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Reserva cambial para produção derruba inflação
Reserva cambial para produção derruba inflaçã…
Posted 1 hora ago

A inflação brasileira atual
é produto do nacionalismo

Utilizar uma parte boa das reservas cambiais de 400 bilhões de dólares, aproximadamente, para fazer o desenvolvimento andar mais depressa.
Temos batido, insistentemente, nessa…

Reserva cambial para produção derruba inflaçã…
Mesquitas cairam no conto do vigário de Lacerda
Mesquita caiu no conto do vigário de Lacerda
Posted 1 dia ago

 

Mesquita caiu no conto do vigário de Lacerda
Clarin: show de jornalismo sul-americano
Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Posted 2 dias ago

O verdadeiro espírito
jornalístico não
A esquerda e a direita, certamente, se incomodaram.
A primeira, porque não imaginava que o jornal de direita, como classifica o Clarin, fosse fazer um trabalho de…

Clarin: direita midiática dá show de jornalis…
Lula, vira chanceler mascate de Dilma
Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Posted 3 dias ago

O programa brasileiro Bolsa
Família é, sem dúvida, a 
O chanceler Antônio Patriota, certamente, é um diplomata competente.
Se não fosse não teria chegado aonde chegou.
Mas ele é meio blasé.
Não tem aquele…

Lula no Itamarati: globalizar Bolsa Familia
Brasil leiloado
Dilma leiloa Brasil à moda tucana
Posted 4 dias ago

PMDB muda correlação de forças no governo
PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
Posted 6 dias ago

Os banqueiros foram os
grandes perdedores com 
Governar é correlacionar as forças políticas no ambiente da coalizão governamental no jogo democrático.
O que ocorreu essa semana no Congresso foi uma alteração substancial…

PMDB impõe novo jogo político ao Planalto
MP não sustenta mais governo de coalização
Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Posted 11 dias ago

Ao proibir o jovem
de 14 aos 18 anos de

Enche o saco ler, praticamente, a cada dia comentários repetitivos de especialistas, de editorialistas, de palpiteiros de toda a natureza, com…

Elite impotente cria onda fascista anti-juven…
Acabou a era das MP com morte em plenário
Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Posted 14 dias ago

Jamais se viu, tão
nitidamente, no

Os impérios não caem pelas forças que atuam de fora para dentro, destruindo-os.
Quase nunca têm forças para tanto.
Ao contrário, são as forças internas, em choque…

Crise: PMDB racha governo e põe fim às MPs
Moeda internacional para novo comércio global
Moeda global para novo comércio internacional
Posted 15 dias ago

Espírito de solidariedade
sul-americano para enterrar
o unilateralismo imperialista e
fortalecer o multilateralismo

Moeda global para novo comércio internacional
Dilma esvazia tucanato paulista para 2014
Dilma-Afif esvazia tucanato paulista para 2014
Posted 16 dias ago

 

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Burocracia vira arma da bancocracia para atrasar investimento e conter avanço do PIB

Cesar Fonseca em 11/06/2012

URGENTE: COMITÊ NACIONAL DE INVESTIMENTO PÚBLICO(CNIP)PARA MUDAR A CORRELAÇÃO DE FORÇAS QUE BLOQUEIA O DESENVOLVIMENTO COM JUSTIÇA SOCIAL. Carlos Campos, diretor do Ipea, filho do marxista Lauro Campos, falecido senador do PT-PDT-DF, autor de "A crise da ideologia keynesiana", retrato antecipado de mais de 30 anos, da atual crise capitalista global, destaca, hoje, no Valor Econômico, que o problema nacional é a burocracia que não deixa andar decisões do governo Dilma Rousseff. E o que é o estado burocrático senão a expressão de uma luta de classes que se desenrola em seu interior para saber que destino dar aos recursos do orçamento da União: continuar reservando a maior parte para os banqueiros ou reduzir a participação deles para que sobre mais para os interesses da sociedade? A burocracia está atuando nesse momento em favor dos interesses que não querem maior destinação de recursos para a produção e o consumo e menos para o sistema financeiro. Emperrar as decisões no âmbito burocrático é a resposta de uma superestrutura jurídica que ampara constitucionalmente os interesses do capital financeiro em prejuízo dos interesses do capital produtivo. A titular do Planalto solta o dinheiro para alavancar as obras, mas a burocracia pára os empreendimentos. Incompetência estatal, apenas? A decisão de alavancar os investimentos, para promover desenvolvimento econômico, está sendo interrompida pela resistência da burocracia, comandada pelos interesses financeiros, expressos na superestrutura jurídica do estado nacional. A remoção da resistência burocrática, favorável aos interesses da bancocracia financeira especulativa, produziria nova correlação de forças políticas. Para que isso aconteça, faz-se necessário que o país pense pela sua própria cabeça, não pela cabeça dos outros, como, historicamente, tem sido a norma geral. O medo de que a crise pegue o Brasil na esquina é, na verdade, o medo dos adeptos das orientações do mercado financeiro, que querem preservar a fatia do interesse próprio, no âmbito do orçamento da união. O pensamento dos trabalhadores e dos empresários é o oposto. Atrasar as obras públicas por intermédio da burocracia que retaarda decisões cujos efeitos seriam prejuízos aos interesses dos bancos não seria favorecer os próprios bancos? O impasse posto pelo estado burocrático remete a sociedade para a discussão das questões ideológicas. Ela deve seguir a orientação econômica dada pelos interesses financeiros, alienígenas, ou deve pensar por si mesma, acreditando no potencial das vantagens comparativas nacionais, que faz a diferença em plena crise global, desde que abandone a cabeça dos outros e utilize a própria cabeça?

