Crise mundial acelera privatização dilmista
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5 horas atrás

A direita está eufórica porque o Governo Dilma privatiza aeroportos.
Os ganhadores terão 20-25-30 anos para explorarem o negócio; ainda assim terão o governo como sócio deles em 49%. Se der…

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Tom: linguagem brasileira universal
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1 dia atrás

O maestro sincretizou o caldo cultural brasileiro que ganhou asas indo aos quatro cantos do mundo obrigando a arte global se render ao talento nacional. A simplicidade, suprassumo do dom…

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Forte ajuste fiscal detona rebelião policial
Aperto fiscal e rebelião policial no carnaval
2 dias atrás

  Prioridade é pagar banqueiro
O PT corre sério risco de grande desgaste relativamente aos servidores públicos em todo o país em ano eleitoral. O cerco contra eles é total, nesse…

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O golpe a favor dos direitos humanos
Nacionalismo socialista nascido no quartel
5 dias atrás

O golpe militar que o então tenente coronel Hugo Chavez chefiou em 1992 contra o governo do presidente Carlos Andrez Peres, em nome do nacionalismo político e econômico, em oposição…

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Crise capitalista destroi direitos humanos
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5 dias atrás

A grande mídia faz um cerco danado em relação ao direitos humanos em Cuba por dispor de presos de consciencia, mas não vê o comportamento dela em relação ao escandaloso…

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Capitalismo estatal mais perto do socialismo
Capitalismo estatal-social distancia do fali…
8 dias atrás

Não esta afastada a possibilidade de o capitalismo estatal-social petista pilotado pela presidenta Dilma Rousseff ganhar crescente competitividade em relação ao capitalismo chinês nos próximos anos. Por que? A vantagem…

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Cuba se rende ao capitalismo estatal petista
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8 dias atrás

Pregando, abertamente, o fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, como restauração de verdadeira política de direitos humanos,  a presidenta Dilma Rousseff dá a largada para o capitalismo estatal…

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Gestão neoliberal no capitalismo estatal
Coalizão presidencial entra em crise na gestã…
9 dias atrás

A determinação da presidenta Dilma Rousseff de realizar um governo eminentemente técnico, colocando para escanteio o governo político, que reflete as correlações de forças político-partidárias, capazes de sustentar a governabilidade…

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O Brasil engarrafado
O Brasil engarrafado pelos gringos
11 dias atrás

Não falta gente astuta neste mundo. A última de uns espertalhões americanos foi lançar uma “interessante” campanha publicitária para uma marca de pinga chamada Cabana Cachaça ($15). Bom, até aí…

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PIB brasileiro: gigante com pés de barro
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12 dias atrás

As históricas manipulações dos números têm feito com que a população se engane com o proclamado avanço da riqueza nacional, como se ela fosse amplamente democratizada e não abocanhada por…

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Bancarrota da democracia do dinheiro

Cesar Fonseca em 05/12/2009

As democracias sul-americanas, historicamente, comandadas pelo dinheiro de Washington, para promover a sobreacumulação de capital especulativo, poderá ser removida pela democratização dos partidos, que abre espaço para a comunidade eliminar os fichas sujas que infestam o panorama político-eleitoral-econômico sul-americano.

As democracias sul-americanas, historicamente, comandadas pelo dinheiro de Washington, para promover a sobreacumulação de capital especulativo, poderá ser removida pela democratização dos partidos, que abre espaço para a comunidade eliminar os fichas sujas que infestam o panorama político-eleitoral-econômico sul-americano.

Se houvesse, no Brasil, o que acaba de acontecer na Argentina, ou seja, reforma política que moraliza os partidos, levando para dentro deles, o povo, a fim de escolher, PREVIAMENTE, em grandes debates comunitários, candidatos que disputarão cargos político-parlamentares, certamente, o governador Arruda, dinâmico construtor, engenheiro, inteligente, não estaria na fria em que se encontra. O grande lance da reforma política argentina é que quem escolhe a lista partidária, em PREVIAS OBRIGATÓRIAS, SIMULTÂNEAS, NACIONAIS, são os eleitores. Sequer precisa ser filiado a qualquer partido. Se José da Silva, que não é petista, entrar na discussão da escolha dos candidatos do PSDB, por exemplo,  pode ir lá votar, sem ter a ficha de tucano. A sociedade, em sua composição antagônica, sob capitalismo, dá o tom do processo. Dialética política. Quando o candidato escolhido sai das prévias, está, evidentemente, com a FICHA LIMPA, tirada na urna. Claro, quem votou nas prévias a favor de fulano/a, sabendo que é gente fina, sintonizada com as demandas sociais autênticas, confirmará seu voto nas eleições gerais. Eis a grande reforma política que foi aprovada pelas hermanas e hermanos na última quarta feira. Os caciques perdem o poder. Este se transfere para a comunidade. O populismo, que, segundo Trotski, nasce porque os partidos são vagabundos, sem legitimidade, levando a sociedade a buscar lideranças carísmáticas, vira história, abrindo espaço para o novo ator, o partido autêntico, comunitário. Caso Arruda-Octávio saissem desse processo para governar o DF estariam no auge da sua popularidade, porque competência profissional eles possuem de sobra. Desde quando era secretário de Obras no governo Roriz, onde aprendeu, com o cacique, a executar falcatruas impressionantes que o levariam ao desastre, Arruda, jogando na corrupção, tentou ser esperto demais. A esperteza quando é demais vira bicho e engole o homem, como dizia o ex-governador de Minas e ex-vice presidente, Aureliano Chaves.

