonhosos no comportamento da justiça, dando maus exemplos gritantes.

O poder do dinheiro é o valor maior, na maioria dos casos, a ditar as regras.

As protelações na justiça comum, atrasando o julgamento, sob argumento de produção de provas, que , quase sempre, poderiam ser consideradas dispensáveis pelo juízo comum, dadas as avalanches de evidências de culpas nos criminosos eminentes, desmoralizaram e continuam desmoralizado o judiciário, principalmente, pela demora nas sentenças, atrasadas pelo jogo do interesse no qual falam mais alto os poderosos.

O senso popular já está cansado de saber que no Brasil vai preso apenas ladrão de galinha.

Os verdadeiros culpados se safam, espetacularmente, enrolando, procrastinando, comprando consciências de magistrados, até que os processos prescrevam, de modo a livrar os meliantes.

a história recente tem

demonstrado que ele

Certamente, na consciência dos juízes do Supremo Tribunal Federal, essa questão falou bastante alto.

Está em toda a parte a questão segundo a qual o próprio STF estará em julgamento no processo do mensalão.

Se suas excelências, logo na primeira hora, abrissem as pernas para a questão de ordem levantada pelo famoso advogado Marcio Thomaz Bastos, defensor do banqueiro do Banco Rural, para que o seu cliente fosse julgado pela justiça comum, sob argumento de não ter foro privilegiado – como presidente da República, ministros do STF, parlamentares etc – , para ser julgado na mais alta corte de justiça, aonde iria parar a reputação deles, senão no olho da rua?

O ministro Gilmar Mendes foi bastante claro: haveria ampla procrastinação e, ao final, prescrição, evitando penas condenatórias dos mensaleiros, se tudo voltasse para a justiça comum.

Revelou o ministro descrença na justiça comum desmoralizada pelo próprio processo que a envolve.

se rende ao poder do dinheiro,

graças às manobras

O seu colega, ministro Cézar Peluso, foi na mesma linha, ao destacar, seguro, que se qualquer outro juíz tivesse que, agora, iniciar o julgamento dos mensaleiros, somente, para ler o processo de 50 mil páginas, levaria, no mínimo, seis meses.

Colocada a questão para um locutor de corrida de cavalos, cuja arte é a de falar rapidíssimo, o veredito do profissional não foi outro: levaria mais de ano para chegar até o final da papelada.

Marcio Thomaz Bastos amargou sua primeira derrota no julgamento do século.

O poderoso ex-vice presidente do Banco Rural, Roberto Salgado, acusado pelo Procurador Geral da República de crime de lavagem de dinheiro e de gestão financeira fraudulenta, cliente de Bastos, teria ou não, sendo quem é, condições perfeitamente factíveis de se safar na justiça comum, se o processo do mensalação fosse desmembrado?

Suas excelências, no Supremo, sabem muito bem das coisas.

protelatórias cujos resultados

são as prescrições que

Estão com o coro curtido.

Desmembrado o processo, apenas, seriam julgados três parlamentares, acusados de corrupção, no total dos 38 acusados, enquanto os outros 35 voltariam para iniciar uma nova história, na justiça comum, sendo avaliados, como diz a terminologia jurídica, pelo juíz natural.

Ao impedir que isso ocorresse, levantando o argumento reparador de que há, em geral, conectividade de interesses entre aqueles que têm foro privilegiado e os que não têm na totalidade dos mensaleiros, os ministros do STF salvaram, em primeiro lugar, sua própria pele.

Não seriam perdoados, se desvinculassem as duas partes, separando os acusados que têm e os que não têm as tais prerrogativas especiais fixadas na Constituição, sabendo que as duas partes, no processo de intermediação do dinheiro da corrupção, transformaram-se, na prática, em irmãos xifópagos.

O desenrolar do processo da CPI do Cachoeira, no Congresso, certamente, calou fundo, também, na consciência dos senhores e senhoras  juízes do Supremo.

livram da cadeia aqueles que

dispõem do dinheiro para

As gravações feitas pela polícia federal, para seguir os passos de Carlinhos Cachoeira e toda a corte de corruptos que o assessorou, ansiosa por ganhar o dinheiro que o bicheiro manobra, em diversas frente de corrupção, colocaram em cena personagens do judiciário, justicando, assim, a precaução adotada pelos ministros do STF para evitar que, da mesma forma, muitos dos poderosos mensaleiros, se livres das garras da mais alta corte, pudessem dispor de chances de se safarem, procrastinando, com a compra de consciências de juízes, a sua própria sorte.

Os casos são inúmeros e dispensam apresentações.

A desmoralização do judiciário, portanto, representa a razão maior que levou os juizes maiores a derrotarem, fragorosamente, a questão de ordem colocada por Thomaz Bastos, que, depois de fracassar como advogado do bicheiro Cachoeira na CPI, pode fracassar, também, como advogado do banqueiro Salgado no mensalão.

O confronto espetacular entre o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo, e o ministro Ricardo Lewandowisk, revisor do mesmo, colocou em cena, menos a questão técnica, e mais, sobretudo, a política.

pagar a peso de ouro as

consciências corruptas

Ao vencer a primeira parada, Barbosa pode ter, com o seu parecer, salvado a imagem do STF, que estaria, irremediavelmente, manchada, se o vencedor fosse Lewandowski, cuja derrota foi, ainda, mais aprofundada pela palavra do Procurador Geral da República(PGR), Roberto Gurgel, ao, claramente, destacar que a manobra arquitetada por Bastos visaria atrasar o processo, culminando, com certeza, na ampla possibilidade de os mensaleiros, na justiça comum, alcançarem a liberdade, ameaçada, agora, no Supremo.

Os supremos juízes, sem dúvida, sentiram o peso da opinião pública e jogaram seus interesses com ela, mesmo porque o sentimento comum da sociedade brasileira tem sido o de descrédito em relação ao Judiciário nacional.

Suas excelências avalizaram o ponto de vista social quanto à certeza de que a justiça brasileira está desmoralizada.

Contribuiram para reverter tal situação ao evitarem o desmembramento do processo.

Categoria: (Cultura, Política)

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