Cachoeira, receita do capitalismo em crise
Cachoeira, produto do capitalismo em crise
Posted 4 horas ago

A corrupção que tomou
conta do Estado capitalista 
O drama maior da crise capitalista em ascensão irresistível decorre do fato de que o governo não pode mais gastar inflacionariamente, escondendo a…

Cachoeira, produto do capitalismo em crise
Colapso capitalista destroi direitos humanos
Colapso capitalista destroi direitos humanos
Posted 1 dia ago

Os ex-presidentes precisam
unir-se à presidenta, urgente, 
É chato ficar repetindo.
Os neoliberais detestam.
Mas, fazer o que frente às evidências históricas que se desenrolam diante de todos?
Olhaí a Europa!
Capitalismo desenvolvido, ao entrar…

Colapso capitalista destroi direitos humanos
Estatizar o crédito, programa para neoesquerda
Capitalismo em transe: salve-se quem puder
Posted 2 dias ago

O programa politico para
neoesquerda é pregar

O comportamento dos bancos privados brasileiros de resistência à diminuição dos absurdos spreads bancários é a demonstração inequívoca de que a bancocracia não tem…

Capitalismo em transe: salve-se quem puder
Ataque à miseria reduz crise e eleva receita
Capital + Trabalho + Consumo = Receita – Cris…
Posted 3 dias ago

No auge da crise financeira
global, o jeito
São mais quatro milhões de novos consumidores na economia, que demandarão R$ 2,8 bilhões a serem lançados na circulação capitalista.
É o que, de…

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Colonialismo tecnológico inviabiliza emancipação economica nacional
Colonialismo tecnológico inviabiliza emancipa…
Posted 4 dias ago

No país do entreguismo, o capital
 
estrangeiro deita e rola,

No momento em que surgem novos avanços na nanotecnologia e na criação de materiais, como o grafeno, é fundamental compreender a…

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Corrida suicida ao dólar como reação ao colapso europeu sinaliza moratória global inevitável
Corrida suicida ao dólar como reação ao colap…
Posted 8 dias ago

O mundo enlouqueceu ao 
Cenas de horrores econômicos.
A Europa, se não sair do pacto de austeridade, pode acelerar a bancarrota financeira americana, pois os investidores, sem nenhuma confiança nas atividades produtivas,…

Corrida suicida ao dólar como reação ao colap…
Grande mídia anti-nacional, inimiga de Dilma
Golpismo midiático-bancocrático ataca Dilma
Posted 9 dias ago

Acostumado a ver obedecidas
A grande mídia está com saudades do Banco Central subordinado à bancocracia.
O editorial do Estado de São Paulo, nessa quarta feira, é o exemplo acabado dessa nostalgia.
Reclama…

Golpismo midiático-bancocrático ataca Dilma
Agiotagem bancária une Dilma e Chavez
Ataque aos agiotas une Dilma e Chavez
Posted 10 dias ago

A luta do governo Dilma Rousseff contra a agiotagem bancocrática vai ganhando contornos dramáticos e colocando a titular do Planalto na posição defendida também pelo presidente da Venezuela, Hugo Chavez,…

Ataque aos agiotas une Dilma e Chavez
Neopoupança exige renegociação de dívidas e divide com CPI atenção do Congresso Nacional
Vitória de Hollande fortalece Dilma
Posted 11 dias ago

O governo Dilma Rousseff se fortalece com a vitória do presidente eleito Francois Hollande, na França. Ele derrotou o neoliberalismo abraçado por Nicolau Sarkozy, cujo objetivo era o de destruir…

Vitória de Hollande fortalece Dilma
Juro abafa CPI e vira bandeira eleitoral
Consumo mais barato turbina reeleição
Posted 12 dias ago

BB, CEF e BNDES, armas
contra bancocracia privada
O estardalhaço que prometia ser a criação da CPI do Cachoeira foi relativamente abafado pela decisão política da presidenta Dilma Rousseff de cair…

Consumo mais barato turbina reeleição
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História de uma candidatura anunciada ao Planalto em 2014 passando por SP em 2012

