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Clarin: show de jornalismo sul-americano
Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Posted 1 dia ago

O verdadeiro espírito
jornalístico não
A esquerda e a direita, certamente, se incomodaram.
A primeira, porque não imaginava que o jornal de direita, como classifica o Clarin, fosse fazer um trabalho de…

Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Lula, vira chanceler mascate de Dilma
Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Posted 2 dias ago

O programa brasileiro Bolsa
Família é, sem dúvida, a 
O chanceler Antônio Patriota, certamente, é um diplomata competente.
Se não fosse não teria chegado aonde chegou.
Mas ele é meio blasé.
Não tem aquele…

Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Brasil leiloado
Dilma leiloa Brasil à moda tucana
Posted 3 dias ago

PMDB muda correlação de forças no governo
PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
Posted 5 dias ago

Os banqueiros foram os
grandes perdedores com 
Governar é correlacionar as forças políticas no ambiente da coalizão governamental no jogo democrático.
O que ocorreu essa semana no Congresso foi uma alteração substancial…

PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
MP não sustenta mais governo de coalização
Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Posted 10 dias ago

Ao proibir o jovem
de 14 aos 18 anos de

Enche o saco ler, praticamente, a cada dia comentários repetitivos de especialistas, de editorialistas, de palpiteiros de toda a natureza, com…

Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Acabou a era das MP com morte em plenário
Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Posted 13 dias ago

Jamais se viu, tão
nitidamente, no

Os impérios não caem pelas forças que atuam de fora para dentro, destruindo-os.
Quase nunca têm forças para tanto.
Ao contrário, são as forças internas, em choque…

Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Moeda internacional para novo comércio global
Moeda global para novo comércio internacional
Posted 14 dias ago

Espírito de solidariedade
sul-americano para enterrar
o unilateralismo imperialista e
fortalecer o multilateralismo

Moeda global para novo comércio internacional
Dilma esvazia tucanato paulista para 2014
Dilma-Afif esvazia tucanato paulista para 2014
Posted 15 dias ago

 

Projeto de lei contra deliquência juvenil
Bolsa Família: tucano chora leite derramado
Posted 16 dias ago

Cadê a política para jovem deliquiente?
Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
Posted 19 dias ago

Cada empresa se
transformaria em

A sociedade está em polvorosa com a agressividade das crianças e dos jovens socialmente excluídos diante dos crime hediondos que elas estão praticando, ultimamente.
Pesquisa Datafolha indica…

Ataque à delinquência juvenil uniria PT-PSDB
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Inadimplência reduz inflação e aprofunda crise política entre Dilma e a agiotagem criminosa

Conselho Editorial Sul-Americano em 08/06/2012

ORA, ORA, ORA, JURO MENOR, INFLAÇÃO MENOR. OU MELHOR: JURO ALTO AUMENTA INFLAÇÃO. TIRA O JURO, CAI A INFLAÇÃO. E AGORA, ORTODOXIA? A estratégia do Governo Dilma vai ficando cada vez mais clara. Trata-se de ir diminuindo permanentemente a taxa de juro básica, selic, para, PRIMEIRO, derrubar inflação, SEGUNDO, reduzir sangria da dívida pública, de modo a sobrar mais recursos para os investimentos, e, TERCEIRO, salvar os consumidores inadimplentes, galinha dos ovos de ouro do desenvolvimento, motores da arrecadação etc. A mamata dos banqueiros de garantir lucratividade excessiva especulativa criminosa em cima da selic incidente sobre os títulos públicos está acabando. Sobraria, para os bancos continuarem faturando alto, a alternativa do crédito ao consumo, para aproveitarem o fabuloso potencial do mercado interno. Para tanto, precisarão, obrigatoriamente, de reduzir as taxas de juros no crediário. Caso contrário, a inadimplência estourará, já que as famílias estão endividadas, graças à agiotagem praticada pelos criminosos de colarinho branco. Se não ocorrer esse movimento dos bancos - de lucrar menos diante da selic cadente e buscar ganhar mais reduzindo o juro ao consumidor, ao mesmo tempo em que se predisponham a renegociar dívidas atrasadas, impagáveis sob impacto dos juros de agiota -, o resultado, de agora em diante, poderá ser a fragilização da saúde do sistema financeiro. Se os banqueiros não entenderem que sua lucratividade terá que vir do dinamismo da produção e do consumo e não mais da pura especulação, como ocorreu até agora, novas quebradeiras bancárias se sinalizariam num horizonte não muito distante, com o agravante de não terem mais os banqueiros a garantia de que o governo os salvaria com novos PROERES. Poderia ou não pintar movimento político em favor da nacionalização dos bancos, se a coisa ficar, realmente, preta, com os bancos quebrando, como aconteceu com o Cruzeiro do Sul? Está chegando ao fim a moleza para a bancocracia que se enriquece sem trabalhar, no compasso do colapso da financeirização econômica neoliberal global que jogou o capitalismo mundial no abismo. Na prática, o Governo Dilma abriu luta política sem quartel contra a agiotagem. Essa cruzada garantiria o segundo mandato dilmista porque a sociedade, explorada pelos agiotas, a apoiaria, fortemente, a fim de evitar que o Brasil se transforme numa Grécia ou numa Espanha, que estão no buraco negro.

