Socialismo dobra burguesia financeira global
Socialismo dobra burguesia financeira do G-8
Posted 6 horas ago

Moeda burguesa, adeus
LA MERKEL VIRA O INFERNO PARA BARACK. O discurso de La Merkel favorável à austeridade como solução final, que teria o mesmo caráter da solução final dada por…

Socialismo dobra burguesia financeira do G-8
Metamorfose de FHC abala esquerda e direita
Vítima da conspiração do silêncio midiático
Posted 2 dias ago

Há um processo de mudanças envolvendo vários países na América Latina, nos quais, com apoio popular, governos progressistas vão recuperando a capacidade dos estados de  agir com protagonismo  em defesa…

Vítima da conspiração do silêncio midiático
Cachoeira, receita do capitalismo em crise
Cachoeira, produto do capitalismo em crise
Posted 4 dias ago

A corrupção que tomou
conta do Estado capitalista 
O drama maior da crise capitalista em ascensão irresistível decorre do fato de que o governo não pode mais gastar inflacionariamente, escondendo a…

Cachoeira, produto do capitalismo em crise
Colapso capitalista destroi direitos humanos
Colapso capitalista destroi direitos humanos
Posted 5 dias ago

Os ex-presidentes precisam
unir-se à presidenta, urgente, 
É chato ficar repetindo.
Os neoliberais detestam.
Mas, fazer o que frente às evidências históricas que se desenrolam diante de todos?
Olhaí a Europa!
Capitalismo desenvolvido, ao entrar…

Colapso capitalista destroi direitos humanos
Estatizar o crédito, programa para neoesquerda
Capitalismo em transe: salve-se quem puder
Posted 5 dias ago

O programa politico para
neoesquerda é pregar

O comportamento dos bancos privados brasileiros de resistência à diminuição dos absurdos spreads bancários é a demonstração inequívoca de que a bancocracia não tem…

Capitalismo em transe: salve-se quem puder
Ataque à miseria reduz crise e eleva receita
Capital + Trabalho + Consumo = Receita – Cris…
Posted 7 dias ago

No auge da crise financeira
global, o jeito
São mais quatro milhões de novos consumidores na economia, que demandarão R$ 2,8 bilhões a serem lançados na circulação capitalista.
É o que, de…

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Colonialismo tecnológico inviabiliza emancipação economica nacional
Colonialismo tecnológico inviabiliza emancipa…
Posted 8 dias ago

No país do entreguismo, o capital
 
estrangeiro deita e rola,

No momento em que surgem novos avanços na nanotecnologia e na criação de materiais, como o grafeno, é fundamental compreender a…

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Corrida suicida ao dólar como reação ao colapso europeu sinaliza moratória global inevitável
Corrida suicida ao dólar como reação ao colap…
Posted 12 dias ago

O mundo enlouqueceu ao 
Cenas de horrores econômicos.
A Europa, se não sair do pacto de austeridade, pode acelerar a bancarrota financeira americana, pois os investidores, sem nenhuma confiança nas atividades produtivas,…

Corrida suicida ao dólar como reação ao colap…
Grande mídia anti-nacional, inimiga de Dilma
Golpismo midiático-bancocrático ataca Dilma
Posted 13 dias ago

Acostumado a ver obedecidas
A grande mídia está com saudades do Banco Central subordinado à bancocracia.
O editorial do Estado de São Paulo, nessa quarta feira, é o exemplo acabado dessa nostalgia.
Reclama…

Golpismo midiático-bancocrático ataca Dilma
Agiotagem bancária une Dilma e Chavez
Ataque aos agiotas une Dilma e Chavez
Posted 14 dias ago

A luta do governo Dilma Rousseff contra a agiotagem bancocrática vai ganhando contornos dramáticos e colocando a titular do Planalto na posição defendida também pelo presidente da Venezuela, Hugo Chavez,…

Ataque aos agiotas une Dilma e Chavez
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Chuvas avisam: Nordeste é O poder na Era PT

Cesar Fonseca em 09/01/2012

BRASIL SE DESMANCHA SOB AS ÁGUAS DA INCOMPETÊNCIA. A presidenta Dilma Rousseff e a ministra da Casa Civil, Gleisy Hoffman, se reúnem hoje com o ministro da Integração Nacional Fernando Coelho para avaliar os estragos produzidos pelas chuvas de verão. No centro da discussão estão as denúncias de que Coelho transformou o Ministério em promotor de privilégios para Pernambuco, seu estado natal, e, mais do que isso, para sua própria família, na cidade de Petrolina, onde a oligarquia dos Coelho manda faz mais de um século. Entra Coelho, sai Coelho e as coisas continuam como sempre, ou seja, só dá Coelho, mandando e desmandando. A grande mídia do sul e sudeste carrega nas tintas, na tentativa de detonar o ministro. Difícil isso acontecer, porque ele é aliado do mais importante aliado do governo Dilma no Nordeste, na atualidade, o governador Eduardo Campos, campeão de votos, expressão do novo Nordeste, que levantou voo na Era Lula, a partir do momento em que o desenvolvimento nacional passou a ser impulsionado pelo incremento político do mercado interno como arma para vencer a crise financeira global, o que está sendo possível até o momento. Detonar Coelho seria criar um problemão para Dilma que, afinal, como disse o govenador, avalizou todas as ações adotadas por Coelho. No fundo, está em cena o novo Nordeste, com seu poder político renovado pela maior participação popular, embora, ainda, comandado por velhas oligarquias, viciadas na manipulação das verbas públicas. Ou seja, uma contradição que caminha para sua superação histórica.

