O golpe a favor dos direitos humanos
Nacionalismo socialista nascido no quartel
14 horas atrás

O golpe militar que o então tenente coronel Hugo Chavez chefiou em 1992 contra o governo do presidente Carlos Andrez Peres, em nome do nacionalismo político e econômico, em oposição…

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Crise capitalista destroi direitos humanos
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1 dia atrás

A grande mídia faz um cerco danado em relação ao direitos humanos em Cuba por dispor de presos de consciencia, mas não vê o comportamento dela em relação ao escandaloso…

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Capitalismo estatal mais perto do socialismo
Capitalismo estatal-social distancia do fali…
4 dias atrás

Não esta afastada a possibilidade de o capitalismo estatal-social petista pilotado pela presidenta Dilma Rousseff ganhar crescente competitividade em relação ao capitalismo chinês nos próximos anos. Por que? A vantagem…

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Cuba se rende ao capitalismo estatal petista
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4 dias atrás

Pregando, abertamente, o fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, como restauração de verdadeira política de direitos humanos,  a presidenta Dilma Rousseff dá a largada para o capitalismo estatal…

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Gestão neoliberal no capitalismo estatal
Coalizão presidencial entra em crise na gestã…
5 dias atrás

A determinação da presidenta Dilma Rousseff de realizar um governo eminentemente técnico, colocando para escanteio o governo político, que reflete as correlações de forças político-partidárias, capazes de sustentar a governabilidade…

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O Brasil engarrafado
O Brasil engarrafado pelos gringos
7 dias atrás

Não falta gente astuta neste mundo. A última de uns espertalhões americanos foi lançar uma “interessante” campanha publicitária para uma marca de pinga chamada Cabana Cachaça ($15). Bom, até aí…

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PIB brasileiro: gigante com pés de barro
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8 dias atrás

As históricas manipulações dos números têm feito com que a população se engane com o proclamado avanço da riqueza nacional, como se ela fosse amplamente democratizada e não abocanhada por…

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Colapso capitalista exige superação da economia de guerra pela economia da pazda economia de guerra exige economia da paz para superar capitalismo em crise total
Infarto do capitalismo exige superação da eco…
9 dias atrás

Implode o estado capitalista

O capitalismo está no banco dos réus em Davos e em Porto Alegre.
Destacam generalizadamente que chegou a hora de melhor distribuição da renda para que ocorra uma…

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Grande exemplo do Império para o mundo: dar calote nos bancos para reduzir dívida e crescer
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10 dias atrás

NOS ESTADOS UNIDOS, CACETE NOS BANCOS. Ben Bernamke, presidente do Banco Central dos Estados Unidos manda uma trolha bem grande para os aplicadores nos títulos do governo americano, ENTRE ELES…

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Terceira guerra mundial em marcha
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11 dias atrás

O oculto e o latente não conseguiram se disfarçar no discurso do presidente Barack Obama nessa terça feira 24, ou seja, a disposição do governo americano de barrar o avanço…

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Desnacionalização geral da tevê paga

Categoria: (TV) por Cesar Fonseca em 16-06-2008

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Alessandro Rodrigues

Em nota tornada pública na quinta-feira, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) rejeitou o “substitutivo proposto pelo deputado Jorge Bittar (PT-RJ), que escancara as portas [da TV por assinatura] para o oligopólio estrangeiro das telecomunicações, desnacionalizando ainda mais o setor”.

Originado por proposta do deputado Paulo Bornhausen (Dem/SC) e dado forma final no relatório de Jorge Bittar (PT/RJ), o principal objetivo do PL-29 é permitir que as empresas de telefonia – na maioria estrangeiras – passem a oferecer os serviços de TV a cabo, o que é proibido atualmente pela lei. Em seu relatório, Bittar cria uma única legislação para regular a TV a cabo, via satélite (DHT) e por microondas (MMDS). Divide o setor em produtoras de audiovisual, programadoras de canais, empacotadoras de canais e distribuidoras, sem qualquer restrição de propriedade para grupos externos.

