Rebelião policial rompe ajuste fiscal federal
Democracia corre risco sob aperto fiscal radi…
2 horas atrás

A presidenta Dilma Rousseff pode colher sua primeira grande derrota política.
Não ocorrerá no Congresso onde ela tem mandado graças ao jogo de interesse estabelecido pelo toma lá dá cá das…

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Privatização dilmista atrai eleitor paulista
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23 horas atrás

Dilma Rousseff pode ter dado uma tacada de gênio para conquistar o eleitor paulista, a fim de eleger o candidato petista, Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, a cidade mais…

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Crise mundial acelera privatização dilmista
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2 dias atrás

A direita está eufórica porque o Governo Dilma privatiza aeroportos. Mas não é propriamente privatização e sim nova sociedade, união de interesses.
Os ganhadores terão 20-25-30 anos para explorarem o negócio;…

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Tom: linguagem brasileira universal
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2 dias atrás

O maestro sincretizou o caldo cultural brasileiro que ganhou asas indo aos quatro cantos do mundo obrigando a arte global se render ao talento nacional. A simplicidade, suprassumo do dom…

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Forte ajuste fiscal detona rebelião policial
Aperto fiscal e rebelião policial no carnaval
3 dias atrás

  Prioridade é pagar banqueiro
O PT corre sério risco de grande desgaste relativamente aos servidores públicos em todo o país em ano eleitoral. O cerco contra eles é total, nesse…

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O golpe a favor dos direitos humanos
Nacionalismo socialista nascido no quartel
6 dias atrás

O golpe militar que o então tenente coronel Hugo Chavez chefiou em 1992 contra o governo do presidente Carlos Andrez Peres, em nome do nacionalismo político e econômico, em oposição…

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Crise capitalista destroi direitos humanos
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7 dias atrás

A grande mídia faz um cerco danado em relação ao direitos humanos em Cuba por dispor de presos de consciencia, mas não vê o comportamento dela em relação ao escandaloso…

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Capitalismo estatal mais perto do socialismo
Capitalismo estatal-social distancia do fali…
9 dias atrás

Não esta afastada a possibilidade de o capitalismo estatal-social petista pilotado pela presidenta Dilma Rousseff ganhar crescente competitividade em relação ao capitalismo chinês nos próximos anos. Por que? A vantagem…

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Cuba se rende ao capitalismo estatal petista
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10 dias atrás

Pregando, abertamente, o fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, como restauração de verdadeira política de direitos humanos,  a presidenta Dilma Rousseff dá a largada para o capitalismo estatal…

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Gestão neoliberal no capitalismo estatal
Coalizão presidencial entra em crise na gestã…
11 dias atrás

A determinação da presidenta Dilma Rousseff de realizar um governo eminentemente técnico, colocando para escanteio o governo político, que reflete as correlações de forças político-partidárias, capazes de sustentar a governabilidade…

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PMDB quer reserva cambial para produção interna e não para especulação externa

Cesar Fonseca em 30/10/2009

Por que a Singapura investe suas reservas cambiais no Brasil, para fugir dos dólares e dos títulos da dívida dos países financeiramente abalados pela bancarrota, enquanto Meirelles faz o contrário, joga nos títulos dos países endividados que pagam juro negativo, em vez de acreditar no potencial brasileiro? Essa é a indagação do PMDB que quer reservas cambiais brasileiras para alavancar o Brasil e não o estrangeiro

Por que a Singapura investe suas reservas cambiais no Brasil, para fugir dos dólares e dos títulos da dívida dos países financeiramente abalados pela bancarrota, enquanto Meirelles faz o contrário, joga nos títulos dos países endividados que pagam juro negativo, em vez de acreditar no potencial brasileiro? Essa é a indagação do PMDB que quer reservas cambiais brasileiras para alavancar o Brasil e não o estrangeiro