Cristina dá grande lição a Lula ao democratizar a escolha prévia de candidatos para disputar eleições, enquanto no Brasil rola o dedaço do titular do presidente para escolher sua candidata à revelia da democracia partidária. Humilhante.

Cristina dá grande lição a Lula ao democratizar a escolha prévia de candidatos para disputar eleições, enquanto no Brasil rola o dedaço do titular do presidente para escolher sua candidata à revelia da democracia partidária. Humilhante.

A reforma política que fortalece os partidos acaba com a democracia do dinheiro. A bela exposição sobre os 120 anos da República, no Salão Negro do Congresso, demonstra, historicamente, as raízes da corrupção, no país, com a fixação da relação corrompida entre o poder central e as provincias por intermédio de pactos entre o chefe do governo central com os chefetes dos governos provinciais, em troca de apoio, para indicar os futuros ladrões que teriam o dom da continuidade do poder. Parece que a coisa rola hoje como ontem do mesmo jeito. Os donos dos escravos se transformaram, na República, nos donos dos votos, por intermédio do dinheiro, da corrupção, dos desmandos, das pressões e da subjugação dos pobres aos interesses dos ricos, embora os líderes positivistas tentassem reverter a história apenas no plano abstrato, por se considerarem preparados para conduzir a governabilidade ao largo da vontade popular, dos trabalhadores, que geram valor que se valoriza na construção do progresso social em meio à grande concentração histórica da renda nacional. Um por cento dos mais ricos dominam 50% da riqueza nacional e 50% dos mais pobres dispõem somente de 2% dela, segundo o IBGE. Escândalo que o senador Pedro Simon(PMDB-RG) expôs em discurso memorável, no Senado, na sexta feira, 04, dia do nascimento do João, meu primeiro neto, aleluia, para avaliar o descalabro da corrupção dentro do seu próprio partido, acusado de, também, fartar-se nos desmandos gerais. Mas, assim como aconteceu no final do século 19, em que o capitalismo inglês entra em colapso, detonando reformas políticas, por conta da especulação desenfreada nas bolsas e no excesso de endividamento dos países da periferia capitalista, eternamente, explorada pelo capital externo, que, segundo Marx, é instrumento de dominação internacional, da mesma forma, no início do século 20 rola a mesma coisa, de forma mais intensa, balançando geral a globalização econômico-financeira-política.

Fantasia falso democrática tucana de Serra e Aécio que fogem das prévias para se legitimarem junto aos eleitores, preferindo fazer um jogo de esconde-esconde que encobre o espírito coronelista que dominou historicamente e que sinaliza fadiga de material. Mas, a enganação continua.

Fantasia falso democrática tucana de Serra e Aécio que fogem das prévias para se legitimarem junto aos eleitores, preferindo fazer um jogo de esconde-esconde que encobre o espírito coronelista que dominou historicamente e que sinaliza fadiga de material. Mas, a enganação continua.

