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PMDB muda correlação de forças no governo
PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
Posted 2 dias ago

Os banqueiros foram os
grandes perdedores com 
Governar é correlacionar as forças políticas no ambiente da coalizão governamental no jogo democrático.
O que ocorreu essa semana no Congresso foi uma alteração substancial…

PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
MP não sustenta mais governo de coalização
Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Posted 6 dias ago

Ao proibir o jovem
de 14 aos 18 anos de

Enche o saco ler, praticamente, a cada dia comentários repetitivos de especialistas, de editorialistas, de palpiteiros de toda a natureza, com…

Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Acabou a era das MP com morte em plenário
Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Posted 9 dias ago

Jamais se viu, tão
nitidamente, no

Os impérios não caem pelas forças que atuam de fora para dentro, destruindo-os.
Quase nunca têm forças para tanto.
Ao contrário, são as forças internas, em choque…

Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Moeda internacional para novo comércio global
Moeda global para novo comércio internacional
Posted 10 dias ago

Espírito de solidariedade
sul-americano para enterrar
o unilateralismo imperialista e
fortalecer o multilateralismo

Moeda global para novo comércio internacional
Dilma esvazia tucanato paulista para 2014
Dilma-Afif esvazia tucanato paulista para 2014
Posted 11 dias ago

 

Projeto de lei contra deliquência juvenil
Bolsa Família: tucano chora leite derramado
Posted 12 dias ago

Cadê a política para jovem deliquiente?
Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
Posted 15 dias ago

Cada empresa se
transformaria em

A sociedade está em polvorosa com a agressividade das crianças e dos jovens socialmente excluídos diante dos crime hediondos que elas estão praticando, ultimamente.
Pesquisa Datafolha indica…

Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
Oposição não entendeu que inflação é mudança
Conto do vigário do assessor de Aécio
Posted 16 dias ago

 

 

 

 
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Petróleo: grande assalto ao trabalhador
Trabalhador não debate assalto ao petróleo
Posted 17 dias ago

513 anos depois do
seu descobrimento e

1. A promulgação da lei 9.478, de 1997, foi um dos mais execráveis atos antinacionais praticados por FHC, na linha das mega-negociatas da privatização.
2.…

Trabalhador não debate assalto ao petróleo
Manipulação conservadora da realidade
Economicídio conservador-democrata-liberal
Posted 19 dias ago

O economicídio conservador
democrata  aplicado

O aumento da dívida diminui o PIB ou a redução do PIB aumenta a dívida?
Grande questão.
Os conservadores democratas (neo)liberais, como os economistas americanos Kenneth Rogoff e…

Economicídio conservador-democrata-liberal
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União sul-americana irrita EUA e Europa

Conselho Editorial Sul-Americano em 22/07/2012

A União Sul-Americana é a manifestação política mais incômoda para a Europa e os Estados Unidos, que, em meio à crise global, vão vendo o seu poder diminuir, porque suas moedas , antes poderosas, vão perdendo capacidade de sinalizar, no médio e longo prazo, poder para continuarem atuando como equivalente universal nas relações de troca, dando lugar à emergência de novas correlações de forças irresistéis, expressas na Unasul e nos BRICs, em francas articulações voltadas no sentido de serem pautadas suas relações econômicas e financeiras a partir de suas próprias moedas, caminhando ao largo do dólar e do euro, moedas em colapso, visto que por trás delas não existem seguranças suficientes para funcionarem como lastros confiáves. A financeirização econômica global posta em marcha pelas economias imperialistas se transforma num mar de moedas podres, inconfiáves, que vão exigindo políticas de austeridades fiscais, cujos desfechos, como acontece na Europa, com destaque, nessa semana, para a Espanha, podem ser guerras civis, aceleradas pelos antagonismos sociais e ideológicos. De um lado, os interesses sociais, nos países ricos, são massacrados, para que, do outro lado, sejam atendidos os interesses dos grandes bancos, cujos lucros, para se realizarem, exigem a imposição da nova escravidão, traduzida na completa supressão do Estado do Bem Estar social construído, contraditoriamente, pela burguesia, que não mais o suporta sob pena de ela mesma desaparecer. Nesse contexto em que a sobreacumulação capitalista especulativa interrompe a reprodução do capital, sinalizando paralisias perigosas, a União Sul-Americana representa uma agressão para os Estados Unidos e a Europa, que vêem no processo integracionista sul-americano em marcha a emergência de uma ideologia nova, integradora dos interesses coletivos no continente, materalizando a pregação das determinações constitucionas, como a que está inscrita no parágrafo único do artigo 4 da Constituição brasileira. O golpe parlamentar sujo no Paraguai, cujo articulação já era conhecida de Washington, desde 2009, simplesmente, apressou a integração política e econômica sul-americana no âmbito do Mercosul, fato que movimenta a Casa Branca a tentar barrar o que se tornou inevitável, ou seja, a participação da Venezuela, no organismo, fortalecendo o nacionalismo continental. Está em queda irreversível a ideologia entreguista historicamente predominante no contnente, para dar lugar o seu contrário dialético, ou sja, a ideologia integracionista, antiimperialista que assusta os conservadores reacinários do status quo imperial.