A crise mundial desata,

inevitavelmente…

O problema nacional é a história da incompetência da elite nacional que não pensa com a cabeça própria, mas com a cabeça da elite dominante internacional.

A história brasileira é uma história de colonização mental.

A elite, psicológica e politicamente, jamais pensou por si mesma nos 512 anos de Brasil.

O pensamento externo sempre predominou, no tempo colonial, no tempo imperial e no tempo republicano.

O país sempre foi dominado pelo capital externo.

E, como todos sabem, o capital não tem pátria, ele pensa por si mesmo e impõe sua lei a quem o detem, ou seja, a lei do poder, porque o capital domina o ser humano, sob o regime capitalista.

As determinações externas imposta pelos impérios coloniais são a voz do capital, que circula globalmente desde sempre, trazendo em si a sua própria ideologia.

… grande confusão

ideológica em…

E o capital é inteligente para o usufruto dos seus detentores desde que estes sigam a lei do próprio capital, poder sobre coisas e pessoas, já dizia Marx.

A nacionalidade brasileira, subordinada à dominação externa, em toda a sua história, criou um estado institucionalmente estruturado psicologicamente para pensar não com sua própria cabeça, mas com a cabeça dos outros.

O dilema político nacional é claro: o predomínio político do PT/aliados, no comando do poder nacional, na Era Lula e na Era Dilma, entra em choque total com a ideologia que sempre se negou a pensar o Brasil por si mesmo, mas pela cabeça ideológica externa, pautada pelos interesses do capital externo.

Ou a Era FHC não foi isso?.

É certo que as acomodações políticas necessarias para comandar o país fez o PT se autocontaminar pela mente colonizada da burguesia nacional, em vez de seguir a sua proposta originária, de criar uma nova mente, a mente brasileira independente.

As concessões que o PT fez lhe fizeram muito mal.

Olha o mensalão aí!

Foi o contagio da santidade com as impurezas.

… torno do estado

burocrático, cujas….

Tudo para permitir a coexistência não muito pacífica no heterogêneo campo político brasileiro, de acordo com o velho pacto das elites que permeia por inteiro a história nacional.

Ora, as elites internas subjugadas ideologicamente são as elites externas internalizadas nas mentes colonizadas, como um chip de comando organizado pelo capital externo e suas leis, é claro.

A presidenta Dilma se move numa areia movediça, em que está cercada por uma superestrutura jurídica, conformada aos interesses do capital financeiro.

Trata-se, portanto, de algo que entra em choque com os ideais políticos de uma ex-guerrilheira que quer ver, rapidamente, o país em desenvolvimento com justa distribuição da renda nacional.

O estado burocrático mentalmente colonizado ergue-se – com toda essa superestrutura jurídica , expressa por uma correlação de forças políticas em conflito de classe – contra a estratégia econômica e financeira governamental, condicionando-a  num redomoinhos retardatório de decisões que representam apostas dilmistas  em outros interesses que não os do capital financeiro, ainda, economicamente, predominante.

