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Lula, vira chanceler mascate de Dilma
Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Posted 15 horas ago

O programa brasileiro Bolsa
Família é, sem dúvida, a 
O chanceler Antônio Patriota, certamente, é um diplomata competente.
Se não fosse não teria chegado aonde chegou.
Mas ele é meio blasé.
Não tem aquele…

Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Brasil leiloado
Dilma leiloa Brasil à moda tucana
Posted 2 dias ago

PMDB muda correlação de forças no governo
PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
Posted 4 dias ago

Os banqueiros foram os
grandes perdedores com 
Governar é correlacionar as forças políticas no ambiente da coalizão governamental no jogo democrático.
O que ocorreu essa semana no Congresso foi uma alteração substancial…

PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
MP não sustenta mais governo de coalização
Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Posted 8 dias ago

Ao proibir o jovem
de 14 aos 18 anos de

Enche o saco ler, praticamente, a cada dia comentários repetitivos de especialistas, de editorialistas, de palpiteiros de toda a natureza, com…

Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Acabou a era das MP com morte em plenário
Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Posted 12 dias ago

Jamais se viu, tão
nitidamente, no

Os impérios não caem pelas forças que atuam de fora para dentro, destruindo-os.
Quase nunca têm forças para tanto.
Ao contrário, são as forças internas, em choque…

Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Moeda internacional para novo comércio global
Moeda global para novo comércio internacional
Posted 13 dias ago

Espírito de solidariedade
sul-americano para enterrar
o unilateralismo imperialista e
fortalecer o multilateralismo

Moeda global para novo comércio internacional
Dilma esvazia tucanato paulista para 2014
Dilma-Afif esvazia tucanato paulista para 2014
Posted 14 dias ago

 

Projeto de lei contra deliquência juvenil
Bolsa Família: tucano chora leite derramado
Posted 14 dias ago

Cadê a política para jovem deliquiente?
Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
Posted 17 dias ago

Cada empresa se
transformaria em

A sociedade está em polvorosa com a agressividade das crianças e dos jovens socialmente excluídos diante dos crime hediondos que elas estão praticando, ultimamente.
Pesquisa Datafolha indica…

Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
Oposição não entendeu que inflação é mudança
Conto do vigário do assessor de Aécio
Posted 18 dias ago

 

 

 

 
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Vem aí juro popular nacionalista dilmista

Conselho Editorial Sul-Americano em 06/07/2012

- MANTEGA, O QUE FAZEMOS COM ESSES BANQUEIROS AGIOTAS QUE ESTÃO AMEÇANDO NOSSO PLANO ECONÔMICO, SABOTANDO A GENTE, ENQUANTO NÃO OUVIMOS A NOSSO FAVOR NENHUMA VOZ FORTE DAS LIDERANÇAS NO CONGRESSO, PARA COLOCAR EM DEBATE AS ORIGENS REAIS DESSA INADIMPLÊNCIA, QUE É PURO RESULTADO DO JURO EXTORSIVO EM CIMA DO POVO? – Presidenta, cachorro que come ovelha, não tem jeito, só matando. Temos que ser mais certeiros no tiro. Podemos fazer isso, defendendo os bancos pequenos e médios que estão em grandes dificuldades. – PODE PINTAR POR AÍ UMA CRISE BANCÁRIA? – Os pequenos não estão aguentando mais. Se fosse com o José Serra, ele já teria chamado a Febraban para assumir os passivos deles e alavancado, ainda mais, a concentração bancária. – QUE TAL CONSTRÍRMOS UMA REDE DOS PEQUENOS BANCOS COM O APOIO DOS NOSSOS BANCOS ESTATAIS, SALVANDO ELES E IMPONDO NOSSO JOGO, EXIGINDO JURO BAIXO PARA O CONSUMIDOR E PARA A INDÚSTRIA? – É isso que a China faz, Presidenta, fazendo política de crédito para a indústria, como foi feito no Brasil, pelo FHC, para a agricultura! – FHC FEZ ISSO?! – Temos que reconhecer. O agronegócio está de vento em popa no Brasil, porque foi dado tratamento diferenciado em modelo de crédito, enquanto as indústrias foram jogadas na boca dos leões neoliberais. O Consenso de Washington impôs o sucateamos industrial, a privatização, a destruição das unidades federativas, o juro alto, mas os tucanos não deixaram a agricultura morrer, para o Brasil continuar sendo exportador de commodities e importador de manufuras. Enquanto isso, a indústria nacional foi condenada. Agora, é a hora de salvar a indústria e o nosso mercado. – VAMOS CAPITALIZAR OS PEQUENOS E MÉDIOS BANCOS E SEGUIR ESSE MESMO CAMINHO, JÁ QUE , DESSA VEZ, VAI SER MUITO DIFICIL RESERVAR 25% DOS DEPÓSITOS À VISTA PARA JOGAR NO CAMPO. TEMOS QUE USAR A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E O BNDES, POIS NELES, O GOVERNO É O ÚNICO ACIONISTA. NÃO PODEMOS USAR O BANCO DO BRASIL, QUE VIROU SOCIEDADE ANÔNIMA , E OS ACIONISTAS PRIVADOS ATRRAPALHARIAM A GENTE. VAMOS FAZER O JURO POPULAR NACIONALISTA. – É isso aí, Presidenta! É oligopólio bancário estatal contra oligopólio bancário privado agiota. Coragem!