O mandamento essencial

atualmente vigente nas

Vai ficando cada vez mais claro que o golpe parlamentar paraguaio acabou virando feitiço contra o feiticeiro para os interesses dos Estados Unidos na América do Sul.

A pressa excessiva dos golpistas democratas paraguaios em tirar Fernando Lugo do poder por meio da via legal, embora imoral, acelerando antecipação de mudança que pretendiam tentar realizar pela via eleitoral, no próximo ano, viabilizou o que não interessava, de jeito nenhum, a Washington: a entrada da Venezuela no Mercosul.

O Congresso do Paraguai, até então, era o único que resistia a aprovação da entrada da Venezuela no Mercosul.

Os parlamentos da Argentina, do Uruguai e do Brasil já tinha aprovado a iniciativa.

Faltava o Paraguai.

constituições nacionais

sulamericanas em favor da

Ao aprovar o impeachment de Fernando Lugo sem direito de defesa, contrariando a própria constituição paraguaia, os congressistas guaranis deram motivos aos governantes integrantes do Mercosul de lançar mão da cláusula democrática, para suspender o Paraguai do organismo até às próximas eleições presidenciais no país.

Ou seja, abriu-se, a partir daí, as portas para acelerar a entrada da Venezuela no Mercado Comum do Sul.

Como se sabe que o “golpe democrático” paraguaio já era do conhecimento da embaixada dos Estados Unidos no país desde 2009, conforme revelou Wikileaks, sua efetivação, às pressas, desestabilizando Lugo, representou uma ejaculação política golpista precoce, cujos efeitos foi o de provocar a emergência de uma clássica lei da física: toda a ação provoca uma reação de igual força em sentido contrário.

O dedo de Washington no golpe parlamentar paraguaio, a exemplo de outros dedaços washingtonianos no continente, como , no Brasil, por exemplo, em 1964, para derrubar o governo democrático de Jango Goulart, acelerou o que a Casa Branca não queria que acontecesse, ou seja, o fortalecimento do Mercosul.

O que, certamente, preocupa Washington é que se somam, no âmbito do Mercosul, os quatro grandes produtores de petróleo da América do Sul: Brasil, Argentina, Venezuela e Bolívia, que, ainda, não integrante do organismo, comunga política nacionalista mercosulina.

integração social, econômica e política

dos povos latino-americanos se

Sabendo que a Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, superiores às existentes no Oriente Médio, região politicamente explosiva e volátil, para os interesses americanos, o novo quadro geopolítico sul-americano, acelerado depois do golpe político no Paraguai, atrapalha, sobremaneira, os propósitos imperialistas de Tio Sam.

O que realmente está acontecendo no continente sul-americano é algo novo na história.

O que sempre representou receio para os dominadores do continente, primeiro, Europa, depois, Estados Unidos, desde as épocas dosdescobrimentos, vai se desdobrando como realidade, ou seja, a união sul-americana.

Cuidaram os imperialistas sempre de dividirem os povos da América do Sul, para que, divididos, pudessem ser mais facilmente dominados.

As manifestações econômicas nacionalistas surgidas ao longo do seculo 20, por exemplo, foram dramaticamente abortadas por golpes de estados financiados pelo governo americano, assim como, no século 19, a Inglaterra, então, a toda poderosa no cenário mundial, impediu as mesmas manifestações de independência.

transforma na corrente poderosa

da União Sul-Americana cujo

Politicamente, a América do Sul, ao longo do século 19, caminhou para a independência política, mas, economicamente, todos os países sulamericanos continuaram dependentes da libra esterlina inglesa, dos capitais londrinos, distribuidos pelos bancos ingleses etc.

No século 20, o papel seria desempenhado pelos Estados Unidos, especialmente, depois da segunda guerra mundial.

O processo de sobreacumulação de capital sempre representou a origem das desorganizações econômicas que espraiaram as desarticulações políticas.