Na debacle do século 19, emerge as mudanças políticas, queda da monarquia, inicio da república, emergência do voto direto, embora os analfabetos não pudessem votar e as eleições fossem realizadas a bico de pena, gerando dobradinha política entre São Paulo e Minas Gerais, que acabaria levando à revolução de 1930, impulsionada pelo crash de 1929. No século 21, depois de, no século 20, o capitalismo ter sido tocado por especulação desenfreada , sob patrocinio do dólar sem lastro, depois da segunda guerra mundial, em 2009, sob a grande crise, que detonou a moeda americana, vai, igualmente, aos ares , na América do Sul, os costumes políticos que a Europa e os Estados Unidos baniram há tempos de suas praias, ou seja, o mandonismo político dos coroneis, aliados ao poder central, que, por sua vez, rende-se à dominação externa, dada a dependência econômica da periferia subjugada pelo poder cambial de Tio Sam. Nesse contexto, as lideranças políticas, amarradas a uma superestrutura jurídica protetora do capital, que lhes assegura a democracia do dinheiro, do voto comprado, como legitimação, falsa, do capital, que, na economia, gera insuficiência crônica de demanda global, isto é, injustiça social, expressa em concentração da renda e do poder, não passam de meros fantoches. O presidente da República deixou o cavalo passar amarrado. Não se posicionou, honradamente, severamente, diante do descalabro distrital. Tentou, vergonhosamente, contemporizar, em vez de chamar os líderes do Congresso para acelerar a reforma política. Teme fazer, agora, o que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, fez, mandar ao Congresso, em regime de urgência, a reforma política. Os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, e de São Paulo, José Serra, igualmente, deram uma de avestruz. Temem, também, disputa entre ambos dentro do PSDB, de forma prévia. Fogem dos eleitores. Desmoralizam-se frente a sua própria covardia. Lula deu o pior exemplo possível: fugiu da escolha democrática dentro do PT, que, antes de chegar ao poder, pregava democracia interna no partido. Apontou seu dedo para a ministra Dilma Rousseff e disse “é esta a minha candidata”, e pronto. Mandonismo de coronel. Depois que o PT, para chegar ao poder, rendeu-se aos financiamentos corruptos de campanhas, patrocinados por bancos, empresas etc, jogando a mesma carta marcada dos partidos tradicionais, entrou na dança da corrupção. Perdeu a moral para fazer a reforma política. Se todos fazem , por que o PT não faria? Esse foi o recado do presidente Lula no auge do mensalão, que envolveu todo mundo.

Farinha do mesmo saco. O PT entrou na dança da corrupção ao aceitar dinheiro dos banqueiros e das empreiteiras , repetindo o mesmo erro do DEM,que, historicamente, abastardardou-se nas burras da grana para construir coronelismo político que engana a sociedade, impedindo-a de manifestar, autenticamente, por intermédio dos partidos, como começa a acontecer, agora, na Argentina.

Farinha do mesmo saco. O PT entrou na dança da corrupção ao aceitar dinheiro dos banqueiros e das empreiteiras , repetindo o mesmo erro do DEM,que, historicamente, abastardardou-se nas burras da grana para construir coronelismo político que engana a sociedade, impedindo-a de manifestar, autenticamente, por intermédio dos partidos, como começa a acontecer, agora, na Argentina.

A coisa começou no PSDB, alastrou-se pelo PT, pegou o PMDB e envolveu, finalmente, o DEM,algo que rola, historicamente, no decorrer da Nova República, herdeira dos militares. “TODO POLÍTICO É LADRÃO, UNS SÃO FILMADOS, OUTROS, NÃO”, destacou, irônica e sarcasticamente, um empresário brasiliense a este site. Todos viraram farinha do mesmo saco. Não interessa, nesse ambiente, que seja colocada em pauta a proposta argentina de Cristina, de tirar os candidatos, não de lista elaborada por coronéis, na base da influência do dinheiro,mas do voto popular, prévio, nos partidos, com participação de todos, dos filiados e dos não filiados, democraticamente. O voto distrital nasceria naturalmente das prévias, pois são os candidatos da comunidade, autênticos que se comprometerão diante dela. Da mesma forma, o financiamento de campanha por empresas privadas seria banido. Afinal, nas prévias, feitas pela comunidade, quem levasse dinheiro grosso, dançaria. Se auto-denunciaria como FICHA SUJA. Estaria na contramão, pois o que valeria seria o poder das idéias , não da grana. Na Argentina, as empresas privadas não poderão mais financiar ninguém. Estão sendo expulsas pelo processo democrático que se inaugura. Trata-se de avanço da democracia participativa no cenário de deterioração geral do capitalismo financeiro corrupto, formador de falsos líderes democráticos, na base do dinheiro. A superação da crise econômica mundial, na periferia capitalista, eternamente, sucateada, implicaria, desse forma, novo componente, isto é, a participação da sociedade, para ditar, por meio dos líderes escolhidos previamente pela comunidade, os rumos do desenvolvimento econômico sintonizado com as bases sociais. Os partidos se transformam em canais autênticos por meio dos quais passam os antagonismos sociais, dialeticamente, no jogo dos contrários.  Outra dança, outro rítmo, outra sintonia política que renova os pressupostos democráticos. Vai sendo despachada, historicamente, no contexto da grande crise internacional, com repercussão na periferia capitalista sul-americana, a democracia do dinheiro, no ambiente da reforma aprovada na Argentina, que poderá ter repercussões continentais, em uma América do Sul, excessivamente, sofrida pelos costumes corruptos empreendidos por falsas lideranças, como representação abastardada do capital, de modo a sustentar sobreacumulação de renda, de um lado, e sobreacumulação de pobreza, de outro, caracterizando insuficiência global de consumo, por conta da injustiça econômica e social. Arruda e Octávio não leram, com competência, os ventos da história. Dançaram.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria: (Cultura, Política)

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