NOVIDADE POLÍTICA DA SEMANA - Os peemedetistas colocaram inusitada tarefa para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, novo integrante do partido, em sua primeira reunião com a bancada, na quarta feira, 27. Querem que os prejuízos provocados pelo dólar barato aos exportadores sejam cobertos com as reservas cambiais acumuladas pelo BC. Levaram o assunto para o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, candidato a candidato a vice presidente da República , fazendo dobradinha com a ministra Dilma Roussefff, da Casa Civil, com apoio do presidente Lula. O prejuízo dos agricultores, bradaram os peemedebistas,  é de quase 8 bilhões de dólares. A saca de soja está custanto a eles 35 dólares, mas recebem, na hora que exportam, apenas 25 dólares. Estão pagando para trabalhar. Desde já , o PMDB, apoiando a bancada ruralista, no Congresso, articula verba orçamentária, nesse sentido, para o próximo ano, como fator compensátorio decorrente do prejuízo provocado pela desvalorização da moeda de Tio Sam. Mas, se os agricultores conseguirem isso, outros setores da economia reivindicarão o mesmo. Por isso, querem garantia maior, dispondo das reservas cambiais.  Afinal, são quase 250 bilhões de dólares acumulados como garantia do país contra a crise. Como os dólares estão em processo de desvalorização inexorável, para elevar as exportações dos Estados Unidos, que enfrentam crises de deficits em contas correntes, o PMDB considera que em vez de os agricultores brasileiros trabalharem para o presidente americano, Barack Obama, que, graças ao dólar barato, vê a economia americana respirar, devem, naturalmente, batalhar para fortalecer o presidente e a economia brasileiros. A aposta nas reservas se voltariam para garantir o mercado interno como antídoto à crise, cujos desdobramentos, segundo ´Meirelles, são incertos, dadas as armadilhas das bolhas atômicas especulativas armadas pelo dólar mundo afora.
 
 

 
 
Apostar no Brasil, não no estrangeiro
 
 

 
Sellapan Ramanatham Natham acredita mais no Brasil do que Lula. Enquanto ele joga as reservas do seu país no Brasil, que tem lastro real, o presidente brasileiro joga nos títulos dos países desenvolvidos em crise, cujo lastro é moeda deslastreada,  desgastada pelo juro negativo

Sellapan Ramanatham Natham acredita mais no Brasil do que Lula. Enquanto ele joga as reservas do seu país no Brasil, que tem lastro real, o presidente brasileiro joga nos títulos dos países desenvolvidos em crise, cujo lastro é moeda deslastreada, desgastada pelo juro negativo

Os exportadores americanos se dão bem, enquanto o contrário ocorre com os exportadores brasileiros. Impactado pela cobrança, o ministro Meireles destacou que seria preciso separar as coisas, pois o Banco Central não poderia transferir dinheiro para o Tesouro , sob pena de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal(LRF). A justificativa do titular do BC, para responder às pressões peemedebistas,  expressas como cobrança em favor de contribuição meireliana ao partido, que enfrenta, por sua vez, pressões das bases ruralistas, soou incompreensivel, embora possa ser justificada tecnicamente. O titular do BC disse que as reservas cambiais são utilizadas para comprar títulos da dívida pública de países que têm graus de investimentos e não para aplicar, internamente, o que, se ocorresse, deixariam de existir como reservas em si, eliminando o próprio conceito de reservas. Ou seja, abstração. No cenário de incerteza total, as reservas, que implicam em dois custos pesados – primeiro, de manutenção em forma de juros; segundo, de desgaste por conta da desvalorização crescente do dólar – , antes de serem garantia para a estabilidade do país, não estariam, totalmente asseguradas, no compasso da fragilidade das próprias economias dos países desenvolvidos. Seus títulos de dívida pública não estão rendendo praticamente nada pois os governos sustentam taxas de juros negativas em nome da recuperação do consumo interno. Por que , então, seria mais seguro aplicar as reservas no exterior em vez de fazê-lo no Brasil? Os peemdebistas estão confusos quanto ao acerto da decisão do presidente do BC relativamente à utilização das reservas, porque os próprios investidores externos, nesse momento, preferem os ativos brasileiros do que os títulos dos países capitalistas desenvolvidos. Afetados pela bancarrota financeira, que mantém bolha atômica especulativa em estado oculto e latente, eles fogem do dólar , para aplicar na bolsa e na renda fixa brasileiras. Se países como Singapura estão jogando suas reservas no Brasil, acreditanto mais na economia brasileira do que nos títulos dos países desenvolvidos, nos quais o BC está apostando, porque o Brasil acreditaria menos no Brasil do que nos países que estão financeiramente encalacrados, configurando risco e não garantia para as reservas nacionais? 
 