O setor industrial brasileiro,

sob a crise, está à beira da

1 – O maior desafio que o Governo Dilma Rousseff enfrenta no momento é o perigo de estouro da bolha da agiotagem de crédito que eleva a inadimplência, contém consumo, produção, renda, arrecadação e investimento e ameaça empregos, porque aumenta a expectativa negativa na economia em geral, ao mesmo tempo que gera receio de crise bancária, especialmente, em relação aos bancos pequenos e médios, no momento, em grandes dificuldades.

2 – Para evitar essa possibilidade, estuda-se, dentro da equipe econômica governamental, a resolução dos passivos desses bancos, para que, sufocados, eles não venham a ser engolidos pelos grandes bancos privados, elevando, ainda mais, a taxa de oligopolização bancária no país, eliminando toda a possibilidade de concorrência na área do crédito, subordinando, consequentemente, o sistema econômico ao tacão de ferro da bancocracia agiota.

3 – O governo deve resolver os problemas financeiros desses bancos pequenos e médios por intermédio de ajuda por parte dos bancos estatais – especialmente, Caixa Econômica Federal e BNDES – , determinando, em troca da limpeza dos passivos, prática de juros baixos e renegociação das dívidas, tanto das empresas como dos consumidores.

4 – Tal alternativa representaria alívio considerável para a indústria, que, com o aumento da inadimplência, que diminui o consumo, encontra-se descapitalizada e com dívidas de curto prazo elevadas, afetando, fortemente, seus passivos e sua competitividade, devido à estrutura de juros de agiota a que está submetida, tão como acontece com o consumidor.

5 – Embora os industriais tomem financiamento nos bancos, para capital de giro, ao custo médio de 25% ao ano, com prazo de um ano, na prática, porém, o vencimento, invariavelmente,  se dá em 30 dias, colocando-os em situação, permamentemente, periclitante, nesse momento de crise e instabilidade mundial, contexto que leva os banqueiros a restringirem o crédito e impor cobranças, de forma sistemática.

falência, porque foi o mais

prejudicado pelas políticas neoliberais

6 – A manobra financeira em estudo pelo governo para salvar os pequenos e médios bancos, evitando sua bancarrota, traria implícita, portanto, solução adequada para o consumo e a produção de bens e serviços, na medida em que implicaria em compromisso, por parte essa rede bancária de pequeno porte socorrida oficialmente, de 1 – praticar juros mais baixos, impostos de cima para baixo pelo governo, quase que na base do tabelamento, e 2 – renegociar as dívidas das empresas sufocadas pelo endividamento do curto e dos consumidores, igualmente, garroteados pela agiotagem acelerada pelos grandes bancos.

7 – O governo Dilma Rousseff, caminhando nessa linha de tentar estabelecer, por meio de direcionamento estatal, uma nova política de crédito à produção e ao consumo, de modo a libertar a sociedade dos agiotas sanguessugas da poderosa bancocracia, repetiria, de outro modo, o que foi feito, a partir de 1999, pelo Governo FHC, com o setor rural, alavancando o agronegócio, hoje o maior sucesso da economia nacional, enquanto o setor industrial se encontra ameaçado.

8 – O que foi feito?

9 – Todos os bancos , públicos e privados, ficaram obrigados a reservar 25% dos depósitos à vista para serem destinados ao setor rural à taxa de 8,75% ao ano , enquanto a taxa básica, naquela ocasião, situava-se no patamar de 30%.