É claro que os nordestinos pernambucanos estão apoiando o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, que jogou dinheiro na construção de obras nordestinas para salvar a comunidade das enchentes que detonaram cidades, povoados e populações nas chuvas do ano passado.

É claro que se não fizesse o que fez estaria rifado pelos nordestinos pernambucanos.

É mais do que claro que está havendo um racismo anti-nordestino na grande mídia quando foca com grande estardalhaço que Bezerra Coelho, por ser nordestino, só vê o seu umbigo.

É claro, também, que a manipulação do poder pelos coronéis ainda é um absurdo na terra de Miguel Arraes.

E, principalmente, é claro que o neto de Miguel Arraes, o governador Eduardo Campos, campeão de votos, na eleição estadual, atuou como seu avô, ou seja, jogou com o discurso popular, de um lado, para se popularizar, mas, de outro, amarrou seus bigodes com os ditos coronéis, para conseguir chegar ao poder.

Deu, é claro, uma de Salazar, o velho ditador português, derrubado pela revolução dos cravos: aprendeu, no comando do governo, a tocar violino: pega o mesmo com a esquerda, mas toca-o com a direita.

Herdeiro da sabedoria de Arraes, Campos, junto com os coelhos velhos de guerra, virou disputa do governo e da oposição, navegando em águas turvas que seus olhos verdes sabem vê-las límpidas, em sua ação de político sabido.

Mas, o que não está claro é a motivação da grande mídia em ficar fustigando os políticos pernambucanos e nordestinos, em geral, nesse início de ano, cujos presságios são imensamente preocupantes no ambiente de crise global.

Lula alavancou nordestinos

Por que isso, se, segundo o ditado popular, não se chuta cachorro morto?

Claro, o Nordeste virou o epicentro do poder nacional.

Depois que o ex-presidente Lula – nordestino, filho de dona Lindu, conhecedora das dificuldades de se criar filhos pobres nordestinos na periferia de São Paulo, para onde fugiu da fome e da miséria do Nordeste – prometeu e garantiu aos miseráveis três pratos de comida por dia, tudo mudou.

De barriga cheia, os pobres nordestinos não tiveram mais que se manterem escravos dos coronéis que tudo prometiam por um prato de comida, antes das eleições, para não lhes darem nada passadas as lutas políticas.

Claro, saciada a fome nordestina, o governo, que apostou no consumo dos mais pobres, dispôs de arrecadação para tocar obras governamentais no Nordeste, a exemplo das que se realizam, na região, nesse momento, a transposição do Rio São Francisco e a construção da rodovia Transnordestina.

Lembram quando Sarney, nordestino, era presidente e entrou numa de construir a Ferrovia Norte-Sul?

Os grandes jornais das elites dos estados Sul e Sudeste cairam de pau.

Coronel nordestino, esse Sarney, que queria escoar a produção agrícola do centro-oeste pelo norte em vez de encaminhá-la até os portos de Paranaguá, Santos etc, onde as estruturas do poder econômico-financeiro dessas elites se encontram solidificadas, amarradas ao capital internacional, beneficiárias históricas das políticas de exportações, regadas por desvalorizações cambiais, impulsionadoras das crônicas inflações, destruidoras do poder aquisitivo dos salários etc.

Os capitães das indústrias do Sul e do Sudeste berraram quando os governos nordestinos iniciaram o que os sulinos alardearam ser guerra fiscal.

Na verdade, o que era guerra fiscal para os sulinos, para os nordestinos era competição tributária, a partir do momento  em que os governadores do Nordeste ofereceram vantagens tributárias aos investidores do sul, bem como aos do exterior, para instalarem suas fábricas em terras de Luiz Gonzaga, de Lampião, de Antônio Conselheiro, de Ariano Suassuna, de Graciliano Ramos etc.