 

 
Pressão total peemdebista

 
 
 

A política cambial mantida pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, mantém os peemedebistas céticos com a  candidatura Dilma Rousseff, com quem encontraram, na terça feira, 2t, em clima gelado, conforme comentou o governador do Paraná, Roberto Requião, com seus correligionários

A política cambial mantida pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, mantém os peemedebistas céticos com a candidatura Dilma Rousseff, com quem encontraram, na terça feira, 2t, em clima gelado, conforme comentou o governador do Paraná, Roberto Requião, com seus correligionários

Meirelles estará, de agora em diante, sob pressão total do PMDB, que, ainda, não está , inteiramente, convencido de que possa apostar todas suas fichas na candidatura da ministra Dilma Rousseff, articulada pelo presidente Lula, já que , nas pesquisas eleitorais, se mostra tímida e incerta, como incerta , como destacou o presidente do BC, na Câmara, é a situação internacional, da qual o Brasil depende, pela própria estrutura do modelo de desenvolvimento concentrador subordinado à poupança externa. Meirelles alertou aos peemdebistas que o perigo está nas bolhas especualtivas atômicas que o dólar desvalorizado está promovendo em escala internacional. A prova são as desvalorizações das moedas dos países capitalistas periféricos, sinalizando desestruturação e tensões políticas, ao mesmo tempo em que alimentam propensão do mercado financeiro a apostar em hiperinflação para os governos ultra-endividados, como o brasileiro. Os especuladores apostarm, a priori, no juro alto futuro, trazendo-o para o presente, refletindo-o no crédito direto ao consumidor, cujo custo o presidente Lula considerou, na quarta, assalto ao bolso do povo. Diante do cenário incerto, Meirelles ressaltou que a garantia do governo são as reservas. Por isso, os peemedebistas, que indagaram ao titular do BC qual a contribuição imediata pode dar ao partido, querem que essa ajuda seja em forma de liberação das reservas para o desenvolvimento das atividades produtivas internas, em vez de jogá-las nas possibilidades externas incertas.  Meirelles ficou em sinuca de bico. Destacou que tem dado sua contribuição como presidente do Banco Central em forma de estabilidade da moeda, mas como integrante do PMDB, o entendimento é outro. Os peemedebistas não estão enxergando estabilidade monetária. Pelo contrário, vêem total risco monetários para as suas bases em face do dólar despencando. Se resistir em utilizar as reservas, para manter seu conceito dentro dos entendimentos técnicos, o titular do BC terá que apresentar ao PMDB outra alternativa, que, certamente, poderá ser a de alterar a política cambial. O ex-presidente do Banco Central, Fernão Bracher, foi claro: torna-se necessário, urgente, algum tipo, temporário, de controle da enxurrada de moeda americana, que desorganiza, completamente, a economia nacional. No mesmo rumo, o ex-ministro Delfim Netto lembrou que o limite para o câmbio estourou. Sob pressão, o presidente Lula já se prepara para colocar Meirelles na parede: ou dá as reservas ou mexe no câmbio. Caso contrário, Meirelles está oferecendo sua própria cabeça aos peemedebistas, para livrar o presidente do perigo de não conseguir articular a coalizão governamental PT-PMDB, para tentar fazer sua sucessora, a ministra Dilma.    

Categoria: (Economia, Política)

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