Somando-se a um movimento ascendente que propõe a realização de uma Conferência Nacional de Comunicação, encabeçado pela CUT e FNDC (Fórum que congrega várias entidades), o Sindicato dos Jornalistas defende que “o assunto seja objeto de uma profunda reflexão sobre os seus efeitos na comunicação social brasileira, mediante democratização do debate envolvendo maior número de setores da sociedade”. “Por isso, estamos solidários com os movimentos sociais que apontam para a necessidade urgente da convocação de uma Conferência” a fim de “garantir o mais amplo debate e respaldar as ações de governo, especialmente quando tiver que enfrentar a antidemocrática e predatória expansão dos oligopólios privados”, destaca a nota.

A manifestação dos jornalistas do DF – sindicato filiado à CUT e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) – reforça um novo rumo para as discussões em torno do PL-29, que até pouco tempo estavam nubladas sob a “polêmica” de quem era a favor de cotas para a produção nacional na TV por assinatura ou quem era contra.

Isso ocorreu porque os debates sobre o tema foram atropelados pela ansiedade dos partidários da desnacionalização, que pretendiam resolver a fatura na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, sem submeter o projeto à apreciação do plenário. Após protestos de parlamentares, a votação foi protelada diversas vezes e as discussões geraram uma reflexão maior sobre as conseqüências da medida, possibilitando, inclusive, que o conjunto dos deputados e organizações da sociedade civil decifrassem o projeto, que é constituído por um aglomerado de termos inventados e complexos, percentuais cruzados de composição societárias, que acabam dissimulando o seu verdadeiro significado.

No frigir dos ovos e com uma pequena ampliação dos questionamentos começou a ficar claro que as cotas propostas pelo deputado Jorge Bittar não mudariam para melhor a situação do setor de audiovisual brasileiro, pelo contrário. Para tanto, duas questões foram decisivas. A primeira, e mais importante, é a de que quem irá definir, em última instância, o conteúdo que chegará à casa dos brasileiros é o dono do meio de distribuição. E o PL 29 advoga a ampliação da desnacionalização do setor, delegando às empresas estrangeiras a responsabilidade de levar ou não a produção audiovisual brasileira para a casa dos brasileiros. O caso da Sky versus Telefônica/Abril é um exemplo característico disso (leia matéria abaixo).

O segundo ponto estava diretamente ligado às cotas. Enquanto em alguns países a obrigação de transmitir conteúdo nacional ultrapassava os 50%, o primeiro relatório do deputado Jorge Bittar propunha uma cota transversal de 10% para a produção nacional independente. Após pressões de grupos transnacionais, o relator reduziu esta cota – a principal que incidia sobre todos os canais – para 3:30h por semana à produção nacional, dos quais 1:15h dedicados à produção nacional independente, o que representa 0,68% do total que é transmitido. Segundo estudos divulgados por entidades ligadas ao setor, incluindo as cotas para os chamados “Canais BR”, o conjunto da proposta contida no PL-29 consegue ser menor do que já é ofertado atualmente por algumas operadoras.

Para o vice-presidente da Fenaj, Celso Schröder, “é ingenuidade imaginar que o capital internacional (das teles) vai investir no país para construir, por exemplo, um Projac”. Segundo ele, “os projetos das teles vão chegar prontos ou vai haver um rebaixamento de qualidade. É preciso cuidar para que o capital que chegar não seja predador”.

Em meio à crescente oposição, o PL 29 será submetido esta semana a mais uma tentativa de votação. Vários destaques já foram apresentados na última sessão. Um deles, de autoria de Bornhausen, propõe que até as mínimas cotas sejam tiradas do projeto. Isso gerou a promessa do deputado Jorge Bittar de se somar ao grupo de parlamentares que trabalham para protelar as votações. Promessa é dívida…