NACIONALISTA PARA A AGRICULTURA, NEOLIBERAL PARA A INDUSTRIA. O neoliberalismo predominante na Era FHC, com a política econômica totalmente rendida ao Consenso de Washington e administrada pelo FMI, responsável por acelerar, com o juro selic mais alto do mundo, que chegou aos 45% ao ano, em 1997/98, a desinindustrialização, a privatização, a liberação da circulação de capitais especulativ0s, imposição de regras voltadas ao baixo crescimento, permanentemente, instável, para que sobrasse mais dinheiro para o pagamento de juro, não vigorou, interamente, para a politica agrícola. Esta mereceu tratamento nacionalista com a fixação da regra segundo a qual 25% dos depósitos à vista nos bancos teriam que obrigatoriamente serem direcionados para a agricultura a juro de 8,7% ao ano, a partir de 1999, quando a selict estava em 30%. Tal jogada proporcionou a expansão do agronegócio, que , hoje, é a força maior da economia brasileira, ao lado do mercado interno, potencializado pela melhor distribuição da renda nacional e da alavancagem dos programas sociais, na Era Lula. Por que a indústria ficou de fora? 1 - lideranças industriais fracas, subservientes ao modelo neoliberal, enganadas pelas teorias econômicas alienígenas, que dominam a cabeça dos economistas, assessores dos industriais, deixaram o barco ir à deriva; 2 - predominou a força dos banqueiros especuladores, que não se interessavam pela dinamizção do consumo interno a juro baixo, sob argumento de que tal estratégia representava pressão inflacionária, e 3 - articulação das elites nacionais rendidas ao mercado financeiro para sustentar o Brasil na condição de exportador de commodities e importador de bens manufaturados. Essa colonização econômica ideológica desindustrializou o país mas acelerou o processo de desenvolvimento do agronegócio. Com a crise mundial, a situação desbalanceou de vez para a indústria. Faz-se, agora, necessário a que a orientação nacionalista dada por FHC à agricultura seja imprimida à indústria. Caso contrário, a política econômica dilmista pode ir paa o buraco, com o avanço da inadimplência no contexto de um modelo de crédito que atola o setor de transformação e garroteia os consumidores. A rede de proteção estatal para os bancos médios e pequenos pode ser a saída necessária para reverter o poder da bancocracia que condena a economia à colonização imperialista eterna.

baixadas pelo Consenso de Washington

no Governo  FHC, cuja ação

10 – Mesmo os bancos pequenos e médios, que não emprestam para o setor rural, mas que se voltam para o crédito direto ao consumidor, em sua maioria, tiveram, pela regra fixada pelo DIR – Depósito Interfinanceiro Vinculado ao Setor Rural – , que repassar o percentual de 25% para outro banco, a fim de cumprir a determinação governamental.

11 – Eis aí a solução que foi encontrada para alavancar o agronegócio no Brasil, a partir da Era FHC, enquanto o setor industrial ficou prisioniero do modelo bancário sufocante que impede, hoje, de a indústria nacional dispor do potencial de competitividade que os agricultores brasileiros dispõem no contexto nacional e internacional.

12 – Os agricultores se livraram, na Era FHC, do tacão de ferro neoliberal, baixado pelo Consenso de Washington, porque se criou modelo estatal de financiamento para o setor rural, descolando, para os agricultors, o juro da agricultura do juro selict.

13 – Já os industriais, não; foram, como os consumidores, escravizados pelo modelo, até hoje, em vigor, determinado pelas regras neoliberais, encarregadas de desindustrializar o Brasil, em nome do combate à inflação, ao vigor de metas orçamentárias rígidas incompatíveis com o potencial econômico, à abertura comercial do discurso bancocrático, voltado à lucratividade máxima das aplicações financeiras, enquanto o setor de transformação se obrigou à escravidão jurista especulativa, sem regras.

14 – Se o jogo financeiro estatal alavancou a agricultura, por meio da determinação para os bancos privados reservarem um percentual, relativamente, elevado, 25%, dos depósitos à vista, destinados aos agricultores, por que não poderia fazer o mesmo relativamente à indústria, que ficou totalmente desamparada ao longo das últimas duas décadas?

no entanto,  foi positiva e

eficaz para o setor 

15 – Essa é, no momento, a dicussão que rola nos bastidores do governo, preocupados com o perigo de crise bancária na rede de pequenos e médios bancos.

16 – Como reservar mais 25% dos depósitos à vista para financiar, obrigatoriamente, o setor de transformação – como se fez com o setor rural -  pode representar parada duríssima para a presidenta Dilma Rousseff, por outro lado, estaria, plenamente, ao alcance dela atuar, paralelamente, criando uma rede de proteção estatal para atuação dos pequenos e médios bancos, livrando seus passivos da bancarrota e de sua consequente absorção pelos grandes bancos, de modo a exigir, com essa manobra, a prática de juro baixo à produção e ao consumo de bens e serviços, conferindo poder de competição às indústrias nacionais.

17 – Agir nessa direção  – para onde segue, também, Cristina Kirchner, na Argentina, representaria mais um lance de nacionalismo econômico dirigista dilmista, bem na linha de como se atua, por exemplo, o governo chinês, que determina ao banco estatal da China taxa de juro preferencial para a indústria nacional produzir a custo barato, de modo a ganhar competitividade internacional, atuando ao largo das práticas neoliberais, pautadas na desregulamentação financeira, que acabou levando o capitalismo financeiro intenacional ao buraco.