Cesar Fonseca em 27/02/2012

CAMPANHA ELEITORAL NA RUA. Serra insiste, não desiste. Sua teimosia representa sobretudo uma intuição que está com ele desde que entrou na vida pública, como estudante, combatendo a ditadura militar. Declarou, como presidente da UNE, em 1963, que seu sonho e seu destino seriam a presidência da República. De lá para cá, sua busca nesse sentido é obsessiva. A estratégia, para 2014, continua a mesma, o que muda, agora, é a tática. Deixou de ser válida a sua ação de tratorar os adversários partidários, jogando seu peso em cima deles, afastando-os sem disputar prévias eleitorais. Agora, como a moda são as prévias, que se espalham como modus operandi democrático essencial, no continente sul-americano, sai por essa via para continuar perseguindo seu velho sonho, teimosamente. De novo, levanta os tijolos necessários para construir os alicerces de sua candidatura ao Planalto, seguindo a mesma via crucis que trilhou, ou seja, antes de terminar o mandato, encerra-o, precipitadamente, para galgar o cargo seguinte, mais alto. Primeiro elegeu-se prefeito em 01 de janeiro de 2005, mas governou até março de 2006. Saiu para disputar o governo de São Paulo, elegendo para o período de 2007 a 2010, mas já em abril deste ano deixava o posto, de olho na presidência da República. Repetiria ou não o roteiro, governando a prefeitura em 2013, se eleito, para afastar dela em 2014, a fim de tentar, novamente, o Planalto, que é o sonho de sua existência, desde que o manifestou quando iniciou carreira política na União Estadual dos Estudantes(UEE), em 1962, galgando a UNE no ano seguinte? Uma carreira política impressionante: lider estudantil, exilado político, professor de economia e matemática no Chile e nos Estados Unidos, consultor do governo Allende, como integrante da CEPAL, secretário de Planejamento do governo Montoro, deputado federal, maior número de propostas apresentadas à Constituinte de 1988, senador, ministro, prefeito, governador e candidato duas vezes derrotado à presidência. Segue adiante com toda a garra, olhando para frente e para o alto, sempre para o alto, ou seja, o Palácio do Planalto.

O filósofo naturalista japonês-brasileiro Tomio Kikuchi vê grande qualidade nos chamados homens cabeças-dura; diz ele, em “Estratégia”, que são aqueles que teimam os que alcançam as grandes virtudes.

Machado de Assis vai por esse mesmo caminho com personagem romanceado disposto a descobrir as maravilhas de um remédio, um emplastro, capaz de curar os males da humanidade; insiste até conseguir, embora o lenitivo para os seres humanos não tenha sido alcançado, inteiramente por tal descoberta.

Nada é capaz de demover os cabeças-dura; eles já nascem predestinados e seguem até o fim com a sua teimosia, santa teimosia.

Afinal, cabeças-mole não estão com nada, quase sempre são volúveis, incontroversos, enquanto a beleza da vida que acompanha os cabeças-dura é a convicção de que assim é que ela vale a pena ser vivida, graças à insistência que tem o seu pressuposto numa crença, vamos dizer assim, mediúnica, extraterreste, divina etc.

E quem acredita no que faz merece crédito, mesmo que para alcançar seu objetivo tenha que ser heterodoxo, no mínimo, para vencer, mais dia menos dia.

Olha o caso de Lula; bateu, bateu, bateu na tecla de que seria presidente e acabou sendo.

Quantos não foram aqueles, mesmo entre seus mais fortes aliados, que duvidaram da sua capacidade de conquistar a presidência, depois da terceira derrota eleitoral?

A primeira, perdeu para Fernando Collor; a segunda, para FHC; a terceira, idem, também, para FHC, até que ganhou a quarta e, da mesma forma, a quinta.

Viva, portanto, os cabeças-dura; nesse sentido, é preciso respeitar José Serra.

Ele teria dito, ainda, assim que eleito presidente da União Nacional dos Estudantes(UNE), em 1963, que seu objetivo seria ser presidente da República.

Não importa quando, certamente, pensa ele, trabalhando, incansavelmente, até que tal objetivo nobre seja alcançado; o fato é que está, teimosamente, em seu encalço.

Trilhando por partes.

Por isso, tendo em vista que se trata de um homem teimoso, que disputou duas vezes como candidato do PSDB a Presidência da República  – perdendo a primeira para Lula; a segunda, para Dilma – não passa de segredo de polichinelo que a tentativa dele de sair candidato à prefeitura de São Paulo, novamente, em 2012, não passa de um lance de escada, para 2014.