A burocracia nacional , altamente conservadora, quanto mais emperra as decisões, mais trabalha para os interesses do capital financeiro, porque retarda opções governamentais que prejudicariam os interesses da agiotagem especulativa.

…determinações favorecem

os interesses dos…

Por que o país acumula expressivas reservas cambiais, senão para se proteger dos estragos decorrentes das volatilidades financeiras decorrentes do jogo especulativo financeiro totalmente desregulamentado em escala global, sobrepujando os interesses da sociedade?

A estrutura mental colonizada se encontra dividida quanto mais a crise mundial vai evidenciando que as orientações externas foram e continuam sendo prejudiciais aos países emergentes que lutam para sair da submergência imposta pelo pensamento econômico dominante em bancarrota.

A cabeça da elite nacional, predominante na grande mídia, pensa com a cabeça externa que está em crise total de identidade, evidenciando a falência de sua utilidade.

Nega seu próprio conceito conforme elaborado pelos seus ideólogos, construtores da ideologia utilitarista em que a lei maior é a da esperteza.

Esperteza do capital, logicamente.

A burocracia não chega a um consenso sobre que caminho seguir.

Ir adiante com a falência ideológica neoliberal ou marchar com uma nova ideologia neolibertadora nacional diante do perigo desatado pela crise que explodiu nos países ricos.

…banqueiros, porque

retarda o andamento da…

Se faliu o que era a emanação do melhor modo de ser e de estar de acordo com a utilidade, por que continuar com essa receita colonialista que deixou de ser útil, de acordo com o próprio utilitarismo ideológico neoliberal?

Carlos Campos, diretor do Ipea, filho do marxista Lauro Campos, falecido senador do PT-PDT-DF, reclama do estado burocrático como principal entrave aos investimentos.

Por que entrave?

Evidentemente, trata-se de luta de classe.

A maior parte do leão do orçamento nacional está indo para os caixas dos bancos particulares, credores do governo, na sua tarefa de financiar a dívida pública, recebendo selic como remuneração.

A lucratividade dos banqueiros, no ambiente da crise global, está ameaçada pela política da presidenta Dilma, de insistir no juro baixo para financiar o governo e, também, a produção e o consumo, como necessário ao capitalismo brasileiro.

Essa disposição teria, no entanto, que se expressar  no orçamento nacional em quantia maior de recursos destinada não mais aos banqueiros, mas ao capital produtivo, no momento, escravizado pelo capital especulativo.

…discussão necessária

sobre a distribuição…

Os projetos deinvestimento governamental não andam porque tem que tirar dinheiro de uma fonte para passar para outra fonte.

Sair da fonte da especulação que domina as finanças nacionais(orçamento financeiro da União) para passar para a fonte da produção(orçamento não-financeiro) representa opção política que detona luta ideológica.

Qual é a prioridade?

Para a grande mídia, mentalmente, colonizada pelo pensamento dominante, externo, do capital financeiro, em crise , o importante é continuar se subordinando às verdades que são ditadas por aqueles que não têm mais o que dizer em matéria de utilidade.

A bancarrota européia é o exemplo gritante.

Seguir os mandamentos das fontes de informação – os especuladores das bolsas, no programa Conta Corrente, da Globo, donos de armazéns de venda de ações, nas cercanias da Bovespa – seria copiar os mandamentos europeus e americanos em crise total de realização.

E aí, embarcar numa nau sem rumo?

Ou buscar o caminho próprio, sul-americano, visto que a América do Sul é a nova rica do mundo?

Riqueza sem cabeça própria?

…da renda nacional no interiror

do Orçamento da União,

Dificilmente, a grande mídia vai tomar uma decisão senão quando ela estiver sob ameaça financeira, visto que grande parte do conselho de administração das empresas jornalísticas é composta dos agentes do pensamento bancocrático sob choque de utilidade, ou seja, sob efeito do seu próprio veneno.

Os confrontos ideológicos em luta, na condução da política orçamentária governamental, paralisam as decisões governamentais, subordinadas a uma estrutura produtiva e ocupacional sob choque ideológico, que joga os interesses de classe no centro do picadeiro decisório do poder.

O problema é que o tempo urge e decisões tomadas, se não gerarem resultdos práticos, passam a ser submetidas ao critério da opinião pública, que se revela politicamente nas urnas.

Nessa hora, o poder midiático, que é expressão dos interesses da bancocracia, que não quer abrir mão da sua parcela de participação no orçamento público da União, revela, inteiramente, a sua face.