18 – O perigo de bancarrota bancária decorrente da frágil situação financeira dos pequenos e médios bancos coloca, portanto, o Governo Dilma diante do desafio de usar os grandes bancos estatais para enfrentar os grandes bancos privados que resistem em praticar juros baixos, para alavancar a produção e o consumo, no momento em que a leitura governamental é a de que a crise mundial não se arrefeceu, pelo contrário, recrudesce-se, ameaçando aprofundar-se nos países capitalistas ricos – europeus e americano -, com reflexos fortes sobre os emergentes, como demonstra a desaceleração da produção nacional.

ARGENTINA NO ATAQUE CONTRA A AGIOTAGEM BANCÁRIA. O jogo do crédito nacionalista na América do Sul ganha força com a decisão da presidenta Cristina Kirchner, nessa semana, de determinar que os bancos privados emprestem para as atividades produtivas transformadoras a juro barato, de modo a sustentar oferta interna adequada aos interesses dos consumidores. Até agora, ao longo do período neoliberal, as indústrias sul-americanas tiveram a franca oposição dos governos rendidos ao sistema financeiro em nome do arrocho ao crédito e ao consumo em nome de metas inflacionárias e aperto fiscal, responsáveis por inibir o potencial econômico sul-americano. O discurso neoliberal, atacado, agora, firmemente, na Argentina, prega a realização de superavits primários elevados, a fim de sobrar mais recursos, sempre mais polpudos , para liquidar contas de juros. Os recursos dos orçamentos financeiros da União, destinados a satisfazer os banqueiros, mereceram, até agora, prioridde total das políticas econômicas neoliberalizantes, enquanto os dos orçamentos não-financeiros, destinados a satisfazer as demandas sociais em matéria de educação, saúde, infraestrutura, moradia popular, segurança etc sofreram as consequências dos cortes determinados pelas orientações neolberais financeiras bancárias sob governos exccessivamente endividados, sem coragem de contrariar os grandes agiotasm capitães do mato dos consumidores e dos industriais, especialmente, os pequenos e médios. Tal política visa manter a América do Sul no seu caminho de sempre, exportadora de produtos agrícolas, em que políticas para o setor rural são menos draconianas, enquanto que, para o setor industrial, a palavra de ordem é arrocho e desindustrialização, para satisfazer as pressões dos grupos internacionais, aflitos, nesse momento de crise global, com o avanço da deflação, na Europa e nos Estados Unidos, cujos governos baixam políticas de expansão monetária, para arrombarem os mercados emergentes, onde a força do consumo aumentou no compasso das políticas sociais nacionalista anti-neoliberais.

agrícola, alvo de política

de crédito nacionalista

19 -Trata-se de repeteco de comportamento da bancocracia privada, como aconteceu em 2008.

20 – O ex-presidente Lula, assim que emergiu a crise, pediu apoio aos grandes bancos privados, para continuarem emprestando e, principalmente, socorrendo os pequenos e médios bancos.

21 – Tal apoio não ocorreu.

22 – A bancocracia agiota preferiu continuar ganhando sem trabalhar, ou seja, jogando suas reservas na compra dos titulos públicos, enquanto continuou escravizando a produção e o consumo na agiotagem desenfreada.

23 – A presidenta lançou seu moderado grito de guerra contra os juros altos ao consumo e à produção, em discurso no Dia do Trabalho, apelando aos grandes bancos que acelerassem redução do custo do dinheiro, para ajudar o governo na prevenção contra a crise.

que alavancou o agronegócio,

tornando-o o sucesso da economia

24 – Até agora, o apelo não está sendo, adequadamente, atendido.

25 – A despeito de anunciar recuo no custo dos emprétimos, a bancocracia elevou, substancialmente, os preços das tarifas, como compensação,  e, agora, freia, adionalmente, a oferta creditícia aos consumidores e aos fabricantes, sob argumento de que a inadimplência está elevada, sem reconhecer que tal elevação decorre justamente do juro extorsivo que ela prática.

26 – O lance de socorrer os pequenos e médios bancos , dessa forma, é jogada de salvação nacional URGENTE, para aliviar, ao mesmo tempo, com o crédito popular, a produção e o consumo.

27 – Indiscutivelmente, atuando, nessa linha, a presidenta terá sua popularidade impulsionada, fortemente, em ano eleitoral, dando segurança a sua base política e cimentando, consequentemente, sua caminhada rumo à reeleição em 2014.

Categoria: (Cultura, Política)

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