Outra vez, galgará rumo àquele patamar que representa o sonho máximo de sua famosa teimosia em forma de desejo superior de sua existência, de político insistente, competente, consciente, controvertido,  de que pode desempenhar, com sucesso, o papel para o qual dedica todas as suas energias para conquistá-lo algum dia.

E que esse dia, luta ele, seja, ainda, nessa existência terrena e não numa hipotética vida extraterrestre.

Se a teimosia é a arma dos fortes e os fortes não desistem, outra não é a estratégia de José Serra senão a de tentar ganhar a eleição municipal em outubro, como candidato do PSDB a prefeito da maior cidade brasileira, experiência que já exercitou, com brilho, de modo a dispor de cacife suficiente para repetir o mesmo jogo que já jogou, ou seja, de ir até à metade do mandato de prefeito, se eleito, para galgar o posto seguinte, mais elevado.

Da primeira vez, deixou o mandato de prefeito, para disputar o de governador; agora, disputaria o de prefeito para deixá-lo no meio do caminho, para alcançar não mais o Palácio dos Bandeirantes, mas o do Planalto.

Certamente, a estratégia é essa, as táticas é que mudam.

Dessa vez, ao que tudo indica, Serra não vai passando por cima dos concorrentes, porque as circunstâncias são outras.

Todos estão lembrados que ele se negou a disputar prévias eleitorais dentro do PSDB, em 2010, arregimentando todas as forças partidárias, a fim de passar por cima de Aécio Neves, como trator de esteira.

Dividiu o partido e dançou, pela segunda vez.

Ele é cabeça dura, mas não rasga dinheiro, pois os tempos são outros  e a democratização partidária é uma nova imposição da realidade, para que haja sintonia da agremiação com o espírito democrático popular, que entende ser a luta política algo necessário para chancelar os desejos daqueles que disputam.

Por isso, disputará as prévias, agora, mesmo que haja desistência de correligionários, para abrir passagem a ele, sabendo, claro, que superar essa etapa virou algo politicamente correto, em termos absolutos.

Na Argentina, desenvolve-se o exemplo maior que está se disseminando por toda a América do Sul.

Cristina Kircnher conseguiu, no segundo semestre de 2010, aprovar no parlamento argentino prévias eleitorais nacionais, simultâneas e obrigatórias a serem realizadas três meses antes da eleição presidencial.

Tremendo sucesso popular.

O candidato, por esse processo, sai fortalecido, ficha limpíssima, porque sua escolha se dá não apenas por parte dos integrantes do partido ao qual pertence, mas, igualmente, por todos os eleitores que se dispuserem a votar, independente de partidos.

Mesma estratégia, nova tática

Trata-se do germe de reforma política em andamento em contexto político continental em franco desenvolvimento de caráter moral e ético, dado por governos que colocam em cena, no plano econômico, prioridade aos programas sociais, como impulsionadores do desenvolvimento econômico sustentável.

Nova classe média surge desse processo, a exigir, em seguida, avanços políticos consequentes às conquistas econômicas de caráter democrático.

O exemplo argentino foi seguido, agora, na Venezuela, para escolha do candidato da oposição que enfrentará o presidente Hugo Chavez, na disputa de mais um mandato presidencial, se o cancer que enfrenta deixar.

Se Serra, diante desse movimento continental, repetisse o comportamento que adotou em 2010, entrando em sério conflito com Aécio, estaria atirando no próprio pé, rachando, desnecessariamente, o PSDB paulista, como rachou o PSDB nacional e perdeu a eleição.

Nada como errar para aprender com o erro; afinal, só erra quem faz.

E mais uma vez, portanto, vai o cabeçudo teimoso Serra perseguir o seu sonhado destino, seguindo a trilha que já trilhou, com variações táticas diferenciadas.

Está em marcha uma candidatura anunciada ao Planalto em 2014, passando pela Prefeitura de São Paulo em 2012.

O PT estaria completando 12 anos de exercício do poder.

Não seria tempo suficiente para, aos olhos dos eleitores e eleitoras, haver mudança no comando da nação, visto que a fadiga de material se estabelece, necessariamente, nos longos períodos de exercício de governança democrática representativa, onde cabem os maiores erros e omissões, salvo se for aprofundada por Dilma a democracia direta, o que representaria oxigênio renovador?

Aécio Neves que se cuide, Serra põe o pé na estrada.

Categoria: (Política)

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