Joga com o capital bancário especulativo, que não aceita que do orçamento financeiro da União, que serve aos bancos,  saia mais recursos para abastecer o orçamento não-financeiro, que serve aos interesses da sociedade como um todo.

O parcial, ou seja, o orçamento financeiro, dado o poder de fogo dos banqueiros, continua preponderando-se sobre , o total, ou seja, o orçamento não-financeiro, onde cabe todos os interesses sociais.

  O total tem que encolher para o parcial crescer.

Até quando?

…onde os recursos do

contribuinte são disputados…

A crise mundial vai demonstrando claramente que a sustentação dos interesses parciais em prejuízo do ponto de vista totalizante implica queda do poder de compra da sociedade.

Comprometeria a sustentabilidade dos investimentos por meio de reduções das arrecadações tributárias, oxigênio do governo para bancaro o desenvolvimento.

A burocracia está sob influência decisiva dos embates econômicos e politicos que se dão no interior do Governo Dilma para determinar a nova correlação de forças no comando do estado nacional, até agora, sob orientação das forças financeiras.

Não está sendo debatida na grande mídia a verdadeira crise mundial: o acirramento completo da luta de classes.

O poder financeiro, exercido pelos grandes banqueiros nacionais e internacionais, quer se impor ao poder político, ou seja, condicionar o comando do Estado em favor dos interesses do capital especulativo,  que ameaça a sobrevivência dos interesses da produção e do consumo, afogados na desvalorização monetária patrocinada pelos governos dos países ricos.

O poder do capital financeiro exige a destruição das moedas para continuar se valorizando, já que sua valorização, no ambiente de enchente monetária expansionista, fica totalmente comprometida.

Emerge potencialmente uma estrutura em crise sob a qual a burocracia se transforma em perigo nacional, condenando o desenvolvimento à paralisia.

…no ambiente de luta de classe

que o capital visa esconder…

Os jornais de final de semana estão lotados de notícias dando conta de que as obras não andam, mesmo com recursos liberados para que elas sejam tocadas.

Mas, o poder midiático não debate que a paralisia dos investimentos decorre de estrutura burocrática, que favorece, econômica e políticamente, aos especuladores, enquanto prejudica a produção e o consumo.

Que fazer, senão, imaginar o que pode já estar, até, imaginado, mas que não sai do chão por força de decisão politica?

Não terá chegada a hora de a presidenta Dilma Rousseff adotar a tática da coordenação geral do desenvolvimento, criando um COMITÉ NACIONAL DE INVESTIMENTO,  a fim de reunir os representantes da sociedade, para resolver esse impasse, como se os brasileiros e brasileiras tivessem pouca confiança no pais?

Ou terá chegada a hora de uma constituinte para discutir o investimento nacional e sua distribuição para a população?

Por que ter medo?

O Brasil está com tudo: tem terra, tem energia, tem água, tem biodiversidade, tem minérios, tem, principalmente, mercado; só, ainda, não tem pensamento próprio em torno de um projeto nacional.

A crise vai criando a necessidade urgente de o governo agir rápido para aproveitar as oportunidades que estão surgindo a seu favor.

…para não produzir os

conflitos políticos vitais…

A burocracia transforma-se na arma dos especuladores para segurar os investimentos.

Para vencê-la, falta a correlação de forças políticas que encarne o pensamento nacional independente.

Diante dessa questão capital, a grande mídia busca diversionismo.

A tentativa de fazer com que o julgamento do mensalão seja mais importante para o país do que se debruçar sobre o debate da crise para estabelecer as prioridades nacionais, sulamericanas, não seria um diversionismo midiático que interessa ao capital financeiro, na medida em que evita maior poder de conscientização social advindo das decisões governamentais de enfrentar a agiotagem financeira desenfreada que escraviza o povo?

Não seria a paralisia dos investimentos produto dos impasses desatados pela luta ideológica que a grande mídia se esforça em não debater, adotando a postura de se colocar no exterior da realidade?

Ou debater abertamente a crise capitalista representaria censura ao capitalismo?

O Brasil está diante do seu grande dilema: pensar por si mesmo ou sucumbir-se, no ambiente da crise global, com o pensamento dos outros, falido.

Apostar na falência?

É mole?

 

 

Categoria: (Economia, Política)

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