Cresce a tensão

política e ideológica…

As contradições do modelo econômico brasileiro vão preparando confrontos políticos inafastáveis, quanto mais vão se aprofundando os perigos para a sustentação do poder de compra dos brasileiros, sujeitos aos estragos produzidos pela agiotagem praticada pela sistema financeiro nacional, que se divide em dois oligopólios, o privado e o estatal.

Ambos estão em luta entre si, desde que estourou a crise mundial em 2008 e os desdobramentos desse embate duro se estendem de forma cada vez mais intensa, prometendo produzir tensões políticas, quanto mais vão se aproximando dos seus limites a estratégia econômica governamental, de dinamizar o desenvolvimento, apoiando-se no potencial do consumo interno, para alavancar níveis de arrecadação tributária crescentes, de modo a bombear os investimentos públicos, a fim de puxar, simultaneamente, os investimentos privados.

Os analistas se dividem nesse momento.

De um lado, emergem os que destacam ter chegado ao fim a capacidade de o consumo interno puxar a demanda global.

Por que?

Simples.

O endividamento das famílias, que foram ao crediário, para renovar suas compras de bens duráveis, estourou.

Elas não estão suportando os juros cobrados pelos bancos no crédito direto ao consumidor, embora os banqueiros, sob pressão do governo, estejam, a cada dia que passa, anunciando reduções do custo do dinheiro, para atrair clientes.

Mas, essa propaganda, que inunda a televisão, as revistas e os jornais, é isso aí, mera propaganda.

O coitado do consumidor, que senta na frente do gerente do Bradesco, do Unibanco, do Itaú, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, precisa dispor de garantias e avalistas para levar o dinheiro, de modo que as dificuldades são tantas que o objetivo, quase sempre, não está sendo alcançado, para quem já deve tanto.

…entre governo e

banqueiros em torno…

Trata-se de um quadro conjuntural que vem de décadas, caracterizado pelo domínio do poder estatal pelo pensamento bancário, responsável por sedimentar, na economia, a vigência de uma taxa de juro ao consumo, verdadeiramente, absurda, somente, suportável pela diluição das prestações, no tempo, de tal forma que o consumidor prefere sempre sentir se tal prestação cabe no seu salário, sem medir as consequências do custo dela no seu poder de compra, no médio e longo prazo.

Essa folga, no entanto, se esgotou.

As finanças dos consumidores estão no osso.

Para o governo, que tenta contrapor ao pensamento bancário, neoliberal, o pensamento social, o problema é dramático: se o crédito ao consumo cai, cai, também, a arrecadação governamental, influindo, negativamente, nos investimentos.

Como garantir novos investimentos, se os consumidores não estão em condições de renovar seus papagaios, salvo se enfrentarem o custo dos empréstimos em vigor, algo que ajuda a liquidá-lo, financeiramente, mais rápido, ainda?

A luta política entre os oligopólios financeiros estatal e privado entra aqui e se desenvolve sem tréguas.

O governo viu a terra começar a fugir dos seus pés, depois do estouro da grande crise mundial.

Naquele momento, em 2008, ele, sob comando de Lula, convocou a banca privada, para ajudá-lo a sustentar a oferta de crédito.

Os banqueiros fugiram.

O Itaú e o Unibanco, prevendo pressões, uniram suas forças, num grande conglomerado, para suportá-las.

…da taxa de juro

ao consumidor, que…

Preferiram os banqueiros continuar no jogo de sempre: comprar títulos da dívida pública, para faturarem alto na taxa selic, a mais alta do mundo, sem precisar trabalhar, enquanto cortavam a oferta de crédito.

Sem outra alternativa, Lula renovou suas apostas no consumo, alavancando a oferta de crédito aos consumidores e aos produtores por meio dos bancos estatais, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.

A aposta lulista no mercado interno foi um sucesso e, na primeira fase da crise global, a economia brasileira pulou de submergente para emergente, no cenário internacional, alinhando-se aos Brics, como destaque surpreendente.

O problema é que a crise não dá colher de chá, porque está em questão problemas estruturais do sistema capitalista em colapso e não meras questões conjunturais, que poderiam ser resolvidas pelas medidas ditadas pelos livros textos de economia, preparadas nos laboratórios pelos economistas, no exterior da realidade objetiva.