Enquanto o império americano teve, ao longo do século 20, fôlego para sustentar o domínio imperial sob o dólar, a união sul-americana jamais se concretizou.

Mas, a partir do momento em que o capitalismo financeiro começou a ratear, promovendo bolhas especulativas, cujos desfechos foram implosões sistemáticas, expressas no big bang capitalista de 2007-2008, o quadro se reverteu frente a uma situação que já vinha se concretizando em favor das articulações sul-americanas rumo à materialização dos mandamentos políticos constantes das próprias constituições nacionais, como a brasileira, por exemplo.

desfecho é o fortalecimento do

pensamento nacionalista que

No parágrafo único do artigo 4 da Constituição de 1988 está lá escrito: ” A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”.

O processo integracionista se encontra em marcha e deixa, evidentemente, os conservadores do status quo sul-americano prontos para as emergências reacionárias, como foi  caso das providências apressadas tomadas pelos congressistas paraguaios, que acabaram acelerando o que Washington deplora, isto é, a aceleração da união sul-americana.

A reação conservadora explora o tema da ideologização do Mercosul para tentar detonar econômica e politicamente o organismo que nasceu para apressar a integração econômica, social e política da América do Sul, a partir dos dois países mais fortes do continente sul-americano(Brasil e Argentina).

Jamais os Estados Unidos lograram atrair os governos brasileiro e argentino para as suas políticas econômicas de acertos bilaterais, como fizeram com outros países como Chile, Colômbia, Peru e, não totalmente, o Uruguai, constrangido pelo anteparo dado pelo Mercosul, somando-se à histórica força política uruguaia de resistência às ações imperialistas, constituindo-se no país sul-americano que primeiro desenvolveu o processo democrático no continente.

Ora, certamente, a materialização do preceito constitucional, constante nas cartas constitucionais sul-americanas, implica descolamento do pensamento libertário, independente, nacionalista daquele que sempre predominou, dependente, reacionário, traidor dos interesses populares, porque associados aos interesses do capital internacional, que sempre deu as cartas na América do Sul.

reverte a histórica situação

que representava a razão

maior do domínio

Os conservadores são, evidentemente, parciais.

Não levam em conta que o próprio pensamento conservador é intrinsecamente ideológico.

Na medida em que são politicamente deslocados pelo avanço das forças sociais, impulsionadas por políticas nacionalistas, distributivas de renda, jogam os argumentos de que está havendo uma ideologização das práticas políticas que ascendem à cena sul-americana.

Certamente, estão com razão.

Mas, queriam os conservadores que, ao lado das mudanças de mentalidades, se mantivessem pensamentos característicos dos dominadores sobre os dominados, que buscam sua libertação?

Os propagandistas dos capitais externos, inconformados por estar sendo o Mercosul dominado pela ideologia nacionalista, reclamam porque perde espaço a pregação em favor dos interesses das grandes empresas multinacionais, que trabalham para acelerar a desnacionalização e a desindustrialização sul-americana, cuja intensificação impede haja o aumento da produtividade  que livraria as empresas nacionais do perigo de desaparecerem.

imperial sobre a América do Sul, 

expressa na divisão entre os

povos sul-americanos, agora,

suprimida pelo desenvolvimento

da consciência política

O fomento à produtividade sul-americana representa o fortalecimento das empresas nacionais, o adensamento das cadeias produtivas, integrando as atividades agropecuárias às agroindustriais, agregando valor aos produtos nacionais, algo que requer aposta na formação da mão de obra, no desenvolvimento das forças produtivas, a partir da acumulação de conhecimentos científicos e tecnológicos, que elevam o número de patentes, produzindo a riqueza acumulada pela inteligência etc.

São essas riquezas que se potencializam pelo cumprimento do mandamento constitucional da integração econômica, política e social sul-americana, cujas consequências são a emergência da ideologia nacionalista, responsável por cimentar, ainda mais, a consciência política continental, tão combatida pelos imperialistas, conscientes de que essa união política sul-americana os prejudica.

No ambiente da crise financeira internacional, que arrasa as economias europeias e americanas,  o ideal, para os europeus e americanos , seria o de que a América do Sul estivesse, politicamente, esgarçada.

Mas, o que se vê é o contrário, é o aumento da conscientização política, é a mobilização das forças político-partidárias nacionalistas, para atuarem conjuntamente, não, apenas, no âmbito nacional, como continental, impulsionando corrente coordenada de interesses políticos comuns.

Categoria: (Cultura, Economia, Política)

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