Grande paradoxo desenvolvimentista

O governador Eduardo Campos e o ministro Fernando Bezerra Coelho, ambos do PSB pernambucano, estão no epicentro da política nacional nessa segunda feira, no momento em que a presidenta Dilma Rousseff e a ministra da Casa Civil, Gleisy Hoffam, avaliam os estragos econômicos e políticos provocados pelas chuvas de verão, responsáveis por fazer emergir, também, os costumes políticos deletérios da elite política nacional e nordestina em particular, contra os quais, porém, a titular do Planalto pouco pode fazer, dadas as correlações de forças que comanda como aliada de Campos no Nordeste, favorecido pelo desenvolvimentismo petista-socialista ao longo da Era Lula que se prolonga com a primeira mulher presidenta do Brasil. Eduardo Campos, como o velho Salazar, segura o violino com a esquerda(Arraes) mas toca o instrumento com a direita(os Coelho), na linha do seu avô, para compor uma formulação e articulação política que demonstram as grandes contradições da política nacional que não podem ser detonadas pela gritaria da grande mídia do sul e do sudeste, incomodada com a predominância relativa do poder do Nordeste no plano federativo. Os nordestinos são o NOVO poder. Os que moram no Nordeste e os que estão fora da região espalhados pelo Brasil afora, mas, principalmente, concentrados na região sul e sudeste, passaram a dar as cartas na política nacional, na fase pós Lula. Não são mais meros coadjuvantes, como aconteceu ao longo da histórica, depois do declínio econômico da cana de açucar, mas os atores principais, determinados pelo novo período histórico nacional dado pelo avanço do poder popular, impulsionado pelas políticas sociais desenvolvimentistas distributivistas, embora administradas ainda por oligarcas como Coelho. Não é fácil entender e resolver esse paradoxo produzido pela emergência do poder das massas brasileiras nesse início de século 21.

A “revolução de 64″, sob Roberto Campos, Bob Fields, pau mandado de Washington, criou sistema tributário em que a taxação do ICMS, imposto estadual, passaria a ocorrer no estado produtor das mercadorias e não no de destino delas, produzindo, consequentemente, escoadouro de dinheiro dos estados mais pobres para os mais ricos, de modo a erguer a industrialização na paulicéia desvairada.

Os nordestinos, claro, tiveram que correr para os empregos somente possíveis em São Paulo, para onde dona Lindu se dirigiu com Lula e seus irmãos, visto que no Nordeste não havia como sobreviver, devido à sangria decorrente da superconcentração espacial da renda naciona no sul e sudeste.

Com Lula, a situação mudou.

Os nordestinos, comendo mais no Nordeste, empregando-se na terra abençoada de Padim Ciço, transformaram-se em consumidores efetivos, que contribuiram para desovar os estoques e combater, efetivamente, as escaladas inflacionárias, antes produzidas pelo excesso de excedentes inconsumíveis por falta de renda interna.

Os empresários do sul e do sudeste, cheios de estoques, corriam ao governo para pedir socorro em forma de câmbio favorecido, para exportarem, gerando, assim, inflação, arrocho salarial, cortes de gastos governamentais, diante da crônica insuficiência de demanda global etc.

A chegada de um nordestino pobre ao centro do poder nacional virou o jogo da lógica da miséria em meio às estruturas políticas que ainda perduram, para que os coelhos da vida continuem dando as cartas, mas o contexto em que atuam modifica, estruturalmente, por conta da fixação da nova geografia social nordestina, dada pela melhor distribuição da renda nacional, por meio de keynesianismo socialista governamental.

São Pedro recomenda reforma política 

Os deficits públicos, antes acumulados pelas renúncias de receitas governamentais, a fim de impulsionarem acumulação de capital privado, sob antigo modelo econômico exportador, são produzidos, agora, por novas causas, quantitativa e qualitativamente diferentes.

O governo aposta no deficit para vencer a fome dos mais pobres, mas essa doação não significa renúncia de receitas tributárias, como antigamente.

Pelo contrário: quanto mais o governo Lula fomentou programas sociais, mais arrecadou, algo que Dilma manteve e aprofundou, materializando, no ano passado, recorde de arrecadação, com a qual está sendo possível alavancar o PAC.

Evidentemente, sem essa nova lógica desenvolvimentista, que transforma o Nordeste no dínamo desenvolvimentista nacional, na Era PT, no comando do poder nacional, o Brasil estaria na maior merda possível, no contexto da grande crise financeira internacional, em vez de ser visto como o novo paraíso dos investidores globais, disponíveis para jogar, aqui, seus capitais, já que o rendimento deles, nos países capitalistas cêntricos, tornou-se impossível na vigência de taxa de juro negativa, mantida pelos governos endividados, a fim de evitarem explosão das dívidas públicas e consequentes hiperinflações exponenciais.

O desafio de Dilma Rousseff, que, hoje, reúne-se, no Planalto, com um dos coronéis da politica nordestina, o ministro Coelho, para saber dele sobre o que está fazendo para enfrentar os estragos violentos provocados pelas chuvas de verão, é, essencialmente, político.

Para que possa remover essa camarilha de coronéis, tem que apostar no povo que, consumindo mais, melhorou o perfil desenvolvimentista do Nordeste, enquanto quem ganha os louros políticos são seus históricos algozes, caroneiros do desenvolvimentismo desatado pela melhor justica social governamental.

A manipulação das verbas públicas pelos coronéis que as distribuem aos seus parentes para tocarem obras governamentais possíveis graças ao aumento da arrecadação produzida pelo consumo dos pobres somente será superada, se ocorrer a reforma política que confira perfil popular ao modelo político consequente ao modelo econômico que se busca construir melhorando a distribuição da renda. Esse parece ser o recado fundamental de São Pedro.

Categoria: (Economia, Política)

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