O aprofundamento da crise leva o Governo Dilma a insistir na mesma fórmula adotada por Lula: fomentar consumo para garantir arrecadação e, consequentemente, investimentos.

Haveria outra saída?

As opções alternativas para alavancar investimentos escassearam-se no compasso da bancarrota capitalista, porque diante da queda do nível geral de atividade, em meio aos governos endividados, sem poder alavancar a demanda global, os investidores se retraem.

O espírito animal dos empresários foge, pois ele não se sustenta sem gastos estatais.

Antes, o governo brasileiro tinha acesso fácil aos empréstimos internacionais, mas a grande crise levou os bancos internacionais a uma postura de absoluta desconfiança relativamente aos tomadores, na medida em que ficaram, financeiramente, baleados, dependendo das assistências financeiras dos governos, nos Estados Unidos e na Europa.

Na verdade, os bancos dos países ricos – olha a Europa ai! – estão quebrados e somente não vão à falência porque os bancos centrais estão amparando-os, não se sabe até quando.

…não suporta mais

a agiotagem bancária…

Por que então continuariam adotando o comportamento de antes, quando a financeirização econômica global estava no auge sob o impacto, para eles, positivo da desregulamentação financeira geral, permitindo a livre circulação de capitais especulativos, em quantidades superiores às somas dos PIBS de todos os países do mundo multiplicados várias vezes?

Nesse cenário, portanto, de redução da oferta de crédito internacional e aumento ainda maior da oferta monetária por parte dos governos dos países ricos, empurrando inflação monetária em cima da periferia capitalista, sobrou ao governo brasileiro a saída única de apostar no mercado interno, pujante, mas, evidentemente, limitado, se tiver que suportar a política de juros praticada internamente pelos banqueiros em nome do argumento de que o Brasil é um permanente risco para os investidores.

O impasse está aí: não há oferta de crédito internacional para bancar, como antes, os investimentos via poupança externa, nem o consumo interno, que estava produzindo recordes de arrecadação, para bombear investimentos públicos, tem mais fôlego para sustentar tal jogo porque os juros bancários esgotaram o poder de compra dos trabalhadores.

Que fazer?

Os neoliberais proclamam a falência da opção desenvolvimentista por meio do incremento do consumo interno, mas não têm alternativa para os investimentos, salvo recomendar receitas que se revelaram fracasso, como as que estão levando o capitalismo nos países outrora ricos ao colapso.

Apostar no suicídio econômico, no economicídio?

Por enquanto, o Governo Dilma não está conseguindo fazer os bancos reduzirem mais rapidamente o juro ao crediário, nem que promovam ampla renegociações das dívidas dos consumidores excessivamente endividados, de maneira mais célere.

A resistência da bancocracia privada é explícita.

Essa atitude produz, em contrapartida, a disposição governamental de levar o Conselho de Política Monetária(Copom) do Banco Central a reduzir ainda mais a taxa básica de juro, selic, fazendo com que se caminhe para o mesmo rumo em que segue os bancos centrais dos países ricos.

Estes passaram a praticar juro negativo, para ter custo reduzidíssimo, ou nenhum custo, para financiarem suas dívidas, ao mesmo tempo em que continuam emitindo moedas sem lastro, expandindo a base monetária, para tentarem reanimar a economia sem custo financeiro, ou o mínimo possível.

…podendo entrar em falência,

levando junto os bancos

Dilma, o BC e a Fazenda já sinalizam que a selic vai cair para a casa dos 8% na próxima reunião do Copom.

Como a crise mundial se aprofunda, o juro básico, igualmente, tende, NECESSARIAMENTE,  a cair ainda mais.

Ou seja, o governo vai cerceando, crescentemente, as possibilidades de a banca continuar registrando lucratividade alta por meio do juro básico.

Isso sinaliza lucros bancários cadentes com a selic.

Teriam que ganhar trabalhando, ou seja, apostando na expansão de crédito ao consumo.

Para tanto, teriam que reduzir, mais fortemente, as taxas de juros, para não acelerar a inadimplência.

A saúde dos bancos, de agora em diante, estará, dialeticamente, amarrada à saúde dos consumidores, quanto mais a crise mundial se acentuar, levando o governo a dar pancadas na selic, pois, caso contrário, a dívida pública se torna insuportável, liquidando os investimentos.

Por que o governo brasileiro continuaria pagando juro alto para se financiar, se os demais governos do mundo jogam o juro no chão para diminuirem, ou cancelarem, suas dívidas, como arma para enfrentarem a crise?

A luta em curso é política e ideológica.

Categoria: (Economia, Política)

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